Thursday, March 31, 2016

[TAG: Instagrando por aí...] The Fabulous Project - Março (Parte 1)

Continuando a blogagem coletiva no Instagram, o #thefabulousproject da Lominha (vide aqui) de março, até que estou conseguindo deixar quase em dia. Apesar de eu ter começado meio atrasada, o projeto vai bem. Inclusive, com a hashtag #thefabulousproject, a gente acaba descobrindo outras fotos interessantes.



Muitas vezes fico me perguntando porquê algumas pessoas aleatórias acabam curtindo minhas fotos no Instagram - a maioria são todas via celular mesmo, o meu não é um iPhone de último modelo, sou daquelas "gostei, já estou batendo a foto" e muitas vezes a foto sai mais desfocada que minha visão sem óculos.

Seja como for, eu também acabo curtindo algumas bem aleatórias porque acho interessante, bonita, inspiradora. Ou porque gostei e acabou, vai entender...

Aqui, estou postando do dia 1 a 15 de março, porque nem todo mundo possui o aplicativo. Acho que teve dois dias que nem postei por motivos de que: choveu e esfriou que nem tive coragem de sair de casa.

Dia 1 - Alegria.


Sempre costumo dizer que, só o correio não me entregar contas pra pagar, já fico contente. Um dia antes do projeto começar, recebi pelo correio o panfleto do FC do Arashi, edição de inverno, cuja assunto da capa era a turnê "Japonism", que aconteceu no ano passado (eu fui no show em Nagoya). O panfleto, que é exclusivo para membros do FC, traz além do assunto da capa, ARS Times (reports do show), artigos individuais e a coluna que os cinco se revezam, o "No Freedom, No Arashi!?", que seriam fotos particulares e comentários. Embora o panfleto chegue 4 vezes no ano, só de receber já ganho o dia.

Dia 2 - Chaves.



Muito embora o correto seria a chave propriamente dita, acabei dando mais destaque nos chaveiros que prendem UMA chave (a de casa). Embora eu tenha alguns chaveiros (comprados e ganhos de presente), dois continuam sendo os meus favoritos. O da inicial do meu segundo nome, ganhei quando fui na Tokyo Disneyland, em 2001 (ironia: moro a quase uma hora de Tokyo Disneyland e até hoje não voltei) e o do Snoopy, comprei na loja que fica dentro do Queen's East de Yokohama, acho que foi em 2007, não lembro...

Dia 3 - Compras.


Ultimamente ando pensando mil vezes antes de comprar. Fico nas perguntas "eu vou usar?", "vai ser útil?", porque a vida não anda fácil pra ninguém. Existem itens que compro de vez em nunca, como top coat para unhas. Tenho sério problema de unhas quebradiças, e quando resolvo fazer as unhas, tenho que passar a cobertura, senão as unhas lascam e o esmalte não dura dois dias (porque uso luvas de silicone e mesmo trocando a cada intervalo, as pontas ficam como se fossem craqueladas, coisa linda -sqn). Por enquanto o top coat da Kosè, da linha Nail Holic, está resolvendo em partes esse meu drama. Consistência em forma de gel, não custa caro e a linha de esmaltes e brilhos está sendo um dos preferidos da mulherada aqui. Encontra nas farmácias e supermercados facinho, facinho.

No final do mês de fevereiro, na loja de departamentos SOGO/Seibu em Chiba, teve uma feirinha somente com produtos de Kumamoto (terra natal por parte paterna), com muita comida e muita lembrancinha, especialmente com a imagem da mascote fofa do Kumamon. Na parte gastronômica, comprei alguns doces (devidamente devorados antes da foto), uma ecobag (dobrando, ela cabe no bolso do desenho do urso) e um mini estojo, que serve para guardar miudezas.

No início de março, soube que o manga "Ansatsu Kyoshitsu" estaria na reta final, ou seja, o final da saga do polvo amarelo terminaria quase no mesmo dia em que o filme entraria em cartaz. O volume 18 traz a aventura na estação espacial, as férias de inverno, dia dos Namorados e exames finais. O próximo e derradeiro volume, só terei no início de abril.

Dia 4 - Café.



Por mais que eu tente diminuir, muitas vezes a vontade é maior. Eu sou uma viciada em café, ao ponto de, se deixar, eu bebo um litro num dia inteiro, sem pensar. Sei que pode me fazer um mal danado, essas histórias todas, mas eu sei que é problema somente meu.

Sigo no FB a página da japonesa radicada nos Estados Unidos, Ryoko Ikeda - "I Love Coffee". E numa de suas postagens, chamou-me a atenção de um grupo que tem no Instagram que se chama ABC Coffee, que traz a lista de cafeterias cadastradas e que podem oferecer diversos tipos e formas de servir café, no site Japan Craft Coffee Shop Ranking. Uma das cafeterias fica perto de casa - o Nozy Coffee.

Experimentei o Cream Cheese Coffee (sim, vai cheese cream, aquele que a gente usa pra fazer cheese cake). Pra falar a verdade, achei que ficou meio amargo, mas tenho que admitir: existem outros lugares que nem só de café da sereia vivemos.

Dia 5 - Colorido.


Teve uma época que eu comprava caneta de tudo o que era cor, e se a caneta com tinta preta tivesse um modelo que eu achava lindo (como do Snoopy e da Hello Kitty, por exemplo), já estava no porta lápis pra ser usada. Até hoje costumo usar canetas coloridas para destacar o que escrevo enquanto estudo (sim, nas horas vagas e de folga, eu estudo japonês e tento traduzir alguns artigos em revistas), para ver ser consigo memorizar melhor. Além de deixar o caderno um pouco mais alegrinho. O porém é que, com o passar do tempo, encontrar a carga dessas canetas tornou-se mais difícil ou nem existem mais, como aconteceu com as canetas que comprei no cinema (Hello Kitty X Rurouni Kenshin, Miracle e Ansatsu Kyoshitsu). Ultimamente uso muito aquelas canetas que dá pra trocar a carga que se encontra na maioria das papelarias daqui, como os da Pilot e Pentel.

Dia 6 - Janela.


Visão de onde eu trabalho. Mas logo essas árvores sem folhas estarão repletas de folhas verdinhas e flores cor de rosa.

Dia 7 - Viagem.


Aeroporto de Haneda, visto do deck do observatório que fica no último andar. Muita gente costuma passear para ver os aviões decolarem e aterrissarem (alguns para verem que desenho os aviões possuem na fuselagem). Na verdade, estou tanto tempo aqui no arquipélago que nunca peguei avião para fazer viagem dentro do país, como Kumamoto e Hokkaido, por exemplo. Um dia...

Dia 8 - Consegui!!!

Yatsurugi Hachiman Jinja, ao lado do Mimachi Doori

Normalmente no mundo blogueiro, a gente quer conseguir ganhar a simpatia e elogios dos leitores. As vezes a gente ganha algumas críticas, mas a gente releva, mas quando a gente ganha mais haters do que qualquer coisa.... Melhor a gente rever o que estamos fazendo de errado.

Ultimamente ando conseguindo mais haters, leitor reclamando das postagens que fiz. Já recebi crítica negativa quando postei de doramas, quando consegui ir em shows de meus artistas favoritos, quando falei um pouco de Kisarazu, até de uma postagem de Kouhaku Utagassen de 2010. Chega um ponto que dá vontade de deletar o blog da lista e esquecer tudo, mas daí eu lembro de gente que traz um bem danado, pessoas que são muito amor e não posso deixá-las na mão só porque gente mal amada e com raiva no coração resolve chutar o pau da barraca.

Dia 11 - Sapato do dia.



Ok, eu pulei os dias 9 e 10 porque choveu e deu preguiça. Nem tinha foto do sol para poder postar. O sapato do dia, posso dizer que é de quase todo santo dia. Demorei para encontrar um que não apertasse nem doesse meus pés (tenho problemas no esquerdo, que, dependendo do modelo, tenho vontade de tirar o sapato e jogar longe), daí eu tinha visto alguns modelos da New Balance (parte da culpa foi o dorama Kazoku Game, em que o personagem Koya Yoshimoto usava um modelo bem tradicional), inclusive na loja earth, music and ecology, tinha um modelo edição limitada (era o W996, azul com o logotipo em rosa), mas como não encontrei meu número, acabei comprando o azul marinho com detalhes em verde limão (mais pro amarelo, tudo bem). O melhor é que ele combina com quase todas minhas roupas casuais, desde jeans, leggings e saia reta.

Dia 12 - Pequeno.



Uma das coisas que é muito difícil de eu comprar, é strap ou chaveiro. Mas como alguns valem a pena comprar para lembrar onde você andou passeando (Tóquio e Yokohama não contam), na minha última ida pra Nagoya (quando fui no show da turnê Japonism, em novembro de 2015), passei na lojinha de lembrancinhas e não resisti em comprar o strap pra celular com o enfeite do Koro-sensei temático. Cada provínicia possui suas lembranças com algum personagem representando algo típico da região. No caso de Nagoya, a maioria traz o famoso kinsachi (figura lendária no folclore japonês que é uma carpa com cabeça de tigre, que adorna o topo do castelo).

Por enquanto tenho o de Nagoya e o de Tóquio, que é o Koro-sensei em forma da lanterna vermelha de Asakusa.

Dia 13 - Selfie.

Sou a pior pessoa para tirar selfie mesmo porque quando faço sai uma catástrofe, então nem posto (quem me dera ser que nem aquele talento que agora está sendo o must aqui, o GENKING, que ensinou as técnicas de como fazer selfie). E quando dá certo...


No início do mês, nos cinemas, já estavam os cartazes do filme "Ansatsu Kyoshitsu ~ Sotsugyou hen", inclusive alguns posteres do Koro-sensei e do Ryosuke Yamada (que interpretou Nagisa Shiota) que o pessoal pode tirar foto. Bem...

Dia 14 - Parede.



Já vi diversas paredes decoradas de todas as formas, desenhos e estampas. Uma das que mais admiro, fica no Big Sight Tokyo, a Tully's Coffee. O que normalmente as paredes das cafeterias trazem pinturas inspiradas na iguaria (pés de café, colheita, etc.), eu deparo com um mapa mundi estilo século XIV mas com algumas menções ao café, como canecas e alguns pés, mas lembra um pouco o mapa das descobertas, enfim. Uma parede diferente, ao meu ponto de vista.

Dia 15 - Azul.



Quase não tenho roupa ou algo nessa cor. Mas uma peça que até hoje eu tenho é a camiseta da turnê "Beautiful World", do Arashi. A turnê foi meio ano depois do terremoto de Tohoku. Tenho uma história a respeito da aquisição - em junho de 2011 eu estava desempregada, enviando currículo para tudo o que era lugar que estava oferecendo e recebia não como resposta (ou às vezes nem resposta eu tinha). Embora eu estivesse recebendo benefício, foi uma fase depressiva na minha vida. Quando foi a época da turnê, muita gente queria saber se eu ia comprar os concert goods (pior que os goods da Beautiful World eram muito mais úteis e discretos), pois na época eu morava em Yokohama e o show ia ser em Tóquio. O problema era dinheiro muito curto demais e quando eu falei que não tinha condições mesmo de comprar, teve gente que achou ruim. E se comprei, foi porque namorido me ajudou (comprei a bag, que uso até hoje; a camiseta: o keitai strap e o charity pendant que foi vendido somente em Tóquio revertendo a renda para as vítimas de Tohoku).

Fotos todas da autora, exceto a primeira que é do site da Lominha conforme o link.

Sunday, March 27, 2016

[J-Dorama] Quando amigo é pra essas coisas... (Parte 1)



Já que todo mundo ama pegar no pé dos membros da JE (nota da autora: Johnny's Entertrainment) quando sai algum dorama com eles, vamos lá com algumas peculiaridades.

Mas por que só com os membros da JE? Não poderia pegar artistas de outras agências, que às vezes dois ou mais membros atuam juntos, etc.? 

Sim, mas eu quase nem leio comentários de pessoas criticando (ou elogiando) quando membros de mesma agência atuam, como, por exemplo Takeru Sato e Haruma Miura, que são da mesma agência (a Amuse Inc.) e já atuaram juntos (vide a duas temporadas de "Bloody Monday"). Mas quando falam que é algum membro da JE atuando, o índice de comentários de tudo o que é tipo dispara astronomicamente. Tá, exagerei, mas bem por aí mesmo.

Daí a gente lê (e ouve) comentários do tipo: "ah, são rostinhos bonitinhos, mas não atuam porcaria nenhuma"; "quanto o chefão pagou pras emissoras colocarem eles no ar?", "é pra garantir audiência porque o enredo..." (essa última dói, mas é verdade) Mas uma coisa ninguém nega: que muita gente pega assistindo, isso é vero. Inclusive a autora aqui.

Se a gente reparar muito bem (ou nem tanto assim, exagero), quando anuncia algum dorama novo na temporada, muita gente quer saber quem vai atuar, co-atuar, a mocinha da trama... E quem do seu grupo favorito vai estar em qual dorama, de que emissora, etc. Daí se é alguém da JE, muita gente quer saber quem vai ser o outro membro que vai co-atuar. Se for do mesmo grupo, melhor ainda. Acontece.

A maioria dos doramas com membros da JE, normalmente costumam colocar dois (ou mais, depende) de grupos diferentes para ver se dá maior interatividade entre eles. Mas acontece de colocarem dois do mesmo grupo pra ver se ganha simpatia do telespectador (e quem sabe, aumenta a audiência da temporada). Vamos ser um pouco mais bonzinhos e pensar que a união faz a força, amigo tá pra isso mesmo e nada melhor que uma ajudinha dos amigos (Beatles feelings /foge).

Estou (tentando) listar alguns doramas que membros do mesmo grupo atuaram juntos. Não estou listando doramas em que um membro participou de um capítulo como convidado extra especial nem tampatsu dorama. Se faltar algum, por favor, informem EDUCADAMENTE que depois farei uma postagem a parte. O que não vai ser difícil, porque vou ter que fazer a postagem, no mínimo, em duas partes.

KinKi Kids (Koichi Domoto e Tsuyoshi Domoto) 

Embora tenham um programa de variedades que trabalham juntos, formam uma das duplas que estão no Guiness Book of Records, Koichi dedica-se mais a atuação (especialmente teatro) e Tsuyoshi mais na música (recentemente compôs uma música para o grupo Momoiro Clover Z). Talvez um dos poucos doramas que atuaram juntos foi o mais conhecido - "Ningen Shikkaku" (TBS, 1994), em que eram dois colegas da mesma classe.



Dois anos depois, atuaram juntos em "Wakaba no Koro" (TBS, 1996), em que Koichi era filho de uma família rica, mas carente de amor paternal e Tsuyoshi era filho de pai alcóolatra. Ambos tornam-se amigos mas sentem o quanto a vida é amarga e cruel perante a sociedade atual.

Em 1997, atuaram em "Bokura no Yuki" (pela NTV), em que eram sobreviventes de um grande terremoto e tentam salvar a cidade cuja população adulta foi dizimada por um virus.

SMAP (Masahiro Nakai, Takuya Kimura, Goro Inagaki, Tsuyoshi Kusanagi, Shingo Katori)

Até onde sei, não sei/não vi algum dorama em um dos membros do grupo atuou em um dorama do outro. Como já avisei anteriormente, participação especial em um capítulo não conta, bem como tampatsu dorama, como foram em um especial para a Fuji TV em 1997, "Boku ga Boku de Aru Tame ni", e no capítulo especial da série "Furuhata Ninzanburo" (1998), onde os cinco atuaram.

Mas...

- Food Fight (NTV, 2000) - Takuya Kimura e Tsuyoshi Kusanagi


Transmitido no verão de 2000, em onze capítulos, a série ganhou dois especiais em julho e setembro de 2001. Kusanagi interpreta Mitsuru Ihara, um jovem que trabalha em uma empresa alimentícia e às vezes visita o orfanato onde foi criado. Ele esconde dois segredos: na verdade, trabalha como zelador da empresa; e participa de um campeonato clandestino promovido pela empresa, de quem consegue comer mais em menos tempo (e o prêmio que ganha nesses campeonatos, doa para esse orfanato).

Para quem não sabia, o corvo que Ihara tinha, o Kyutaro, falava e a voz era de... Takuya Kimura!!! (fato que só souberam no final da temporada)

TOKIO (Shigeru Joshima, Tatsuya Yamaguchi, Taichi Kokubun, Masahiro Matsuoka, Tomoya Nagase)

Dos cinco membros da banda, quem mais se destaca em matéria de atuação, seria o Nagase. Matsuoka também não fica muito atrás. Assim como os sempai SMAP, a banda TOKIO quase não atuaram juntos em um dorama (às vezes uma participação especial).

- Ari yo Saraba (TBS, 1994) - Masahiro Matsuoka e Tomoya Nagase

Um dos poucos doramas protagonizados pelo cantor e compositor Eikichi Yazawa, que interpretava um professor de biologia. Mabo e Nagase estava bem no início de carreira naquela época.

V6 (Masayuki Sakamoto, Hiroshi Nagano, Yoshihiko Inohara, Go Morita, Ken Miyake, Junichi Okada)

Todos eles atuam, seja no tablado ou nas telinhas ou telonas. Atualmente, o caçula do sexteto, o Junichi Okada, está com um trabalho atrás do outro nas telonas. O grupo ter atuado junto, somente no especial "V no Honoo", feito pra divulgar o campeonato mundial de voleibol, transmitido pela Fuji TV, e nos filmes "Hard Luck Hero" (2003) e  "Hold Up Down" (2005), além de terem feito juntos, a dublagem japonesa para o filme "Thunderbirds" (2004).

- PU-PU-PU (TBS, 1998) - Coming Century (Go Morita, Ken Miyake e Junichi Okada)


Para quem não sabe, o grupo V6 é a união de dois grupos - o Twenty Century, formado pelos três membros mais velhos (Sakamoto, Nagano e Inohara) e Coming Century, formado pelos três membros mais novos (Morita, Miyake e Okada). Além do filme "Cosmic Rescue" (2003), um dos poucos doramas (se não for o único) que os três membros do Coming Century atuaram, foi este de 1998, em que eles eram três jovens que não se davam com seus pais e resolvem ir para os Estados Unidos. Só que foram ludibriados e, sem dinheiro algum, eles têm duas opções: voltar para a casa dos pais ou ficar e tentar se virar num país estranho.

Tackey and Tsubasa (Hideaki Takizawa e Tsubasa Imai)

Ultimamente a dupla possui trabalhos em separado, mas às vezes lançam algo novo em matéria de música. Tackey está mais atuando tanto em teatro como na TV e Tsubasa, em musicais e escrevendo colunas em revistas (em 2014, Tsubasa esteve um tempo afastado por ter problemas auditivos (Doença de Mènière), tanto que na turnê de 2014, Tackey teve que fazer parte solo.

- Yoshitsune (NHK, 2005) 


 Primeiro taiga dorama que Takizawa atuou, no papel de Miyamoto no Yoshitsune. Imai também participou, mas como Munetaka Nasu, guerreiro experiente no uso de arco e flecha em combate. (Nota: como muita gente sabe, Taiga Dorama tem quase 50 capítulos, semanais e dura um ano, daí a quantidade de pessoas atuando é muito grande, ainda mais quando se envolve batalha. Pra reconhecer alguns atores/atrizes, tem que prestar muita atenção. Ou não.)


Fontes: Wikipedia (em japonês), DramaWiki (em inglês). fotos que ilustram o post - via Google em diversos sites (Matome Japan, Goo sites).

A primeira foto que abre a postagem é promocional para o dorama "Yamada Taro Monogatari", de 2007, protagonizado por Kazunari Ninomiya (dir.) e Sho Sakurai (esq.), ambos membros do mesmo grupo, Arashi.





Sunday, March 20, 2016

[TAG: Cine Pipoca] Grasshopper (2015)




Na noite do dia das Bruxas, no famoso cruzamento que fica na saída da estação, pessoas fantasiadas se divertindo, quando repentinamente um carro a toda velocidade, atropela a multidão, fazendo várias vítimas, inclusive fatais.

Entre as vítimas fatais, Yuriko, a namorada de Suzuki, um professor ginasial.

Suzuki acaba por abandonar a profissão para se vingar daqueles que mataram sua namorada. Acaba entrando numa empresa de produtos de suplementos alimentícios chamado "Fraulein", e descobre que o dono da empresa é um dos chefões do tráfico de drogas do país (e também responsável pela morte de Yuriko).

Ao seguir Asagao, um dos responsáveis pela morte do filho de Terahara, Suzuki acaba se envolvendo em uma trama, envolvendo perseguição e fuga. 

Paralelamente, mais duas pessoas se envolvem com Terahara-san para um acerto de contas - Gujira, que faz com que suas vítimas cometam suicídio bastando fazendo-as olhar profundamente em seus olhos, e Semi, um adolescente que é um assassino com especialidade em facas.

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Baseado no livro do mesmo nome、escrito por Koutaro Isaka em 2004, o filme também teve a versão manga em 2008 pela Kadokawa, ilustrado por Hiroto Ida (são três volumes). No início de 2015, foi anunciado a versão cinematográfica do livro, dirigido por Tomoyuki Takimoto (mesmo diretor de "Nou Otoko", de 2013), e tendo os atores Toma Ikuta, Tadanobu Asano e Ryosuke Yamada nos papéis principais.

Também estão no filme os atores Haru, Nanao, Kumiko Aso, Hidetaka Yoshioka e Jun Murakami.

O filme estreiou no Japão no dia 7 de novembro de 2015 (dia 28 de abril deste ano, sai em DVD e Blu-Ray).

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Eu fui saber do filme "Grasshopper" na época em que saiu o filme "Ansatsu Kyoshitsu" (em março de 2015), quando comprei o panfleto. E' que na pequena biografia do Ryosuke Yamada, constava a informação de que iria estar no próximo filme - além dos noticiários terem comentado que o Toma Ikuta seria um dos protagonistas.

Como era apenas anúncio, maiores informações (como maiores detalhes do enredo, trailer e outros detalhes adicionais) que era bom, ficaram pro meio do ano em diante, quando saiu o cartaz oficial do filme, e um pouco depois, o trailer.



Aí pra querer saber mais sobre o filme, tive que esperar mais um pouquinho. E' que vou falar a verdade: não acompanhei as entrevistas nem as notícias que sairam algumas semanas antes da estréia. No máximo foi nos noticiários como Mezamashi Seven (Fuji TV) e ZIP! (NTV), por causa do horário (e minha vida corrida).

Consegui assistir um pouco depois da estréia, e no late show por causa do trabalho. E a sessão quase lotada, mesmo uma semana depois que estreiou nos cinemas...

Dificilmente assisto filmes que tem que estar preparado psicologicamente, porque é BEM violento (já no começo do filme, quando acontece o atropelamento, depois prepara o psicológico, porque piora, ou seja, haja sangue), tenso, daqueles que você espera que todo mundo vá desta pra melhor, menos o personagem principal. Mas fui assistir porque estava muito curiosa em saber sobre o enredo, apesar de saber da sinopse e ter visto o trailer.

Confesso que, depois de ver esse filme, ficou cada vez mais difícil acreditar que o Yamada, com essa cara de menino inocente que a gente vê nos programas de TV e no palco, retalhava primeiro e depois perguntava.

Algumas curiosidades sobre o filme:

- A cena no famoso cruzamento de Shibuya, não foi filmado em Shibuya. A produção do filme montou o cenário na cidade de Ichihara (Chiba) e, em uma reportagem no Zoom Star (NTV), mostraram como fizeram - ficou exatamente igual ao original. (Mesmo porque seria muito difícil, se não praticamente impossível, parar o trânsito para fazer as filmagens.)

- Uma das cenas - onde Gujira (Tadanobu Asano) encontra Iwanishi (Jun Murakami) - foi filmada em Kisarazu (Chiba).

- No livro, não consta o nome da esposa de Suzuki. No filme, ela se chamava Yuriko e era namorada do professor.

- A "garota enigmática" (interpretada por Aimi Satsugawa) não consta informação no livro.

- "Fraulein", o nome da empresa de Terahara, significa "filha" em alemão.

- A maioria dos personagens do livro levam nomes de inseto (Semi, em japonês, é cigarra), animal (Gujira é baleia) e plantas (Asagao, é gloria da manhã; Sumire é violeta; Momo é pêssego), por exemplo.

- O cantor Jack Crispin, que aparece na capa de álbuns que Iwanishi costumava ouvir, não existe, mas a música que ocasionalmente era tocada - "Don't Wanna Live Like the Dead" - era interpretada pela banda Jon Spencer Blues Explosion.

"Grasshopper" (2015), direção de Tomoyuki Takimoto. Baseado no livro do mesmo nome escrito por Koutaro Isaka. Elenco: Toma Ikuta (Suzuki), Tadanobu Asano (Gujira), Ryosuke Yamada (Semi), Haru (Yuriko), Nanao (Hiyoko), Kumiko Aso (Sumire), Hidetaka Yoshioka (Asagao), Jun Murakami (Iwanishi), Ryudo Uzaki (pai de Gujira), Renji Ishibashi (Terahara), Norihito Kaneko (Terahara Jr.), Aimi Satsugawa (garota enigmática), Hako Yamazaki (Momo). Música de encerramento: "tonight" (YUKI).

Site oficial: http://grasshopper-movie.jp/

Fontes: Wikipedia, site oficial, Zoom Star (programa do dia 31 de outubro de 2015, onde Yamada aparece como PR do filme). Fotos: site oficial.

Wednesday, March 09, 2016

Makenaide.




Recentemente passo numa fase em que tenho que dar um jeito na minha vida.

Pior que toda vez eu vivo nesse mantra mas continuo a morrer na praia. Não me levem a mal, mas eu tento de muitas formas possíveis para sair do lugar, da "zona de conforto". O que me mata é falta de conciliação tempo e dinheiro.

Quando tenho tempo disponível, nada ajuda. E quando tenho fundos para tal, as datas não coincidem. Aí quando as duas coisas coincidem, existe um terceiro fator que se chama trabalho.

Tenho lido muito sobre pessoas que conseguem um trabalho melhor, salário melhor, vida melhor. Mudar de emprego, largar tudo e investir nos estudos, especialização, etc. Pois é...

Em tantos anos que estou aqui, eu deveria ter criado uma grande vergonha na cara e ter arriscado uma especialização, uma segunda faculdade, e tudo o mais. Ok, parte da culpa é minha, que não tive coragem e cara de pau o suficiente para enfrentar as adversidades (e ter juntado fundos), como pedir mudança de turno ou horário especial, mas sabe como é a vida aqui: ou você trabalha ou você fica na rua.

Experiência própria: pelo menos três lugares onde trabalhei consegui conciliar horário e curso, mas foi na base da sorte e bom senso do pessoal. Porque teve lugar que já ouvi cada disparate que daria vontade de desistir, mas fui mesmo assim (morrendo de sono, cansada mas firme).

Por que até hoje não consigo sair do lugar?

Faltam-me coragem, uma boa quantidade de fundos no banco para poder segurar a barra, um currículo bom...

Currículo.

Curriculum Vitae.

Até hoje lembro do ano em que estava desesperada para encontrar um outro emprego, depois que onde eu estava fechou as portas. Apesar de eu ter guardado uma quantia o suficiente para me manter, mais o que eu recebia de direitos trabalhistas, eu estava odiando ficar parada. E nisso cometi um erro: o de não ter aproveitado o tempo livre para me dedicar aos estudos.

Mas falando de currículo. Toda semana, ao abrir o site de empregos, eu via algum que talvez desse para o que eu tinha de experiência, telefonava e/ou enviava e-mail, esperava a resposta e mandava o currículo via correio ou por e-mail, esperava eles derem a resposta se poderia fazer ou não a entrevista... enfim.

Quase todos os meus currículos foram recusados. Uma empresa ainda me chamou para a entrevista. Até aí tudo bem, se não fosse na hora de falar, minha voz deu de não sair.

Os currículos recusados, uns retornaram com a cartinha de "infelizmente você não se encaixa no perfil da empresa" (como disse em um post, talvez um forma mais delicada de dizer "seu currículo não vale porcaria nenhuma; você não serve nem pra pano de chão", bem por aí, mas usam o eufemismo para doer menos. Sei...). Outros nem retorno teve. Pior foi um que marcou a entrevista e na noite anterior da data marcada, me telefonam avisando que não seria possível a entrevista e seria em outro dia a combinar. Dois dias depois recebo o e-mail de que meu currículo não foi aprovado.

Essas coisas deixam qualquer um mais pra baixo que minhoca.

Muitas vezes eu fiquei me perguntando onde estava errado no meu currículo.

Seria a faculdade ou os empregos anteriores aqui?

Oito anos e meio de trabalho ininterrupto em um escritório na área financeira.

Meu nível de língua inglesa, bem três anos de curso de inglês britânico na Cultura Inglesa. Posso atualmente não falar tão bem, por falta de prática, mas escrever, ler e entender, não posso reclamar.

Nível de Proeficiência em Língua Japonesa.

Morro de vergonha.

Pode até ser piada, ou orgulho besta, mas pelo tanto tempo que estou aqui, convivendo mais com o pessoal daqui (sempre morei em lugares em que a contingência de moradores brasileiros nem dava duas dezenas de pessoas), consigo fazer muita coisa sozinha (ou quase, recorro ao dicionário eletrônico) e ajudo muita gente desesperada na hora de preencher formulários e até no exame de saúde da empresa, eu não tenho nível do JLPT suficiente para ser aceita em qualquer empresa que vejo nos classificados.

Minha idade.

Nunca neguei quando me perguntam. Mas não tenho culpa se ninguém acredita.

Já ouvi de muita gente dizendo que depois dos quarenta, encontrar emprego bom aqui, as chances diminuem a cada ano. Que na minha idade ou seria ramo alimentício ou helper. Se bem que já cogitei a idéia de fazer um curso de helper, mas eu não conheço pessoas o suficiente para eu ter uma idéia formada.

Fico me perguntando: será que eu tenho chance no mercado de trabalho?

Ou estaria dando murro em ponta de faca?

Que eu deveria me conformar com tudo e remover a minha idéia de voltar a estudar na minha área, procurar algo melhor para sentir-me bem?

Mas onde você está, não está bom?

Prós e contras.

O bom é que ao menos estou tendo fundos para pagar as contas, comida e onde morar e ao menos estou conseguindo fazer um pouco do que gosto no tempo livre. O lado contra é que acho que estou perdendo meu tempo reparando defeitos em aparelhos e etiquetando. Oito horas por dia, cinco dias na semana.

Eu sei que escolhi vir aqui, mas aos poucos a gente começa a procurar uma nova perspectiva de vida. Que a gente pode melhorar. Em tudo.

Posso às vezes dar aquela maldita procrastinada, mas a maioria das vezes, é enfrentar e ir adiante.

Makenaide.

Não desista.

Outro mantra que me acompanha.

Por mais duro que seja a vida, desistir dos seus objetivos, jamais.



Monday, March 07, 2016

[TAG: Instagrando por aí...] The Fabulous Project - Fevereiro



Quando em janeiro a Lominha (do sernaiotto.com) apresentou no blog e no instagram dela o projeto fotográfico #thefabulousproject, pensei em fazer, mas acabei esquecendo. E quando lembrei, nem sei se dava pra participar no meio do mês (depois falaram pra mim que não teria problema, desde que a foto fosse de sua autoria mesmo).

Entrou fevereiro e novos itens para o #thefabulousproject e logo decidi participar, nem que eu atrasasse uns dias (como aconteceu, parte da culpa foi minha mesmo). O legal de participar dessas blogagens coletivas é que a gente acaba conhecendo outras pessoas que podem ter as mesmas afinidades e quem a gente conhece de anos passados, admira muito mais ♥

Fevereiro foi um mês que não tive muito trabalho, mas fiquei dois dias de cama (febre e resfriado, ainda bem que não era influenza, que atacou metade do pessoal que trabalha comigo) e estava um clima entre o extremamente frio e calor em pleno inverno. Mesmo assim andei atrasando alguns dias do projeto e não postei um dia.

Pretendo a partir deste mês de março, fazer uma postagem semanal do que postei no Instagram. Do mês que passou, estou fazendo apenas um resumo do que eu postei, porque colocar 28 fotos numa postagem só, cansa. Então, vão os mais relevantes em matéria de "importância".

Dia 2 -  Coleção. 


História MUITO antiga e já participei até de uma blogagem coletiva a respeito, uns 4 anos atrás. Tive que parar de ficar comprando caneca, mug cup, que seja, porque na casa somos duas pessoas e tenho mais de vinte canecas (nunca parei pra contar, mas se eu fizer, eu tenho um treco), mas aquela história: uso sempre a mesma enquanto as outras ficam na fila de espera caso a tal caneca vá desta pra melhor. Mas não tem jeito: recentemente andei ganhando e está lá, guardada com maior carinho e cuidado, porque isso não tem preço ♥.

Na foto, fica muito claro minha preferência, mas no meio têm algumas diferentes, como a caneca do logo da Starbucks Coffee que ganhei da Lina quando ela veio ao Japão e nos encontramos (pela segunda vez), as duas que foram em colaboração da Sanrio com Fujiko Pro (Hello Kitty e Doraemon, comprei na loja de conveniência Family Mart em edição limitada e vinha com gelatina de brinde), a caneca do urso Rirakkuma que foi campanha na rede de lojas Lawson (também vinha com gelatina de brinde), a caneca que comprei na loja sazonal Smap Shop na TBS Akasaka Sakas (acontece todo mês de dezembro, o duro é esperar na fila pra pegar a senha), a do Arashi Blast, comprada na loja (provisória) na NTV Shiodome (tive que fazer cadastro pra conseguir ir na loja, pois o lugar onde fizeram era pequeno)...

Dia 8 - Perspectiva



Se eu quiser progredir na vida, eu tenho que me esforçar mais. Principalmente em matéria de línguas, porque para eu garantir algo melhor, eu terei que ser fluente. De nada adianta eu estar tanto tempo aqui se eu ainda ficar pensando duzentas vezes no que tal pessoa falou.

Estou me esforçando no que posso para tentar novamente fazer o JLPT (Japanese Language Proeficiency Test) para o N2, porque só assim abriria mais portas para novas oportunidades. Mas, por enquanto, aproveito tudo o que for tempo livre para estudar.

Dia 11 - Novo.



Na verdade dois acabei comprando em loja da rede Book-Off (a maior rede de lojas de segunda mão que existe no Japão), mas estavam em estado de novinho em folha que nem parece que foram comprados lá.

"Kinou nani tabeta?", da Fumi Yoshinaga (a mesma autora da série "Ooku"), já está no décimo volume. E' a história de dois homens que moram juntos - um trabalha em um escritório de advocacia e outro é hair stylist. Antes que pensem que tem algo very hot na história, de quente somente a comida que Jiro Kakei (o advogado) prepara toda noite para ele e seu companheiro, o hair stylist Kenji Yabuki. O enredo é bem light, mostra o cotidiano e como eles enfrentam as adversidades devido ao relacionamento.

"Hanazakari no Kimitachi e", de Hisaya Nakajo, quem assistiu a primeira versão do dorama de 2007, sabe o enredo. Consegui encontrar a versão reeditada, que são 14 volumes. Faltam mais quatro para eu completar (comprei o volume número 10), mas eu ainda não terminei de ler o terceiro volume. Ok, o Sano é o protagonista da série, mas quem rouba a cena é o Nakatsu.

"Blue Something", coletânea de contos escrito e ilustrado por Fumiko Tanigawa, são histórias sobre a vida (amor, separação, companheirismo, trabalho, etc), mas de forma bem leve. Afinal, precisamos um pouco mais de amor nesse coração, né?

Dia 12 - Guarda Roupa.


Não tenho guarda roupa como no Brasil, tal como armário embutido e tudo o mais. Minhas roupas ficam guardadas em gaveteiros e o que tenho que deixar em cabide (como saias, camisas e casacos), ficam nas araras.

Um dos motivos que não participo em blogagem coletiva que envolve OOTD (Outfit Of The Day), é justamente porque eu não sei fazer composição legal, não sou fashion e quem me encontra na rua, sempre vai me ver de calça jeans e camiseta. Se não, blusa de lã no inverno com casaco. Motivo por eu ter muita camiseta (tanto de manga curta como de manga comprida): onde eu trabalho, uso jaleco. E por baixo, claro, camiseta. Tenho muitas de cores branca e preta, mas algumas coloridas (leia-se azul e vermelha predominam na gaveta. Desnecessário dizer que tenho camisetas compradas em shows.

Só quando eu saio em meu dia de folga que procuro usar algo bem diferente, mas depende muito do lugar onde vou.

(Pensando seriamente em como fazer um armário capsula, porque já passei muita roupa que não usava mais/ servia mais pra frente.)

Dia 25 - Sobremesa


Quem vê minhas fotos, quase sempre é da rede do café da sereia (aka Starbucks), mas no dia em que folguei, fui no Mitsui Outlet de Makuhari (em Chiba mesmo) e na hora da pausa de tanto andar no lugar, parei no Tully's Coffee, um dos meus preferidos dos tempos em que eu trabalhava em Tóquio.

Quando vou nessa cafeteria, costumo pedir sempre o Honey Latte, mas como sempre tem os sazonais, fui experimentar o Almond Praline Soy Latte (Leite de soja com amêndoas), quente e de tamanho maior que tinha. E Cheese fondue pancake (panqueca com recheio de queijo derretido), que tinha a massa bem fofa e o recheio bem leve, nada enjoativo.

Variar de vez em quando, faz bem, porque ficar no mesmo...

Dia 27 - Preciso.


Duas coisas:

1) Criar vergonha na cara e arranjar logo uma estante que caiba todos os meus livros, revistas, CDs e DVDs, porque daqui a pouco nem vou ter onde guardar. Isso porque revista eu parei de comprar tudo o que via, tanto que recentemente andei fazendo uma limpeza em tudo e desfiz mais de 50 revistas que não sei porque raios comprei.

Em relação a CDs e DVDs eu ainda sou daquele tipo de pessoa que tenho que ter o objeto físico, porque, bem, posso ouvir e ver a hora que eu quiser (embora hoje eu more em frente a uma locadora, que de vez em quando vou para locar aquele dorama ou filme que perdi). A maioria comprei nas lojas de segunda mão, porque eram álbuns e DVDs que não encontrava nas lojas de sempre (teve dia que compramos "de baciada", porque a loja estava pra fechar).

Revistas eu tive que realmente desfazer (a maioria eram TV Guide e similares), por falta de espaço e depois cai em si "porque raios eu estava comprando". Resultado: com pena de jogar fora no lixo queimável porque as revistas estavam novas, revendi nas lojas especializadas. Não pagam muito, mas melhor do que jogar fora. E também sei que vai ter gente que vai querer comprar.

2) Estudar mais. Como eu mencionei no dia 8, eu PRECISO MUITO criar vergonha nessa minha cara e estudar. Sério. Quero mudar logo de vida, mas para isso eu preciso de preparo - cansei de toda vez enviar currículo e o dito voltar para mim com uma carta de "infelizmente você não foi aprovada", talvez uma forma mais delicada de me dizerem que "com essa droga de currículo você jamais será aceita em qualquer empresa". E para me preparar, na verdade eu precisaria de dispor de tempo (nos dois sentidos da palavra), porque quando tenho como bancar o curso, o horário não encaixa. E quando consigo o horário, falta fundos. Enquanto não abrem vagas para o curso intermediário, vou me virando como posso - nos horários vagos, sento num cantinho sozinha e vou estudando...

Fotos: todas da autora, exceto o primeiro, do site da Lominha.