Wednesday, July 26, 2006

O Ano do Cachorro

Ano de 2006. Todos aqueles que têm idade de múltiplo de 12 ( exemplos, 12, 24, 36...) estão regidos sobre o ano do ... cachorro! Sim, quem entende um pouco de astrologia e derivados, o horóscopo chinês se divide em doze casas, mas anuais. E cada casa, ou ano, é habitado por um animal diferente. Este ano é o ano do cachorro. Todo mundo está cansado de saber que o cachorro é tido o "melhor amigo do homem". No horóscopo chinês também não foge tanto ao que diz.

Eis o que consegui no site Planeta sobre a astrologia chinesa:


OS PRINCÍPIOS DA ASTROLOGIA CHINESA

Conta a lenda que antes de partir da Terra, por volta do século 5 a.C., Buda convidou todos os animais para uma festa de despedida. Apenas doze compareceram, na seguinte ordem de chegada: rato, búfalo, tigre, gato, dragão, serpente, cavalo, cabra, macaco, galo, cão e porco. Para compensá-los, o divino sábio resolveu dedicar um ano a cada um deles, dando-lhes o direito de imprimir àquele período e às pessoas neles nascidas os seus defeitos e qualidades características. Assim, 12 anos correspondiam a um ciclo.

Na verdade, a existência desse ciclo no calendário chinês é anterior à passagem terrestre de Buda e regulava a vida na China antiga através de uma astrologia baseada nas fases da lua. Por essa razão, a origem exata desses signos animais permanece desconhecida.

Tal como na astrologia ocidental, não se pode dizer que existam apenas 12 tipos de pessoas na astrologia chinesa. É necessário levar em conta outros fatores além do signo animal regente do ano de nascimento para definir a personalidade.

Cada um dos 12 signos é regido por um dos cinco elementos: metal, água, fogo, terra e madeira. A presença desses elementos ao lado dos signos tende a reforçar ou acrescentar características nas pessoas.

Metal - perseverança, resistência, capacidade de decisão, inflexibilidade, auto-suficiência, autoconfiança e obstinação

Água - intuição, flexilidade, inconstância, passividade, dependência e capacidade de persuasão.

Madeira - senso de ética e moral, autoconfiança, expansividade, cooperativismo, capacidade de execução, espírito progressivo, generosidade e ganância.

Fogo - liderança, resolução, agressividade, otimismo, criatividade, realização, ambição, impaciência e expansividade.

Terra - praticidade, objetividade, organização, planejamento, prudência e conservadorismo.

A filosofia chinesa do yin (negativo) e yang (positivo) também está presente nessa astrologia.

Yang (Rato, Tigre, Dragão, Cavalo, Macaco e Cachorro): mais agressivos, ativos, realizadores e inovadores.

Yin (Búfalo, Gato, Serpente, Cabra, Galo e Porco): mais passivos, reflexivos e intuitivos.


Bom, se tem um coisa que nunca me passou pela cabeça, é que Victor Hugo ( escritor, não aquela marca de bolsas ), Elvis Presley, Raquel de Queiroz, Noel Rosa, Brigitte Bardot e Sophia Loren eram do mesmo signo do que eu. Talvez porque nesse ponto nunca parei pra fazer as contas...
Ter 36 anos seria sinal que pra chegar aos quarenta faltam apenas quatro anos?
Nada disso, pra mim continuará sendo mais um ano que se passa, mais experiência adquirida e mais fios de cabelos brancos brotando.
Mas também, quem manda ficar lembrando que nasceu no mesmo dia e mês que Mick Jagger e no ano que além do Brasil ter conseguido o tricampeonato, os Beatles cada um foi pro seu canto???

.... E quando chega esta data, mais fico impressionada de como o ano passou depressa demais ( de novo! )...

Saturday, July 22, 2006

A Vida não é tão Bela assim (para outros)

Quem me conhece, sabe que mais assisto e leio noticiários japoneses mais porque Veja é difícil chegar aqui, Estadão impresso só quando voltar a terrinha e não tenho antena paranóica nem TV a cabo (digamos que a antena em casa não dá sinal e a TV a cabo ainda fico sempre de ligar pra imobiliária que tem esse sistema pra instalar em casa...). Notícias do Brasil, se a conexão com a internet está rápida, eu e kinguio conseguimos ver o Estadão on line, para ficarmos por dentro do que acontece na terrinha, que por sinal não anda lá aquelas coisas, mas...
Bom, sobre noticiários japoneses. Todo dia antes de ir pro trabalho e depois que volto, sempre acabo ligando a TV para ver o noticiário. Previsão do tempo e se tem algum problema nas vias férreas, são de praxe, mas claro que pego para assistir outros programas também. E outras partes do noticiário, pois se não entendo tudo, a metade ainda vai lá (uma das formas de aprender a ouvir a língua japonesa...) e dá pra entender o resto. Isso se pegar o começo da notícia, melhor dizendo.

Suicidas de ontem e hoje
Todo mundo sabe e está mais careca que ovo em saber que aqui no Japão o índice de suicídios é altíssimo. Diferente dos camicazes da Segunda Guerra, que se matavam para honra e respeito à pátria e depois suicidavam-se de vergonha da derrota, os suicidas atuais vão desde o coitado do estudante que levou nota vermelha no boletim até o bem-sucedido artista ou funcionário de uma hipermegaestatal. Estou falando sério, todo dia, tem uma dezena de pessoas se matando. De uns tempos pra cá, era uma onda de gente desconhecida se encontrar nos fóruns de suicidas pra marcar um primeiro e último encontro. Local e data marcadas, um carro alugado, uns briquetes de gás e quatro pessoas dentro, no dia seguinte seria motivo de estar nas principais notícias dos jornais. Pena que conseguiram a fama pós-mortem.
Além de tudo isso, volta-e-meia a linha Yamanote, a linha circular de trem da Japan Railways que costumo pegar para ir ao serviço, pára. Quando fala "jinji", pode ter certeza que foi "jinshin jiko", ou isto é, alguém pulou na frente do trem de novo. Além do atraso, pessoal revoltado, a família do suicida tem que pagar o prejuízo.
E quando alguém se joga do prédio? Semana passada, na famosa loja de departamentos de Shinjuku, Takashimaya, foi palco de uma cena destas. O homem se joga do 13o andar, além de se matar, queria levar mais três junto! Entenda-se que, ao cair, três pessoas que nada tinham a ver com o peixe, quase foram desta pra melhor. Sem saber porquê!!! E pensar que foi no dia da minha folga e decidi ficar em casa...
Por quê estudantes se matam?
Inúmeros motivos. Os mais clássicos são falha nos estudos e maus-tratos. Os japoneses têm ainda em mente que "se fracassar, não terá uma segunda vez". Vamos dizer que, os pais investem uma grana preta para que seus filhos estudem e consigam algum emprego, digamos, decente. Quando o filho, mesmo se matando (metaforicamente falando, claro) de estudar, aparece com um boletim vermelho, acaba por se matando, no sentido literal da palavra. Imagine se essa moda pegasse no Brasil, quando um vestibulando não consegue vaga na USP ou FGV...
Os maus-tratos, aqui conhecidos como ijime, seria o equivalente ao veterando de escola com um calouro. Se não fizer de acordo com o que os veteranos impõem, vai desde humilhação até extorsão. E os pais nada fazem pois os filhos não falam e a escola faz vista grossa. Resultado: corda ou estilete + bilhete aos pais = adeus mundo ingrato. As maiores vítimas? Meninas, pelo fato de não acompanharem a moda, o que seria pano pra manga para outro assunto.
Afundados em dívidas
Quando foi a época da "bolha econômica", no início dos anos 80/90, todos conseguiam comprar tudo o que queriam, todos enriqueceram. Porém, depois da quebra da bolsa em Nova York e muita coisa mais que mudam na economia atual, teve muita gente também que se afundou em dívidas. O mesmo princípio do vestibulando fracassado: o assalariado que não consegue se reerguer, por vergonha junto à família, acaba por cometendo suícidio. E de preferência coletivo sem antes fazer um baita seguro de vida cujo beneficiado seria a família, como foi o episódio de quatro executivos de uma grande empresa que se mataram num quarto de hotel. Ultimamente, se não estão escondidos em uma casa de telhado azul (eufemismo para as lonas das tendas dos sem-teto daqui), já se entupiram de veneno ou se jogaram diante de um trem...
Angustiado com tudo, tem gente com o mesmo problema
Unidos, jamais seremos vencidos. Será? No caso de suicídio coletivo, muita gente apela pela tecnologia chamado fórum via internet. Basta entrar em qualquer site relacionado a suicídios, entrar no fórum e marcar encontro com uma ou mais pessoas. Foi-se o tempo que marcar encontro com gente desconhecida era pra quem queria novas aventuras, como brincadeirinha a três ou coisa parecida. Agora encontro coletivo é sinônimo de ... trancar-se no carro com dois briquetes de gás carbônico e todos vão brincar do outro lado da vida, se é que me entenderam...

A coisa anda tão feia que muita gente está preocupada com o aumento de suicídios no país! Este artigo (em inglês) dá pra sentir o drama e está virando até caso de pesquisa e polícia (este no sentido mais literal da palavra).

Depois tem gente que morre de vontade de vir pra cá porque é fácil...
Tá, venha preparado senão o próximo suicida será você!

O trem e o percurso preferido pr'aqueles que querem uma viagem sem volta...

Ressaca pós-copa

A todos que acompanham assíduamente este site, a quem vos posta este singelo texto informa, que devido a derrocada brasileira, irmãos lusitanos em quarto, os anfitriões em terceiro, os marselheses vices e os reis da pizza tetracampeões, este site voltará as atividades normais logo a seguir.
... mas cá prá nós, a imitação de cabra por parte do Zidane, já encheu, né?

Thursday, July 06, 2006

A Perda da Inocência

Trabalho em um escritório em que costumamos ouvir de tudo um pouco, mas o que muito ouço é de pessoas que falam de problemas, problemas, problemas. O problema mais constante é de que "minha mulher ficou grávida e teve que parar de trabalhar". O problema fica mais embaixo, quando a gente descobre a idade do casal - dezoito, dezenove anos. Isso quando na hora que faço análise dos pedidos dos produtos que oferecemos, os adquirantes são casais com idades de dezoito, dezenove anos...
Fico me perguntando: onde é que esses jovens estão com a cabeça, casando-se tão cedo demais? Tá, antes que me joguem pedras, me chamem de quadrada e me internem num convento, explico melhor: certo que no tempo dos meus avós, ter vinte e poucos anos e neca de pensar em casar, alguma coisa estava errada. Mas com o tempo, casar com idade entre quinze a vinte anos ( considerado menor de idade e só poderia contrair matrimônio desde que, ou se emancipasse ou autorização dos pais ) tinha um motivo: um novo descendente viria pra aumentar a árvore genealógica. Em outras palavras, gravidez precoce.
O tempo passa, a mentalidade muda, acesso às informações parecem que surtem um pouco de resultado. Daí chegou 1990 e iniciou-se a ida e vinda de brasileiros para as terras nipônicas, fazendo o caminho inverso de seus antepassados. Tudo por causa de um governante que da noite pro dia deixou todo mundo endividado.
Foi um tal de casamento arranjado, casamento por contrato... Geralmente pessoas que antes faziam piadas com a nossa etnia, de uma hora pra outra, resolvem se redimir de tudo e dizer "eu te amo" pra quatro ventos, vai entender. Mas o ponto pra essas pessoas ( perdoem-me aquelas que REALMENTE amam seu próximo ) era o vil metal. A "famosa" lenda que oriental é todo rico. Ah, se fossemos ricos, não estaríamos nos matando aqui.
Resultado desses casamentos mal-amados: visto pronto, chegando em outra terra, cada um pro seu canto. E só liga pra pedir documento pra renovar o visto. E onde está o amor nessas horas? E aquela promessa que faz ao sacerdote? Ops, esqueci, em casamento por contrato, é só assinar e acabou! Depois, quando um deles ou ambos conseguem uma alma gêmea que possa suprir o vazio deixado por essa farsa, a confusão fica pior ainda - acusações de bigamia, traição e outros adjetivos mais.
Pior ainda quando se trata de jovens que mal saíram do colegial, mal saíram da puberdade e resolvem juntar os trapinhos. De forma legal, papel e tudo o mais. Fico me perguntando onde é que eles estão com a cabeça? Dezoito anos, eu ainda estava terminando o Magistério, iniciando a faculdade e nem pensar em compromisso sério, pois quem queria caía fora, se é que me entendem. Tudo bem, dezoito anos atrás, nossa adolescência se resumia em sair com os amigos, paquerar ( diga-se, achar linda e maravilhosa a pessoa que passava a um quilômetro da gente ), ouvir rock brasileiro e o que chamam de hoje de "rock/pop dos anos 80", pensar no vestibular, pensar em como ganhar uns trocados sem fazer muita força. Talvez muito diferente dos jovens de hoje. Baladas? A gente se resumia em ir em uma pizzaria na sexta, clube no sábado e sorvete no domingo (pra curar a ressaca da madrugada passada em claro). E muita ida as locadoras, pois quando chovia, ninguém pensava em sair da toca.
Hoje vejo muitos jovens de dezoito, dezenove anos, com a inocência perdida muito mais cedo que se imaginava. Se bem que já começa bem antes. Imaginem crianças em idade escolar fora da escola, imaginem adolescentes já indo pro reformatório no meio do brotar das espinhas e outras manifestações hormonais, imaginem meninas deixando de brincar de boneca para ter uma "boneca de verdade". Alguém disse: "mas isso é o Brasil", poderia ser, mas a verdade são os filhos de nossos patrícios que moram e trabalham aqui. Que na sede de obter fortuna mais rápida, sacrificam tudo em prol do dinheiro fácil ( que não está tão fácil assim ). Desde um casamento desmoronado até abandono dos filhos. Não que TODO mundo seja assim, claro que existem bons e ótimos exemplos de famílias que põem os filhos acima de tudo, dando educação e apoio, mas a grande maioria fica a desejar.
E o que acontece? Filhos largados em casa, sem estudar, sem fazer nada. E pra delinqüência é um pulo. Cansei de abrir os jornais da comunidade e ver "brasileiro pega tantos anos de prisão por furto", "adolescente brasileiro é detido por roubo" e assim vai. Onde viemos parar? No Brasil, descendente que aprontasse e muito, além de deserdado da família, cometer suícidio era pouco. A gente que era tido como "certinho" e que "não aprontava nada", no Brasil ainda continua válido. Mas aqui... Nessas horas a gente que paga os impostos em dia, nunca fez nada de errado, paga é o pato! Sabe como a sociedade aqui é - quando um apronta, todos são iguais. Não é bem por aí, não...
Na verdade fico - ao mesmo tempo - com pena e com raiva desses pais que não souberam criar direito os filhos. Pena porque tem pai que se esforça, raiva porque tem pai que é negligente.
Será que se eu tivesse hoje dezoito anos estaria aqui com uma barriga e com uma pessoa que não gosto mas só casei por causa da maternidade forçada ou queimando os neurônios pra ingressar numa Universidade?
Se tiver os pais que tenho, a segunda opção seria mais certa. Só que estaria ouvindo Beatles ainda.

Sunday, July 02, 2006

Saturday, July 01, 2006

Não gostou? Então bico calado!

Uma coisa que mais me irrita é o fato de ter gente que falar ou escrever que odeia isso ou aquilo mas continua no nisso ou naquilo. Pra quem não entendeu, explico melhor: muita gente fala que odeia os americanos, mas bem que usa um tênis da Nike. Muita gente fala que odeia pagode, mas está lá se requebrando numa roda de samba. Vai bem por aí. A mesma coisa seria eu dizer que detesto melancia, mas bem que eu gosto de suco de melancia...
Na verdade, desde que estou aqui, ouço e leio muito críticas de pessoas que detestam aqui, detestam o "way of life" daqui, mas bem que estão aqui, trabalhando ( pra garantir as economias e picar a mula rapidinho...), sem pensar que tiraram a sorte grande e conseguiram vir pra cá, seja pra trabalhar ou pra estudar, enquanto muitos que almejam em querer vir pra cá pelos mesmos motivos citados, não conseguem seja pelo problema de visto, seja por não preencherem os requisitos necessários. E quem consegue, reclama de barriga cheia e estufada.
Que aqui tem muitas regras, o de "não pode assim ou assado", isso já vem de milênios. Imagine querer mudar algo que existe trocentos anos da noite pro dia. Já ouvi gente reclamando que:

A comida aqui é horrível!
Bom, nem todo mundo é obrigado a gostar de peixe cru ou sopa de macarrão da noite pro dia, mas se souber cozinhar ou tiver algumas lascas a mais, vai de macarronada ou McDonald's mesmo. Mas uma coisa eu digo: viver trocentos anos aqui e não ter experimentado um autêntico sushi ou sashimi, mesmo arriscando a uma bela duma disinteria depois, merece ser açoitado até sangrar. Seria o mesmo que ir pra Itália e procurar um boteco com feijoada...

Tudo aqui é caro!
Aqui reza o ditado: vive-se bem mas gasta-se bem. Se bem que se tratando em "país de primeiro mundo" como aqui, por exemplo, carne compra-se a preço de 100 gramas, maçã se compra por unidade. Mas também consegue-se encontrar muita coisa "boa-bonita-barata" e não ficar com peso no consciência por ter esbanjado, mas ficou satisfeito. As lojas de 100 ienes tem muitas opções legais e agradecem.

O povo aqui é frio!
Pra um país cujo inverno despenca neve, queriam o quê? Trocadilhos a parte, a geração mais antiga reconheço que é fria, não querem saber de mudanças, o que difere dos jovens, apesar de eles nem estarem nem aí pro barulho. Mas uma coisa não nego - dificilmente, até os jovens, casal de namorados não anda de dedos dados nem pedindo. Bom, também andar de braço dado, no meio da multidão que vive correndo nas ruas de Tóquio, pode correr o risco de cair...

O povo aqui é preconceituoso!
Pra quem paga-pau pra quem é loiro, alto de olhos claros, fica meio difícil, né?
Pra quem usa roupas e acessórios "do estrangeiro", gosta da música e filmes "do estrangeiro", gosta de lanchar um Big Mac, macarronada, pizza, feijoada, seria uma forma camuflada de que está aderindo a globalização ou por que "tenho grana, posso fazer o que eu quero"?
Que determinadas coisas a gente não consegue ter acesso porque somos "estrangeiros" e sabem que não ficaremos para sempre aqui. Exemplo, pra alugar uma casa, pedem mil-e-uma coisas, desde pagamento equivalente a três meses de aluguel adiantado até fiador pra ver se você não some sem pagar o resto (azar seu, pois os três meses que você pagou adiantado, após a devolução da chave, terás de volta!).

Aqui não tem graça!
Loja de Departamentos, algumas lojas, restaurantes, parques, enfim, tudo que muita gente que conheço costumava "varar a madrugada", aqui fecha cedo. Nove ou dez da noite, tudo pára. Exceção de internets cafe, lojas de conveniência, alguns estabelecimentos da luz vermelha e tudo que tiver um aviso "Open 24 hours"... Caramba, pra ter graça tem que varar a noite? E os templos, parques, museus, exposições na faixa... Não sabe ler o idioma ? Esta revista ajuda, a não ser que não entenda bulhufas em inglês...

Alguém aí já pensou a nossa reação quando um turista vem a nossa terrinha e falasse mal?!