Sunday, December 27, 2015

Feliz Natal (mesmo que atrasado)


Atrasado como sempre, mas desejar Feliz Natal mesmo depois de dois dias nunca fez mal. Aliás, tem que ter compreensão sempre, porque nossa vida real está pior que Kinder Ovo, cheia de surpresas.

Que essa data sempre se repita, mas que venha cheia de felicidades, compreensão e amor, para que perdure. Por mais que a gente tenha que trabalhar nos feriados, que seja puro comércio, essa história toda que desde que eu me conheço por gente, eu convivo. Mas o importante é que tenhamos a chama do significado do que seria o espírito natalino sempre aquecida. Porque, vou falar a verdade: nunca vi tanta falta de amor como nesses últimos tempos. Cadê a solidariedade? Cadê a compreensão? Melhor nem falar onde foram parar, né?

Fico triste em alguns desabafos o quanto estar com a família e amigos faz uma falta danada (em qualquer ocasião) mas fico chateada quando leio alguns comentários sobre estar com família reunida e vira uma guerra. Daí eu paro e penso: o que está acontecendo com essa gente?

Espero que daqui por diante ao menos as pessoas tenham mais compreensão e um pouco mais de humanidade no que fazem, agem, falam e pensam, porque não dá pra viver assim.

Que tudo melhore daqui por diante e que sejamos pessoas melhores, especialmente na parte que se toca no emocional.

Foto: da autora, no Landmark Plaza, Yokohama. Campanha Bright Christmas.

Friday, December 11, 2015

Dez Anos

Eu sei que eu deveria ter postado isso na semana passada, mas como a gente diz - vida real é difícil. Mas como ainda estamos em dezembro, ainda está valendo.

O novo header do Empório porque como mudei de cidade, não tinha mais sentido o nome. Mas o conteúdo continua o mesmo. Ou quase.


Para quem chegou agora, este "pobre mas limpinho sítio" completou uma década de vida no dia 4 de dezembro. Imaginem o quanto eu passei nesses dez anos blogando, mas nem com tanta frequência assim. E olha que eu já fui muito mais ativa, basta dar uma olhada na barra dos arquivos, o quanto cheguei a blogar por ano.

Mas também, eu chegava a passar noite em claro postando quando eu tinha algo interessante pra passar. Sou daquelas que "viu, gostou, corre fazer resenha pra compartilhar com quem estiver lendo". Desde programa de TV, filme, novela, livro, manga, DVD, CD, guloseimas, produtos de beleza... E nunca ganhei (e nunca vou ganhar) um tostão por postar algum produto que gostei. Nenhuma postagem é patrocinada, todo mundo sabe e nunca ganhei dinheiro blogando. (Só ganhei seguidores, amigos, desafetos e dores de cabeça, mas isso seria uma outra história)

Mais amor, mais empatia e mais tolerância minha gente...

Nestes dez anos, aconteceram muitas coisas, muitas mudanças, reviravoltas e hoje continuo "viva e quicando", tal como em uma música do George Harrison. Ganhei amigos, perdi amigos (de todas as formas possíveis), perdi emprego, consegui superar, quase entrei em depressão, estou saindo do meio do poço, mudei de cidade, de emprego, estou conseguindo realizar velhos sonhos da vida...

Depois de 23 anos, finalmente pude ver meu idolo de perto!


Passei a ir mais ao cinema, assistir mais novelas (doramas), programas de variedades, perder o medo de fazer as coisas.

Ainda vou continuar vendo você sorrir!!! ♥♥♥


Consegui ir em shows de meus ídolos favoritos, conhecer gente legal, voltar a me divertir.

Todos eles passaram dos 30 e ainda continuam a passar vergonha alheia e pagar peitinho em rede nacional, ao vivo e em cores (nota: essa roupa eles usaram no debut, dezesseis anos atrás)

Eu espero que eu crie vergonha na cara e volte a postar com mais frequência - não diariamente, claro, mas que eu não fique semanas sem postar nada sendo que eu fiz muita coisa e quero dividir com os leitores (mesmo sabendo que pode gerar para terceiros aquele sentimento de inveja negativa).

Num gostou? Vai ver se tem louça pra lavar, ó!

Seja como for, que nas próximas postagens eu continua com a idéia de compartilhar o que a gente gosta (ou não) e ter muito mais amor e empatia, porque nesse mundo que está gerando ódio e discórdia, aonde vamos parar?

Que a blogsfera volte um pouco como era antes, em que a gente comentava sem sair briga, que a gente postava porque achou legal e vamos mostrar pra todo mundo a novidade. Ok, ânimos exaltados às vezes a gente tinha, mas logo voltava tudo ao normal. Mas hoje, até dizer bom dia já vira motivo de briga.

Felizmente nem tudo está perdido e existem pessoas que possuem o bom senso e que a gente pode contar. Que a gente pode conversar pacificamente mesmo com muitas diferenças, mas acabamos chegando num ponto em comum.

Nesses dez anos de Empório, aprendi a duras penas muitas coisas, a tolerar coisas que antes eu não suportava, conhecer gente legal e outras nem tanto assim. Mas a gente passa por cima de muita coisa, ou ao menos tenta.

Beijinho no ombro pro recalque passar longe...

Espero voltar a postar quase no mesmo ritmo que antigamente, com mais conteúdo e menos drama, porque de drama já bastam os que eu tento assistir.

Quem venham mais dez anos!

Fotos: da autora; twitter; MJ Kim; Masaharu Fukuyama Official Site; SO3104 weibo; ninonino.com

Thursday, December 10, 2015

Trinta e Cinco Anos Depois e Nunca Esqueceremos


Diga o que quiserem, mas nunca te esqueceremos, John. E já se passaram 35 anos depois daquela noite em que o sonho acabou...


(Foto: por Robert Freeman, do livro "The Beatles A Private View")

Friday, November 20, 2015

Por que eu acredito na Grande Abóbora

Para quem não lembra ou não sabe, tem um filme do Peanuts que passa todo ano, no dia 31 de outubro, que se chama - "E' a Grande Abóbora, Charlie Brown" -, onde Charlie Brown e seus amigos comemoram o Dia das Bruxas, fantasiados para pedir doces na vizinhança (uma das frases mais conhecidas - "E eu, uma pedra"), enquanto Linus fica na plantação de abóboras.

O motivo pelo qual Linus passava a noite na plantação, ao invés de ir com seus amigos pedir doces e participar da festinha, era que ele acreditava na Grande Abóbora, que viria na plantação trazendo presentes para a criança mais fiel e boazinha. Ok, pode ser que o Linus tenha misturado as datas e eventos, mas eu entendo que aí está a inocência do menino.

A gente costuma dizer que Linus é um paradoxo - ao mesmo tempo que ele dá conselhos como adulto para Charlie Brown, ele não separa do seu cobertorzinho de segurança. Da mesma forma que ele acredita na Grande Abóbora. Se teria uma explicação para isso, eu imagino que seria uma forma de esquecer um pouco a vida real, que muitas vezes é cruel conosco.

Existem muitas teorias sobre a Grande Abóbora, já que essa história vem desde uma tira lançada em 1959. E todo mês de outubro, nas semanas que antecedem o Dia das Bruxas, Charles Schulz criava tiras em que Linus mencionava sobre a Grande Abóbora. Uma das citações mais conhecidas de Linus era "Existem três coisas que aprendi a não discutir com as pessoas - religião, política e a Grande Abóbora."

Sim, eu assisti o filme "It's the Great Pumpkin, Charlie Brown" (no Brasil teve o título "Charlie Brown e a Grande Abóbora"), quando passava em canal aberto. Nem sei quantas vezes. E eu cheguei a conclusão de que, diante de tantos dilemas que passamos todo santo dia na nossa vida, acreditar em algo que pode ser o impossível, seria uma forma de escapar dessa pressão toda. Acreditar que existe alguém nos vigiando e que, quando chegasse o seu dia, seríamos recepcionados de acordo com seu comportamento durante o ano.

"Ah, mas aí você estaria entrando no quesito religioso, que a gente tem que ter crença em algo blablabla..." Ué, mas até fazer pedido pras estrelas cadentes, a gente faz. Mas não quero entrar nesse ponto agora.

Enfim, acreditar na Grande Abóbora que trará presentes para a pessoa mais sincera no dia das Bruxas, pelo menos faz a gente esquecer - nem que seja um pouco - do mundo exterior, porque ultimamente, o que anda faltando para todos nós, seria empatia, tolerância e amor (e isso não somente nas redes sociais, não.)


Linus, podemos te acompanhar na recepção da chegada da Grande Abóbora no ano que vem?

Friday, October 23, 2015

Cada um sabe o que faz



Uma das coisas que estou evitando ao máximo nas redes sociais (mais no FB), seria comentar sobre algo que li. Não sei vocês, mas leio cada coisa que fico pensando o que aconteceu com a humanidade. Claro que felizmente existem pessoas bem sensatas que ainda dá uma luz para que a gente ainda acredite que nem tudo está perdido nesta vida.

Por que muitas vezes (numa porcentagem de 99%) de tudo que eu leio nas redes sociais eu não comento? Do jeito que as pessoas andam de pavio curto, mandar pro inferno seria até o mais leve dos xingamentos que conheço. Se bem que eu também não posso falar muito, porque quase perdi a compostura em alguns artigos que li. Não xinguei nem usei palavras de baixíssimo calão, mas o modo que comentei possa ter afetado as pessoas, vai saber.

O mesmo acontece em alguns blogs que leio - comento no que eu acho da forma mais pacífica possível, porque antigamente (uns quatro ou cinco anos atrás, vai) eu perdi a esportiva em alguns comentários e, bem, hoje nem comento mais nada. Como diz a Tathy (do Tathy no Me), só observo.

Mas que dá vontade de responder, ah isso dá.

Com o tempo e muitos puxões de orelha depois, eu parei para pensar sobre muitas coisas. Especialmente a parte de gostar ou odiar algo, no âmbito de música e tevê. Hoje estou mais tolerante para muita coisa. Posso até não gostar, mas tento encontrar algo de bom nisso. Além do mais, tem gente que goste como tem gente que não goste do que eu gosto, mas se respeita, dá pra manter tudo numa boa.

Isso eu aprendi muito conversando com alguns amigos meus, principalmente no assunto sobre ídolos, idolatração e como a gente pode conviver com isso sem ficar de mal. 

"Pode até não gostar, achar ridículo, coisa e tal, mas procure respeitar que gosta, porque essa pessoa pode não gostar do que você gosta, mas se ela te respeita, prevalece a amizade acima de tudo." 

O que aconteceu de eu ter me afastado (e ser afastada também, como consequência) de muita gente, foi justamente por esse tipo de comportamento que tive alguns anos atrás. Não posso culpar minha situação na época, mas foi algo que possa ter agravado isso tudo. Felizmente existem pessoas que me aceitam como eu sou e eu aceito elas como elas são, porque o respeito entre a gente é muito grande.

Sobre algumas coisas que andei lendo ultimamente, eu procuro comentar - em off - com as pessoas que sei que posso confiar, porque mesmo se discordarem, ninguém fica de cara virada nem sai gritando por aí.

Ninguém é igual, ninguém é perfeito. Mas também isso não justifica ficar xingando e plantando ódio na sociedade. Pô, a vida já não anda fácil pra ninguém, e ficar trazendo coisas ruins, só faz piorar muito mais. Até parece que ser feliz virou ofensa.

Bem, cada um sabe o que faz, procura ser feliz da forma que achar melhor, mesmo plantando discórdia, porque quando colher os frutos...

E lembrando um trecho da música dos Beatles, "We Can Work It Out" - "A vida é muito curta e não temos tempo pra briga e discórdia, meu caro."


Sunday, October 11, 2015

Instagrando por aí... [8] ~ Momento de consumismo consciente




Voltando à série, eu ultimamente saí muito pouco, especialmente em setembro porque mais trabalhei que folguei, e quando folguei fiquei de molho. E por aí vai, coisas da vida. Mas como a gente não é de ferro, vamos ao que andei registrando e postando no Instagram para desespero de muita gente.

Saturday, October 03, 2015

[Roteiro Gastronômico] Sennen no ki ~ Factory and Cake



Baumkuchen ou "bolo árvore", porque parece um toco de árvore, com direito aos anéis que indicam a idade da mesma, quando cortada. Esse tipo de bolo é típico da Alemanha (embora dizem que a origem tem controvérsias...), confeccionado em um rolo. Conforme vai assando uma camada, logo coloca mais uma camada de massa e assim por diante. Depois de assado é cortado em fatias.

Monday, September 21, 2015

Fukuyama Natsu no Daisougyousai 2015 (8 de Agosto de 2015, Nissan Stadium Yokohama)



Daisougyousai significa "Grande festival de inauguração". Utilizado no comércio para informar aos consumidores que terá liquidação porque começou estação nova ou porque abriu novo estabelecimento....

Wednesday, September 02, 2015

[TAG] Eu tô blogando, e você?



Ok, agosto foi um mês que nem postei nada (motivo: trabalho), mas como existem temas que me fazem animar o dia (ou a noite, tanto faz), fui taggeada pela Karupin (do blog Linea Rossa, dá uma espiada lá e aproveita pra ler os outros blogs que ela linkou pra essa tag *fazendo propaganda indireta*) e quem quiser responder, estejam à vontade!

Essa tag faz parte do projeto BEDA (Blog Every Day in August), promovido pelo grupo Rotaroots.

Eis as respostas...

Qual foi o seu primeiro post? Se for considerar deste blog, foi pra começar tudo de novo mesmo. Porque antes, em meados de 2003~2004, eu tinha em um outro site (o blog se chamava "Tokaido Every Day") e do nada o dito sumiu. Daí, bora começar tuuuuuuuuuuuudo de novo. E isso se passaram quase 10 anos. Era um post bem tosco, daqueles que dá vontade de deletar, mas aí seria motivo pra deixar o lugar mais sem noção do que já está.

 Quanto tempo tem o seu blog? No dia 3 de dezembro, este lugar completa 10 anos. Sim, 10 anos de muito assunto aleatório, podem crer... Mas confesso que, de bons anos pra cá, minha frequência pra postar anda fraca, muito aquém do que eu fazia muitos anos atrás...

 Motivo para criar o blog: Como eu mencionei logo no primeiro item, em meados de 2003~2004, por incentivo de algumas colegas de trabalho, resolvi criar um blog no weblogger, que nem sei onde sumiu. As pessoas costumavam dizer (até hoje) que eu gosto de falar sobre coisas aleatórias, então porque não criar um blog sobre o que eu via, presenciava, assistia e tudo o mais e compartilhar para quem gostaria de saber? Quando o primeiro sumiu, fui eu criar um outro. E continuo com ele até hoje, e espero não deixar o coitado largado como andei fazendo ultimamente (mas a real life is hard and so tough, eu tento fazer na medida do possível ou quando o combo conexão-tempo disponível-vontade se unem).

 Segmento do blog: Vou confessar: nenhum. Posto sobre diversos assuntos e não tenho um segmento próprio. Se esta semana estou postando sobre receitas culinárias, na outra estou falando de música, no outro dia sobre mangas e por aí vai.

Bloggar para você é... Algo que eu posso fazer sem cobranças, porque tenho liberdade pra postar o que eu gostaria de compartilhar com outras pessoas. Vejo alguma coisa interessante, procuro, pesquiso e posto. Embora eu use outras redes sociais (Instagram e Twitter são os mais frequentes), aqui eu tenho quantidade ilimitada de caracteres... O dia que eu postar por obrigação, fecho tudo.

Tipo de post que lhe dá mais prazer em escrever: Normalmente são sobre música, doramas e quadrinhos. Mas o que eu mais gosto é de escrever sobre algo para que os (poucos) leitores possam se interessar ou acrescentar em suas vidas.

O que o blog te trouxe de bom: A possibilidade de comunicar com outros blogueiros com os mesmos interesses ou até muito além disso. Cheguei a conhecer alguns pessoalmente e até hoje mantenho contato com outros mesmo virtualmente, além de ter feito novas amizades. E também me fez com que eu pudesse melhorar mais sobre conteúdo e vivência. Talvez o fato de eu morar no exterior, foi um dos fatores que fizeram alguns leitores acessarem aqui para saber como é viver fora de sua terra natal.

Mas existem assuntos que eu evito de postar porque já são temas saturadíssimos nas redes sociais, como política e religião. Se é pra gerar discórdia, briga, intriga e tudo o que é ruim neste universo, melhor eu ficar naquela questão do biscoito e bolacha.

Se pudesse mudar uma única coisa no seu blog, o que seria? Pensei no layout, mas no momento eu confesso que quero mudar o nome. Sério, porque fazem três anos que saí de Yokohama e hoje moro em Kisarazu (Chiba).

Algo que tira a sua paciência no blog: Quando dá problema no blogger e acabo perdendo tudo o que eu achava que tinha sido salvo. Mas também quando você acaba tendo um post deletado sem motivo (aconteceu com três posts meus). Quanto aos comentários, depois que eu coloquei algumas opções, pelo menos evito dores de cabeça.

Projeto a curto prazo para o seu blog: Na verdade eu tenho muitos. Um deles relacionado a música (especificamente falando sobre a relação Beatles e Japão, que, querendo ou não, o Fab Four trouxe uma grande influência pro j-pop de hoje), sobre lugares diferentes na cidade e arredores (a tag da Karupin "Turista na própria cidade") e quem sabe sobre doujinshi, artigo que eu meio que reluto em postar aqui por causa dos temas... Mas serão postas em prática quanto menos se esperar.

Foto: revista MORE, janeiro de 2012, coluna "It", do Kazunari Ninomiya.

Monday, July 27, 2015

Meme: Sete Celebridades com quem eu casaria

Ok, eu sei que era para ter postado no grupo do Rotaroots em junho, mas uma série de contratempos me fizeram fazer esse post somente agora, mas antes tarde do que nunca, né? E olha que era um tema bem divertido e descontraído.

Quando a gente é adolescente, acabamos por nos apaixonar por aquele ídolo que surgiu do nada e acha ele lindo e maravilhoso. Daqueles que mamãe aceita como genro e seu pai aprova de braços abertos. Daqueles que, num momento de puro deslumbre, quer que ele apareça num cavalo branco para te salvar do mundo opressor. Daqueles que você prega o poster na parede do seu quarto e passa horas suspirando.

Só que a gente acaba tendo esses momentos de adolescência até hoje.

Aí vão meu Top 7 das celebridades que eu gostaria de casar, os meus crushes declarados e outros, bem... nem tanto assim, mas que fazem meu lado fangirl despertar.

Em tempo: crush segundo o dicionário Oxford (em inglês), seria um sentimento breve mais intenso por alguém que seria inatingível (o chamado "amor platônico").

... e também é uma marca de bebida muito conhecida de sabor laranja (ainda existe no Brasil?)

1. Paul McCartney (Liverpool, Inglaterra, N.18 de Junho de 1942)



Quem me conhece desde faz muito tempo, sabe o quanto eu amo este véinho que continua sexy e arrasando em todos os sentidos. E é amor antigo - desde o início da minha adolescência que eu admiro, amo e idolatro ele, tanto que já fui em três shows dele. Aquelas: depois de algum tempo é que descobri que ele foi baixista da maior banda de rock de todos os tempos, os Beatles.

Motivos para eu amar esse cara são tantos que nem vai caber aqui, mas só o fato de ele ser autodidata em muita coisa, gostar de animais, da família e de vida saudável (pra quem não sabe, Paul é vegetariano), conta muitos pontos. Ah, sim. Mesmo tendo o título de Sir, ele continua sendo o cara simples e sem ostentação.

Tá, eu sei que ele tem idade pra ser meu pai, mas quem liga? Paul continua firme e forte, apesar do susto que deu em todo mundo no ano passado. Nem aparenta ter 73 e olha que ele NUNCA fez cirurgia plástica, nem pra corrigir a cicatriz que "ganhou" no lábio superior ao levar um tombo de moto em 1966...

2. Masaharu Fukuyama (Nagasaki, Japão. N: 6 de Fevereiro de 1969)




Foi um dos primeiros artistas de música japonesa que comecei a ouvir e gostar logo que cheguei no arquipélago, em 1998. Tudo por causa da uma novela que ele interpretava a música de encerramento, mas quando fui procurar o single da música...

Daí pra gostar do cara foi um pulo e mais um pouco... Em questão de pouco tempo, já estava procurando os álbuns "antigos" nas lojas de segunda mão. E logo eu descobri que Fukuyama não é apenas cantor e compositor - é fotógrafo, produtor, ator, radio personality... (aí o estrago já estava feito: não bastava ter os álbuns, mas também as revistas em que ele era o prato principal).

Confesso que assisti um ou dois doramas que ele protagonizou, mas se for quesito música e shows... Acho que passou um pouco com o primeiro da lista. O que admiro no Masaharu Fukuyama, além de ser lindo e talentoso, é que ele é esforçado no que faz.

O que me dava pena na época das enquetes da revista an-an era que, durante uma década, Masaharu era sempre o segundo lugar na preferência das mulheres. Assim como, em muita enquete que vejo em outras revistas - Oricon Style e no Goo -, a maioria ele fica em segundo lugar (inclui aí uma pesquisa pela revista an-an sobre "qual artista masculino você gostaria que fizesse ensaio seminu?"). E, por ironia, nesta lista ele também ficou em segundo, mas tenho explicação: comecei a gostar do moço entre 1998~1999...

3 - Sho Sakurai (Tóquio, Japão. N: 25 de Janeiro de 1982)




Eu acompanho o grupo Arashi desde que eles começaram como supporters para divulgar o Campeonato Mundial de Voleibol no Japão, em 1999. Mas só fui cair de amores pelo Sho devido ao dorama "Yoiko no Mikata" (2003), no papel de Taiyo Suzuki, um professor recém-formado e vai substituir uma professora de jardim de infância. Desde então ele tem um lugar (pra dividir com os dois acima) no meu coração de fangirl. E daí que ele tem nadegata (ombros caídos)? Ele é o típico rapaz que toda mãe quer pra genro - inteligente, certinho, organizado (até demais - só ele pra fazer um intinerário de viagem com hora marcada... no Excel!), gosta de crianças e de comida. O porém é o paradoxo que possui, como disse a Tathy - o que o Sho tem de inteligente, tem de bobo - quem vê ele todo sério no noticiário News ZERO, se espanta quando vê ele nos outros programas de variedades, que é completamente o oposto. Mas aí que está o seu charme.

E pensar que, ao mesmo tempo que provoca até hoje hemorragias nasais naquele ensaio seminu para a revista an-an de 2010, provoca risadas quando ele lembra desse ensaio e morre de vergonha.


4. Masaki Aiba (Chiba, Japão. N: 24 de Dezembro de 1982)




Também membro do grupo citado anteriormente, ele é meu ni-ban (o primeiro nem precisa perguntar, né?). No começo, confesso que não me chamou taaaaaaanta a atenção, mas foi com o passar do tempo que fui notando que ele não era apenas o mais bobinho do grupo. Com seu jeito peculiar de ser, Aiba consegue agradar todas as faixas etárias - ele co-apresenta um programa com animais, ensina como fazer tal produto e faz experiências usando o Sho Sakurai como cobaia, vide os antigos programas "G no Arashi" ou "Arashi no Shukudai-kun".

Apesar de seu jeito atrapalhado - bem natural -, não tem como não gostar dele. Mas também tem seus momentos de seriedade, como no teatro, nos doramas e no cinema. Sem falar que nas turnês mais recentes, está sendo responsável pelo design dos concert goods.

(Nota da autora: acho que só o Aiba fica bem usando calças no comprimento até o meio das canelas, o chamado "pescando siri", o que parece que virou uma de suas marcas registradas.)

5. Harrison Ford (Chicago, Il, EUA. N: 13 de Julho de 1942)




Confesso que comecei a gostar desse ator por causa da série Indiana Jones. Nos anos 80, quem não queria ser o Tom Cruise (por causa de "Top Gun"), queria ser o Harrison Ford por causa do filme "Os Caçadores da Arca Perdida". Eu nem sabia que ele também interpretou Han Solo na série "Guerra nas Estrelas" (isso porque só assisti o primeiro nos tempos da "Sessão da Tarde"). Apesar de eu ter assistido muitos poucos filmes dele (os três filmes da série "Indiana Jones", "A Testemunha" e "Blade Runner" - este último, ele no papel de Rick Deckard, impressiona), eu ainda continuo gostando dele, não somente por ser um bom ator, mas por conseguir manter sua vida privada longe da mídia e ser ativista sem ser polêmico.

Apesar do grande susto que deu recentemente, quando seu avião caiu e ficou ferido, felizmente recuperou-se e esteve no evento San Diego Comic-Con International, em julho deste ano (devido ao filme da série "Star Wars", onde retorna no papel de Han Solo.)

6. Michael J. Fox (Edmonton, Canadá. N: 9 de Junho de 1961)




Outro que também gostei muito na minha adolescência por causa da trilogia "De Volta para o Futuro" e na série "Family Ties" (no Brasil, era "Caras e Caretas"). Eu achava que Fox tivesse mais ou menos a idade do meu irmão mais velho, mas quando soube que, na época que ele fez o Marty McFly, estava com vinte e quatro anos, não acreditei. Sabe quando olha pra fisionomia da pessoa e logo diz "mas não parece"? Pois é...

Uma das séries que valeria a pena eu ver completo (porque assisti um episódio ali e aqui) seria o "Spin City", devido a sua atuação mesmo ele sofrendo de Mal de Parkinson, que descobriu quando tinha 30 anos. Ele atuou em algumas séries, incluindo tendo feito a dublagem dos dois filmes da série do ratinho Stuart Little (Fox fez a voz de Stuart), mas desde que assumiu que tinha a doença, passou a se dedicar a fundação que criou para pesquisas sobre a cura do mal que possui.

O seu primeiro livro - "Lucky Man" - ele conta como foi encarar a doença em tenra idade, a luta contra o alcoolismo e porque criou a fundação que leva seu nome.

No outono de 2015, será lançado o documentário "Back in Time: Back to the Future Documentary on Delorean", que marcará os 30 anos do filme original.

7. Koro-sensei (Lugar e data de nascimento ignorados)




PERAE, KIYOMI!!!! VOCE PIROU? MAL ENTROU NA VERSAO 4.5 E JA TA POSTANDO ABOBRINHA? WTH IS IT??? Calma que primeiro ninguém falou que teria que ser personalidade de carne e osso. Segundo, sonhar com personagem de desenho animado e/ou quadrinhos, nesse mundo do crush, vale qualquer coisa. Terceiro, deixa eu explicar o motivo.

Atire o primeiro gibi e/ou fita VHS/CD/DVD whatever, quem NUNCA sonhou em ser/casar com tal personagem de desenho animado e/ou história em quadrinhos. Confesso: tive muitos candidatos a marido, mas fica difícil escolher um. Pois é...

(Um dia destes, faço um post somente dos personagens de desenho animado/quadrinhos com quem eu casaria e/ou queria ser quando crescesse.)

O motivo de eu ter escolhido essa criatura em forma de polvo amarelo, de sorriso estalado na cara, sem-vergonha, o Koro-sensei, foi o fato de ele querer ensinar e ajudar os outros, mesmo sabendo que ele é o alvo dos alunos. Pra quem não sabe, este personagem é o protagonista do manga "Ansatsu Kyoshitsu", do mangaka Yuusei Matsui. Essa criatura destruiu a lua e deixou em forma de quatro crescente e, em um ano, fará o mesmo com a Terra, caso não matarem ela (a criatura). Mas impôs uma condição: que ele fosse professor de uma classe de terceiro ano ginasial, marginalizada e desprezada até pela própria direção da escola.

O que faz essa criatura ser especial, é que, apesar dessa aparência estranha, possui bom coração - que aprendeu a ter quando foi enganado pelo cientista que o usou para experimentos científicos. Sim, na verdade, Koro-sensei é um ser humano. Mas quem está acompanhando o manga vai entender, porque no anime e no filme ainda não chegou lá. Seja como for, o professor ensina grandes valores sobre a vida para os alunos que se sentiam derrotados.


Sunday, July 26, 2015

Quarenta e Cinco

Não é sempre que chegamos nesta fase.


Que eu consiga passar essa nova fase com saúde e mais dedicação. E reler a carta que meu eu aos 44 escreveu no ano passado...

Foto: da autora, tá no Instagram.

Sunday, July 05, 2015

32 anos (ou 17 anos e 180 meses?)

Dia 17 de junho, além de ter sido aniversário do namorido e da cidade onde nasci (além de muitas conhecidas também), foi do Kazunari Ninomiya, o membro do grupo Arashi que, além de cantar, tocar violão e piano, dançar, ele atua e gosta de pregar peças nos outros, especialmente nos membros do grupo que pertence, além de viciado em games, hamburger e Ohno *apanha*.

No Twitter, este ano, vi poucas hashtags do evento, fanarts e artigos, mas uma das fanarts que me chamou a atenção no Twitter, foi de uma pessoa que postou na Weibo (rede social da China) uma sequencia de fanarts do Nino, uma cronologia dos papéis que atuou, tanto na TV como no cinema.

Apesar que pode faltar um ou outro personagem que interpretou (lembrando que, dos cinco, Nino é o que mais atua, talvez perdendo pro Jun Matsumoto. Isso não estamos contando as pontas e participações especiais nos doramas de terceiros, bem como peças de teatro), a pessoa que fez essa sequência, lembrou até do primeiro dorama que Nino atuou.

Acho que no ano passado eu cheguei a comentar sobre os personagens que o Nino interpretou, mas nestas ilustrações faltaram alguns, mas os mais conhecidos e os mais recentes, a autora dos fanarts fez.


Tuesday, June 23, 2015

Paul

Que continue encantando o público com sua simplicidade em seus shows.


Foto: via twitter na conta oficial do Paul - "Out There Japan Tour 2015", Tokyo Dome.

(P.S.: Era para ter postado no dia 18, mas a vida real da autora nem deu...)

Monday, June 22, 2015

It's Only Love

Normalmente eu quase nem falo do namorido aqui neste Empório, mesmo porque ele é a pessoa que mais morre de vergonha nesse mundo. Mas engraçado que gosta de vida social, eu não entendo.

Desde que a gente se conheceu, dezesseis anos atrás, já passamos por muitas fases, altos e baixos, tudo que a gente possa imaginar. Se a gente está vivo e junto até hoje é porque a gente acredita que no final tudo vai dar certo, mesmo sendo uma coisa por vez.

Uma das coisas que admiro nele é dar a liberdade de fazermos nossas coisas particulares. Claro que temos nossas coisas em comum, mas também temos nosso lado particular, como ele ir nos eventos dele e eu nos meus.

Acho que só ele para aturar meus surtos quando vejo meus ídolos na TV, quando vou nos eventos do tipo Comic Market da vida, quando vou nos concertos...

Outra coisa que ele me ensinou foi agradecer pelo dia que se foi e poder acordar para enfrentar outro que segue. Só o fato de estar vivo e com saúde, faz com que a gente possa enfrentar os dragões nossos de cada dia. E' cliché mas a frase "o importante é ter saúde, porque sem saúde como você vai poder enfrentar a vida?", mas saúde é um fator que não é o forte dele, mas ele nem pensa nisso (mesmo ele se cuidando e tudo o mais), porque se ele pensar, provavelmente ele cai em depressão, e isso, ainda bem que ele nem possui.

Muitas pessoas acham estranho a gente não trocar declarações de amor melosas nas redes sociais, não postar tanta foto juntos, não mencionar sobre dia dos namorados, porque a gente nem precisa ficar mostrando pro mundo todo o quanto a gente sente um pelo outro. Bem, cada um tem seu jeito de demonstrar, uns mais espalhafatosos, outros mais discretos. A gente se encaixa no segundo caso.

O importante para nós é estarmos bem, vivendo em paz. Se a paz na casa e na vida terminarem, tudo termina. Mesmo se porventura não der mais certo, que seja de uma forma amigável (porque seria a coisa mais constrangedora nesse mundo terminar a amizade).

Seja como for, espero que complete muitos mais anos pela frente e que estejamos sempre um ajudando ao outro para superarmos os perrengues que passamos e seguir adiante com a cabeça erguida.




Sunday, June 14, 2015

Dieta só na Segunda-Feira...

Uns dias atrás, dia de minha folga, fui eu alimentar minhas acompanhadas, indo na famosa cafeteria Starbucks (ou como diz um amigo meu, "café da sereia", por causa do logotipo). Quem lê isso, pensa que vou todo dia, mas ledo engano - apesar que aqui em Kisarazu tem três lojas da rede, todas elas ficam um tanto distante de casa.

Mesmo se eu quisesse ir todo dia, eu enjoaria em três tempos. Tudo o que é em excesso, enjoa.

Voltando, toda vez que eu vou no Starbucks Coffee, é quase inevitável eu acabar pedindo alguma bebida sazonal. Porque os tradicionais já tomei todos, inclusive o Matcha Frappuccino, que até uns anos atrás eu evitava porque eu não gostava. E os sazonais, sempre trazem aquele "algo mais" que faz você voltar de novo antes que termine.

O lado ruim de quando você resolve experimentar os produtos sazonais é que, quando você gosta, quer mais e logo sai de cartaz. E sabe lá quando esse produto volta (se é que volta)!

Três dos muitos Frappuccinos sazonais que todo mês aparecem na cafeteria, mas nem sempre consigo experimentar todos (mesmo porque nem tenho condições pra isso)...

1 - Chocolate Crunch Frappuccino: Quando o Clube do Necessaire postou a informação de que essa bebida tem 1044 calorias, tinha acabado de tomar um tamanho venti (sim, esse tamanho comporta 590ml de bebida) e comido uma torta folhada de ricota com mel. Resultado: naquele dia, não consegui nem jantar alface.

A bebida é formada pelo frappuccino tradicional (gelo, leite e café do dia triturado), acrescentando biscotti (um tipo de biscoito italiano, que normalmente comemos mergulhado em café quente, deixando ele amolecido - sim, essa iguaria é bem dura), amendoas picadas, com cobertura de chantili feito de café, salpicado com lascas de cacau torrado e calda de chocolate.

Por ter o biscotti, para tomar, o canudo tem o diâmetro um pouco maior que os habituais.

Dica: se restar, obviamente coma com a colher. Porque o biscotti é picado de forma tão aleatória, que têm pedaços que não passam pelo canudo.

No Portal Mie, chegaram a comparar a quantidade calórica do Chocolate Crunch Frappuccino com sete latas de cerveja ou dois Big Mac!!!

Chocolate Crunch Frappuccino (venti size) e Honey Ricotta Pie. (Starbucks Coffee Kisarazu Mitsui Outlet Park)

2 - Fruits on Top - Yogurt Frappuccino with Crunch Nuts: Essa bebida eu tinha visto no Instagram da Gesiane (a outra viciada em Starbucks *apanha*) e justamente naquele dia eu estava no centro de Chiba. O que eu não esqueço, foi o fato de que naquele dia eu enfrentei uma fila de uma hora para poder comprar o meu, mas tinha muito lugar para sentar.

Esta bebida era consistida em leite, iogurte e gelo triturado, com cobertura de geléia de frutas (com pedaços de laranja, morango, pêssegos branco e amarelo), chantili e amendoas picadas. Quantidade calórica informada: 492 calorias na embalagem tamanho tall  (350ml).

Por conter iogurte e frutas na composição, o produto não era tão calórico nem "pesava" no estômago, mas não sei se era a geléia, achei um tanto doce demais (e olha que, pra quem costuma pedir o Dark Chocolate Frappuccino, que é bem mais doce que o habitual...) e meio que enjoativo pro meu paladar, tanto que eu experimentei uma vez só.

Mas para quem queria algo mais leve e não é fã de café, era uma boa pedida, pois o produto ficou dois meses nas lojas da rede. Mas teve lugar que já esgotou bem antes.

Fruits on Top - Yogurt Frappuccino with Crunch Nuts (Starbucks Coffee Sen Chiba Mall)
 3 - Caramel Sakura Chocolate Frappuccino: Esse sim, o mais procurado pelo pessoal durante os meses de fevereiro e março. Para celebrar o fim do inverno e a entrada da primavera, época em que as flores das cerejeiras começam a aparecer em todo o Japão, a rede costuma lançar esse produto, que caiu no gosto dos consumidores - tanto que acho que já é o terceiro ou quarto ano consecutivo que esse produto volta nessa época do ano. Mas a cobertura muda às vezes (teve ano que foi calda de chocolate, calda de morango, mas em 2015 foi calda de caramelo).

Não costumo tomar a versão quente, apesar que em fevereiro ainda está frio. Mas confesso que espero essa época do ano para tomar essa iguaria, pois eu acho bem leve. Vai a mistura de leite, chocolate branco e gelo triturados, e mistura a calda de flores de cerejeira, com cobertura de chantili tradicional e calda de caramelo, com lascas de chocolate branco com sabor de flor de cerejeira (é, foi isso que eu entendi).

Acharam a mistura estranha? Mas você sente bem o gosto de cereja, achei bem leve e nada enjoativo. E, para acompanhar, cherry blossom chiffon cake. Como todo mundo deve saber, o chiffon cake tem uma consistência muito leve (teve gente que disse que parece esponja, hahahaha), mas o gosto da cereja é bem marcante e não enjoa. Tanto que eu queria mais, mas o bolso não permitiu.

Na ocasião, as lojas da rede Starbucks puseram a venda tudo o que poderia imaginar com o desenho e cores das flores das cerejeiras - desde tumblers até café com a embalagem das flores. Inclusive os copos servidos eram desenhados com as flores, o que dava pena de descartar.

Acabei não comprando o tumbler nem mug cup por motivos de que eu tenho um monte de canecas em casa e só uso o mesmo, pra desespero de alguéns, e tumbler eu tenho dois, mas só uso um.


Caramel Sakura Chocolate Frappuccino e Cherry Blossom Chiffon Cake (Starbucks Coffee Lalaport Tokyo Bay)

Claro que antes destes, já experimentei vários, como o Matcha Chocolate Brownie Frappuccino (foi em 2014 e aí estou curando a minha aversão a matcha, assunto que abordarei em breve neste Empório), Almond Latte Crunch Frappuccino (foi neste ano, depois do Caramel Sakura Chocolate Frappuccino), Chocolate Orange Latte (foi em janeiro, mas foi a versão quente, não tinha Frappuccino deste produto)...

Postei somente os sazonais no meu Instagram, porque os "de sempre" muita gente conhece e estes nunca saem de linha. Referente ao valor calórico, eu confesso que nunca dei muita importância (o que eu tenho que tomar cuidado seria nos produtos que podem me dar alergia, mas por enquanto, não posso abusar do camarão, que me dá coceira no dia seguinte).

Muitos podem dizer que "ir tomar café em cafeteria de marca é só pra quem pode", eu entendo, mas de vez em quando, vale a pena. Porque a vida da gente aqui não fica restrito a trabalho e dor de cabeça, a gente tem que ter vida propriamente dita de vez em sempre.

Quanto ao assunto dieta...

Fotos: todas da autora via Instagram.

Lembrando que a opinião da autora não influi na opinião dos outros, porque gosto é pessoal. 

Não estou ganhando nada para informar sobre os produtos apresentados e/ou mencionados. Sigo a linha "provei e vamos fazer resenha para todo mundo saber".

Monday, June 08, 2015

Quando o ano passa muito rápido (a.k.a., Caramba!!! Já estamos em junho???)

Quando virei a folha do calendário, recebi notificação de novidade via e-mail e o clima começou a esquentar e chover sem aviso prévio, percebi que entramos no mês de junho.


"Já chegamos na metade de 2015 ... é isso!  - Sakurai" 


Entra ano, sai ano, eu sempre tenho a (péssima) mania de dizer que "caramba, o ano passou depressa demais" ou "Já chegamos em junho???". Quando chega julho, mês que eu completo mais um ano de vida, cheguei a dizer "o ano acabou"...

Sem brincadeiras, eu achei que este ano está passando muito depressa demais. Nem parece que quase dois meses atrás eu estava lá no Tokyo Dome no show do Paul. E num piscar de olhos.... entramos em junho!!!

Daí a gente para e pensa - que fizemos de bom na primeira metade do ano? No meu caso, tirando o fato de que estou trabalhando direto, ao ponto de até trabalhar aos domingos e dias de minhas folgas, o primeiro semestre foi bom - um live viewing, um concerto, cinema, eventos de doujinshi e ter começado a engordar o cofrinho, eu não posso reclamar. Muito.

Primeiro, ao menos quando eu quero, eu posso tirar três dias de folga em uma semana. Depois, o que me resta do pagamento após pagar tudo o que é preciso, dá pra comprar o que ultimamente andei querendo (leia-se: mangás, DVDs, CDs, produtos de beleza...), e ainda sobra pra juntar.

Agora, vamos que vamos enfrentar a segunda metade do ano...

Imagem: printscreen feito a partir do celular na página da J-web ~ cada semana um membro do grupo posta um recadinho na faixa, seja um lembrete de algum evento, show, lançamento de álbum, filme, whatever, mensagem de aniversário ou até coisas aleatórias...

Monday, May 18, 2015

Compartilhando Novidades


Recentemente, li um artigo do blog "Mulher Vitrola" (que eu leio ocasionalmente, dica da Lominha) sobre o motivo porque a autora não frequenta eventos blogueiros.

Recomendo a leitura: "A busca desenfreada do sucesso (e porque eu não vou mais a eventos blogueiros".

A última vez que eu participei de um evento do gênero foi há exatamente quatro anos atrás, quando os twitteiros brasileiros (e alguns japoneses) que moram aqui resolveram fazer um encontro a fim de nos conhecermos melhor pessoalmente (até então, a maioria era tudo virtual). Eu tinha ido a um anteriormente, em Tóquio, antes do terremoto de Tohoku, mas foi na semana do ano Novo, então, nem deu pra encontrar tanta gente como esperávamos.

Mas o encontro feito na cidade de Komaki (Aichi), reuniu a grande maioria dos twitteiros (e alguns blogueiros) e até hoje não esqueço do dia. Naquela época, para comunicar com o restante do pessoal que morava aqui quando ocorreu o terremoto em 2011, foi na base do Twitter (sim, a gente usava - e usa até hoje - naquela época), porque telefonar era inviável, mas a internet funcionava, apesar de ter ficado muito lento, mas funcionava. E foi através do Twitter que muita gente que morava quilômetros e quilômetros distante do epicentro, que puderam saber o que havia acontecido e, o mais importante, respirarem aliviados por estarem bem.

Depois disso, não lembro mais se teve algum outro encontro, porque se teve, infelizmente nem pude comparecer. Na verdade, uma boa parte dos brasileiros que moram aqui não possuem blog, e quem possui, bem... fica difícil eu descrever que tipo de assunto eles tratam, porque é um pouco de tudo (viagens, modo de vida, cosplay, dicas de beleza, cinema, diversão, receitas culinárias, curiosidades, etc.).

Eu entendo o real motivo de não ter esses eventos: muita gente mora muito longe, e quem mora na região, possui outros compromissos e nem sempre o dia de folga coincide com o de todo mundo. Mas se a gente resolve fazer, obviamente temos que fazer a divulgação nos principais meios de comunicação e sabemos que vai ter gente reclamando de que seria perda de tempo em fazer esse tipo de evento. Na verdade, quando fizemos, foi um encontro num restaurante, sem patrocínio algum. E quem bloga, só pensa em transmitir o que a gente acha de interessante e mais nada. Até onde sei, os brasileiros que aqui residem nem visam ganhar dinheiro com blogs. Somos daquela filosofia "vi, gostei, bora fazer resenha". Pelo menos os blogs que costumo seguir seguem dessa forma.

A maioria que bloga aqui visa apenas transmitir o que tem de interessante aqui, desde a visita de um lugar pitoresco até como participar de um evento de cosplay. Até fazemos resenha de um produto de beleza que pode prometer milagres, de um chocolate diferente, mas sem fins de ganhar $$$ como eu já cansei de falar.

Tenho este Empório há quase dez anos, e se eu quiser ganhar alguns trocados com isso, tem a alternativa de usar o AdSense e olhe lá, mas alguém me pagar pra fazer resenha de algum produto ou qualquer coisa que seja, aí, não. Eu posto conforme o momento. Ou daqueles dias em que "vi, gostei e vamos mostrar pros leitores". Eu sei que ultimamente estou em dívida com muita postagem, mas vamos combinar que, a gente aqui também trabalha direto e temos nossos afazeres, por isso que nossas postagens nunca serão diárias.

(Claro que eu admiro gente que posta tutoriais, gente que posta quase que diariamente e, principalmente, gente que posta resenhas sem fins lucrativos.)

Teve uma época que eu postava muito mais, aquelas que eu via algo novo e interessante, ia pesquisar e logo estava postando. Mas, depois de alguns problemas pessoais, eu passei a postar muito pouco, ao ponto de eu parar pra pensar se estava postando por postar ou postando porque eu gostava. Mas também já recebi cada indireta (em comentários em outros blogs) de que eu estaria sendo paga para postar sobre doramas e filmes que eu assistia, o que me deixou irritada, nervosa e desanimada tudo ao mesmo tempo.

Mas com o tempo, a gente faz a egípcia e segue em frente, porque gente que faz esse tipo de comentário, nem merece um pingo de atenção. E', eu sei.

Enfim, quando li o post do blog da Mulher Vitrola, eu parei para pensar sobre esses eventos. Mas não cabe o nosso caso, entre o pessoal que bloga aqui. O nosso intuito seria postar o que para muita gente seria novidade. Não era pra isso que os blogs servem? Informar, divulgar e compartilhar?

Não sei vocês, mas ainda sou daquelas que vejo algo de novo/interessante/legal e quero mostrar pra todo mundo. (Mesmo que custe algumas críticas destrutivas em comentários alheios, mas a gente fica triste na hora, se acalma, tira a poeira e não vamos desanimar, porque gente assim quer ódio pra cultivar o coraçãozinho, se é que tem coraçãozinho, né?)




Wednesday, May 13, 2015

Maio



Fazem dezessete anos que vim parar aqui e dezessete anos que passo o segundo domingo de maio longe de minha mãe. Eu bem que ultimamente tento retornar para um mês de merecidas férias, mas sempre acontece algum imprevisto que me impede de fazer isso.

Seja como for, eu não lembro de minha mãe somente em dias especiais, mas todos os dias - embora eu telefone para ela uma vez por mês por questões de algo chamado... economia!!! Explicando: quando cheguei aqui no Japão, em 1998, na época, ligação internacional era caro pra caramba. Então, eu telefonava pra minha família uma vez por mês e quando não muito, duas, no caso de extrema urgência. Se eu telefonasse mais de duas vezes no mês, era fatal a pergunta: "Aconteceu alguma coisa???"

Apesar dessa distância geográfica, eu sempre lembro da minha mãe como se ela estivesse ao meu lado. Qualquer coisa que eu vejo, faço e até falo, lembro dela. Desde os panos de prato feitos de saco de farinha alvejada com barradinho de crochê (e o primeiro que falar que é coisa brega, vai levar uma chibatada com esse pano, viu?), até certas superstições (ou hábitos, que seja), como não comer frango na véspera do ano Novo.

Mas se meus pais estivessem morando aqui (não necessariamente no mesmo teto), além das conversas cotidianas, as broncas seriam as mesmas. Aquelas broncas típicas de mãe, sabem? E talvez com algum upgrade. Ah, sim. A hora do almoço, o pão de ló (que até hoje eu nunca acertei fazer igual), a farofa de abobrinha e a torta de sardinha com tomate.

A macarronada de domingo, fazer compras no supermercado e ficar pesquisando o melhor preço (nem preciso dizer de quem eu peguei esse hábito), assistir filme (minha mãe nunca foi chegada em novela), regar as plantas, os afazeres domésticos.

Eu sei que às vezes as mães exageram (um pouco), mas se tem algo que minha mãe sempre deu apoio foi na escolha de nossas decisões quando entramos na fase adulta. Embora a gente sempre teve aqueles altos e baixos na vida e as broncas merecidas. Na hora a gente acha ruim, mas depois a gente cai na realidade e "ela estava certa".

Hoje, mais do que nunca, eu valorizo muito mais o que minha mãe fez (e ainda faz) por mim e pelos meus irmãos. Embora a gente já tenha passado da casa dos "enta" (exceto meu irmão mais novo, que ainda está entrando nos "inta"), tudo o que ela nos ensinou, continua sendo válido. E toda vez que converso com ela, nem ligo se fico uma a duas horas no telefone conversando (e ela: "Vai sair caro essa ligação"), mas só de saber que estão todos bem e com saúde, eu agradeço por esse dia.

E uma das coisas que aprendi com ela é que, temos que agradecer pelo dia que passou, sinal que estamos vivos, por mais que o trabalho seja ingrato, que o dia nem foi tão bom assim, mas o fato de poder dormir e acordar para mais um dia, seria o suficiente.

E saúde também - sem saúde, sem vida.


Feliz dia das mães, 24 horas por dia, sete dias na semana, 365 dias no ano.

Imagem: do FB na timeline da minha amiga Cintia "Lina Style".

Monday, May 11, 2015

Pretty (Wo)men...?!

Uns dias atrás tanto no site The Doramas como no FB, eu havia me deparado com essa foto...

Septeto novo na parada, as Canjani Eito!!! (Esquerda pra direita) Kurako, Yasuko, Nishikiko, Subako e Yokoko. (Atrás): Maruko e Murako. (foto cr: kanjani LJ)

Thursday, May 07, 2015

Instagrando por aí... ~ Especial Sakura

Eu sei que era para ter postado no máximo em abril, mas foi um mês tão corrido que, quando eu tinha meu dia de folga, eu tinha outras coisas pra fazer. Enfim, quando chega a primavera, as flores se abrem depois de um longo inverno.

Sunday, May 03, 2015

"Out There Japan Tour 2015" ~ Tokyo Dome, 27 de Abril de 2015

(Mais conhecido como "The Revenge Tour")

Ainda estava me recuperando do baque que eu e mais de 200 mil fãs tivemos no dia 17 de maio de 2014, quando no final de janeiro, recebo no LINE a notícia...

Wednesday, April 29, 2015

Cada Ingresso conta uma História...

Acho que nos últimos dez anos fui em muitos concertos do que eu não fui quando eu era uma estudante universitária semiperdida no campus.



Desde 2006, fui em 10 concertos e dois eventos (live viewing não coloquei aqui porque foi no cinema). Eram para ser onze, mas infelizmente um foi cancelado. Como consegui essa proeza (ou doideira, como queiram), vou contar pra vocês, mas aviso que o post vai ser looooooongo....

Wednesday, April 15, 2015

Thursday, April 02, 2015

Fã Clube

Toda vez que eu tentava ir no show/evento do Masaharu Fukuyama, tinha gente que me perguntava se eu era membro do fã clube dele. E quando eu respondia que ainda não, ninguém acreditava...

MAS COMO???

Tuesday, March 31, 2015

Redes Emanharadas

Não está sendo fácil entrar em qualquer rede social e fechar a janelinha com um misto de raiva, decepção, tristeza e vontade de espancar o primeiro pela frente (o que nem valeria a pena). 

Sempre tive a idéia de entrar em rede social ou blog x, y ou z e me entreter, ter algum informação legal, espairecer a cabeça depois de um dia (ou uma semana, tanto faz) de um trabalho penoso. Bem, isso há alguns anos atrás, porque de uns tempos para cá, de dez artigos que eu tento ler, pelo menos metade deles são de ódio, de protesto, de raiva, de chorar (literalmente, mas vai da interpretação de cada um)...

Eu não sei o que acontece na mente desse pessoal, porque qualquer coisinha que comenta, pra começar uma Terceira Guerra Mundial basta apertar um botão. Num tópico qualquer que seja, obviamente vai ter uma parcela de gente que vai discordar e vai ter outra parcela que vai concordar. Ainda se o argumento fosse válido... Mas nãão... só falta sair na facada mesmo. Sabe do tipo as batalhas na história do Rurouni Kenshin? 

Daí se a gente fala que essas pessoas estão exagerando, vêm dizer que somos um porre. Da mesma forma que elas não concordam com isso, a gente também tem o direito de não concordar com o ponto de vista delas. E quando isso acontece, começam os discursos cheio de "moral" e que somos obrigados a concordar com elas. 

Existem pessoas que realmente a gente nem pode discutir, que seria uma perda de tempo. Nem comento mais nada nas redes sociais sobre muitos assuntos porque não existe mais aquela discussão saudável dos tempos em que existia o Fórum das Garotas Que Dizem Ni ou o Fórum Beatles Brasil, que a gente discutia, zoava mas todo mundo ficava na paz e amor. Um ou outro era um porre mesmo, mas a gente relevava. Mas hoje, nem dá mais pra fazer isso. Se esses dois fóruns ainda estivessem ativos, eu nem saberia dizer se iríamos continuar ser os mesmos.

Porque seríamos chamados de reacionários, elite, retrógrados, preconceituosos... 

Porque realmente, nem sei mais o que acontece com as pessoas, a tolerância esvaiu-se como fumaça.

E eu pergunto: vocês compram esmalte pela cor ou pelo nome?






Monday, March 30, 2015

[Promotion Video] "Sakura iro maukoro" ~ Mika Nakashima (2005)

"Sakura Iro Maukoro", single de fevereiro de 2005 da cantora Mika Nakashima, é tida como uma das mais bonitas baladas, especialmente em se tratando do tema "Sakura Songs".

A letra é sobre o amor da primavera que, tal como as pétalas das cerejeiras, dançam no ar. Mas o que também chamou a atenção na época (e até hoje) foi o promotion video.

Durante a música, é contada uma história de amor de duas crianças, que tinha como fundo uma cerejeira, que foi testemunha de todas as passagens da vida delas até a adolescência, quando o casal acaba se separando devido a mudança da menina para outra cidade, deixando o rapaz solitário e sua única lembrança é a árvore.



O piano que está na capa do single é o mesmo que Mika toca durante o promotion video. O cenário onde se passa a história das duas crianças com a cerejeira, estava em cima desse mesmo piano.


A animação, feita com bonecos, e filmado quadro a quadro, dá um tom mais nostálgico na música.


O single foi lançado no dia 2 de fevereiro de 2005 (e sua versão analógica no dia 16), ficou em quinto lugar na Oricon. Embora tivessem várias músicas com o tema das cerejeiras, dizem que foi a partir desta música que deu maior ênfase ao "Sakura Songs", devido a música trazer o vídeo que representou melhor "a passagem das quatro estações do ano contando uma história de amor".

A música está no álbum de estúdio "MUSIC", lançado em março do mesmo ano e nas coletâneas "BEST" e "TEARS". Ganhou versões de cantores como Ryoko Moriyama e Hideaki Tokunaga (vide álbum "VOCALIST 6", série em que Tokunaga interpreta músicas em que somente mulheres cantaram).

Em 2013, foi usada a versão "natural" para o comercial da Kanpo Senmei.

Nota da autora: infelizmente não consegui encontrar o PV inteiro, portanto somente duas cenas que encontrei na net. Talvez encontrem no site PV Sites mas não são vídeos do YT. E também queria encontrar os dados de quem fez o vídeo, mas nem o Commercial Photo, revista que traz sobre CMs, PVs e anúncios, encontrei. Se alguém encontrar, por favor, informem-me.

Sunday, March 29, 2015

J-Pop e Anime

Assim como muitos comerciais aqui no Japão usam músicas de artistas conhecidíssimos da j-pop como música de fundo (uma forma de divulgar o artista também, atire a primeira lata de bebida quem nunca comprou um single do artista só porque ouviu no comercial e gostou. Recomendo conferir o blog do fmass, o CM's Japan, que ele traz as novidades), no mundo anime a coisa não muda muito.

Monday, March 16, 2015

Coisas Aleatórias

Sério. Até hoje sempre associo biscoito aquele que é doce e recheado e bolacha, aquele de água e sal ou cream cracker. Se colocam essa questão pra qualquer um, vira discussão, na certa. De qualquer forma, vou comer do mesmo jeito.

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Uma vez postei sobre "Por que você não assiste/assistiu j-dorama?", que foi o meu ponto de vista sobre os motivos de não ter assistido ou não vai assistir - desde "não gostei do enredo" até "odeio tal ator/atriz". Passado alguns anos, percebi tardiamente que muito me deixei levar na opinião alheia. Moral da história: assiste se quiser, mas se não quiser, fica no seu canto e deixe quem gosta assistir.

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Twitter foi a rede social que mais me ajudou no dia 11 de março de 2011 quando fiquei impossibilitada de usar o telefone. Felizmente, a internet funcionava (mesmo com uma certa demora no envio/recebimento de dados), mas era o que dava para ficarmos atualizados no que realmente tinha acontecido naquele dia. O que o Twitter e outras redes sociais ajudaram a unir e conhecer as pessoas (conheci muita gente legal desde então), hoje tenho a impressão de que está ajudando a dispersar.

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Por mais que as opiniões alheias sobre um assunto que eu gosto ferem em mim, aprendi a tolerar. Afinal, ninguém tem a mesma opinião que a sua e vice-versa. Da mesma forma que minhas opiniões possam desagradar outras pessoas também.

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A gente costuma reclamar de falta de tempo pra isso ou aquilo. Acabo lembrando de uma coisa que um ex-colega dos tempos de faculdade disse "Tempo a gente não tem, a gente arranja". No que eu consigo algum tempo livre, sempre aparece algo inesperado.

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Perdoem-me, mas comeback pra mim é o que a banda japonesa Southern All Stars fez: quase 10 anos sem lançar álbum inédito, final de março sai um novinho. Isso porque nos dois anos anteriores, lançaram dois singles e voltaram aos concertos depois de cinco anos de ausência (ok, em 2011 eles se reuniram para o projeto do Team Amuse na música/promotion video "Let's Try Again"). E o melhor: não perderam fãs e ganharam novos.

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Nunca é tarde para aprender algo novo. Inclusive gostar de matcha.

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Existem assuntos muito óbvios que nem postei recentemente, como o Dia Internacional da Mulher e 11 de março, 4 anos depois. Porque sei que vai dar no que falar, e mesmo porque muita gente postou sobre o mesmo assunto. E li cada comentário que eu fiquei horrorizada.

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Março e Abril, temos os conhecidos festivais - o Honen Matsuri no templo Tagata, na cidade Komaki (Aichi) e o Kanamara Matsuri em Kawasaki (Kanagawa), respectivamente. Ambos o mesmo tema: fertilidade, saúde e vida longa. Se acessarem as páginas a respeito, vão entender. E se eu for neste ano, em Kawasaki (geralmente no primeiro domingo de abril), foto vai ter, mas se vou postar aqui, posso correr sério risco de ter este Empório fechado mesmo justificando que se trata de uma manifestação cultural e secular.

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Alguns animes por mais estranho que sejam, no fundo trazem uma lição para a vida. Um que comecei a assistir por culpa da curiosidade do filme que vai sair, é "Ansatsu Kyoshitsu" ("Assassination Classroom" em inglês ou "Classe do Assassinato", tradução livre). Uma criatura  enorme de cor amarela, que mais parece um polvo, além de ter transformado uma lua em quarto minguante (ou crescente, como está na tradução), resolve dar aulas para uma classe discriminada pela própria instituição de ensino. Ao mesmo tempo que os alunos tentam matar o professor, este dá várias lições para a vida (do tipo: professor não somente ensina mas também educa).

Dá até pena de matar uma criatura tão doce como esta.


Imagem: site ZKai, escola preparatória no Japão. O personagem Koro-sensei, do manga "Ansatsu Kyoshitsu" tornou-se professor-propaganda devido a sua popularidade (mesmo ele sendo o alvo dos seus próprios alunos, que ao mesmo tempo querem matá-lo, aprendem muitas lições com o professor).

Monday, March 09, 2015

Caligrafia

De alguns dias para cá, no Instagram, postaram fotos de uma frase escrita à mão e com a tag  #aletradaspessoas. Lembrei de um tema de uma postagem coletiva que consistia em fazer uma postagem escrita à mão e postar no blog (devidamente escaneada, claro), o que achei interessante, mas eu fazer que era bom... (meu scanner foi desta pra melhor e até hoje estou procurando um que preencha boa parte dos meus requisitos, o que vai demorar um pouquinho)

Faz muito, mas muito tempo que não escrevo tanto o quanto eu deveria, e quando eu faço, ou é pra fazer alguma tradução ou quando pego para estudar língua japonesa (sim, eu tenho que anotar tudo o que eu tento aprender, porque olha...), e minha caligrafia sai que é uma maravilha, que depois eu tenho que tentar decifrar o que eu escrevi.

Uma das coisas que eu costumava fazer e hoje quase nem faço mais é escrever cartas. Eu chegava a escrever cartas de duas a três folhas (frente e verso), hoje se é um telegrama é muito.

Talvez essa postagem coletiva no Instagram tenha algum propósito: o da gente voltar a ter o hábito de escrever, não digitalmente, mas usando lápis ou caneta e papel para expressarmos o que sentimos, o que queremos ou até fazer listinha de supermercado.


Foto: Da autora, via Instagram

Saturday, March 07, 2015

Algumas Curiosidades dos Membros do Johnny's Jimusho...



Já que o povo AMA pegar no pé dos membros dessa agência mais famosa (em todos os adjetivos possíveis) do Japão, dizendo que eles não têm nada no cérebro, então vamos lá.

Tuesday, March 03, 2015

Instagrando por aí... [6]

Ultimamente não ando postando como eu gostaria de fazer no Instagram, mas o pouco que consigo captar quando estou em meu dia de folga (ou não), gosto de querer compartilhar com os demais, porque, nunca se sabe se vai acabar gostando também.

A gente acaba postando aleatoriedades, ou algum desafio, que seja, mas cada imagem a gente acaba descobrindo seu significado que fica na lembrança. Mas confesso que sinto falta de montar albuns, ou seja, fotografar, revelar e pregar no álbum, e, se eu fizer isso com as fotos que andei tirando, haja tinta pra imprimir...


Recentemente fui para Yokohama, e de onde moro para lá, aconselho ir de ônibus intermunicipal. Se uma viagem de trem leva cerca de duas horas, de ônibus leva a metade do tempo, até mais (cerca de 50 minutos). Como temos o Aqua Line para encurtar o caminho, a gente acaba vendo paisagens como essa.

Ok, está meio escura porque tinha uma janela entre eu e a paisagem.


Quem pensa que eu não me cuido, ledo engano. Costumo comprar produtos naturais para hidratar a pele, cuidar dos cabelos e da minha saúde. Chega a primavera, junto chega o kafunshoo (polinose) e eu sofro com isso anualmente. Por mais que eu me cuide, não tem jeito, então, pra amenizar as crises, uso colírio próprio para diminuir a coceira nos olhos, descongestionante nasal e, recentemente, descobri um creme que promete bloquear a entrada de polen via fossas nasais. Mesmo assim, eu não deixo de usar máscara. O creme - Ohana no baria - é de uso pessoal e intransferível, pois você aplica o creme diretamente do tubo para a entrada das narinas. O aroma de lavanda é agradável, pelo menos para mim deu uma melhorada. Mas tenho que aplicar cinco vezes no dia.

Fazem três anos ou mais, não lembro, que eu uso os produtos da marca inglesa LUSH, feitos com produtos naturais e testados em seres humanos (eles são dermatologicamente corretos). O creme de limpeza facial "Angels on Bare Skin" para mim deixa a pele naturalmente seca (no inverno ela fica extremamente seca, chegando até a descascar) e macia. Um pote pra mim dura um mês e olha que uso duas vezes no dia. O xampu em barra "Soak and Float" cheguei a comentar aqui: eu tive um problema de xampu e condicionador que me causou caspa e coceira. Passei a usar esse xampu (resenha no blog Clube do Necessaire) e o resultado foi excelente. Não se assustem com o cheiro, no cabelo não fica.



Momento gastronômico: é sair com azamiga que dá nisso - termina ou começa sempre com comida. Desta vez, fomos no IKEA de Minamifunabashi (ao lado da loja de departamentos Lalaport Tokyo Bay) e confesso que eu exagerei. Mas compensa e vale a pena. Mais uma ida e farei uma resenha sobre o lugar (porque ir na hora do almoço de domingo, é uma catástrofe).


A vida é dura, talvez feliz - quem assistiu a série "PIKANCHI", estrelado pelos cinco rapazes do grupo Arashi, sabe o quanto a juventude é a melhor fase da vida mas também a mais sem vergonha. No terceiro (ou 2.5) filme da série, os cinco jovens moradores do megaconjunto habitacional Yashio, se reunem por um motivo muito especial. Mas antes, relembram o que fizeram durante os oito anos que estiveram longe um do outro. O filme passou somente em cinco lugares no Japão, e quando saiu o DVD/Blu-Ray, foi logo sendo o mais vendido da semana.

Quem comprou a edição especial, um DVD bonus contendo comerciais, os bastidores das filmagens (que levou um mês para ser feito), embalagem especial, booklet com pop up (como na foto). Aconselho assistir os dois primeiros filmes senão vai entender metade da trama (porque traz flashbacks e cenas dos filmes anteriores).

Sem falar do marketing que normalmente a maioria dos filmes e doramas costumam colocar no meio da história (forma discreta de divulgar o produto da marca que patrocina e/ou o artista faz comercial), como os eletrodomésticos que Chu vende na loja YodoCherryBic e a operadora de celulares que os cinco utilizam (inclui a marca do aparelho, que aparece na maior cara de pau).

Pra descontrair, vale a pena.


A rede de cafeterias Starbucks mensalmente traz seus produtos sazonais. Um dos que faz maior sucesso, é o Sakura Frappuccino e Sakura Latte. Desta vez, os copos vêm decorados com pétalas de cerejeira e seus produtos - mug cups, tumblers e garrafas térmicas - idem.

O chiffon cake de sakura faz sucesso: macio e fofo e com sabor de cereja. Pena que é limitado e dura pouco (condiz com as cerejeiras: sua floração dura pouco também).



Goods limitados do Daikanshasai do Masaharu Fukuyama a venda durante a exibição do Fuyu Daikanshasai sono 14 ~ Hotel de Fukuyama III nos cinemas. Na Toho Cinemas que fui, em Minamifunabashi, metade de uma prateleira era dedicada aos goods que foram vendidos nos locais onde ele fez os concertos. Desde bags, toalhas, até acessórios que usam em hotéis, como necessaire, mascara para dormir e meias.

Se eu soubesse, eu teria me preparado financeiramente, porque a necessaire é simples, mas muito bonita (acabei comprando foi a bolsa).

Ah, sim. Fui no live viewing que foi exibido na maioria dos cinemas do Japão em tempo real.


Por do sol em Kisarazu. Muito difícil eu fotografar algo após a saída do trabalho, mas essa visão achei interessante e ...


Obento box que comprei. Preciso parar de comprar o guardanapo só pra fazer conjunto, porque eu tenho mais de meia dúzia e uso dois. E nem tenho mais o bentobako do conjunto...


Brooklyn Jar, Mason Jar, vidro de azeitona, palmito, que seja. Esse eu comprei na promoção da Mister Donut - compre o jarro + dois donuts = beba o que quiser, coloque salada de sua preferência, use como pote de geléia (já que vem duas tampas - um com furo para colocar  o canudo que vem junto e o normal), o que sua imaginação permitir.

"Ah, mas é modinha". Que seja, mas pelo menos eu tenho um pote a mais para guardar as conservas e geléias que de vez em nunca costumo fazer.


Nos meses de janeiro e fevereiro, aos sábados, a famosa ponte Nakanoshima Ohashi foi cenário para um festival dedicado aos namorados e casais. Na verdade, a ponte era conhecida como "a ponte dos namorados" e, devido ao Valentine Day chegando, fizeram um evento especial. Na estação de Kisarazu, fizeram um lugarzinho para quem quiser tirar foto...



Na estação de Kaihin-Makuhari (linha JR Keiyo), além da loja de importados KALDI, tem uma livraria e cafeteria para matar o tempo enquanto espera o trem. A rede de conveniência Newdays, junto com a livraria Mirai, além de vender comida e livros, temos a parte de papelaria e decoração de interiores. Quem quiser levar uma lembrancinha de última hora, temos a parte de suculentas, plantas para espaços limitados, produtos de aromaterapia, etc.

Aquelas que até hoje fica enrolando para comprar algumas mudas de especiarias para a cozinha.