Friday, October 23, 2015

Cada um sabe o que faz



Uma das coisas que estou evitando ao máximo nas redes sociais (mais no FB), seria comentar sobre algo que li. Não sei vocês, mas leio cada coisa que fico pensando o que aconteceu com a humanidade. Claro que felizmente existem pessoas bem sensatas que ainda dá uma luz para que a gente ainda acredite que nem tudo está perdido nesta vida.

Por que muitas vezes (numa porcentagem de 99%) de tudo que eu leio nas redes sociais eu não comento? Do jeito que as pessoas andam de pavio curto, mandar pro inferno seria até o mais leve dos xingamentos que conheço. Se bem que eu também não posso falar muito, porque quase perdi a compostura em alguns artigos que li. Não xinguei nem usei palavras de baixíssimo calão, mas o modo que comentei possa ter afetado as pessoas, vai saber.

O mesmo acontece em alguns blogs que leio - comento no que eu acho da forma mais pacífica possível, porque antigamente (uns quatro ou cinco anos atrás, vai) eu perdi a esportiva em alguns comentários e, bem, hoje nem comento mais nada. Como diz a Tathy (do Tathy no Me), só observo.

Mas que dá vontade de responder, ah isso dá.

Com o tempo e muitos puxões de orelha depois, eu parei para pensar sobre muitas coisas. Especialmente a parte de gostar ou odiar algo, no âmbito de música e tevê. Hoje estou mais tolerante para muita coisa. Posso até não gostar, mas tento encontrar algo de bom nisso. Além do mais, tem gente que goste como tem gente que não goste do que eu gosto, mas se respeita, dá pra manter tudo numa boa.

Isso eu aprendi muito conversando com alguns amigos meus, principalmente no assunto sobre ídolos, idolatração e como a gente pode conviver com isso sem ficar de mal. 

"Pode até não gostar, achar ridículo, coisa e tal, mas procure respeitar que gosta, porque essa pessoa pode não gostar do que você gosta, mas se ela te respeita, prevalece a amizade acima de tudo." 

O que aconteceu de eu ter me afastado (e ser afastada também, como consequência) de muita gente, foi justamente por esse tipo de comportamento que tive alguns anos atrás. Não posso culpar minha situação na época, mas foi algo que possa ter agravado isso tudo. Felizmente existem pessoas que me aceitam como eu sou e eu aceito elas como elas são, porque o respeito entre a gente é muito grande.

Sobre algumas coisas que andei lendo ultimamente, eu procuro comentar - em off - com as pessoas que sei que posso confiar, porque mesmo se discordarem, ninguém fica de cara virada nem sai gritando por aí.

Ninguém é igual, ninguém é perfeito. Mas também isso não justifica ficar xingando e plantando ódio na sociedade. Pô, a vida já não anda fácil pra ninguém, e ficar trazendo coisas ruins, só faz piorar muito mais. Até parece que ser feliz virou ofensa.

Bem, cada um sabe o que faz, procura ser feliz da forma que achar melhor, mesmo plantando discórdia, porque quando colher os frutos...

E lembrando um trecho da música dos Beatles, "We Can Work It Out" - "A vida é muito curta e não temos tempo pra briga e discórdia, meu caro."


Sunday, October 11, 2015

Instagrando por aí... [8] ~ Momento de consumismo consciente




Voltando à série, eu ultimamente saí muito pouco, especialmente em setembro porque mais trabalhei que folguei, e quando folguei fiquei de molho. E por aí vai, coisas da vida. Mas como a gente não é de ferro, vamos ao que andei registrando e postando no Instagram para desespero de muita gente.

Saturday, October 03, 2015

[Roteiro Gastronômico] Sennen no ki ~ Factory and Cake



Baumkuchen ou "bolo árvore", porque parece um toco de árvore, com direito aos anéis que indicam a idade da mesma, quando cortada. Esse tipo de bolo é típico da Alemanha (embora dizem que a origem tem controvérsias...), confeccionado em um rolo. Conforme vai assando uma camada, logo coloca mais uma camada de massa e assim por diante. Depois de assado é cortado em fatias.