Thursday, July 26, 2007

Mais uma velinha....

Quando cheguei na versão 3.7, a verdade é que estou ganhando mais um ano, mais cabelos brancos e mais responsabilidades pela frente.

Também é a hora de criar vergonha na cara e pensar no futuro.

Como atualizar este sítio por exemplo.

Thursday, July 19, 2007

Até quando?

Que já não bastassem o caos aéreo que assolavam o País desde o último setembro, depois do dia 17 de julho que mais faltará?

Thursday, July 12, 2007

Dia de Exame

Sim, eu entendo que anualmente um exame médico geral sempre é bom fazer, ainda mais na idade que estou, qualquer sintoma estranho pode ser caso de internação (espero que nunca seja). Porém, quando chega o dia do exame, pra mim começa o ritual tortuoso que, ao final, sempre digo que "da próxima vez vou pedir folga" (o que nunca faço).

Eu explico: na idade que estou, necessito fazer todos os exames necessários. Já começa pela coleta de material dois dias antes de ir pra clínica. Só que sempre neste dia, parece que meu intestino sabe que tem que coletar material e aí nem tomando chá de ameixa sai!

Na clínica, onde tenho que chegar o mais cedo possível, já tem fila. Claro, não é só eu quem marcou exame pro mesmo dia que vinte ou trinta pessoas na mesma situação. Fazer jejum é fácil, difícil convencer meu estômago que tenho que ficar até o final do exame sem comer nada. E água só em conta-gotas.

Um dos exames que não consigo ver é a coleta de sangue. Primeiro porque pra encontrar a veia pra ficar a agulha já é difícil. Segundo, como tenho problema de pressão muito baixa demais, se eu ver enfiando uma agulha na pele e tirando aquele líquido vermelho, acordarei no hospital. Portanto, quem me ver no banco de sangue, com o rosto virado ao contrário da visão da enfermeira, não se espantem: o que os olhos não vêem, o corpo não sente. Eu acho.

O tal do exame ginecológico, pra mim deveria estar no topo dos terrores de ir ao especialista. Dentista, ainda a gente agüenta, mas ginecologista... Já começa pelo fato de tentar explicar certas coisas, mas acho que é melhor nem explicar as certas coisas... Com medo de explicar errado, isso sim! Ah, esqueci: logo depois do exame de urina, você vai num quartinho e troca de roupa e fica somente com um camisolão com duas cordinhas do lado. E com a parte de baixo, se é que me entenderam.

Voltando, já achava um terror ir ao ginecologista na minha terrinha pelo fato de eu achar que ele vai pensar um monte de mim, sendo que ele encara coisas bem diferentes e piores todo dia. Imagine aqui. Tudo bem, a gente que é mulher, tem que ir periodicamente devido a prevenção de câncer de mama e de útero, aquela história toda, mas imaginem entrar numa salinha, onde ficam você, o médico e a enfermeira, presenciando tudo e vendo tudo. Imaginem então a vergonha que eu passo de ter que mostrar as partes púdicas pra uma pessoa que nunca vi em minha vida. Tá, ele é especialista, mas fica difícil relaxar deitada naquela maldita posição que se você quiser fugir, cai estatelada no chão. E sem calcinha.

E foi só rindo pra não sentir [tanto] o desconforto. E pensar que depois era o exame do estômago. Nessas alturas do campeonato, acho que se tivessem que me usar como cobaia pra dissecação, nem ia sentir. Nem sai o que é pior: ter sua intimidade invadida por uma mão enluvada e um cotonete enorme ou tomar um líquido parecendo gesso e sendo virada pra cima e pra baixo pra ver se você está com a digestão em dia.

No final, quando falo pra muita gente que de meia em meia hora tenho que ir ao banheiro pra tirar aquele líquido de mim, tiram um da minha cara! Haja purgante! Mas ainda bem que isso a gente encara uma vez por ano. Julho que vem tem mais.

Monday, July 09, 2007

Verdadeiros(as) Marias de Fátimas

Sabe quando você tira uma pessoa do fundo do poço, dando apoio emocional, psicológico e até material, achando que estaria fazendo o bem, mas essa mesma pessoa te apunhala pelas costas? Pois é, o mundo anda cheio disso tudo.

A gente pensa que, fazer o bem engrandece o espírito e a alma, mas na verdade, hoje em dia a gente tem que saber para QUEM fazer o bem.

Depois de um fato inusitado que nos ocorreu, hoje a gente fica bem mais com o olho aberto e com os dois pés atrás.

Saturday, July 07, 2007

O Festival das Estrelas

A crença de quando se vê uma estrela é fazer um pedido a ela para que seu desejo se torne realidade, a gente sabe que seriam estrelas cadentes. Mas aqui, todo dia 7 de julho, uma princesa e um plebeu, ao se conhecerem, esqueceram dos deveres e dedicaram-se ao amor. Por causa disso, transformam-nos em estrelas nas quais poderiam se encontrar uma vez por ano. A partir daí, esse encontro foi transformado em uma festa, chamado de "Tanabata" (em japonês - 七夕 - significa sete noites).

A festa mais tradicional de Tanabata fica na cidade de Sendai, capital da província de Miyagi, no qual a cidade se enfeita com os sete símbolos, que representam desde prosperidade no trabalho, estudo e saúde.

Veja os símbolos e significados aqui! (Wikipedia, em inglês)




Mas também você não precisa ir até Sendai para ver o festival. Geralmente, muitas cidades fazem seus festivais, coincidindo com o verão e férias escolares. A segunda cidade que é mais conhecida pelo Tanabata Matsuri, é a de Hiratsuka, situada na província de Kanagawa (fica a meia hora de casa!!!!!). Mas para quem está na terrinha, basta no mês de julho, dar um pulinho no bairro da Liberdade, em São Paulo, para ver o festival.




Só não esqueçam de escrever o seu pedido no tanzaku pra que ele chegue às estrelas...