Sunday, December 31, 2006

Balanço do ano

Se for para fazer um balanço do ano que está terminando, no geral eu diria que foi um dos anos mais estressantes de minha vida. Não querendo ser pessimista, mas quem me conhece, sabe o quanto foi difícil levar este ano.
Certo que janeiro passei um mês longe do trabalho, mas que adiantou ficar um mês descansando se os outros onze meses foram de correria, trabalho, trabalho, pepinos e estresse, que nem o chocolate "Gaba" ( que dizem ter uma substância que, se não acaba, ameniza o estresse) resolveu nem em doses cavalares? Ganhei cinco quilos a mais, perdi seis e recuperei dois.
Mas claro que no meio de tanto pepino e estresse, perdi grandes amizades, que foram para outros caminhos (porém não perdi o contato), mas ganhei outros amigos. Sempre acreditei em Deus, foi Ele quem me fortaleceu para eu continuar meu caminho.
O mais importante é que ainda estou com meu kinguio encantado, mesmo passando o ano em casa, ao invés de muitos que vão viajar e enfrentar trânsito, filas e lotações.
Não importa, na verdade, onde passará o feriado, e sim, COM QUEM vai passar. Se for uma pessoa legal, muito bom. Se for com sua pessoa amada, melhor ainda!
Esperamos que 2007 ( o ano do javali, não do porco, mas como são da mesma família, os suínos, que seja) seja melhor que este que passou.
Aliás, todo final de ano é o que a gente quer!
Feliz 2007!

Friday, December 29, 2006

Voltando a ativa (mas logo vem o recesso)

Depois de um certo tempinho com este sítio parado, estou dando uma passadinha para ao menos informar que, do dia 29 de dezembro a 3 de janeiro, a atualização será em doses homeopáticas. Não, não irei viajar de férias, pois a situação anda meio precária e estou preferindo ficar por aqui mesmo...
Estou de férias, afinal!!! Depois de doze meses no tronco ( tá bom, onze, pois janeiro tirei férias de um mês), novamente cinco dias de merecido descanso. Mas do serviço, pois em casa, como é tradição, hora de limpar as coisas e tirar o pó de tudo, pois vamos entrar o ano novo de casa limpa. De porquinho, já basta o ano que vem.
Ah, não é porquinho?
Javali?
Tudo bem, fazem parte da mesma classe, os suínos mesmo...

Thursday, December 14, 2006

O Mundo gira ao Nosso Redor

Muita gente que lê, freqüenta mas poucos comentam este sítio, devem ter reparado a ausência e a minha demora em postar alguma coisa que preste ou não. E quando posta foram textos curtos desde o dia que eu tinha informado que iria ficar ausente por uns três dias. Mas devido a alguns problemas particulares, que não convém comentar, realmente meus três dias viraram quinze dias, isto é, quintuplicou.
Claro que a gente tem que ser forte e enfrentar as dificuldades, pois a vida é cheia de desafios. E também aquela frase célebre: se a vida lhe der um limão, faça uma limonada. Já passamos de tudo um pouco mais nesta vida, cada vez que enfrentamos um desafio, é certeza de que temos que provar a coragem e força que temos, mesmo achando que seria praticamente impossível, sempre há uma luz no fim do túnel e uma mão que lhe estende para tirar da escuridão. Daí a importância da amizade. Sem os verdadeiros amigos, que lhe estendem a mão, desmarcam tudo para lhe ajudar de boa vontade, nada seríamos.
E também acreditar Nele, pois Ele é quem sabe o que fazemos ou não. E rezo todos os dias e noites agradecendo por ter trazido boas pessoas que sempre estão nos ajudando, seja direta ou indiretamente.
Amanhã será um novo dia, ou vai ser um novo dia, como diria Scarlett O'Hara no filme "...E o Vento Levou".

Saturday, December 09, 2006

Oito de Dezembro



Podem ter acabado com um sonho, mas sonhos não morrem.

The One I Love

Eu queria estar ao seu lado, te protegendo de todos os males.
Queria estar te vigiando de forma invisível para saber se você está se alimentando, se cuidando, se está feliz.
Queria que você soubesse que mesmo estando longe, estou cada vez mais perto.
Queria que você soubesse que todas as noites rezo por você estar bem e todos os dias rezo para que um novo dia chegue.
Queria que você soubesse, apesar de tanta coisa que aconteceu em nossas vidas, nunca te abandonaria, muito pelo contrário, te traria cada vez mais perto de mim, para dentro da minha redoma e guardar-te em meu coração.
Porque cada dia que passa, meu amor por você cresce cada vez mais.
Queria mesmo que você estivesse ao meu lado, rindo, chorando, tirando um barato da minha cara. E eu estaria sempre sorrindo.
Ainda acendo uma vela e rezo para Deus que Ele nos traga a luz para iluminar nossos caminhos para que possamos nos esforçar em encontrar a alegria e a liberdade.
E agradecer a Ele por ter trazido a mim uma pessoa capaz de compreender e amar.

Saturday, November 25, 2006

Secretina Eletrônica

Quando você telefona para uma determinada pessoa e você escuta: "Você ligou para a caixa postal de XXXX..." com aquela voz feminina padronizada de toda companhia telefônica, e nem deixa recado, não se preocupe, porque você não está sozinho, pois eu, o vizinho e uma boa parcela da população mundial, nem se preocupa em deixar recado na caixa postal de telefone de alguém. Dependendo da situação e da necessidade, claro que temos que deixar. Por mais que o recado seja triste (doença ou morte de parente) ou constrangedor (cobrança). Mas também existem as mensagens tidas como "engraçadinhas", o que no meu entender seria de péssimo gosto, de gosto duvidoso ou falta de criatividade.
Todas as companhias telefônicas, já têm a mensagem padrão gravadas nos aparelhos telefônicos, bastaria deixar na função ativada. Como o mencionado no primeiro parágrafo. Mas como também tem a opção de deixar a sua mensagem personalizada, algumas, se não a grande maioria, deixam mensagens gravadas que nem dá vontade de deixar o recado.
Alguns exemplos que já tivemos que ouvir, e com certeza vocês também:

"No momento não posso atender, deixe seu recado após o sinal que depois retornarei a ligação": Essa é a mais comum. Geralmente costumamos deixar recado para a pessoa retornar a ligação depois. Só que resta saber se realmente a pessoa ligará de volta. Bom, dependendo da pessoa que ligou e/ou do assunto...

"Você ligou no número certo mas na hora errada. Deixei o seu recado após o sinal": Juro que para esse tipo de recado eu não deixo. Imagine se a pessoa está aguardando um retorno da ligação referente ao emprego. Só se ela se candidatou para alguma revista de humor, ser locutor de rádio de programa engraçadinho ou algo semelhante.

"Alô... alô... ahahahah, te peguei, ligue depois o sinal": Eu tenho vontade de destilar todo meu repertório de quando fico em TPM quando ouço esse tipo de mensagem. Se estava esperando uma multinacional chamar você para uma vaga no emprego, acabou de perder, isso sim. Falta do que fazer, vou te dizer...

"Depois eu retorno a ligação. Um beijo meu amor!!!": Sem comentários. Um colega meu escutou essa e desligou na hora. Eu também faria o mesmo. Mas se o autor dessa mensagem retornasse a ligação perguntando "vocês ligaram para mim? Por que não deixaram recado?", eu diria: "Se o senhor (ou senhora) mudar a mensagem, a gente até poderia deixar..."

Como diria muito de meus colegas, é por isso que tem gente que não cresce mesmo...
Digo, crescer de mentalidade, pois quando entramos no mercado de trabalho, quem possui telefone, seja fixo ou móvel, tenha bom senso e deixe numa mensagem simples que a pessoa do outro lado da linha poderá lhe deixar um recado. Seja boa ou não, mas ela deixou.

Ah, sim. Também temos os seguintes recados que ultimamente deixaram na secretária eletrônica do nosso departamento:

"Oi, liga pra mim. Estou esperando, tá?"
Uma boa parte das pessoas que deixam recado na secretária eletrônica não deixa nome, nem número de retorno da ligação. Desconfio que essas pessoas acham que trabalhamos com mesa-branca, temos poderes paranormais, coisa parecida. E detalhe, não temos identificadores de números, o que dificulta ainda mais nosso trabalho.

"Hã? Deixar recado? O que vou dizer?"
Possui telefone móvel mas não sabe deixar recado na secretária eletrônica. Ai, meu pai...

"Seus %$#"* da @%$#!!! Vou até aí e quebrar a cara de todo mundo! Esperem e verão! Vão todos ir para $#"& que %$#@@@ e vão &%$#"!!!@*"
Coragem pra falar tudo isso e um pouco mais, eles possuem, mas deixar o nome da autoria, tiram o seu da reta, né? Gente assim eu digo: é pobre de espírito e um verdadeiro covarde. E eles nunca retornam a ligação, imaginem ir ao escritório. (Se bem que teve um que tentou ir, mas quando falamos que "tudo bem, pode vir que estaremos esperando", ele nunca mais ligou. Achou que estávamos falando muito sério demais e com a polícia na espera...)

"PeloamordeDeus, liguem para mim! Preciso falar com vocês! Ligarei depois de tal hora! Obrigada!"
Agradecemos pela ligação, mas... e o nome e o telefone, senhora???

"Bom-dia! Liguei para avisar que mudei de endereço e fico aguardando o retorno da ligação em tal hora. Meu nome é fulano"
Quando a pessoa informa o nome completo, fica mais ou menos fácil de encontrar. Mas quando a pessoa só deixa o prenome ou o sobrenome (nunca os dois juntos!), o trabalho fica pior que procurar no gúgol da vida!

As coisas que a gente é obrigado a ouvir, vou te dizer, viu...



Aviso aos freqüentadores deste sítio: Por motivos particulares, informo-lhes que ficarei um tempinho ausente, mas que promete voltar no dia 28 de novembro com mais ou menos novidades. Para matar o tempo, divirtam-se lendo os artigos anteriores, acessando os outros links ou algo que valha a pena, como ler um livro, ouvir música, assistir bons filmes ou dar uma volta no parque. Nem tudo é internet meus caros!

Thursday, November 23, 2006

Estudantes "kamikazes"

Lembram-se de quando éramos crianças e por algum defeito ou outro éramos rechaçados pelos "coleguinhas" de classe? E também nós dávamos o troco? E das gozações que recebíamos? E dos vexames nas aulas quando, na hora da chamada oral, dava aquel "branco" e não saía nada que prestasse, para alegria da classe? Da ida à diretoria por algo que não fez? E de ter seu lanche furtado, de pegarem seu caderno e devolverem todo estraçalhado? Quem nunca passou por isso, então está mentindo.
Como estudei o magistério e cheguei a lecionar, sei como são essas situações ( confesso que também fui vítima quando estudante, já começa pelas gozações raciais, com as típicas piadinhas, o mesmo quando contam piadas do português, falam que judeu é mão-fechada e acham que turco e árabe é a mesma coisa). Mas no Brasil, pelo menos, até onde eu sei, nunca ouvi falar de alguém que se matou por maus-tratos escolares (repetindo: escolares).
Por aí que cheguei ao ponto: aqui no Japão chamamos de ijime toda a forma de maus-tratos escolares: desde professores dando bronca em algum aluno que foi mal na escola, até os próprios "colegas" tentando extorquir dinheiro dos demais, seja ameaçando de morte seja judiando, do jeito que vocês pensarem como é a judiação propriamente dita. Só que diferente do Brasil, os casos de ijime chegam a fazer tanta vista grossa que, se fosse no Brasil, os pais já entram com mandado de prisão, se bem que não chega a esse ponto. Mas aqui, se os pais já fazem vista grossa, o que dizer dos diretores e professores (que por sinal todos eles já devem ter sofrido ou feito ijime)!
Desde que estou aqui, volta e meia os noticiários falavam que tal estudante se matou e deixou carta de suicídio. Ijime, estava escrito. Mas eram casos isolados, uma ou duas por ano e olhe lá. Mas recentemente, o ato consumado andou se proliferando, que em menos de um mês, mais de quinze casos de estudantes - de diversas idades, de 12 a 17 anos - se mataram por causa de ijime. Claro que esses quinze casos foram em províncias diferentes, porque se fossem em um mesmo lugar a gente chamaria de pacto suicida, mas mesmo assim já seria caso de calamidade pública.
O que está vindo a tona nos noticiários é que quase que diariamente está surgindo casos de cartas enviadas aos setores de educação informando de suicídio e denúncias de maus-tratos.
Só que nessa história toda, encontrar o culpado nunca é fácil. Fácil é pôr a culpa nos pais (pela educação pelos filhos), nos professores, nos diretores, no governo, na sociedade em geral.
Pôr a culpa nos pais por não conversarem com os filhos, não conviverem, somente pensando no trabalho e no bem-estar?
Pôr a culpa na entidade educacional que faz vista grossa e fingir que nada acontece?
Pôr a culpa no governo que pressiona a sociedade fazer o que precisa sem se importar com o bem-estar?
Ficam as respostas para cada um de nós. Fica difícil todo mundo pensar a mesma coisa, sempre terão pessoas que podem concordar ou discordar. Mas o ijime existe em qualquer lugar do mundo, por mais que neguem, existe sim.
Só fico pensando uma coisa: os estrangeiros que moram em outros países que não sejam a terra natal, como reagem perante ao ijime? Não cito exemplo dos brasileiros que moram aqui e dos japoneses que foram morar lá no Brasil, porque muita gente conhece a história e passarão diversas versões. Principalmente dizendo que o sistema educacional (tanto doméstica quanto escolar) são diferentes...
Um assunto para pensar por um ímpar de anos.

Um minutinho por favor...

Espere um minutinho por favor, wait a minute please, chotto omatte kudasai sempre ouvi isso quando eu ligo para algumas companhias prestadoras de serviço. Ao final desta frase, colocam você para ouvir algumas musiquinhas digitalizadas em computador ou no modo MIDI, pois cantada, por motivos de direitos autorais, não pode.
Bom, como muita gente que me conhece e costuma ler aqui, trabalho também em uma companhia prestadora de serviços, mas na outra seção. Mas acima de tudo também sou consumidora assim como você, a minha, a sua, as nossas mães, pais, irmãos...
Todo dia ligo e recebo ligações de tudo o que é tipo de pessoas e humores. Quando falo "aguarde um minutinho na linha por favor", sabe que um minutinho leva uma eternidade ainda mais quando você deixa o cliente na espera fazendo ele ouvir musiquinha (confesso que não sei qual é). Dependendo do humor, ou ele dorme ou ele já "detona" a gente de vez.
Estava conversando com alguns colegas de serviço a respeito disso. Das musiquinhas de espera no telefone. Perguntei porque não colocar a musiquinha dos Smurfs (lembra do "lalalalala, lalalala...") para o cliente ouvir enquanto a gente tenta solucionar o problema dele? Bom, como disseram, bem provavelmente mandaria a gente pra ( vocês sabem onde).
Claro que como consumidora, também já fiquei horas intermináveis na linha aguardando o resultado. Adoro Beatles, mas a versão de "Let It Be" já me dá sono e quando o atendente retornar a ligação pode correr o risco de ouvir o meu ressonar (vulgo ronco) do outro lado da linha. Claro, a música já é lenta, na versão "musiquinha de espera", isso ninguém merece.
Tem uma companhia de telefonia que, para solicitar o desbloqueio ou bloqueio do sistema, te faz esperar e ouvir musiquinha de jazz a la happy hour de final de tarde ou "Imagine" (coitado do Lennon, deve estar se revirando nas cinzas).
O pessoal bem que poderia ser criativo, né? Dependendo da situação e do estado emocional do cliente, poderíamos sugerir as seguintes melodias de espera:

Cliente apressado: Se aparece aquele cliente que quer tudo pra ontem, daquele que diz ter nascido de nove meses e está querendo tirar o pai da forca, eis a música ideal para esse tipo - qualquer um de new age, tipo enya, por exemplo. Vai deixar o cara calminho, calminho. Só ver se ele não está roncando do outro lado da linha, claro.

Cliente sossegado: Aqueles que ligam que não têm o quê fazer e aproveitam que a ligação é gratuita e ficam trocando dois dedos de prosa. Pra dar um caldo, nada melhor que a trilha sonora de "Rocky o Lutador" ou do Indiana Jones. O problema se o cara gostar de cinema, aí o feitiço se vira contra o feiticeiro...

Cliente que chora: Sim, e no sentido literal. Principalmente mulheres, chegam a chorar baldes e baldes de lágrimas (de crocodilo). Nada melhor que um sambinha agitado ou um rock pauleira mesmo. Quem sabe acorda pra vida.

Cliente cínico: Aquele que liga e te debocha até a última encarnação do planeta. Tira sarro de tudo, até do seu "Bom dia". Quem sabe a marcha fúnebre ou alguma trilha sonora de terror macabro das antigas?

Cliente que xinga: Todo dia a gente nunca escapa dessa espécie que o pai de todos os males. Já liga gritando, destilando todo o repertório de palavrões nem dando a chance de você falar algo. Pra esses, já bota eles pra ouvirem a musiquinha dos Smurfs, alguma de circo... pra ver se acalma ou continua. Se acalmar, tudo bem, podemos conversar civilizadamente, mas se a gritaria persistir, bota ele pra ouvir de novo. Ou ele baixa a guarda ou desliga de vez.

Cliente bonzinho: Pode ser "Aleluia", "All You Need Is Love". Cliente que liga, fala o necessário e agradece, é coisa rara hoje em dia. Só tomar cuidado pois tanta bondade pode se tornar o...

Cliente conquistador barato: liga sempre dizendo "meu amor", "meu bem", "minha deusa" e outras cantadas que embrulham nossos estômagos de forma drástica. Sabe aquele cara que quer conquistar todas na conversa? Bem por aí. Pra cortar o barato, quem sabe botar uma marcha fúnebre ou o tema de "Psicose"? Se ele depois disso agradecer a ligação e disser "um beijo minha flor", pode pensar em outra música pior.

E vocês, alguma sugestão? Aguardo respostas!

Sunday, November 19, 2006

Como conseguir assunto por meio de papo-furado

Quando fiquei sabendo na semana que passou que o ex-Boy George japonês, o tal do IZAM (quem chegou aqui mais de dez anos atrás, já ouviu falar dele) vai casar de novo, pensei se agora dá certo. Pra quem não sabe, o IZAM se vestia tão bem de mulher que eu pensei que ele fosse ela mesmo, até quando vi a figura sendo entrevistada e ela tem vozeirão de homem mesmo!!! Bom, em 1999 quando ele casou-se com a projeto de modelo Hinano Yoshikawa, eu nem ia dar seis meses pra durar.
Durou sete.
E a mulher (Hinano) tem fama de afundar carreira de gente no auge. Lembra do Takafumi Horie, do Livedoor, que foi preso? E da namorada que ele ostentava na época, hein?
Voltando, o IZAM tirou aquela parafernália de dar inveja a qualquer drag-queen e voltou ao cenário como homem mesmo. Ainda bem, pois pra depois explicar pro filho ou filha (sim, a Miho Yoshioka - futura sra. IZAM - está de três meses) que "papai se veste assim por causa das aguras da profissão"...

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Gosto não se discute, se lamenta. Já ouvi isso de muita gente, inclusive eu mesma pronunciando isso. Mas nesta mesma semana, além do casamento do IZAM, outra personalidade também resolver juntar os trapinhos. Quem acompanha novela, comercial do Leopalace, e tablóides de fofoquinhas, a tarento-san (no Japão, pra dizer que a pessoa, além de atuar, participar de comerciais e propagandas e tudo o mais, se diz desta forma) Norika Fujiwara vai casar. Até aí nada demais, até porque estaria "passando da idade" (ela tem 35 anos), se não fosse o futuro marido, o comediante Tomonori Jinnai. Até que ele não é de se jogar fora, mas quem chegou a ver a atuação de Norika-chan, como diria um colega meu, "ela é muita areia pro caminhão dele"... Fazer o quê, se eles se amam, vão fundo (mas nem tanto assim!).

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Essa é velha e soa meio mórbida, mas saiu na revista "Reader's Digest" deste mês:

"Qual a definição para globalização?
A morte da princesa Diana. Uma princesa inglesa com um namorado egípcio sofre um acidente dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês conduzido por um belga (bêbado porque bebeu uísque escocês), que era seguido por paparazzi italianos e motos japonesas."

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Li também no "Reader's Digest" que é normal uma pessoa falar sozinha. Dizem que estimula o cerébro e a pessoa tem maior capacidade de concentração e facilidade em lembrar das coisas. Anormal seria a pessoa ouvir vozes do além e começar a falar que vai matar alguém. Se isso acontecer com seu colega ao lado, largue tudo, amarre a pessoa e leve-a para o hospital mais próximo que houver!

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Desde que me conheço por gente, sempre que eu ia na locadora de vídeos, sempre me aconselhavam a não alugar filmes na sexta-feira, pois muita gente que não tem o quê fazer na sexta à noite até domingo à noite já aluga os melhores filmes.
Pior que sempre continuo a fazer a mesma coisa (ir na sexta-feira alugar filmes) e acabo quebrando a cara.

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Falando em filmes, alguém aí foi no Festival do Cinema Brasileiro em Tóquio, que teve em setembro passado?

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Muita gente fala pra mim que, se vier algum artista de nível internacional aqui no Japão, não economize e nem pense duas vezes: compra o ingresso e vai! Vai saber quando eles virão novamente...
Ah, quando eu digo de nível internacional, entenda-se por U2, Rolling Stones...

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Quando li o site de Inagaki sobre Charlie Brown e sua turma, uma passagem de um post a respeito realmente lembra o poema "Quadrilha", do saudoso Carlos Drummond de Andrade. "(...) Tal como na Quadrilha de Drummond, os personagens de Schulz sofrem com amores não-correspondidos. Sally ama Linus que ama sua professora; Lucy ama Schroeder que ama Beethoven; Patty Pimentinha ama Charlie Brown que ama a garotinha ruiva. E, assim como Linus aguarda em vão pela chegada da Grande Abóbora (nos mesmos moldes da espera de Estragon e Wladimir por Godot), a turma do Snoopy ama infrutiferamente (...)"

Ah, por favor, vão dizer pra mim que não faz sentido ou ninguém leu Drummond em sua vida?!

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-

Hoje não tem matéria especial. Apenas essas curtinhas pra garantir assunto pra semana toda. Ou mais.

Wednesday, November 15, 2006

Monocromática ( mas com algumas cores...)

Sim, como todo mundo, já tive a fase de usar roupas espalhafatosas, da moda do momento. Cheguei a usar camisetas herdadas dos primos mais velhos, roupas feitas em casa através das revistas de corte-e-costura. Já usei os fru-frus da Pakalolo (aqueles elásticos de malha coloridos, quem tem mais ou menos minha idade, lembra), os arquinhos (pra muita gente, tiara) dessa marca, usei calça "santo-peito", tive tênis All-Star e usava camisetas ou da TKTS ou da BR-111 (confesso que tenho as camisetas até hoje, brancas e imaculadas, graças ao poder do sabão em pó...).
O tempo passa e comecei a pensar um pouco melhor no que usava. Principalmente quando você sai da faculdade e começa a procurar um emprego melhor. Apesar de eu ter trabalhado três anos como programadora de sistemas e dando suporte aos usuários em uma empresa, ir vestida de tailleur não era obrigatório, somente quando eu fosse para a capital fazer os cursos que precisasse.
Quando vim para cá, mais bem que passei usar mais os jeans, e fazer bom proveito das minhas inúmeras camisetas, pois o uso do uniforme fazia mais presença. Isso era bem mais do que óbvio. Por baixo do jaleco, usava minhas camisetas e calça jeans. Tive uma que até rasgou de tanto que eu usava para trabalhar. Uma pena, pois a única marca que me servia era também uma das mais caras. Hoje a dita marca não me entra mais, sabe quando a idade chega e algumas partes do seu corpo começam a aumentar? Pois bem...
Depois de quatro anos entre circuitos integrados e pó de toner de copiadoras, mudei radicalmente de emprego. Aqui, estrangeiro para trabalhar em um escritório, só se tiver um bom Q.I. (quem indica) e um bom domínio de língua estrangeira. Experiência anterior, fica meio difícil, pois 90% do pessoal estrangeiro aqui, chega para trabalhar em fábricas ou indústrias. A não ser que você veio com bolsa de estudos e consegue depois um emprego melhor.
Convidada por um conhecido meu a vir trabalhar em um escritório, confesso que gelei na hora das entrevistas e testes. Como teria chance se faziam quatro anos que estava longe de qualquer rotina de escritório? Minha conversação em língua japonesa ainda até hoje capenga por mais que eu me esforce estudando (mas eu não desisto), e sou tímida demais. Não parece mas eu sou, depois explico.
Foi daí que meu guarda-roupa acabou por ganhar camisas sociais, calças e alguns paletós (custam caro pacas!). Saias e blusas também começaram a fazer parte no espaço (diminuto) do local. Resumindo: quem me conhece há mais de quatro anos, só me vêem de calça jeans e camiseta só nos dias de folga. Mesmo assim, é muito raro.
Por trabalhar na área metropolitana de Tóquio, passei a usar calça social, sapato de salto e camisa branca ( tá, algumas rosas, azuis e listradinhas) para ir trabalhar. De vez em quando alguma camiseta branca com quase nada de estampa.
Confesso: sou mão-fechada, mas quando se trata de alguma roupa tem horas que a tentação é maior que a vontade de economizar. E pior: acabo comprando roupas "de marca", mas que duram, duram. Não adianta comprar "de baciada" se na primeira lavada, a roupa esgarça. Até então, costumava comprar as roupas da Benetton (a marca mais polêmica que conheci), mas comprava as mais discretas, como as camisas listradinhas que uso pra trabalhar.
Depois descobri a Mary Quant, a estilista inglesa, criadora da mini-saia. Só que como essa marca só trabalha com três ou quatro cores (branco, preto, cinza e rosa, muito raro), o negócio foi comprar algumas camisetas brancas com o símbolo da florzinha de cinco pétalas, trademark da loja.
Só pra esclarecer: quem abrir minha gaveta de camisetas, só vão encontrar camisetas... brancas! Ora, quer côr mais fácil de se combinar? Não fico quebrando a cabeça para decidir que vou usar hoje. Tudo bem, tenho algumas coloridas, mas as brancas dominam a área. O ruim é que só uso uma vez e vai pro cesto da lavanderia.
Minhas colegas comentam: "ô Iwa, você só usa camisa branca? Vamos pôr uma côr nisso!" Bem que tento, tenho algumas peças rosa, azul, até vermelho e laranja! Mas parece que o branco me atrai!!!
Recentemente, fui em uma outra loja em Yokohama. Acabei por levar duas camisetas pro outono, só pra garantir. Uma preta e uma branca.
Depois também descobri que loja - agnès b. - também tem o mesmo padrão da Mary - preto, branco e cinza...



Não preciso pensar duas vezes pra tirar uma peça dessas da gaveta...

Mais curtinhas....

Estava mesmo achando que os "seis meses de férias" pro Jun Akanishi do KAT-TUN era golpe de publicidade. O menino continua fazendo propaganda na DoCoMo. Alguém que costuma ver os cartazes, deu uma olhada que ainda estão em seis?

******************************************************

Sobre ensaio conciso, essa deu na Universidade de Harvard, que os estudantes desta universidade tiveram a seguinte lição de casa, no curso de inglês básico: que fizessem um ensaio conciso contendo esses elementos: religião, realeza, sexo e mistério.
O único 10 da turma foi o que apresentou o seguinte:
"Meu Deus!!", exclamou a Rainha. "Estou grávida! Quem será o pai?"

*Extraído de uma edição da revista Reader's Digest

******************************************************

Quando a gente fala que salário é que nem regra de mulher, muita gente ou morre de rir ou acha que a comparação é meia ... ahn... constrangedora. Mas se pensarmos bem, é verdade: demora um mês pra chegar e dura menos que cinco dias.

******************************************************

Muita gente que conheço fala que deu uma lidinha aqui, mas comentar que é bom...
Pediram pra eu pôr um contador de frequências. Falei que não vai dar certo. Só eu, pra ter que lembrar o que postei anteriormente, terei que frequentar o meu próprio blog.

******************************************************

Ainda sobre MNP aqui no Japão (Mobile Number Portability): parece que a poeira assentou, pois de uns tempinhos pra cá, não ouvi mais nada. Será que não deu certo?

******************************************************

Falando em DoCoMo e MNP... Pensei em trocar meu aparelho celular por um que já vem a TV junto. Mas como parece que toda volta de serviço pra casa parece uma eternidade, se me conheço, capaz de eu dormir no meio da novela.

******************************************************

Ontem despencou a maior chuva. Na hora que entrei no trem em Tóquio, estava tudo seco. Quarenta minutos depois, quando desci em Yokohama, vi tudo molhado. E estamos em outono, viu?

******************************************************

Perdão a todos os frequentadores assíduos e devotados deste blog, mas como excepcionalmente tive que mudar minha folga, hoje é quarta-feira, e a preguiça de postar algo que preste está dominando meus neurônios. A autora que está em jejum pois à noite terá o privilégio de acompanhar kinguio encantado para um jantar onde come-se de tudo um pouco, voltará o mais rápido possível para novas quentinhas, ops novas notícias.
O que poderá ser abordado nos próximos posts:
- O desespero de pais e educadores em relação aos alunos e professores suicidas;
- Mães infanticidas;
- Breve resumo biográfico dos artistas que foram listados aqui, isso se alguém estiver interessado....
Aceitamos sugestões. Qualquer sugestão ou crítica, ou desabafo, por favor, postem, isso não dói nada e sai de grátis.

Saturday, November 11, 2006

Watashi no Takaramono

"Takaramono" em japonês significa tesouro. Coisas valiosas. Claro que pra mim e muita gente que conheço, tesouro pessoal não precisa ser necessariamente ouro e pedras preciosas (ah, mas se caísse um baú cheio disso, ficaria eternamente agradecida...), mas as coisas que você não se desfaz nem que estivesse passando fome.
Todo mundo tem o seu bem precioso, assim como eu também tenho ( kinguio não conta, esse não tem preço!), então lá vai uma amostra, do que ganhei e do que comprei. E olha que deu um baita dum trabalho pra encontrar...

Bonecos dos Beatles: Se eu conseguisse os três DVDs da série animada dos anos 60 "The Beatles Cartoons", ficaria eternamente agradecida... Quando vi no fórum dos Beatles que a McFarlane Toys estava lançando esses bonecos, fui correndo no Gúgol japonês para saber onde estavam vendendo. Encontrei os quatro vendendo em separado em uma loja longe de Yokohama, uma cidade chamada Atsugi e paguei sei lá quanto por eles. Montando, ficam em um palco. O porém é que não sei se foi defeito de fabricação ou não encaixa mesmo, o chimbau da bateria não encaixou.
Depois de algum tempo, descobri que a "Get Back", a loja oficial do quarteto aqui no Japão, vendia os quatro numa caixa e de brinde o jacaré! E a tal loja fica bem no meio do caminho casa-trabalho...

Os quatro estão dispostos na minha mesa, dividindo o espaço com meus perfumes, cremes e meu despertador...

...chamado Norakuro: Lembro de ter visto este despertador de um gato (ou cachorro, segundo outros) preto na casa de uma prima minha no Brasil, quando ela voltou depois de um ano aqui. Ao despertar, toca uma cornetinha e a voz estridente do bicho "Ohayo! Boku wa Norakuro! ...nandayo? Okiruuuuuuuuuu!" E toca de novo a corneta até você desligar o botão que fica acima da cabeça do bicho.
Eis que cismei com esse despertador mesmo depois de ter mudado para Kanagawa. Marido kinguio também tinha, mas ficou na casa dos pais dele (e recentemente meu querido sobrinho fez ele em pedacinhos. O despertador, não o marido, claro!). Antes do Norakuro (o nome do bicho), veio o Snoopy, meu personagem favorito. Marido comprou numa ida a uma loja de departamentos, achou lindo e trouxe de presente pra mim. Possui quatro músicas diferentes, entre eles a música "Gambarimasho", do grupo SMAP.
Esteve funcionando até alguns meses atrás. Acabaram as pilhas e até hoje esqueço de passar numa loja de eletro-eletrônicos e comprar. As pilhas, claro!
A história do Norakuro vem do tempo que morava em outra cidade e vi em uma relojoaria antiga. Como estava próximo de receber a cebola...ops, salário, disse a mim mesma que no próximo salário iria lá e comprar.
O despertador até hoje acorda kinguio, eu e a vizinhança toda...



Não, os dois não ficam juntos na mesma mesa.

Os CDs que me deram trabalho: Muitas vezes já comentei que sou fã assumida dos quatro de Liverpool e do Masaharu Fukuyama. Mas pouquíssima gente sabe que também gosto dos Carpenters. Pois bem, a grande maioria dos CDs que estão na nossa prateleira, a gente foi comprando a cada vez que íamos em lojas de segunda mão. Ou de primeira mesmo, dependendo da vontade e da disponibilidade (subentenda dinheiro). Só pra citar, mas não coloquei junto na foto, o da ZARD, acabei comprando para dar de presente ao kinguio antes da gente oficializar a união. Mas foi difícil encontrar, pois morávamos em uma cidade que só tinha uma loja de CDs, acreditem!

"The Beatles Live at the BBC!", na verdade eu já possuía no Brasil, mas quando vim para cá, acabei por esquecer de pôr na mala, que por sinal estava abarrotada. A solução foi comprar quando recebesse meu primeiro salário, mas como disse, a primeira cidade onde morei, só tinha uma loja de CD e acabei por comprar quando mudei para Kanagawa. E paguei caro, mas esse veio com o booklet original em inglês e o encarte das letras, que não tinha no meu que ficou no Brasil.
Sem falar que Beatles não precisa dizer mais nada!

"Carpenters From The Top", foi outro que comprei no Brasil (importado, na Planet Music em Sampa, nem sei se ainda tem, na Consolação), mas acabou ficando com meu irmão mais velho. Quando fui dar um passeio na cidade de Osaka, passei na Tower Records de Umeda e não pensei duas vezes quando vi o box-set branco: comprei na hora e desembolsei uma boa grana e ganhei pontos no point-card (que depois foram usados quando marido deu-me dinheiro no meu aniversário e comprei o "Anthology"). Quatro CDs que contém além de músicas conhecidas, muitas inéditas! Mas não vieram as letras, pois era também importado...

"Masaharu Fukuyama Magnum Collection Dear", esse também foi outro CD (duplo) que me deu trabalho de encontrar! Já contei a história aqui, e até hoje o responsável pela idéia e influência me tira uma da minha cara...



Tem mais, mas se colocar tudo, haja espaço!

Relógio Baby-G da Casio: e de quebra meu anel de duas luas e dois corações. O anel carrego comigo desde que descolava alguns trocados dando aulas. Não lembro se comprei ou ganhei, acho que comprei, senão nem estaria usando, pois se tivesse ganho de algum fã indesejado né... O anel já está meio torto e preciso mandar arrumar, pois quebrei uma tira que sustentava, mas como tem outra, está firme.
O relógio comprei numa liquidação de uma loja de departamentos que estava fechando, uns seis anos atrás. O fundo é rosa, e os ponteiros brilham no escuro, mas nada que chame a atenção. Apesar de ele ser pesadinho e estar deveras folgado no pulso, esse relógio me acompanha todo dia. Só ficou um mês guardado quando viajei de férias.



(Ahn... sim, eu estava vestindo o pijama da Hello Kitty ao tirar esta foto...)

Aya e Umekishi: Um casal de cachorrinhos de pelúcia que faz parte da nosso zoológico de pelúcia. Dentre ursos, guaximins, lontras, esse casal faz parte de nossas vidas: Umekishi (o marronzinho cinza, como queiram) comprei para o marido, que logo pôs dentro do carro (quem ver de perto, o bumbum está meio achatado, pois ficava entre o painel e o vidro da frente). Quando ele me deu a Aya (branco de lacinho na orelha), pusemos os dois no painel traseiro, mas como fiquei com pena de pegar muita poeira, acabamos por deixar em casa mesmo.



The sweet couple, o amor é lindo, não?

"The Beatles in Japan 1966": Ao lado do "Anthology", esse merece lugar na estante quando conseguir comprar ou ganhar uma (na atual situação, está mais fácil a primeira opção). Esse livro, quando vi o cartaz na livraria em Ikebukuro, fui correndo fazer a minha reserva na Get Back. Quando chegou, foi um peso danado pra trazer, mas valeu muito, muito a pena. Além das fotos pra lá de inéditas, é numerado e de brinde uma foto original de Robert Whitaker dentro de um envelope!
Não é a toa que o livro está guardado em um estojo próprio, e ainda envolto em uma cobertura de papelão para preservar essa raridade!



Isso é uma pequenina amostra, se fazer uma lista de tudo vai até amanhã e olhe lá...

Thursday, November 09, 2006

Tirando o atraso ou notícias (pra lá de) atrasadas - Parte 2

Estou de volta com as notícias que tenho que condensar no parco tempo que tenho para assistir TV. Pra quem mora em Yokohama e trabalha em Tóquio, estou mais pra trocar meu aparelho celular que dificilmente uso pra ligar, mas também não recebo ligações, por um modelo que me permite assistir a TV onde eu estiver. Trocar para SoftBank? Não, a DoCoMo (a operadora a qual utilizo há sete? oito? nove? anos) disponibilizou três modelos com TV!
Agora resta saber se terei disponibilidade de grana, se é que me entenderam....

Falando em aparelhos de telefonia móvel....

Virou festa! A dança das operadoras! Calma que não estou falando das funcionárias de telemarketing ou aquelas que trabalham em hospitais. Estou falando em telefonia móvel. Mais conhecido pelo pessoal de telefone celular, celular ou aqui no Japão de "keitai denwa". Antigamente, muito tempo atrás, se quisesse mudar de operadora (exemplo: de DoCoMo para au ), tinha que cancelar o seu número da antiga operadora, pagar as taxas e pagar novamente nova inscrição na outra operadora. Com o número diferente. E quem queria manter o mesmo número?? Ah, meu filho, o jeito era ficar na mesma operadora ou se não tivesse jeito mesmo, pedir uma mensagem temporária informando aos outros que: "este número mudou. Agora é...."
Outubro deste ano em diante, tudo mudou: agora basta pagar a taxa de transferência ( que já não é baratinha, também, de graça só injeção na testa, se bem que nem isso é de graça mais) e o valor do aparelho ( tava bom demais pra ser verdade...) e terás um aparelho da SoftBank com o número que você possuía da DoCoMo, ou um aparelho da au com o número da SoftBank... Virge, vai dar confusão...
( Resta saber se o pessoal está trocando o aparelho por causa dos cogumelos, da Cameron Diaz ou do Hayami Mokomichi...)

Se é pra aprontar...... então faça direito!
Dez entre onze homens obviamente já devem ter dado uma escapadela, mas se a mulher sabe ou não, provavelmente eles devem fazer a coisa direito, os safados!
Mas como dizem, o diabo se veste bem, mas esquece de esconder o rabo...
Muita gente não sabe, nunca ouviu falar (nem eu) de um ator de teatro kabuki chamado Shido Nakamura e de uma atriz chamada Yuko Takeuchi. Ano passado, casamento nas pressas, um filho a caminho. Até aí tudo bem, coisa corriqueira, até que em julho deste ano, Nakamura teve que cometer quatro besteiras de uma vez só: dirigindo em alta velocidade, tomado todas, passado na frente de uma delegacia e acompanhado de outra mulher!!! Daí para a esposa ficar com um pé atrás foi um pulo. Como parece que o cara num se emenda, em outubro, ele foi flagrado jantando e saindo com outra mulher sem falar que uma atriz diz estar envolvida amorosamente (caham) com ele.
Depois quando recebeu o formulário de divórcio pra ele assinar, ainda vai chiar??


Shido Nakamura e Yuko Takeuchi - e muita gente achava que ia dar certo...

Todo ano a mesma coisa: Quem me conhece sabe que eu aprecio vinho. Mas pra mim, vinho é vinho, as coisas que diferem são a encorpação, côr e se é amargo demais ou doce de menos. E olha que não sou de olhar safra nem país, se bem que gosto é que nem traseiro, todo mundo tem o seu.
Sobre o Beaujolais Nouveau, tive ler aqui para entender porque esse vinho é tido como tããããããããããããããããããããão especial.
E olha que conheço gente que não gostou, não...



Dia 16 de novembro, à meia noite, começarão as vendas desse famigerado vinho...

A hora da coceira

Quem nunca morou num país que o inverno é de rachar pedra, não sabe o quanto a pele fica ressecada, e se não tomar cuidado, os resultados são catastróficos.
Digo por experiência própria. Quase uma década aqui, e todo inverno é a mesma coisa, começa a esfriar, bota o ar condicionado no quente e toma banho com água escaldante. Aí que o bicho pega na hora de tomar banho. Tomando banho com água na temperatura no ponto de fazer cozido, o resultado, ao menos comigo, é desastroso - começo a ficar com coceira no corpo todo, parece que jogaram pó-de-mico em cima de mim. E finaliza com as costas e pernas com um monte de vergões parecendo que me beliscaram ou bateram em mim com ferro quente, pois fico toda vermelha.
Depois de muito tempo, descobri que realmente, tomar banho com água fervente dá nisso. Mas como sou friorenta pacas, não aprendo mesmo. Mesmo quando marido kinguio vai tomar banho logo depois de mim e deixo o chuveiro ligado e só ouço o berro: "Kikiiiiiiiiiiiii! Tá querendo me fritar, tá?", bem por aí. Descobri também que o sabonete líquido que usamos, para mim, no inverno dá uma coceira dos diabos, acabei trocando por um mais caro, mas para minha pele foi a salvação. Sem falar no creme pós-banho que tive que comprar na minha loja predileta (pra quem não sabe, não lembra ou chegou agora, a "The Body Shop") e que infelizmente saiu de linha, um creme a base de leite.
Bom, com todo esse arsenal, pode vir o frio. Apesar que acabei de tomar banho e minha perna coça. Ei! Mas eu já disse que acabei de tomar banho, ouviram?

Tuesday, November 07, 2006

Por enquanto, pausa para o café

Estou pra conhecer gente que é mais viciada em café do que eu. Não parece, mas por dia, se contar em xícaras, tomo de três a quatro. Pelo menos a maioria eu vivo tomando no horário do meu serviço. Fora disso ou em é casa, ou em cafeteria. Quando me sobra alguns trocados, claro.
Não lembro de onde veio meu vício de café. Acho que no tempo que cursava o Magistério de dia e escola de Comércio a noite. Pra agüentar o tranco de levar dois cursos a nível colegial naquela época, era a base de... café! Extra-forte e com açúcar, do jeito que até hoje minha mãe faz. Dependendo da situação ia sem açúcar mesmo, na fase que estava tentando perder alguns quilos extras.
Quando entrei na Universidade, a coisa não mudou muito. Principalmente para encarar a aula de sábado de manhã. Ter aula no sábado já era um porre, imagine ter aula de... "Estudo dos Problemas Brasileiros", e tinha a parte I e a parte II. E dá-lhe um monte de pingado, que era mais café do que leite.
Na etapa final, passava noites e noites em claro, a base de café, para manter-me acordada e terminar o bendito do projeto de conclusão de curso, o que me custou noites mal-dormidas, meio ano sem trabalhar, consegui a média, mas quase tive uma gastrite. E perdi sei lá eu quantos quilos.
Aí fiquei algum tempo sem poder ver café na minha frente. E olha que na minha cidade natal, cafezal era o que não faltava. Isso porque nos áureos tempos em que o café era o que dava lucro, o que tinha de fazendas de cultivo cafeeiro não estava escrito. Devido à profissão de meu pai (comerciante), vivia indo para essas fazendas, entregar encomendas para os colonos. Se algumas casas de colônia eram grandes, para abrigar uma família de não sei quantas pessoas, a casa-grande (onde era a casa do dono da fazenda e administração) era de se perder lá dentro.
Tinha (e tenho, consegui voltar a ter contato com ela) uma amiga nikkei como eu que os pais moravam em uma fazenda. A se perder de vista. Quando eu ia passar minhas férias ou feriado prolongado lá, dormia na casa-grande. E era grande mesmo, dava para se perder lá dentro, sem falar na fazenda em si, conhecida pelos agrônomos, uma verdadeira fonte de pesquisa agrícola.
Há quase uma década que não volto pra lá, aliás, quando tirei meu um mês de férias, nem deu tempo pra fazer tudo o que precisava. Mas meu vício pela bendita fruta que torrado e moído o cheiro já hipnotiza, voltou.
Quando vim para o Japão, nunca tinha visto café gelado, quanto mais enlatado. Cheguei antes do início do verão, mas já estava abafado e quente. E ofereceram-me uma lata de café enlatado e gelado. Achei estranho, mas quando conhece e gosta, depois agüenta! Meu vício por café voltou, apesar que naquela época, café 100% brasileiro era o preço d'alma, como diria uma amiga minha do Sul. Café feito no Japão, com grãos de outros países ( principalmente Africa ), parece que tem mais água que café. Não chega a ser "água de batata", mas também não chega a ser aquele café pra lá de forte, daqueles que cura até ressaca. Com o tempo, fui acostumando a tomar café enlatado. E gelado.
O voltei ao dito vício quando resolvi "juntar os trapos" e mudar para Kanagawa. Meu kinguio, além de gostar (demais da conta) de Coca-Cola, tem que tomar café todo dia. Não importa se é feito na hora ou enlatado, tem que ser café! Com isso, voltei a tomar café, ao menos uma lata tomava diariamente. E olha que eu não fumo, mas também não sei a relação café-cigarro, alguém aí poderia me explicar?
Bom, muito tempo depois, mesmo com várias advertências do médico (todo ano faço exame anual e sempre acusa falta de ferro no sangue. Uma das conversas com a médica, ela me advertiu sobre a influência de cafeína na minha saúde), continuei a tomar café, dentro e fora do serviço. Mas não tenho jeito, parece que sou movida a cafeína. Diz uma piadinha que "você só percebe que está tão viciado em café que se ligar um rádio em você, funciona no modo AM", se é que entenderam.
Engraçado que uma bebida possuí cafeína mas nem ligo em beber é Coca-Cola e seus derivados. Será por causa do fato de elas serem cheias de gases e deixa seu estômago estufado? Bom, gasoso por gasoso, tomo quase todo dia água com gás e os efeitos colaterais mais drásticos são inúmeras visitas ao banheiro. Mas nada é mais poderoso que café mesmo. Sem açúcar e com leite.
Confesso que, teve uma época que resolvi fazer 15 dias de regime drástico ( mas depois recuperei quase tudo, adiantou?), e incluia... café preto sem açúcar nos intervalos das refeições. Imagine depois no ano seguinte o exame médico...
Bom, toda essa conversa de café, me deu vontade de tomar um capuccino. Daqueles de caixinha, em embalagens individuais...



Me vê um com muito creme! Mas não precisa de açúcar, não...

Thursday, November 02, 2006

Eles sabem

People come and people go/ Moving fast and moving slow/ I'm in a crowd, and yet I'm all alone/ The road is long, the road is rough/I do believe I've had enough/ I'm gonna turn around and head for home/ And I hope you're there/ And you still care/ And if you do, I'll spend my life with you
- The Monkees, "I'll Spend My Life With You".

Existem coisas e fatos que a gente tem que passar em nossa vida. Como muita gente diz, nada é para sempre. Tudo na vida passa, pessoas chegam, pessoas vão. Alguns ficam por muito tempo, outros não.
"A vida é como uma caixa de chocolates, a gente nunca sabe o que vai encontrar", dizia Forrest Gump, personagem vivido por Tom Hanks no filme homônimo. Por mais tola que seja a frase, a verdade é que faz sentido. Faz sentido é tem um fundo de realidade. A gente nunca espera o que acontece. Pode ser uma nova pessoa ou um novo acontecimento. Afinal, nunca sabemos o dia de amanhã.

All these places had their moments/ With lovers and friends I still can recall/ some are dead and some are living/ in my life I've loved them all
- The Beatles, "In My Life".

Sim, o amanhã é incerto, poderemos acordar e o dia estar nublado assim como poderá estar ensolarado. Pode receber uma carta ou um telefonema inesperado. Notícias boas? Notícias ruins? Não sabemos. Afinal de contas, nunca poderemos prever o dia de amanhã, senão a vida jamais teria graça.
Assim como hoje o dia foi péssimo para uns, o dia foi maravilhoso para outros, amanhã a situação pode reverter. Ou piorar ou melhorar. Claro que certas coisas a gente prevê - se come demais da conta, obviamente no dia seguinte acordará com uma dor de estômago lascinante; se bebe um pouco a mais, logo terá sinais de embriaguez... Coisas óbvias de acontecer, isso ninguém escapa.

Unlock your mind/ unwind and follow me/ come let me help you see/ how to find a way to leave / yesterday behind
- Carpenters, "Leave Yesterday Behind".

Por mais que queiramos, nunca podemos esquecer do passado. Das coisas boas que merecem ser lembradas, das coisas ruins que servirão de lição para o futuro. Por mais que as lembranças sejam péssimas, elas servem como um aviso de como não fazer os mesmos erros. E as boas lembranças trazem a felicidade durante um período de tristeza.

Who said that wishes would be heard and answered when wished on the morning star?/Someone thought of that and someone believed it./ Look what it's done so far(...) Someday we'll find it/ the rainbow connection/ the lovers, the dreamers, and me
- The Muppets, "The Rainbow Connection"

Mas com certeza a gente pode encontrar a felicidade no fim de um arco-íris, desde que você acredite piamente nisso. E com força de vontade.

Dedicado para as pessoas legais e inesquecíveis que conheci em minha vida pessoal e profissional. Não citarei nomes, por motivo que elas pediram para não serem mencionadas, por isso em respeito a elas, ficarão somente na minha lembrança.

Tuesday, October 31, 2006

Tirando o atraso ou notícias (pra lá de) atrasadas - Parte 1

Well, well, well... Depois de quase duas semanas sem postar o que prestasse direito (a hospedagem neste últimos dias deu problema e fiquei este tempo sem postar), agora venho com a carga toda. Pra compensar o atraso, agora vem tudo de um pacotão só. E o primeiro que reclamar, engole o choro. E a primeira também hehehe.

KAT-TUN pode virar... KT-TUN??? Pra quem não entendeu, principalmente quem não vive no Japão, explico melhor: KAT-TUN é um grupo de seis meninos, da cria do Johnny's Entertainment, que produz grupos do melhor estilo daquelas boy-bands que a gente conhece no exterior, como N'Sync (do Justin Timberblake, lembram?), Backstreet Boys, Menudo... Só que esse grupo, só veio a fazer mais sucesso mesmo no ano passado, apesar de existirem mesmo desde 2001. Mas neste meio-tempo eles apareciam muito em comerciais e novelas. Principalmente novelas... O grupo é formado por Kazuya Kamenashi, Jin Akanishi, Junnosuke Taguchi, Koki Tanaka, Tatsuya Ueda e Yuichi Nakamaru. Pegue a inicial dos sobrenomes deles e terás o nome do grupo. Só que, quem levava ao delírio das menininhas (e inveja dos meninos em quererem ser parecidos com eles - o filho de uma amiga minha sonha em ser parecido com o Kamenashi e olha que ele só tem doze aninhos!) era o Kamenashi e o Akanishi, que por sinal, eu nunca soube quem era um e outro, com o estilo semelhante... ah, tem horas que realmente tenho que dar o braço a torcer e concordar na hora em que se dizem que "japonês é tudo igual"!!! Os dois moçoilos em questão apareciam nos comerciais da JR do sistema SUICA de bilhetes eletrônicos (explico melhor quando tiver oportunidade ou paciência mesmo). Depois vieram a série 9 de aparelhos de telefonia móvel (tá bom, celular mesmo!) da DoCoMo, com o grupo completo, sucesso no "24 Hour Television" (o "Criança Esperança" japonês), single novo, comerciais da SkyPerfect TV, cosméticos, capa de tudo o que é revista... tudo pra estar a mil maravilhas, até que veio a bomba: Jin Akanishi anuncia que ficará seis meses afastado das atividades do grupo para se dedicar aos estudos. Intercâmbio internacional. E todo mundo aceitou.
Bom, alguns dias depois, Akanishi aparece acompanhado com uma modelo de revistas de moda (pra lá de cara). Qual o problema? Nenhum, claro. O detalhe é que a modelo é nikkei brasileira, chamada Rina, modelo da revista "JJ". Recentemente foram flagrados na Tokyo Disney.
Intercâmbio? Bom......

Vai ter muita gente agora pensando muita coisa. Até besteiras!

Quem disse que número 13 dá azar? Não sou supersticiosa ao extremo, mas confesso que não gosto muito do núnero treze, apesar que tive um carro com placa deste número e temos outro com este mesmo número.
Autódromo de Interlagos, São Paulo, Brasil, domingo de sol, 22 de outubro de 2006.
Os motores a mil para a final do campeonato mundial de Fórmula-Um, no qual se decidia o grande campeão. Bah, que graça teria o Schumacher ser pela enésima vez? Só por que tem uma Ferrari? Teria que dar chance aos novos, pôxa vida! Pra mim, poderia ser qualquer um, Barrichello, Takuma Sato, até o Felipe Massa! Fernando Alonso também, afinal ele também se esforça, convenhamos.
Alegria brasileira pois a pole estava um brasileiro! Felipe Massa, quem mais? Certo que ele ficou no lugar do Barrichello na Ferrari, mas conseguiu ser pole position na casa! E ainda teve a cara-de-pau e peitar os chefões da Ferrari pra correr com macacão verde-amarelo no dia do GP do Brasil. Não é que ele conseguiu? Não somente conseguiu a pole position, correr de verde-amarelo como conseguiu ganhar a corrida! E olha que faziam treze anos que nenhum brasileiro - depois do saudoso Ayrton Senna - ganhava em Interlagos!
O campeão da temporada pode ter sido o Fernando Alonso, mas os louros vão pro Massa, pois ele merece!


Alonso ( de azul ) pode ter sido bicampeão, mas o mérito é do Massa (de verde-amarelo)!


Falando em jejum de anos... Certo post, eu mencionei que não sou lá aqueeeeeeeeeeeelas fãs de beisebol, isso porque não entendo como se joga. Porém, aqui é esporte popular assim como o futebol é pros brasileiros. Bom, não tive como evitar de comentar, pois tudo o que é noticiário só falava que o time de Hokkaido (terra natal de meu avô materno), o Nippon Ham Fighters, quebrou um jejum de 44 anos!
Sabe o que é 44 anos sem ter ganho um campeonato japonês de beisebol? Pra eles seria o fim do mundo! Bom, pra quem não sabe, a Nippon Ham é a maior produtora de embutidos do Japão ( leia-se presunto, salsichas e derivados de oinc-oincs) e também patrocinadora do time de beisebol. O time só ganha destaque por causa do batedor número 1 (o número da camisa, por favor!) e entertainter Tsuyoshi Shinjo.
Amado e odiado por muita gente, Shinjo tem a fama de exibicionista, vamos dizer em português bem claro. A cada partida da Nippon Ham Fighters, ele aparece vestido de Darth Vader, num trapézio, como mágico e por aí vai. Tá, mas bem que na final do campeonato, só vi um home run mas como time se trabalha em grupo, ainda bem que no último momento Inaba salvou o time ao pegar a rebatida do time do Chunichi Dragons né?

O time faz a festa. Depois tem cervejada cortesia da Sapporo Beer!

No dia seguinte à vitória, Shinjo anuncia sua "aposentadoria". Se bem que ele já havia dito em março que, após o término da temporada, ele iria encerrar a carreira como jogador e iria investir em outra carreira... político ou ator? Já não bastava ele aparecer nos comerciais de companhias de viagem e de café?
Vai entender...

P: Que fará no ano que vem?
R: Ainda não sei, estou procurando algo que possa aproveitar as qualidades que tenho... Quero seguir um novo sonho enquanto faço outros trabalhos...

continua...

As Bruxas Andam Soltas?


Bom, dia 31 de outubro, como disse em outro tópico é o dia das Bruxas....
Mas como Linus, na esperança de encontrar a Grande Abóbora, diz no último quadrinho: "Não importa no que você acredita, desde que você seja sincero!"
Clique na tirinha se quiser ver em tamanho ampliado.

Sunday, October 29, 2006

Problemas técnicos ( ou da peça que fica em frente ao PC)

Para todos que [ tentam ] acompanhar este site, informo que,por problemas técnicos, voltarei às atividades normais o mais rápido que puder.
Isso se a hospedagem permitir.
E engole o choro! snif!!

Thursday, October 19, 2006

O Charme Elegante da Discrição (*)

Quando falamos em sermos discretos, não significa entrar mudo e sair calado como se não existisse. Significa ficar no seu canto, fazer suas coisas mesmo estando com a antena ligada. Se bem que quem tem antena são rádios e insetos, eu quero dizer no sentido figurado da coisa, isto é, ficar atento a tudo, absorver e continuar fazendo o que você está concentrado.
Confesso que muitas vezes sou indiscreta. E quem não tem seu lado "Ofélia", do antigo "Balança mas não Cai" e ressuscitada no "Zorra Total", ambos programas humorísticos da Rede Globo? Ora, ninguém sai incólume de alguma indiscrição. Algumas a gente perdoa, como gritar em caso de outro em perigo. Mas algumas a gente quer se enfiar no buraco como avestruz e ficar por lá, caso de alguém falar pra você ou vice-versa que a calça está rasgada, a braguilha está aberta, e por aí vai. Neste caso, leia-se falar pra todo mundo ouvir. Até a torcida do Tricolor (perdoem-me os outros times, não tenho culpa).
Provocar vexames, bom, não dá pra evitar e não dá pra escapar. Ora, quem nunca foi criança e já fez seus pais passarem vergonha quando você cometia uma gafe? Das grandes ainda. Vamos dar um desconto: afinal, éramos crianças. O duro é engolir quando a gente passa pra vida adulta e fazemos cada uma...
Claro que errando a gente aprende, mas repetir o erro...
Falando em erro, quando uma outra pessoa erra, a gente (tenta, na medida do possível) falar com a pessoa e mostrar entre quatro paredes, você e ela, que é assim e assado mas não grelhado. Pra não "pegar mal" em ambas as partes perante terceiros: você como carrasco e ela como a ignóbil. E saber pedir desculpas pelo erro e perdoar pelo erro.
Posso ser conhecida pela "conhecedora de assuntos aleatórios", ou quando a gente fala de alguma coisa, bom, confesso que exagero e acabo fazendo uma coisa puxando a outra. Do tipo, "entrou por uma porta e saiu por outra, quem souber que conte outra", coisa parecida, típica do tempo que assistia ao "Rá-Tim-Bum", da TV Cultura. Mas tem gente que gosta, pois existem fatos que ninguém lembrava, nostalgia pura. O duro quando o assunto não tem nada a ver com a outra. Ou meter o bedelho sem ser chamado quando nem se tem intimidade com o assunto.
A discrição preza também no vestuário. Tem algo a ver? Para muitos sim, dizem que "a roupa faz o homem" ( e a mulher também, viu, quem criou esse ditado machista?!). Dependendo do ambiente do trabalho ou fora dele, temos um jeito certo de se vestir. Obviamente você não vai a um show de rock pulante (sim, é pulante mesmo, ninguém pára quieto) de sapato de salto Luís XV, num casamento chique de tênis surrado, e escalar o Monte Fuji de maiô. Temos roupa certa pra tudo. Claro que não precisa torrar montes e montes de verdinhas para munir seu guarda-roupa. Basta ser básico (a), cores neutras e algumas coloridas, afinal a vida não é tão monocromática assim, né? Mas também reza o bom-senso. Pra quem não sabe: trabalho em um escritório, como de repente pode aparecer uma visita-surpresa, melhor estar bem-vestido.
Bem-vestido não significa grandes marcas. Uma roupa básica, discreta, que não chame a atenção. Certo, certo, conheço pessoas que não se sentem bem usando uma camisa social, terno, saia e salto. Mas também não precisa vir com uma saia parecendo uma cinta larga ( como diria um colega meu de serviço ) e com o fio-dental aparecendo. Fica até vulgar. Se bem que a roupa mais indiscreta minha até hoje (desde que me conheço) foi ter ido trabalhar no verão com uma blusa listrada de laranja monocromática e no início do outono com uma blusa listrada de outras cores. O que me rendeu por alguns dias o apelido carinhoso de "pirulito", isso levei numa boa...
Tinhamos recebido um e-mail interno dos chefes da empresa onde trabalho a respeito do vestuário. Subentendemos que no verão melhor não aparecermos de camiseta regata ou de alcinhas. Mas que consertem o ar-condicionado logo, pois ano que vem parece que promete.
Mas em outros aspectos, melhor ficar com o bico calado.

(*) O título de hoje é uma pequena paródia com o título do filme do espanhol Luís Buñuel, de 1972, "O Charme Discreto da Burguesia". Preciso voltar a ir ao cinema, alugar filmes, que seja, o mais rápido possível!!!

Sunday, October 15, 2006

A Vinda da Grande Abóbora

Lembro-me na minha pré-adolescência que vez por outra assistia aos desenhos do Snoopy, e um dos episódios era sobre a Grande Abóbora, mencionada sempre por Linus (aquele do cobertor). Sempre quando chegava na semana do Dia das Bruxas, Linus sempre ficava de plantão na plantação de abóboras esperando pela "Grande Abóbora que virá na plantação de abóboras e trará um monte de doces e brinquedos para todas as crianças boazinhas e que acreditam na vinda da Grande Abóbora!" Obviamente o pobre Linus perdia toda a festa do dia das Bruxas ao ficar "plantado" na plantação de abóboras, na espera vã do sonho se realizar. Como diria Inagaki no blog dele, seria como Estragon e Wladimir por Godot ( alguém lembra de "Esperando Godot" de Samuel Beckett?). Nem a Sally (Isaura, no Brasil) escapou, na esperança de ter seu amor correspondido por Linus e passa a noite junto na plantação de abóboras.
Sobre dia das Bruxas, aqui no Brasil foi introduzido por puro marketing e estimulado pelas aulas de inglês, pois na verdade é um costume pagão da cultura americana, na véspera do dia de Todos os Santos, dia 31 de outubro. Reza a lenda que as bruxas saem nesta noite para se divertirem. Daí o dia 1o. de novembro ser o dia de Todos os Santos para evitarem que as bruxas prossigam a diversão.
Como as crianças são seres vulneráveis à criatividade, e com a inocência em seus corações, elas são facilmente enfeitiçadas pelas bruxas e saem pelas ruas, vestidas de bruxas, feiticeiras, fadas, duendes e fantasmas batendo de porta em porta pedindo doces aos adultos incrédulos, ou senão elas aprontarão!
A abóbora é usada para espantar as bruxas. Principalmente se ela tiver uma careta e uma vela dentro. Por que abóbora, e não uma melancia, abacaxi...? Primeiro que outubro, nos Estados Unidos, é época de abóbora. Segundo, como é grande e mais fácil de deixá-la oca...
Passado meia-noite, tudo se volta ao normal.
E Linus ainda na esperança da Grande Abóbora chegar na plantação...


Eu disse que a Grande Abóbora chegaria!!!

Saturday, October 14, 2006

Que você ainda lembra da sua infância?

Bom, essa pergunta seria questões gastronômicas.
Sendo mais direta: sabe aqueles doces suspeitos de padarias e botecos? Pois sim, atire a primeira cocada quem nunca gastou sua mesada (obtida a duras penas de ajuda de trabalho doméstico, como limpar o quarto, dar água pras plantas, buscar leite e pão e ficar com o troco) nessas guloseimas! Particularmente, por morar perto de uma padaria e três botecos, era inevitável ir lá nesses lugares e gastar os trocados em uma paçoquinha, maria-mole, cocada e outras besteiras que depois na hora da janta, os pais da gente faziam aquela guerra conosco pra empurrar comida goela abaixo. Quem tem mais de trinta como eu (caham) sabe do que eu falo.
Lembro-me do tempo do primário que a gente parava no boteco da esquina e gastava os trocados com pipoca doce (aquela de embalagem rosa-choque e parecia isopor), cocada de água, paçoca Campineira, pé-de-moleque, dadinhos Dizioli e por aí vai. Os pais olhavam torto pra gente, dizendo que vai saber de onde vieram esses doces, etecetera, mas quando a gente é criança, a gente nem tinha idéia do que seria Vigilância Sanitária e Controle de Qualidade. O negócio da gente era mesmo comer e se fartar. Quanto a dor de barriga e visita ao dentista, isso eram outros quinhentos...
Confesso que adoro esses doces de boteco, principalmente o dito creme de amendoim da Campineira. Aquela embalagem laranja e branco com dois bonecos dividindo o mesmo rosto e dentro aquele doce que se esfarelava na hora de pegar pra comer... Fazia a maior farofa, mas era delicioso! Pena que não fabricam mais. Bom, tem o similar, mas não é a mesma coisa. A Campineira eu comia três ou quatro de uma vez só, mas o similiar não passa de um. E os dadinhos Dizioli? Aquele doce que parecia que tinha amendoim, mas fazia a festa da molecada! Segundo uma conhecida minha, só se encontra nos melhores botecos fuleiros de Sampa.
Chocolate? Bom, tinham aqueles cigarrinhos de chocolate, na época que o politicamente incorreto não existia no vocabulário. Aquele a gente matava uma caixa de uma vez só! Pelo que me contaram, mudaram a embalagem e parece que não ficou a mesma coisa. Alegaram que poderia estimular as crianças a fumar... Conversa fiada, conheço muita gente da minha época que comia toneladas e toneladas deste chocolate e o máximo que aconteceu era ter viciado em... chocolate!
E o Lollo que não sei porque cargas d'água mudaram pra Milkbar. Pra mim aquilo vai continuar sendo Lollo e acabou. Bem como o Kri que mudou pra Crunch (sim, aqui nos mercados japoneses, esse chocolate existe) e mudaram a embalagem do Leite Moça.
Cá pra nós, se mudarem o nome do Diamante Negro, acho que me junto à comunidade de "Não mude o que já existe" ou coisa similar.
E vocês, o que lembram dos doces de suas infâncias?



Olhaí, se mudarem o nome, vamos fazer greve, vamos boicotar, vamos...

O Dilema de quem tem apelido


O apelido sempre existiu e vai continuar perdurando até o final dos tempos (isso se o doido daquele porco-espinho norte-coreano não resolver pirar de vez e acabar com o mundo antes). Por mais que o apelido seja carinhoso ou pejorativo, a dita pessoa sempre vai acabar sendo mais conhecida mais pelo apelido do que pelo nome que seus pais batizaram. E dependendo da maioria dos casos que eu já presenciei (eu mesma até hoje não consigo ser atendida pelo meu nome mesmo, sempre me chamaram por apelido - até hoje, quem me conhece - ou pelo sobrenome), a pessoa acaba se apresentando é pelo apelido mesmo.
Já começa quando nascemos. Se temos um irmão ou irmã acima da gente, mas tem pouca diferença de idade, é inevitável que acabamos tendo um apelido não porque quis, mas porque ele (ou ela) não consegue pronunciar direito o nome. Pra depois virar apelido carinhoso ou não é um pulo só. Isso se não tivermos algum tio ou tia daqueles bem melindrados mesmo pelo fato de ter um sobrinho mais novo, aí a coisa entorna de vez e acabamos sendo conhecidos pela família toda, desde a primeira geração até a última mais pelo apelido do que pelo nome.
Se a gente passa incólume pela família, o mesmo não ocorre quando entramos na escola.
Criança nessa idade escolar é um poço de criatividade que depois não sei porque seca. Se fulano parece ter cara de batata, vira Batatão. Se fulana tem dentes iguais aos da Mônica, vira Dentucinha ou Coelhinha e por aí vai. Isso se não tiverem outros apelidos mais cruéis, típicos de infância, e acabam por fim traumatizar o infeliz até o final da vida. Isso se na mesma classe cinco ou seis crianças possuem o mesmo nome. A falta de criatividade dos pais na hora de batizar a criança já é suprida na hora da chamada dos alunos. Por isso que sou contra nomes do momento. No tempo que eu lecionava, o que tinha de criança da mesma idade com o mesmo nome, na hora da chamada, perdia o tempo só pra dizer o nome completo, pois de falasse somente o primeiro nome, já vinha: "Qual deles (as)?" Sei disso porque quando estava no Magistério, tinham mais três meninas com o mesmo nome que eu. Mas só que nenhuma delas gostava de ser atendida pelo nome.
Falando em nomes do momento: dependendo da novela que fizer mais sucesso de audiência, o nome do(a) protagonista acaba virando nome comum para todas as crianças que nasceram na época da novela. Pra falar a verdade, nem sei mais que novela está passando, nem sei os nomes dos mocinhos ou vilões. Mas sei que ano que vem vai pipocar um monte de crianças com o mesmo nome, podem crer! Sem falar daqueles pais que dependendo da maldita hora que a criatividade chega, acaba batizando a pobre criança de cada nome que até eu mudaria se tivesse um desses. Quando faço análise das fichas de pedido de clientes, vejo cada nome dos filhos que fico me perguntando "que o pai ou a mãe devia ter na cabeça ao batizar o filho com esse nome???" Ainda se fosse Ana, Maria, João, Pedro, tudo bem, é nome comum, mas é ... normal! Agora, uma mistura de nomes, ah por favor, me poupem, tá pior que nome de personagem de novela! Se bem que devem ter pego o nome nisso mesmo. Nesse ponto, dou razão à pessoa que resolver ser atendida pelo apelido.
Quando o apelido acaba virando nome artístico, daí por diante a pessoa só consegue ser chamada assim, por apelido mesmo. Por acaso você ouviria música do João Rubinato, do Ronaldo Nogueira, Sidney Magalhães, de bandas com músicos chamados Renato Manfredini Junior, Felipe da Nóbrega Ribeiro? Ou deixaria de assistir peças e ou novelas com atores de nomes Arlete Pinheiro Monteiro Torres, Abigail Isquierdo Ferreira ou Aryclenes Venâncio Duarte? Iria a um show do Reginald Dwight, do Gordon Summer, do Robert Allen Zimmerman ou de David Robert Jones? Ou de bandas cujos componentes se chamam Paul Hewson ou Fredderick Bulsara? E de quebra ainda seria fã de um grupo cujo baterista se chama Richard Starkey? Caso disse não, eis a prova que muita gente conhece essas pessoas por apelido! No caso de artistas, nome artístico.
Tem artista que muda o nome por numerologia, por videntes ou astrologia, mas seja como for, esse pessoal mais é conhecido pelo nome artístico que pelo nome real.
Resta saber na hora em que sai de cena, se eles preferem ser chamados pelo nome real ou pelo artístico...
* Os nomes mencionados, pra quem não sabe, seriam - em ordem - Adoniran Barbosa, Ronnie Von, Sidney Magal, Renato Russo (Legião Urbana), Bi Ribeiro (Paralamas do Sucesso), Fernanda Montenegro, Bibi Ferreira, Lima Duarte, Elton John, Sting, Bob Dylan, David Bowie, Bono Vox (U2), Freddie Mercury (Queen) e Ringo Starr (Beatles).

Thursday, October 12, 2006

Top-Top dos Homens Mais Adorados no Japão (Edição 2006)

O fim do ano está chegando e minha dor-de-cabeça aumentando... Bom, meus dois posts anteriores, fiz "nas coxas" mesmo, prova do que eu estava de mal a pior nestes últimos dias... Mas enfim, ontem, dia 11 de outubro, passei na loja de conveniência próxima à minha casa e comprei a "an-an" edição especial...
Como eu já não soubesse, pois no site ?)"mashamaro shuppan-sha" (precisa dizer de quem é, quem me conhece já sabe, né?) já estava sabendo até a data que ia sair essa revista. Pois bem, novamente a revista "an-an" fez um especial dos 30 homens mais queridos do Japão através de um enquete. Se eu soubesse dessa enquete, já tinha torrado umas boas lascas somente de hagaki pre-pago para enviar nessa votação ahahahah. Voltando, essa enquete escolhe os 30 homens mais queridos em todas as categorias possíveis. Claro que também tem os homens mais detestados, isso seria outra história. Mas com tanta coisa ruim que ultimamente me aconteceu, prefiro falar de homens bonitos, ops, coisas boas.
Bom, como eu já previa meio de antemão, não foi desta vez que o vitaminado, idolatrado, necessário... ops, exagerei! Não foi desta vez que Masaharu conseguiu ser o número um da preferência nacional, parece que ele sempre vai ser o vice-campeão, pois desta vez novamente, pra não variar, o Takuya Kimura novamente é capa e top one da preferência. Sinceramente, eu não sei o que ele tem a mais que todo ano ele consegue, sério!
Como no meu tópico de maio dediquei um dia ao do ano passado, pelo jeito o ranking não mudou taaaaaaaanto assim...

Os Top 30 dos homens adorados pela mulherada! - versão 2006

1 - Takuya Kimura ( novidade...)
2 - Masaharu Fukuyama ( de novo? )
3 - Masahiro Nakai ( ano passado ele nem entrou na lista!)
4 - Junichi Okada ( depois que a Vodafone mudou de nome, ele sumiu?)
5 - Kazuya Kamenashi ( do KAT-TUN. E garoto-propagada da DoCoMo)
6 - Tsuyoshi Kusanagi ( de novo na lista, mas caiu)
7 - Satoshi Tsumabuki (minha amiga não vai gostar de saber que ele caiu no ranking...)
8 - Shingo Katori (esse muda o cabelo a cada vez que aparece na TV!!!)
9 - Goro Inagaki ( agora sim, o SMAP ficou completo aqui!)
10 - Kenji Sakaguchi (ator, agora deu de comentarista esportivo!)
11 - Hideaki Takizawa (depois de "Yoshigumi" ele faz só faz comercial...!!)
12 - Kazuhisa Yamashita ( pra mim continua sendo um pastel!)
13 - Tomoya Nagase (quem mandou mexer no cabelo? Olha no que deu...)
14 - Joe Odagiri (de rosto ele é lindo, mas aquela franja do LifeCard...)
15 - Koichi Domoto (não, continuo a dizer que ele não é irmão do Tsuyoshi Domoto!)
16 - Tsuyoshi Domoto ( ele não é irmão do Koichi!!)
17 - Jun Akanishi ( também do KAT-TUN. Também faz comercial da DoCoMo. Até hoje confundo com o Kamenashi)
18 - Kazuya Ninomiya (ah, sim... era também membro da cia. Johnny's...)
19 - Teppei Koike ( revelação da dupla WaT. Pode ser visto solo no comercial de iogurte de babosa)
20 - Nishikido Ryou ( ex-NEWS, revelação no drama "1 ritoru no namida")
21 - Mokomichi Hayami (ator, fez comercial da ANA e agora está em nova novela!)
22 - Eita ( também ator, nova novela baseada no mangá "Nodame Cantaabire")
23 - Sho Sakurai (do grupo Arashi, veja ele em "Kisarazu Cats Eye", comédia)
24 - Hiroshi Tamaki ( lembra do comercial do Mister Donut?)
25 - Takashi Tsukamoto (o transformista em "Manhattan", e membro do "Kisarazu Cats Eye")
26 - Jun Matsumoto ( também do Arashi, papel memorável em "Kimi no Pet")
27 - Eiji Wentz ( a outra metade da dupla WaT. Deu de ser modelo em Paris!)
28 - Hiroki Narumiya (lembrando novamente em "NANA")
29 - Koki Tanaka (outro do KAT-TUN. Participou com Tomoya Nagase em "My Hero, My Boss")
30 - Eisuke Oide (também está no drama "Nodame Cantaabire").

Gente, por enquanto é só. Querem fotos? Somente num post oportuno ( ou quando a paciência de quem vos escreve chegar!) ou a pedidos via comentários...

Monday, October 09, 2006

Socorro!!!!!!!!!

Quando escuto "Help!" dos Beatles, vêm à mente que Lennon escreveu a música no auge do sucesso e do desespero também. Afinal, a fama veio muito rápida para eles, os Beatles, pois pra quem fazia música pra ganhar uns trocados, bebidas e garotas e também se divertir pacas, o sucesso mundial vir de uma hora pra outra foi assustador demais. Ainda mais pra eles, que eram autodidatas em música (leia-se: nunca foram a uma escola de música, foi na base de quebrar a cabeça mesmo).
Tamanho desespero tinha que dar nisso: a música calhou como se fosse um desabafo, uma forma de expressar o quanto era difícil lidar com a maturidade.
Na verdade, desespero é o que não me falta ultimamente. Tudo bem que tirei um mês de merecidas férias, mas acho que estou precisando de novo. Sério. Outubro parece que pra mim e muita gente que conheço começou com o pé esquerdo. Nada contra os canhotos, muito pelo contrário (afinal, tenho tendência a canhotice, tenho mais habilidade em fazer as coisas com a mão esquerda), somente um força de expressão mesmo. Mas que têm horas que dá vontade de esganar alguém, ah isso dá!
Perigo maior é mexer com mulher em TPM. Se já sem, nós mulheres já têm que engolir cada sapo, imagine com. Se alguém tiver amor à vida daquilo que lhes orgulham, homens, cuidado: um dia poderão acordar sem. No sentido literal da palavra.
Melhor encurtar o artigo de hoje, antes que eu comece a entrar em desespero (na verdade estamos em desespero coletivo) e acabe esquecendo que John Lennon faria aniversário hoje.
Será que aos 66 anos, ele estaria militando ou somente no sossego da fama?!

Sunday, October 08, 2006

Novidades e algumas fofoquinhas

Ultimamente, confesso, nem estou tendo tempo pra ficar acessando os jornais on line nem assistindo a TV, por pura falta de tempo. Nem dá pra contar as fofocas e assuntos aleatórios, ops, quero dizer, pôr o assunto em pauta.
Tirando as eleições no Brasil, a tragédia aérea em Mato Grosso, troca de premiê aqui, o Tricolor ganhou mais um jogo depois da derrocada colorada na Libertadores... bom, pensando bem, até que não estou tão desatualizada assim, pois de vez em quando dou uma passada no Estadão e na Folha, afinal, pra quem lê o Estadão desde que começou a ir à escola...
Mas vamos às algumas coisinhas referente ao show business japonês, sei que muita gente vai falar "e daí?", um pouco de futilidades não faz mal a ninguém, isso prova que até aqui nenhuma personalidade sai incólume nas colunas sociais (vulgo caderno de fofocas) dos jornais e revistas. E da TV e jornais on line, claro.

Se envolveu em encrencas, pronto...
... geladeira neles! Aqui, quando uma personalidade está no topo, no auge da fama, de repente apronta alguma, seja um delito mais ou menos (caso do Goro Inagaki, do SMAP, que em 2001 ficou mais de meio ano sem aparecer nas telas por ter agredido uma policial que tentava multá-lo) ou caso de escândalo mesmo. Uma das atrizes mais bem-requisitadas para comerciais de seguradoras Aflac (aquele do pato, lembram?), Akiko Yada, foi "cortada" de vez após se envolver com um ator de péssima reputação comportamental nas férias de verão. Resultado: a imagem de boa mocinha foi por água abaixo, e agora a nova garota Aflac é a novata Aoi Miyazaki. (Leia aqui em inglês).

Casório a vista ou enrolação mesmo?
Só acredito mesmo se a diva pop Ayumi Hamasaki casar de vez com o Tomoya Nagase (do grupo TOKIO), pois já nem sei quantos anos já ficam nesse chove não molha, tanto que já ouvi rumores que ela já estava com outro, e de repente os dois aparecem voltando de férias... Acho que está mais fácil acreditar que Aiko (cantora) e Taichi Kokubun (também do TOKIO, pra quem não sabe, ele faz comercial de cerveja e de lámen, aquele que se quebra um ovo e faz-se com água quente) vão subir ao altar antes que eles...

Guerra de divas
Falando em Ayumi, não podemos esquecer que ela sempre está em evidência, se não for cantando, se não for pelas fofocas, no comercial do novo MP3 player da Panasonic. Mas quem se lembra trocentos anos atrás que ela vivia em rivalidade com a Namie Amuro, tanto que havia rumores (sabe lá se era verdade mesmo) que até no Kouhaku Utagassen elas nem podiam se cruzar nos bastidores que já era troca de gentilezas (no pior sentido, se é que me entendem...). Na época que a Hikaru Utada fazia mais sucesso, a guerra era mais quem alcançava o topo das paradas, mas nada pessoal. Agora, com a Kumi Koda a guerra continua, se não for pelas paradas de sucesso, é apelando mesmo. Afinal, Koda é considerada a rainha do ero kawaii (bonita com apelo sexual)...

Viva os cabelos pretos!
Na primavera deste ano, a empresa de cosméticos Shiseido lançou uma linha de shampoos e condicionadores com extrato da flor tsubaki (não me perguntem o nome em português, mas agradeço quem souber), que dá força e vitalidade aos cabelos das japonesas. O slogan era "Mulheres Japonesas são Lindas", um apelo para que elas mantivessem os cabelos nas cores naturais. Parece que está dando certo, ainda mais que a música-tema da propaganda é "Dear Woman" do quinteto SMAP.
Recentemente, a Shiseido resolveu investir mais fundo ainda: convidou doze personalidades japonesas que mantém os cabelos naturais: Takako Uehara (ex-SPEED), Yuko Takeuchi, Rena Tanaka, Yukie Nakama (do comercial de celulares da au), Ryoko Hirosue, Arisa Mizuki, Sayo Aizawa, Shizuka Arakawa (top one de patinação no gelo), Karina, Meisa Kuroki, Kazue Fukiishi, e Izumi Mori.( site em japonês aqui! )
(N.da A.: depois dessa, voltarei a pintar meus cabelos da côr natural.)

Thursday, October 05, 2006

Mês novo, as mesmas coisas....

Sempre quando se finda um mês, faço mil planos e dezenas de promessas que não sei porquê, pois depois nunca cumpro nem um terço deles. Depois que recebo o "cebolão" (um dos eufeminismos para salário, pois quando abro o holerite - que já é verde - dá vontade de chorar mesmo!), fico já contando o pagamento das contas dos telefones (meu celular e nosso residencial), da provedora, das ligações internacionais, dos interurbanos (tá, vêm a cada três meses, mas enche o saco), do meu passe de trem, do meu passe de ônibus (juro que ano que vem, depois que renovar meu visto de permanência, mudo-me para um apartamento mais perto da estação, só pra não ter que ficar dependendo de ônibus todo dia! Mas trem não tem jeito mesmo.), do aluguel do apertamento, ops, apartamento, da fatura do cartão... E o que sobra ainda tenho que guardar para alguma emergência e enviar um pouco para meus pais, isso se sobrar! Além disso tem que sobrar alguma coisa para comer e alguma eventualidade, até o próximo salário.
Todo dia 15 do mês é a mesma coisa - recebo o holerite, vejo minha conta bancária e as contas chegando. Fora ainda que todo ano tenho que pagar o bendito do imposto residencial a cada dois meses e vai um pedaço da minha renda. Isso no que dá trabalhar demais! Muito trabalho = salário razoável = imposto alto.
E se eu quero comprar alguma revista? Teve vezes que deixei de comprar uma coisa que eu queria muito pra isso. Mangás? 100 ienes na Book-Off. E se tiver o cupom de desconto que ganha no "point-card", facilita. DVDs? Tsutaya, mas já faz uma data que não vou pra locar um. CD novo? Espero alguns meses pra depois ir na banca de 100 ienes no Tsutaya ou Book-Off. Só não baixo MP3 porque meu PC não tem DVD-RW como os outros (queriam o quê? Comprei o PC num loja de segunda-mão...).
Roupa só em liquidação e olhe lá. Comida, espero dar o horário para antes fechar para comprar com desconto, vejo se tem oferta e também se não está vencido, claro.
Sempre penso comigo mesma que no mês que vem vai ser diferente, que vou fechar a mão, que vou arrumar isso ou aquilo, mas outubro chegou e o que fiz até então? Bom, separei as revistas que não lerei mais, vou correr atrás do visto permanente e também de algum "flea market", pois estou separando as coisas que não vão mais me servir e vender... E fora pensar onde vou pôr o DVD-Player na sala, pois uma das mudanças que aconteceu neste mês foi que por força do local de trabalho, ficarei um bom tempo sem kinguio em casa, vendo o coitado somente uma vez por semana. Se bem que mesmo na época que ele trabalhava à noite e a gente nunca se via, agora está difícil acostumar que ele está a uma hora daqui (de trem), e levou parte dos móveis para o alojamento onde ele está. Se bem que ano que vem, se tudo der certo, mudo-me para uma estação mais próxima dele e a gente volta a rotina normal. Antes que alguém diga se a gente separou, já respondo: NAO!!!!
Espero que até final deste ano eu consiga:

1- Juntar dinheiro para ver se a gente muda de casa mais perto de estação de trem (para favorecer nós dois, claro, no quesito ir ao trabalho), pois vocês pensam que alugar um apartamento ou casa aqui sai barato?
2- Meu visto permanente para depois kinguio conseguir o dele.
3- Renovar o bendito shaken do nosso carro, pois é feito bianualmente e esquecemos que este ano tinha que renovar. Resultado: nunca nosso dinheiro do aluguel do estacionamento foi tão aproveitado (em outras palavras: o carro está no estacionamento, pois sem shaken não pode guiar o carro nem em sonho!).
4- Participar de um flea market.
5- Tirar dez dias de férias. Não, não vou viajar, mas preciso usar minhas férias antes que eu as perca em abril.
6- Juntar dinheiro.
7- Perder dez quilos extras. Já perdi a metade até então.
8- Arrumar as fotos.
9- Arrumar meus recortes de jornais.
10- Juntar dinheiro.

Olha, eu enumero isso e depois acabo cumprindo somente a metade!

Memória de Elefante, eu???

Não sei de onde muita gente, inclusive meu kinguio encantado, diz que tenho uma facilidade de lembrar muita coisa ou quase tudo. Em casa, pra começar, quando estamos assistindo TV, aparece um artista de trocentos anos atrás que apareceu de repente, logo meu kinguio pergunta: "Como era o nome dele mesmo?" Obviamente eu respondo, e não sei como, acerto.
A mesma coisa acontece quando estamos num grupo de três (eu, kinguio e o amigo do kinguio) e conversa vai, conversa vem, acabamos por abordar temas que nem sei de onde lembro, e nem sei COMO lembro. Bem como os fatos que acontecerem no mês retrasado, ainda nem sei como lembro e além disso com detalhes! Posso lembrar até grupos ou músicas, desenhos animados ou alguns seriados, alguns filmes e poucas novelas, mas porque certas imagens ficam na memória ainda mais quando se é criança.
Muita gente fala que comigo assunto nunca faltaria, mas o problema surge para mim se falarem de novelas e música atual, isso eu admito, sou bem por fora mesmo. Ultimamente, melhor dizendo, desde que estou aqui, é bem mais fácil perguntar pra mim quem está nas paradas de sucesso, quem é a personalidade mais bem cotada (se colocar a lista, haja parágrafo), qual a novela que tal artista participou... daqui do Japão mesmo, porque se perguntarem do resto, confesso mesmo, não sei. (Se bem que tem horas que não agüento mais ouvir "You're Beautiful" do James Blunt, coisa mais recente e que toda vez que aparece o comercial da Toyota/Vitz - aquele que tem um micro-porquinho - toca essa dita música, perdoem-me os fãs). Porém, se pôr na mesa de bar um assunto sobre desenhos animados das antigas, bem provavelmente poderei desenterrar - segundo dizem - até o desconhecido "Anjo do Espaço" e "Jonny Quest" a primeira fase.
No serviço acontece quase a mesma coisa, dizem. Uma hora a gente está falando disso e daquilo e acabo lembrando de uma coisa mais além. Coisa que tem a ver, mas de trocentos anos atrás, sabem? Bem como de histórico de clientes e o que aconteceu trocentos tempos atrás. Isso, dizem, se mencionarem o nome. Como disse, dependendo do fato se foi muito marcante (dependendo mais ainda, traumatizante, pois onde trabalho vai desde cantadas baratas que nem Wando supera até mandar a décima geração pra sabe onde), claro que vou acabar lembrando, principalmente se a dita pessoa ficou uma eternidade no maior lenga-lenga aproveitando que a ligação era gratuita.
Mas tem horas que realmente nem lembro o que comi na noite passada.
PS : Falam que peixe é bom pra memória, mas como peixe uma vez por semana e olha lá!



Memória de elefante, não! Apesar que ele começou a fazer comercial de extrato de tomate que minha mãe consome até hoje e a gente conhece como "Extrato de Tomate Elefante"....

Wednesday, October 04, 2006

Eleições e Descasos

Mês passado, setembro, foi a escolha do premiê japonês, para suceder Junichiro Koizumi. Obviamente, foi escolhido o candidato do mesmo partido, Shinzo Abe. O que espera-se do novo premiê? As mesmas coisas - reformas, como evitar que a Coréia do Norte lance um míssil aqui e faça de tudo poeira... Mas também a apreensão dos estrangeiros que aqui vivem e trabalham. Como ficaria o novo governo? Iria trazer algum benefício aos estrangeiros (legais) ou iria complicar ainda mais?
O que seria complicar mais a situação dos estrangeiros legais? O visto de permanência. Principalmente para aqueles descendentes que vieram com o visto de teijuusha ou visto de longa permanência. Todo mundo sabe que os japoneses consideram a descendência pelo sangue. Se for da terceira geração, é e não é considerado japonês, pois já seria neto da raça. Aí é que mora o perigo.
Quando começou o boom do movimento dekassegi, nos anos 90, quem era neto de japoneses, não tinha um visto específico, daí criaram esse tipo de visto que mencionei. Fazem meio que sem pensar, deu no que deu recentemente - um deputado que talvez tivesse parafusos a menos, resolveu bolar um projeto que terminasse o visto para essas pessoas. Qualificação, etc. Sinceramente, nunca entendi e não quero entender política, mas como há quase uma década vivo aqui, eu tenho que acompanhar o que acontece aqui, pois meu cotidiano gira tudo aqui neste país. Principalmente em se tratando de renovação de visto.
Sim, meu visto de permanência é o citado. Quase uma década aqui, já deveria ter dado entrado no visto permanente e acabava a via-crucis trianual de juntar a documentação e ir na imigração de Yokohama e enfrentar uma longuissma espera. Quando falo que pertenço à terceira geração, muita gente fica espantada. Será que engano muito bem na aparência ao ponto de muita gente achar que sou nissei?!
Assim como eu, muita gente corre o risco de ter o visto extinguido. E pra quem tem anos e anos de trabalho no mesmo lugar, isso não contaria? O lado ruim de qualquer país estrangeiro, dá nisso: quando um indivíduo faz uma besteira, acham que todo mundo faz a mesma coisa. Isso dá uma baita duma "réiva" como diria o saudoso Adoniran, mas quem não ficaria? A gente faz de tudo, dá o sangue, se submete a tanta coisa pra manter o orgulho e fazer a coisa certinha... vem um besta e põe tudo por água abaixo! Daí pra qualquer habitante da terra local tachar todo mundo sem exceção de que a gente é isso ou aquilo, culminando em restrições e até proibições! Já não bastava o que nossos antecendentes passaram na 2a. Guerra?!
Em resumo: ano de eleição, as mesmas promessas, nada de concreto. Na terrinha pensam que a coisa muda?!

Sunday, September 24, 2006

Curtinhas

A relação álcool-carro nunca combinou desde que o mundo era mundo.
Um copo de cerveja + carro + batida policial = três meses de salário.

**************************************

Godzilla está em boa forma. No Japão, virou propaganda de máquinas fotográficas e nos Estados Unidos batendo inúmeros home-runs...


**************************************

Takuya Kimura, o Kimutaku do SMAP, se não faz novela, faz comerciais.
Alguém o reconheceu na propaganda da Fujitsu, em que ele parodia "Thriller" do Michael?

**************************************

Muita gente que mora aqui reclama do atendimento nas lojas.
Queriam que fosse no Brasil, em que as vendedoras te seguem como se fosse uma sombra e piando no seu ouvido?!

**************************************

Adoro sushi e sashimi. Mas dois pastel (sic) não faz mal a ninguém!

**************************************

Homem deveria saber que não se mexe em mulher nervosa.
Ou são tapados ou são masoquistas. Em 90% dos casos, fico com a segunda opção.

**************************************

No momento que você anda com uma roupa que não combina as cores, e ficam notando, não se esqueça que esse tipo de combinação (?) vale somente para Shibuya e Harajuku.
Ginza não dá certo!

**************************************

Pior de andar de salto alto, é enroscar o dito na fenda da calçada e deixar metade do salto lá.

**************************************

Falando em salto alto, aqui não sei como elas conseguem correr sem virar o pé e/ou levar um tombo. Ou eu que nunca parei pra perceber isso.

**************************************

O texto de hoje são somente fragmentos do dia a dia.
Aproveitando e por favor, na medida do possível, dêem um sinal de vida, postando um comentário, vai...


Ele voltou a atacar e agora acompanhado!!!

Thursday, September 21, 2006

O que foi notícia ( continuação)

Não sou de assistir a jogos de beisebol porque não entendo. Mesmo tendo marido que já foi jogador na adolescência nos tempos em que ainda os kaikans tinham grande força, nunca consegui entender como se joga. A não ser participando em um deles, mas como pra mulheres se chama softball, fiquei na mesma.
Ultimamente o que chama mais a atenção nos jornais, não é a eterna cabeçada do Zidane, nem as performances de Ronaldinho Gaúcho, mas duas personalidades que caíram no gosto do público...

O Príncipe dos Lencinhos: Geralmente jogos de beisebol de colégio revelam novos talentos para os grandes clubes. Ichiro, Shinjo e outros mais cotados começaram desta forma. Mas obtiveram fama depois de fazerem carreira nos grandes clubes, mas nunca antes. Exceção feita recentemente a um colegial de Waseda, que ganhou notoriedade nacional. Yuki Saito, jogador do clube colegial da Universidade Waseda, além de levar o clube a vitória no campeonato nacional, pela primeira vez, ainda ganhou fama pelo fato de usar ... lenços para enxugar o suor do rosto. Chegou ao ponto de ser idolatrado pelas donas-de-casa, derrubando o ator coreano Bae Young Joon na prefência delas, conforme lido neste artigo.
Detalhe: Saito não está nem aí com o barulho.

A Volta de Godzilla: Depois de ter conquistado Tóquio, agora ele está tentando conquistar os Estados Unidos. Com sua força, tamanho e inúmeros home-runs... Home runs??? Pra quem estava pensando que estava falando do monstrengo Godzilla, que pela enésima vez destrói Tóquio em seus filmes, enganou-se. Estou falando de Hideki Matsui, ex-jogador do Yomiuri Giants e agora batedor no New York Yankees. Famoso pelo tamanho e pela velocidade de rebater as bolas, ganhou o carinhoso apelido de Godzilla por motivos óbvios. Imagine receber uma bolada rebatida desse sujeito, que chega a uma velocidade de 140 km/hora. Ficar em coma seria pouco. Mas, em maio deste ano, ao pegar uma bola durante um campeonato, caiu de mau jeito e quebrou o pulso. Depois de muita reabilitação e merecido repouso, os rivais tiveram uma surpresa quando, este mês ele voltou. E com a mesma força de sempre.

Imagine levar uma bolada rebatida por ele!

Shinjo, o performancer: Fala que vai se aposentar, mas sempre está na mídia, seja na propaganda de agência de viagens seja em café enlatado. Tsuyoshi Shinjo, rebatedor do clube Nippon Ham de Hokkaido, sempre a cada início de partida, ele sempre está lá, fazendo alguma surpresa, ou mascarado ou aparecendo do alto em um globo de discoteca. Mais recentemente, deu de ser mágico - algemado em uma caixa, aparece depois pilotando uma moto! Será que os jogos são tão monótonos assim ou ele está ganhando alguns trocos por baixo?

Ichiro vai bem, obrigado: Acharam que depois de tudo isso, o famoso Ichiro Suzuki, do Mariners, estava fora de cena? Ele ainda está na ativa, continuando a defender o seu time ( e dá-lhes home runs) e também o oficial japonês. Sem falar da propaganda do energético Yunker, o qual ele aparece vestido com o uniforme oficial do time do Japão, claro.


Se depender dos fabricantes, este menino vai acabar impulsionando a venda de lencinhos pelo mundo afora...