Três alegrias da semana (18 a 31 de outubro)


Na verdade foram duas semanas, eu poderia fazer seis itens que me fizeram feliz? Se bem que um deles valeria por todos...

1. Voltei para o emprego anterior e as coisas melhoraram. MAS TEM QUE MELHORAR MESMO, Ô CARAMBA, PRA QUE PEDIU TRANSFERÊNCIA ENTÃO??? Sei que muita gente vai dizer porque raios voltei para o mesmo trabalho ao invés de ter procurado algo diferente? Primeiro, porque eu havia pedido transferência antes da cirurgia e caso fizesse, que fosse para depois de agosto, quando eu sairia do período de repouso. Amarguei setembro inteiro na esperança de sermos logo transferidos, quem acompanhou os meses de agosto e setembro vai entender. Agora que já estou no cafofo nada novo (se eu contar os perrengues do lar novo, dá vontade de chorar), estou tentando terminar de colocar as coisas nos lugares, mas no quesito cozinha, só quando colocarem uma pia nova.

2. Final de ano garantido com show em Yokohama. Não é novidade que desde que vim parar aqui, tornei-me fã de um cantor-compositor-faz-tudo, enfim, chamado Masaharu Fukuyama. Mas ir em show dele só comecei a ir depois de sete anos acompanhando as músicas, porque, bem, não sabia como ir em shows até que me ensinaram como fazer na comunidade do finado orkut... Daí que, uma vez que você aprende, passa a querer ir em mais shows e eventos de diversos artistas que gosta. Tá, voltando à vaca congelada. De uns bons tempos para cá, mais precisamente depois que liberaram tudo depois da pandemia, conseguir ingresso dele (e de outros artistas, vai) especialmente o do final de ano, é muito difícil mesmo quem é do fã-clube como eu. Consegui na segunda tentativa, e novamente pro último dia do ano (sim, dia 31 de dezembro), porque no ano passado foi a mesma coisa. Mas estou feliz mesmo assim, porque eu mereço distração depois de meio ano de perrengue.

3. Resolvi quase todos os itens antes da mudança. Prontuário médico, prefeitura e pedido de desligamento de água, luz e gás do apartamento anterior, praticamente consegui fazer em dois dias. Digo quase todos os itens porque o prontuário médico do cardiologista não consegui por motivos de que, como a consulta que eu havia feito era devido ao resultado do exame médico do trabalho que fazemos todo santo ano, então não teria necessidade de ter o prontuário caso eu precisasse apresentar para o cardiologista que eu já consultei em Kisarazu (pelo mesmo motivo). Se fosse por motivo particular (como foi o do oftalmologista), tudo bem, ele faria a carta. Mas como eu ainda tenho o cartão de consulta do cardiologista de Kisarazu, caso eu precisar, não precisarei fazer cadastro tudo de novo. Deu um pouco de trabalho, mas só o fato de mudar e já ter resolvido as pendências, já tira um peso nas costas.

Eu sei que demorei muito para voltar, e nem foi por causa das eleições, mas foi por causa da mudança que fizemos quase no final de outubro e, três dias depois voltei a trabalhar depois de uma semana de folga (hahahaha), e logo já me convocaram para fazer hora extra (sim, o pessoal do trabalho já me conhece). Não reclamo porque o trabalho é bem mais tranquilo, pessoal melhor e estou morando perto (sem ladeiras nem morros, é tudo plano). 

No que eu conseguia chegar em casa mais cedo, era arrumar aqui e ali, tanto que no primeiro final de semana depois da mudança, consegui montar as duas estantes e a escrivaninha. O resto foi em doses homeopáticas, dois sábados e dois domingos dedicados para colocar tudo em ordem, e, se não fosse o vazamento na pia da cozinha e o pessoal da reforma virá só na próxima semana para trocar tudo, não teria duas caixas grandes no quarto que uso para estudar, ler, assistir meus doramas, usar o notebook para tudo isso que mencionei...

Mas também não dá pra fazer tudo de uma vez só. Tanto que minha estante onde tem meus mangas, vou ter que mudar a posição dos livros porque descobri que onde coloquei meus figures ainda sobrou espaço e, pensando melhor, posicionar todos num lugar mais claro (ainda mais que eu nem montei de volta os figures dos Beatles e faltaram colocar os nendroids da MaoMao com a roupa da festa do jardim e o Takashi Natsume com quimono junto com o Nyanko-sensei e o Nyanko preto).

(Um dos motivos que sobrou espaço nas estantes é que, bem, toda mudança que a gente faz, na hora de colocar tudo no lugar, eu acabo descartando MUITA coisa. Sabe aquela hora em que a gente pára e pensa "por que raios eu guardo isso?", "faz trocentos anos que nem chego perto, melhor repassar", "já nem tenho aquela garrafa térmica, por que eu guardo ainda o manual de instruções" e por aí vai. Mas isso vai ficar para alguma postagem posterior.)

Foto: da autora, ainda em Nagano, no penúltimo dia, quando fui na clínica oftalmológica buscar meu prontuário para dar continuidade no tratamento pós-operatório em Kisarazu, e parei um pouco no café da sereia que fica perto - pois é, mais um tumbler para casa, desta vez tema de Halloween com frappuccino de frutas vermelhas e um bolinho pra completar. Via smartphone SHARP AQUOS R10.

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