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Friday, August 31, 2018

[TAG: Weekender] Os One-Hit Wonders (versão j-pop)

One-hit wonder é usado para aqueles artistas que fazem sucesso com uma música só, e se bobear, só tem UMA música em sua carreira inteira. Por mais que uma pessoa tenha uma boa leva de músicas que façam algum sucesso, toda vez que vai em algum programa relacionado à música, SEMPRE vai cantar aquela que fez mais sucesso, o que seria o mais óbvio.

The Blog Day

Dificilmente eu faço dois posts num mesmo dia, mas estava quase esquecendo que dia 31 de agosto é o Blog Day, onde costumamos indicar outros blogs para alimentar a lista para ler e tentar comentar.


Tuesday, August 28, 2018

Pouco a pouco (ou porque minhas postagens andam cada vez esparsas)



Acredito que, quem me acompanha nas redes sociais, ultimamente ando demorando nas postagens, entrando menos no Twitter, postando quase nada no Instagram e FB nem melhor mencionar (porque é a rede social que entro de vez em nunca mesmo). Sei que a desculpa de que ando sem tempo nunca vai colar nem com superbonder, mas a verdade é que faz um bom tempo que ando é com falta de inspiração e criatividade pra postar algo que preste. Só não fecho esse Empório de vez porque tenho esperança de que posso transmitir algo útil ou divertido ou que seja pra alguém. E mesmo porque eu gosto muito de escrever quando a inspiração resolve dar às caras na que vos posta aqui.

Mesmo porque depois que perdi o emprego, passei quase um ano e meio numa vida profissional cada vez mais errática, entrei num estado em que tive vontade de jogar tudo pela janela, mudei de cidade pelo menos três vezes (duas por conta de transferência de empresa), confesso que algumas coisas eu tinha deixado de fazer e de pouco tempo pra cá voltei aos poucos descobrir o que tem de interessante, de novo e o que eu havia deixado de fazer e tirando o atraso...

- Doramas: Fiquei um bom tempo sem acompanhar uma temporada completa, e quando tentava assistir, parava no meio sem motivo algum. Se antes eu fazia uma resenha de vários, depois que levei umas boas patadas nas redes sociais, só postava de vez em nunca. Depois que mudei-me para Kisarazu, voltei aos poucos assistir alguns que realmente me interessavam, mas compartilhar no Empório sobre dorama x ou y, tive que dar um tempo para superar o trauma, e postar. Mesmo assim, teve gente que deu indireta em outros blogs e se alguém notar, nem eu lembro quando foi o último dorama que postei. Hoje em dia, acompanho o que eu acho interessante, nem levando mais em conta a popularidade nas redes sociais.

- Fandom: Quem me conhece, sabe que sou fã dos Beatles, de grupos da JE, do Masaharu Fukuyama e gosto muito de j-pop, tanto das novas como das antigas. E nunca escondi isso de ninguém. Mas tive experiências ruins em pertencer em alguns fandons, melhor eu nem mencionar, porque a última vez que comentei sobre isso, ganhei um post especial em minha homenagem em um site (dizendo isso na maior ironia do mundo). Por isso que eu passei a acompanhar fãs e seguidoras no Twitter, que dá menos dor de cabeça. E depois de uma frustração que tive em 2014, passei a postar algo sobre os shows que consigo ir depois que já fui. Pra não dar azar, se me entendem.

- Mangás e animes: Itens que quase nem menciono nas postagens porque nesse assunto eu sou uma negação. Dá pra contar nos dedos quais eu realmente acompanho, gosto, leio, assisto, acompanho. Tenho alguns que seriam interessantes, mas precisarei de tempo para me aprofundar no assunto, ou seja, assistir e ler pra eu poder entender porque isso ou aquilo.

- Eventos: Especialmente os Comic City, Comic Market, e os de uma categoria específica. Desde 2012 eu passei a frequentar esses eventos e conhecer muita gente boa, fiz amizade com algumas autoras. Depois que mudei-me pra região Tokai, ficou um pouco difícil de ir nesses eventos, mas na medida do possível, eu continuo frequentando. Outros eventos aleatórios, eu tive que parar de ir por motivos de distância.

- Gastronomia: Cada vez indo menos a lugares interessantes que envolvam comida. E quando vou, sempre são os mesmos lugares. Cafeteria, então...

- Japão não é só Tóquio: Um mantra que venho mentalizando desde faz tempo. Tóquio pode ser lindo, maravilhoso, mas Japão não resume a somente a metrópole. E muita gente não conhece outras cidades, e o primeiro que vier que é tudo a mesma coisa, leva um tapa. Existem outras cidades que ficam em Tóquio (Hachioji, por exemplo), Kanagawa (que não resume a Yokohama, conheçam o Tanabata de Hiratsuka ou o Tobacco Matsuri de Hadano, visitem Kamakura, Yokosuka e Miura, vão visitar o museu a céu aberto de Hakone) e outras 45 províncias. Se bem que durante todo esse tempo, mal conheço cinco ou seis províncias ao ponto de fazer um miniguia de turismo...

Apesar desses contratempos e falta de vergonha na cara, ao menos aos poucos estou voltando ao meu ritmo normal. Outro motivo também, é que preciso logo trocar de computador. Quem pensa que o meu é o último modelo da praça, engana-se: pra terem uma idéia, meu PC é um VAIO que ainda era da época que ele era da linha da SONY (hoje, virou marca independente e a SONY não fabrica mais computadores). Posso dizer que é mais fácil eu ter um smartphone quase atual do que um computador por motivos de facilidade de pagamento. Ou seja, é economizar se eu quiser me aperfeiçoar no quesito de web design e facilitar minha vida social.

E estou fazendo as coisas que eu havia deixado de fazer, aos poucos, porque tudo de uma vez, acaba não saindo nada que preste, por isso que todos os dias faço uma coisa aqui, leio um volume de mangá, assisto um capítulo de anime ou de um dorama que não assisti no passado... E aos finais de semana, tento ir na cidade vizinha ou mais adiante para procurar saber o que tem de interessante.

Outra coisa que esqueci de mencionar: faz tempão que não frequento aulas de culinária nem de artes manuais, que entrarão em breve na minha lista. E espero ainda fazer, - aquela velha frase que ouço desde a faculdade: tempo você não tem, você faz.

Foto: da autora, novamente via smartphone Fujitsu. Painel que fica no Pablo Cafe, em Osaka.

Monday, August 27, 2018

[TAG: Roteiro Gastronômico] Pomme no Ki (Shibuya)



Um dos pratos mais comuns da culinária japonesa, é o omurice ou omelette rice, ou seja, arroz coberto com omelete, decorado com ketchup ou curry ou qualquer molho. Prato apreciado mais por crianças e adolescentes, mas nada impede que adultos também possam comer.

Sunday, August 26, 2018

A vida com duas lentes e uma armação.

Shuuichi Natori (do anime "Natsume Yuujincho"), exorcista e ator nas horas vagas, óculos é mais que um disfarce pra não ser reconhecido pelas fãs...

Até hoje nunca esqueço a música "Oculos", da banda Paralamas do Sucesso, em que o vocalista Herbert Vianna, na época que ainda usava óculos, falava das alegrias e frustrações de quem usa o dito acessório.

Saturday, August 18, 2018

[TAG: Weekender] Anime Songs... mas nem tanto

Chega final de semana, a gente quer aproveitar o dia pra descansar, fazer as coisas em casa, ou não fazer nada, relaxar, assistir um filminho, ouvir músicas aleatórias. Se bem que, quando estou dirigindo ou viajando no trem ou ônibus, já meu iPod vem carregado de músicas (aquelas que tem 200 músicas na lista mas ouve as mesmas 10 de sempre) e também meu celular, graças ao aplicativo da operadora (mas confesso que ouço em casa, ou quando encontro um wi-fi dando sopa).

Ultimamente ando ouvindo temas de filmes, doramas e animes. Bem, a grande maioria dos artistas da j-pop, sejam os famosos como os indies colaboram na trilha sonora nessas categorias, inclui aí comerciais e campanhas.

Mas confesso que uma categoria eu passava batido, que seria temas de animes. Primeiro, eu sou uma negação em matéria de animes, porque eu só assisto aqueles que me chamam a atenção e acho interessante, então no fim se tornam tão poucos ao ponto de eu conseguir acompanhar, assistir as temporadas anteriores e se tiver manga, estou correndo atrás... Segundo, salvo exceções, eu acho as músicas de anime bem... como diria, descartáveis. Algumas se salvam, dá pra curtir numa boa. Mas a maioria, sinto muito pra quem gosta, já que gosto nunca se discutiu mesmo, não dá mesmo.

Como eu disse que existem boas exceções em artistas que colaboram em animes, inclusive artistas renomados da j-pop já cederam músicas para abertura e/ou encerramento. Mas tem alguns artistas que se dedicam à categoria (como Nana Mizuki, a mais conhecidíssima). E algumas músicas nem dá pra dizer que seria de anime a não ser que a pessoa manje muito do assunto.

Andei separando alguns anime songs que eu sinceramente não acho que seria ao ponto de sê-los. Mas que valeria a pena ouvir mais músicas do artista.

Aimer - "Akane Sasu": Eu já tinha lido algo sobre a cantora em uma matéria de j-pop no FB, e se procurarem algum CD ou single dela nas lojas, ou está na categoria j-pop ou anime. A cantora, nascida em Kumamoto, ela já colaborou com muito artista conhecido, como Taka (da banda ONE OK ROCK) e Avril Lavigne.

Aimer se destaca no cenário por causa de seu estilo vocal - meio grave, dando um tom dramático nas músicas. E boa parte de suas músicas foram usadas em campanhas publicitárias (como "ONE", usada no CM da Japan Airlines nas Olimpíadas de Inverno, para o time de curling feminino e masculino), tema de programas de TV (locais ou nacionais, como CDTV), doramas e animes.

"Akane Sasu", seu 12o. single lançado em novembro de 2016, foi usada como tema de encerramento da quinta temporada do anime "Natsume Yuujincho". A música, metaforicamente sobre o outono, é sobre solidão, sensação de abandono e impotência, mas mesmo com a dor da tristeza, ela encara novos encontros.


Quando o single - tido como double A-sides - foi lançado, sairam três versões - a regular, contendo "Akane Sasu" (original, duas versões para a TV e instrumental), "everlasting snow" (original e instrumental) e a versão ao vivo de "Kataomoi"; a edição limitada, igual ao regular, mais um DVD com o music video de "Kataomoi"; e a special package com a figura do Nyanko-sensei (personagem do anime "Natsume Yuujincho").

O single atingiu o oitavo lugar na Oricon e Billboard Japan e terceiro no iTunes.

Aimer - "Ref:rain": O 14o. single da cantora e compositora foi usada como tema de encerramento do anime da Fuji TV - "Koi wa Ame agari no Youni" (ficou conhecido como "After the Rain"), baseado no manga do mesmo nome, por Jun Mayuzuki. O título seria interpretado como "evitar" (refrain) ou "referente a chuva" (ref: rain). A música seria sobre despedida e a lembrança que ficou, e nunca vai desaparecer.


A primeira vez que ouvi a música, não foi pelo anime (mesmo porque eu não sabia que tinha, só sabia do filme que saiu na primavera de 2018 e que era baseado num manga), mas no programa de rádio semanal - o NHK Radirer, que é transmitido aos sábados e domingos via internet. Foi um pedido de um ouvinte durante o programa (embora aos sábados são três horas com membros da JE, vale a pena ouvir, porque é ao vivo. Eles não se restringem a pôr no ar somente músicas dos kouhais, sempais e deles mesmos, mas artistas conhecidos e independentes. No dia em que a música da Aimer foi ao ar, foi no horário do Kei Inoo e Kouta Yabu.)

O single foi lançado em fevereiro de 2018, ficou em 6o. lugar na oricon e na Billboard Japan (mas em primeiro na categoria JAPAN HOT animation).

Na edição limitada, a capa do single foi ilustrada por Jun Mayuzuki, autora do manga "Koi wa Ame agari no youni".

moumoon - "Hello, Shooting-Star": Eu já havia mencionado sobre essa dupla há algumas postagens atrás, pois foi devido ao anime "Ansatsu Kyoshitsu" que descobri quem que cantava o tema de encerramento (porque o de abertura, sinto muito, não consegui ouvir por causa do estilo da música), e, tinha esquecido que a dupla também tinha uma música em um dorama que tinha assistido, "Dear Sister". A música é uma balada sobre a espera de uma estrela cadente para que seus sonhos voltem a realizar.

Quando foi lançado o single, a edição limitada trazia a ilustração do personagem principal - Koro-sensei.


Até fevereiro de 2016, a dupla fazia uma apresentação mensal em seu canal oficial no YT, o "Fullmoon Live", onde Yuka e Kousuke Masaki comentavam e faziam um show acústico. Na época, tinham dado uma pausa nas atividades (devido ao casamento de Yuka) e no meio tempo tinham lançado a coletânea "moumoon BEST - FULLMOON" em 2017.

Mas, depois de quase três anos depois do último álbum, lançaram "Flyways", seu sétimo álbum de estúdio e em julho de 2018, o formato digital "summer moon - excited". E desde novembro de 2016 tinham voltado com o "Fullmoon Live" no canal oficial (pior que eu tinha parado de acompanhar a dupla por causa do hiatus e nem tinha notado que eles tinham voltado com o live e recentemente fizeram tour).

HOW MERRY MARRY - "Boku ni dekiru koto": Era uma banda independente, formada em Ehime, e se apresentavam em live houses e eventos, até que em 2009 tiveram um programa de rádio pela Tokai Radio (Aichi), e em 2011 assinaram com a Epic Records - gerando um single e um mini-album ("By My Town", que incluia "Northern Lights", usada como tema de encerramento do anime "Soul Eater Repeat Show"). Mas em maio de 2012 a banda encerrou as atividades depois de 8 anos. Dos quatro membros, somente o vocalista e guitarrista Keiichi Kudo continuou a carreira musical.



"Boku ni dekiru koto" o primeiro e único single da banda por uma major, foi tema de abertura da terceira temporada do anime "Natsume Yuujincho". A música fala sobre a procura de si mesmo e que não esquece de algo importante, e será capaz de realizar seus sonhos.

(Nota mental: seria mais fácil fazer uma playlist somente das músicas de abertura e encerramento das seis temporadas de "Natsume Yuujincho", porque são músicas que destoam completamente do padrão anime.)

Quais seus anime songs favoritos? Tem algum pra me indicar pra colocar na minha playlist?

Nota da autora: Na medida do possível, farei a postagem de músicas todas as sextas-feiras...






Wednesday, August 15, 2018

Monday, August 13, 2018

O Direito de Ser Canhoto

Hoje, dia 13 de agosto, é chamado o "Dia dos Canhotos", as pessoas que têm a habilidade de fazer muitas coisas com a mão esquerda. E dizem que essas pessoas são dotadas de inteligência, criatividade e habilidade.

Saturday, August 11, 2018

Life is Hard but We Can Make It Happy

*A vida é dura mas podemos fazê-la feliz.*

Em muitos anos (vinte anos) aqui no Japão, acho que aprendi a conviver com as muitas adversidades que a gente enfrenta no cotidiano. Se já é difícil lidar em sua terra natal, imagine morar num país completamente diferente.

Pra quem foi morar literalmente no meio das montanhas, onde tudo era longe e bicicleta era seu único meio de transporte, hoje consigo "me virar" melhor do que vinte anos atrás. Se eu fizer meu feedback, uma das coisas que me arrependo de não ter feito, foi ter me dedicado muito mais do que devia na língua japonesa e estou correndo atrás do prejuízo (porque nessas alturas do campeonato, eu estaria numa posição bem melhor).

Estou estudando em casa (ou indo na biblioteca pública, porque acho que penso melhor do que dentro de casa, acreditem), porque este ano não consegui encaixar um horário que adeque ao meu nível, e a meta pro final do ano são duas coisas - o JLPT e o TOEIC. Porque é necessário e estou chegando ao ponto de que estou quase surtando no trabalho e quero melhorar de vida, ou seja, algo mais ou menos tranquilo, que seja.

Falando em vida dura, nem falo e nem argumento com gente que teve a oportunidade de ir trabalhar "no estrangeiro" e não soube aproveitar. Porque eu sei que vou perder tempo e vou acabar piorando a situação...

Existem prós e contras em qualquer lugar. Não podemos dizer que tal lugar é 100% perfeito, porque nunca vai existir, mas também não existe 100% pior. Questão de saber lidar com esses contras? Ou pelo fato de estarmos num lugar que não seria nosso, teria que se adaptar e se conformar com os contras que existem, mas aproveitarmos os prós que nos oferecem? Difícil, não é?

Muitas vezes me comparo com os primeiros dias que cheguei aqui com atualmente, as dificuldades que passei e como até hoje eu tenho que "me virar sozinha porque não sou quadrada". Sim, mesmo com vinte anos aqui, ainda tenho que procurar saber de muita coisa e às vezes é pior que atualização de programa de computador, muda toda hora. Mas todo dia aprendo algo diferente, até mesmo estudando todos os dias, ops, noites, em casa, depois do jantar.

"Tempo você não tem, você arranja." Pode soar muito absurdo para uns e muitos, mas sempre tentei aproveitar o pouco tempo livre que tenho - quando trabalhava em Tóquio, eu aproveitava meu tempo que ficava no trem para ler (e muito) e ouvir muitos podcasts (na volta, até hoje passo mal em viagens de volta se eu ler algum livro ou assistir algum video no smartphone). Atualmente, treino muito tentando entender algo nos noticiários, doramas e variedades em japonês, porque não dá pra ficar sem entender nada. Ainda mais morando tanto tempo aqui, temos que, ao menos, entender o que se passa.

Quem pensa que a gente leva uma vida de nababo no exterior, é que ninguém passa pelo que a gente passa todo dia. Se nas fotos ou vídeos a gente tenta mostrar o lado bom da coisa, no fundo, trabalhamos duro para garantir as contas pagas e comida na mesa. E se aparecemos nos divertindo, é que temos que ter um tempo pra nos divertirmos, nos desestressarmos, senão enlouquecemos. Já é duro viver num lugar que não estamos habituados, e se não tivermos um momento de diversão, onde iremos parar?

Jamais julguem as pessoas sem saber o quão duro foi chegar lá. Eu sei que existem outras pessoas que chegaram de mão beijada, mas vai saber.

Superação: Não lembro onde li, mas porque não se inspirar em gente com idade bem acima da sua, como "pessoas que tiveram sucesso aos 40 anos". Eu procuro mais saber como essas pessoas conseguiram ser bem sucedidas numa idade que muitos consideram como "velha", "sem chance no mercado de trabalho disputado por jovens" e por aí vai. Vez em quando, eu compro a revista "Nikkei Woman", e sempre tem relatos de mulheres bem sucedidas depois dos 30, 40 anos e em cargos importantes em empresas.

Para conseguir o tal sucesso almejado, já avisam: tem que ter paciência e preseverança, porque não é fácil. Por isso, invista muito em aprimorar uma língua, word, excel, culinária, algum hobby que possa ser útil. De repente, em seu currículo, ter algum hobby pode contar pontos.

Não importa sua idade, o importante é sua força de vontade e interesse em aprender. Nunca é tarde demais para aprender algo, e tem a vantagem de trocar idéias com outras pessoas que estão no mesmo meio.

Ninguém tem limite de idade para algumas coisas: Cansei de ouvir "mas você não acha que está velha pra isso ou aquilo". Enquanto eu puder, e tiver saúde, ainda continuarei a fazer coisas que eu faço, como ir em shows de meus artistas favoritos, ir em eventos de manga independente (aka doujinshi), ir aos cinemas, viajar, estudar... Por que tem gente que insiste em dizer que temos limite de idade pra isso ou aquilo? Existem coisas que realmente a gente tem um certo limite, mas no trivial... Até pra ir assistir um anime já me chamaram a atenção.

Não estou mais ligando pra que terceiros dizem, pensam, acham. Mais fácil eu sorrir e seguir minha vida.

A vida continua: Por mais que seja difícil o cotidiano, tendo que enfrentar as adversidades do dia a dia, temos que seguir em frente, buscando o hoje e pensar no amanhã, mesmo lembrando das coisas boas do passado, o que temos que tirar lições do que esquecemos de fazer, das coisas que deram errado, para não tentarmos repetir no presente. Ninguém é perfeito, todo mundo erra (e repetir o erro já seria burrice, como dizem).

Ficar parado, não leva a lugar algum. Existem formas de aproveitar a vida, como voltar a ler aquele livro que encostou, ler alguma revista, testar uma receita nova, estudar, assistir um filme (existem sites de streaming bons que dá pra quebrar muito bem o galho).

Na verdade, eu presencio muitas cenas diariamente, mesmo em um trabalho rotineiro, tido como monótono, cansativo, sem futuro. Apesar de tudo, eu vejo futuro, sim, por mais que pessoas falam. Porque eu saio da rotina casa-trabalho-casa. Talvez por isso eu seja mal vista por pessoas da comunidade, do trabalho. Porque eu aproveito muito meu tempo livre, tento não me abater com problemas, sei dos meus deveres e das minhas prioridades.

Mas vivo da forma que eu consigo, que eu posso, das condições que tenho.

E lutar para atingir meus objetivos, mesmo sabendo que o caminho será árduo.

(E agradecer todos os dias por eu ter saúde tanto física como mental para poder seguir.)