Monday, March 14, 2011

O Dia em que Tudo Parou - Tentando aos poucos levar a vida normal

IMPORTANTE!!!
Estão sendo veiculados nas redes sociais (twitter, FaceBook, Orkut) e muita gente recebendo e-mails de gente inescrupulosa com fins de lucrar com a desgraça alheia (ou gente que é sádica mesmo) correntes de informações falsas sobre o terremoto da região Nordeste, costa do Pacífico (Tohoku-chihou-Taiheiyou-Oki Jishin (東北地方太平洋沖地震) e estão sendo espalhados para muitos, causando desde pânico, confusão e raiva a ponto de querer espancar aquele que enviou o boato.


Antes de qualquer coisa, procure se informar em vários meios de comunicação. Por mais relevante que seja, esses meios nunca deixarão de noticiar. Caso nada encontrar, pode ter certeza: é boato.


Maiores detalhes sobre o ocorrido, solicito que leia este artigo "Falsas Informações São Veiculadas via e-mail e Redes Sociais" (via Portal Nippon).

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Estação de Yokohama, 11 de março de 2011. Pernoite do jeito que dá mesmo. Apesar de desconfortável e improvisado, nada de tumulto, corre-corre, empurra ali e aqui - olha o pessoal cochilando, acessando a internet do celular, lendo...
Dizem que sempre depois da tempestade, vem a bonança. Sempre acreditei nesse ditado e continuarei acreditando. Por mais que demorado seja que venham os resultados, nessas horas melhor manter a calma e levar a vida normal como sempre levamos antes do ocorrido. Tá, eu sei que depois que sofre um abalo desses, vai ficar com receio somado com cautela e prevenção. Mas também não dá pra ficarmos falando e lembrando todo segundo de tragédia, tragédia, tragédia. Temos que levantar a casa e continuar vivendo, minha nossa! Na hora, claro, ficamos sem sabermos o que fazer, mas se estamos vivos, então enxugar as lágrimas e seguir adiante.

Estou aos poucos, como muitos, voltando a vida normal. Se bem que hoje, devido ao racionamento de energia, muitas linhas de trens e metrôs tiveram sua programação reduzida, o que causou grandes filas para tentar pegar ônibus para irem ao serviço. Muitos, como eu, não conseguimos, pois só de fila para esperar para pegar um ônibus para a estação de Yokohama, levava mais de três horas!! O pessoal do meu trabalho enviou e-mail avisando-me que, caso não conseguisse chegar, era pra ficar em casa, pois vai que eu não consigo voltar de novo...
Metrô de Yokohama, manhã de 14 de março. Sem condições de transporte para outras cidades.
O impressionante é que realmente, como o pessoal daqui é muito bem organizado! Sem tumultos nas filas, todo mundo esperando pacientemente, usando a internet do celular com o carregador de pilha devidamente conectado, lendo livros... Ah, se certos países fossem assim, mesmo depois de um terremoto (em Yokohama foi grau 5, na escala japonesa)... No dia que tivemos que andar mais de cinco horas porque neca de trem, a gente conversava, comentava de filmes, j-doramas, família... Tudo para (tentar, porque não custa) esquecer o abalo emocional, corporal e mental. Bem, vindo de minha parte, acabei falando do filme "Kokuhaku" (lembram?), do filme "Okuribito" (depois que a Amanda Maru, do Clube da Necessaire postou no Portal Nippon, fiquei com vergonha de fazer uma resenha de minha parte, pois o dela ficou LINDO!) e do filme "Akunin" (vai merecer um post logo em breve).

Do tempo que o Shingo tinha vinte aninhos...
Depois que me toquei que só falei de filmes que seriam...hã... meio perturbadores... Pra mudar o assunto, resolvi falar da novela que estou assistindo com mais de quinze anos de atraso que era "Ichiban Taisetsu na Hito" (いちばん大切なひと) com o Shingo Katori e a Arisa Mizuki.

Mas queriam que eu falasse o quê enquanto andávamos quase toda a linha Yamanote?! A pé ainda?

O impressionante, volto a dizer, que todos que dependiam de trens para voltarem aos seus lares, andavam sem reclamar, conversando, ouvindo música, bebendo... Tudo tranquilo. Os salarymen em seus ternos impecáveis e indefectíveis pastas de marcas diversas, as office ladies em seus tailleurs pretos ou cinzas e de salto normal, os descolados, as patricinhas, os estudantes... todos andando em plena Meiji-Doori ou Aoyama -Doori (avenidas principais) na finalidade e esperança de que os trens voltassem a operar mesmo de forma precária. Mas quando realmente as estações estavam fechadas, o pessoal não se intimidou, e dormiram nas estações, nas escolas, nas entidades até o dia seguinte.

Campanhas para conscientização humana
Em casa, tentando pôr o corpo e a mente e o psicológico em ordem, pois não foi fácil a sexta-feira. Dignissimo kinguio só foi dormir mesmo depois que eu cheguei. Compreensível. E eu praticamente passei o sábado em frente ao PC, como disse no post anterior. A TV era somente noticiário, as programações normais canceladas, nem comercial passava (somente da AC Japan, que é uma empresa sem fins lucrativos, divulgando sobre conscientização da população perante o cotidiano)...

Significa que aqui, as emissoras de TV INFORMAM e não se preocupam em querer vender.

O maior problema que ninguém vai conseguir é eliminar um sem número de boatos que pipocam nos sites e no twitter. A gente bem que tenta, mas no que a gente desfaz de vinte, aparecem quarenta. Mas o pouco que a gente consegue desfazer, ainda considero uma vitória. Puxa, já estamos numa situação difícil, e muita gente inescrupulosa (ou sem noção mesmo) fica soltando boatos de gente morta, e outros absurdos.

O Preço que pagamos por alertar quem repassa: Recentemente, no twitter, sofri agressão verbal porque fui desfazer um boato cuja "celebridade" espalhou e uma pessoa retwittou. Quando li, achei estranho, porque estou acompanhando direto ao noticiário (seja via internet, seja via TV) e não ouvi, li, vi nada. A tal celebridade e a pessoa que teve o "desserviço" de repassar ficarão no anonimato, mas a vítima era o criador do jogo Pocket Monsters Satoshi Tajiri, que disseram que ele havia sido morto no tsunami em Tohoku. Claro que fui pesquisar na internet e na página oficial da Nintendo e não tinha nada. O que eu fiz? Alertei tanto a pessoa que passou como quem repassou, para tomar cuidado com o que repassa, estamos numa situação difîcil, que estamos fazendo o possível para acalmar quem está inacessível e repassar assuntos sem fundamentos, pode piorar as coisas.

Nem preciso dizer que levei uma baita duma saraivada de tweets dessa pessoa, impublicáveis aqui, quem ver minha Time Line, vai ver. Pior que fui chamada de "ociosa", "não tenho o que fazer" e que "estou fazendo um desserviço ao pessoal" e disse que "retwittei porque ela era uma celebridade e daí?". Ah, se ele me conhecesse pessoalmente, ia ouvir tanto... Deixei pra lá e nem perdi mais tempo com pessoa desse naipe, que por sinal, tem que ser ignorada. Se muita gente que me seguia me der unfollow por acharem que "certo está ele, você [Kiyomi] é a chata" vai de cada um, pois os que restarem sei que poderei ainda contar com elas. E vou continuar a passar as informações e repassar da melhor forma possível, mesmo estando a energia racionada por duas ou três horas por dia.

Vida quase normal: Yokohama, pelo que vi nos noticiários do Kanagawa Shimbun, teve um tremor no dia 11 de março, de intensidade 5 na escala japonesa, mas o suficiente para muita gente se assustar, a ponto do centro da cidade (Kannai, Nihondoori e onde fica proximo a estação) ter parte da calçada trincada e alguns blocos de paredes de construções caindo. Feridos? Bem, não divulgaram, mas provavelmente a maioria devido ao susto mesmo e em Nihondoori uma parte de uma parede de um prédio caiu, mas parece que não atingiu ninguém. Os três mortos divulgados - uma mulher na casa dos 50 anos de Tsuzuki-ku sofreu infarto do miocárdio fulminante; uma outra na casa dos 80 anos, em Totsuka-ku, teve parada cardiorrespiratória porque a máquina do oxigênio que ela usava, parou devido a queda de energia. E um homem de 51 anos faleceu devido a problemas cardíacos. E não porque foram soterrados, porque aqui nada caiu. Mesmo assim, o pessoal tenta prosseguir a vida como pode, apesar que hoje as principais linhas da estatal Japan Railway - Tokaido e Yokosuka - pararam.
Bem, só faltou o rabanete, mas amanhã sempre será um novo dia (ou vai ser um novo dia? Ah, tanto faz.)
Amanhã sempre será um novo dia... Temos que ser otimistas perante a tragédia. Sabemos que foi devastador, muitas vidas perdidas, mas quem sobreviveu, não chora sempre pela perda, agradece por estar vivo e sabe que sua missão será reconstruir para recomeçar. Acreditam que Yokohama e Tóquio foram destruídas por um terremoto em 1923, em que morreram milhares de pessoas e muitos incêndios? Quem olha as duas cidades hoje, nem parece que houve um terremoto. Bem como em Kobe (Hyogo) - em janeiro de 1995 - todos viram pelos jornais, TV e até in loco a tragédia. Eu fui quase quatro anos depois e eu perguntei para uma amiga (japonesa) onde estavam os destroços. Ela disse-me: "ah, em menos de dois anos estava tudo em pé de novo!".

Hoje não duvido da preserverança de meus ascendentes.

Como podemos ajudar? Estamos longe das áreas atingidas.

No twitter (siga a hashtag #prayforjapan ou #BrasileirosnoJapao ou #JapanQuake), blogs como Lost In Japan (do amigo Alexandre), Fragmentos (da Herika ) e o Portal Nippon, que estão orientando como fazer doações, informando sobre o ocorrido e desmistificando boatos como "Japão uma nova Chernobyl", "Yokohama e Tóquio estão submersos", "o Japão foi totalmente destruído" e outros absurdos que mencionar aqui é perda de tempo.

Perdão a postagem longa pra caramba, mas aos poucos mesmo a gente tenta voltar a rotina normal. Se bem que na TV, os noticiários estão com 80% de notícias do terremoto e 20% de outros assuntos. Os comerciais, bem, voltando aos pouquinhos. Só que por enquanto estarei de férias por uma semana por falta de transporte mesmo.

15 comments:

  1. patricia nakamuraMarch 14, 2011 10:57 pm

    me ni na... que coisa horrorosa... fiquei bastante assustada, mas aliviada por vc estar bem por aí. Meus primos de Osaka tambem chacoalharam bastante, mas tá tudo sob controle. ufa. estou na torcida para que a Terra nos dê um refresco e a situação possa voltar ao normal logo, logo. Um grande beijo e proteja-se!

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  2. Tambem acredito no ditado e vamos continuar acreditando. Infelizmente pode durar uns meses, mas com certeza iremos ficar em pe novamente.
    Eu tive q andar 2 km e meio p voltar p casa na sexta-feira, pq nao tinha trens,taxi e bus. Estou ate agora com calos nos pes.
    Ah! Hj uma garota q trabalha comigo me ligou p falar q ela tinha day-off amanha e q se eu quizesse ela poderia ir trabalhar no meu lugar e eu ficar em casa. Ate nessas hora tem pessoas querendo aproveitar da desgraça dos outro,ne? Ja vi no Twitter pessoas falando q esta recebendo emails com pedido de ajuda. Cada um ne?! Infelizmente, tem muitos assim. Bjss e se cuida.

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  3. pois é Kiyomi... está tudo sob controle. Há preocupação, ha. medo? sim. claro, somos gente. mas a vida continua, as coisas tem q estar "desesperantes" aonde realmente tem que estar assim né?

    igual qdo teve o deslizamento na região serrana do Rio, outras regiões tiveram seus dias de normalidade... ou algo perto disso, mas tiveram q seguir em frente.

    eu fico admirado com o respeito q tem aqui, não vemos shows escandalosos, berreiro, descontrole... todo mundo sabe o que tem q fazer, o seu papel, q nao pode dar uma de egoísta e querer milhares de coisas pra ela.

    mais uma grande lição que eu aprendo aqui, esse auto controle e educação do povo...e vejo o mesmo comportamento em muitos amigos brasileiros, como vc, Elisa...o pessoal q a gente conversa via net...

    vamos que vamos! saudades de ler seus posts culturais, prepare ai as novidades hein rs

    bjs

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  4. Paty, estou com saudades suas no The Daily Mico, mas eu até entenderia sua ausência. Mas onde seus primos moram, nem fez cosquinha rs Onde eu moro e trabalho, realmente foi preocupante. Mas voltaremos logo loguinho as atividades (a)normais haha
    Beijao!!!

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  5. JellyBen, obrigada pelas informações que vem passando pelo twitter, sobre doações. Bem, 2km e meio andando, para mim até normal, eu caminhava 5km dia sim, dia não para a estação. Mas quase a linha Yamanote...
    Hoje foi a mesma coisa do meu trabalho: como o Tokaido nem deu as caras em Totsuka, e ir de onibus a fila dava tres voltas no ponto, liguei no escritorio e falaram para eu ficar em casa... uma semana ate normalizar (ou quase).
    Oportunistas sempre vao existir, Jelly, mas temos que ignorar. Nosso trabalho esta sendo feito.
    Beijao e se cuida tambem!

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  6. Olá Kiyomi,

    Que tristeza ver tudo isso de longe e não podermos ajudar em muita coisa... está duro assistir os noticiários esses dias. Imagino a situação que estão enfrentando e ao mesmo tempo admiro a força que tem, em meio às dificuldades.

    Meu consolo é saber que estão bem e continuaremos torcendo para que a vida volte ao normal o mais rápido possível.

    Um beijão carinhoso,
    Denise e Carlos.

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  7. Alexandre, o que mais está surpreendendo também é a mobilização da comunidade em ajudar da melhor forma possível. Seja a gente para divulgar as informações, sejam outros que enviam donativos.
    Obvio que entrei em desespero na hora do tremor, mas depois ao tentar voltar para casa, a gente tinha que conversar de futilidades para espantar a tensão.
    Em breve, logo loguinho, eu espero, volto a postar sobre os doramas. Afinal, nao dá pra a gente falar do mesmo assunto ate o final do ano...
    Bjs!

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  8. Denise e Carlos, apesar de alguns "reporteres" exagerarem nas tintas, felizmente algumas emissoras estão in loco sentindo o drama.
    O importante que agora estamos bem, tentando levar a vida da melhor forma normal possivel. Apesar de ainda ter preocupação e receio, nao podemos deixar que nos dominem, senão nunca poderemos seguir adiante...
    Estou confiante e otimista, mas se os trens voltassem a funcionar hoje, estaria melhor rs
    Beijao!

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  9. O Japão é como fênix: renasce das cinzas. Eu acredito!

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  10. Apesar de muito triste sabe o que me impressiona em seu relato? É a extrema organização dos japoneses tanto para enfrentar terremotos quanto filas e os contratempos por causa do terremoto. Me parece um povo bem paciente. Fiquei pensando que se fosse por aqui a coisa seria totalmente diferente, aliás os telejornais fazem tudo parecer muito mais assustador do que talvez seja a realidade.

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  11. Querida, em primeiro lugar, queria dizer sinto muito em não ter passado antes no blog pra ver como vcs estavam (vc e kinguio)... fiquei realmente ocupada que mal tive tempo de entrar... só consegui visitar o Lelê em um post. Mas deixei pra comentar melhor quando tivesse acesso mesmo. Tudo muito triste mesmo. Aqui no bananão o Roberto Kovalick está em todas as programações falando sobre isso. Só se fala sobre isso e até hoje tem gente me mandando recado perguntando e eu estou bem (achando que ainda estou no Brasil)... entr outras coisas... acredito que realmente a força dos japas em reconstruir é grande e acredito e logo estará tudo restabelecido. A grande diferença é a organização que todos nós sabemos que existe nesse lindo país... Fico vendo imagens do Jp e me da inúmeras saudades...

    Kisu!

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  12. Fabiana Yoko, pode ter certeza que o Japão vai se reerguer, sim, e ficar mais bonito e potente como antes. Prova disso, foram Yokohama e Toquio (depois de 1923), Hiroshima e Nagasaki (depois de 1945) e Kobe (1995, essa eu fiz questao de visitar tres anos depois da tragedia), que ficaram cidades lindas e tranquilas que da gosto de ver!
    Sim, tambem acredito muito no poder da Fênix e o Japao vai ressurgir assim como sempre fez perante outras tragédias!
    Beijao e se cuida!
    (PS pra descontrair: sim, o Kimura esta inteiraço, confirmado pelo site do Johnny's ... =D)

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  13. Desabafando, aqui, desde pequeno, a população japonesa ja é treinada para esses acontecimentos: manter a calma, se proteger, economizar...
    Alguns noticiarios ainda conseguem passar o real, mas outros vivem no sensacionalismo, o que é lamentável.
    Estamos fazendo que podemos para aliviar a tensao nossa e dos demais.
    Felizmente estamos voltando a rotina normal. Ou quase, ne?
    Beijao!!

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  14. Bah, tirando o susto enorme que tivemos (no meu caso, estava em Toquio, no trabalho quando tudo tremeu, chacoalhou, e o que estava na mesa de trabalho caiu), estamos fisicamente bem (o psicologico e emocional estao sendo aos poucos). Que é isso, nao precisa se desculpar, nao! Eu sei que voce esta mesmo trabalhando, outras coisas a fazer, etc., mas sei que quando vc soube, deve ter ficado aflita, pois voce morou um bom tempo aqui e sabe que um tremor aqui, outro ali, sempre tiramos de letra, mas desta vez foi maior do que pensávamos.
    Ao menos o Roberto Kovalick está NO LOCAL onde aconteceu, pois muitos estao em Toquio e da aquela confusão, achando que o epicentro foi lá. Pra aumentar tudo é um pulo, ne?
    Tirando o risco da usina de Fukushima ter os reatores incendiados, aos poucos as areas atingidas estão sendo recuperadas. Lentamente, mas estão fazendo serviço de resgate, doações, campanhas...
    Vai dar tudo certo, pode ter certeza, sim!
    Beijao, Bah! Estamos bem, sim. =D

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  15. Olá!

    antes de mais nada, Obrigada por entrar na SEKAI Johnny's.

    Agora, adorei sei blog. E esse seu post foi ótimo. dá vontade de mandar pra todo mundo ler! Por que uma das coisas que eu mais tenho discutido aqui é isso: Malditos idiotas qeu espalham boatos! Eu entendo japones, e eu to direto com os canais japoneses ligados no Key Hole, e direto nos sites da nhk e de diversos jornais, só pra ter noticias. E eu me irrito tanto quando vejo noticias mentirosas. E seu post mostrou exatamente isso.

    Também acredito no ditado, e acredito acima de tudo nos japoneses. Não somente por que descendo deles inteiramente, não somente por que quem me criou foi minha avó, nos moldes japoneses, mas também por que eu sei que é um povo que tem garra, coragem, perseverança.

    tenho certeza que eles irão se re-erguer da melhor forma, e vão sim mostrar ao mundo a imponencia de um país que vence barreiras e somente aprende com cada desgraça.

    Ps: tbm amo SMAP *-* Eles são tão lindos né??e eu tbm to vendo esse dorama com o Shingo de anos atrás só agora..hauhauhauha

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