Sunday, February 28, 2016

Fukuyama Masaharu - Fuyu no Daikanshasai sono 15 - Pacifico Yokohama, 27 de Dezembro de 2015 (II)

Ok, vamos para a parte final porque senão vai virar um livro desse jeito.



O show começava às cinco e meia da tarde, mas pode entrar antes para aguardar, para descansar, para ver os comerciais... Logo que dá a hora de abrir os portões, já com o ingresso em mãos, temos que entregar o mesmo para os staffs que prontamente passam na leitora de código de barras que sai um outro bilhete - é onde vai ser o seu lugar pra sentar.

Como eu havia mencionado desde a turnê HUMAN, de 2014 - o ingresso que a gente compra via FC ou no Lawson Ticket ou no e-plus, tem onde seria o portão de entrada e o código, porque o lugar exato onde você vai sentar, só na hora de entrar no local do show. Não sei dizer quando foi exatamente que a Amuse passou a fazer esse tipo de sistema nos shows do Masaharu (até a turnê "Michishirube", em 2009, ainda era o sistema antigo, que o ingresso já saía com todas as coordenadas, depois só consegui ir no show dele 5 anos depois, portanto, pode ser que a partir daí é que o sistema pode ter mudado.

Assim que você entra no local, para descobrir onde fica seu lugar, em cada portão de acesso ao palco, tem um mapa onde você pode (tentar) se localizar. No caso de ficar muito perdido ou não entendeu, os staffs estão lá pra te levar até seu cantinho.



Uma vez no seu lugar, o negócio é aguardar. Nem foto do palco podia tirar, que os staffs estavam de olho. Já começa que o lugar onde o Masaharu faz o Daikanshasai, cabem 18 mil pessoas sentadas, ou seja, o lugar é pequeno mesmo. O palco foi posicionado no meio do salão, e os telões ficam em cima, dando uma visão de 360 graus, além de ter um corredor em forma de quadrado (onde passa o trolley car) e quatro corredores no meio do público.

Enquanto isso, nos telões de 360 graus, momento jabá: comerciais dos produtos que Masaharu faz, como a maionese da Kewpie, produtos da Shiseido, cerveja Asahi Super Dry, pneus Dunlop... Afinal, essas empresas estão patrocinando o show.

Falando em produtos, logo que a gente entra no local, os staffs entregam panfletos e amostras de shampoo e condicionador do Tsubaki (Shiseido) e um tubo de 250g de maionese (Kewpie).



Cinco horas. As luzes se apagam e logo no telão, uma mensagem escrita pelo próprio. Sinal que o show já iria começar.

"fighting pose", que abriu o show, logo de cara já subiu no trolley car e já passou no meio da platéia (pra minha alegria, pois passou bem atrás da fileira onde eu estava, acho que agora foi o mais perto que vi em toda a minha vida de shows *morre*), fez pole dance (mas foi para a platéia do lado oposto de onde eu estava)...

Se nos shows normais o Masaharu costuma incluir os sucessos de sempre na lista, no Daikanshasai ele resolve colocar tudo que ele quase não coloca no repertório, dividindo em "movimentos", como, por exemplo, "Músicas que não costuma cantar em shows", "No single life" (músicas que nunca colocou em single pra vender), e "Tamariku Time".

Além dos sucessos como "Dear", "sou ~ new love new world", "vs. ~ chikaku to kairaku no rasen" (aka a música-tema da série "Galileo"), "Heart", ele incluiu as "músicas que quase não inclui nos shows", como "Hard Rain", "Kiss and Kill Me"; "no single life", como "Marcy's Song" e "Hard Luck Lover"; a desconhecida "I Love You" (não é a versão cover do Yutaka Ozaki, mas sim, uma das primeiras músicas que gravou, no álbum "Dengon" e regravou para o single somente para quem é do FC BROS, "I Am a HERO").

"Tamariku Time" foi o momento em que ele interpreta covers que fazia durante o (saudoso) programa de rádio, o "Tamashi Radio", que era nas madrugadas de sábado. O álbum "Tamariku" ganhou o prêmio da Gold Disc Japan como o melhor álbum conceitual do ano de 2015, e traz covers como "Zenigata Heiji" (de Kazuo Funaki), "Cafe Rumba" (versão original de Perroni Jose Manzo, o original se chamava "Moliendo Cafe", mas foi traduzido para o japonês e interpretado por Sachiko Nishida) e "Ito" (de Miyuki Nakajima).

Mas sempre tem aqueles momentos de conversa com a platéia. No "Tamariku Time", ele leu alguns e-mails que recebeu, obviamente todos bem humorados para descontrair (como ele sempre faz).

"7月7日" foi gravado especialmente para o álbum do guitarrista Char ("ROCK +", em que doze artistas colaboraram para o álbum, representando os doze signos do horóscopo chinês. Fukuyama é do signo de galo), pouquíssima gente conhecia (a não ser que comprasse o álbum do Char, porque Masaharu não incluiu nem em versão digital pra download).

Depois novamente voltou a agitar a platéia, com a instrumental "vs ~ chikaku to kairaku no rasen", "Gang ★" (quase matando a mulherada do coração, porque estava muito erokakkoii), e as três músicas do último single - "I Am a HERO", "Stage no Mamono" e "Sono egao ga mitai".

Quem pensou que o show terminou, ledo engano - a banda volta ao palco para o primeiro encore - com "Kokoro color ~ a song for the wonderful year" e "Kiss shite".

Mas como todo mundo pediu mais um, Fukuyama deu o segundo encore, com "Nagareboshi", faixa do álbum "Zenkyou".

O show terminou sem problemas e todos felizes.

Nota: nos shows em que foram exclusivos para homens (dia 23) e para as mulheres (dia 24), o público ganhou, na saída, o "dotei gift" (uma moeda de 5 ienes, para dar sorte) e cartão de natal, respectivamente.



Fotos: da autora, exceto a primeira (do site oficial).

Set list via site livefans.jp




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