[Otaku Time] Mangas, Artbooks e Outras Leituras - Parte 3

Para saber o quanto eu gosto de Shoujo Manga dêem uma conferida na Parte 1.

E também para saberem os mangas no estilo Seinen ou slice of life, eis a Parte 2.

Pequena amostra dos volumes únicos e de até três volumes que tenho...

Quem me acompanha, não é de hoje que leio [muito] manga, e tenho muitos motivos para isso que nem preciso mencionar. Enfim, eu acabo lendo de diversos gêneros e autores e, claro, eu tenho os autores favoritos, que já cheguei ao cúmulo de passar o dia todo indo em tudo o que era livraria de segunda mão para encontrar e, quando não achava em loja física, tinha que apelar para comprar on line mesmo.

Não, eu não consigo ler manga no celular ou tablet, já tentei e me deu muita dor de cabeça no sentido real da palavra.

Além de mangas que ainda não terminaram (atualmente, tenho cinco títulos que ainda estão em continuação, mas um deles sai volume fechado uma vez por ano, e, do jeito que está, sei não se vai terminar logo), eu já adquiri coleção completa fechada e adquiro os chamados de "volume único", geralmente ou é coletânea de pequenos contos ou é adaptação de algum livro que virou filme.

Os volumes únicos têm aos montes, mas vai do repertório do leitor. A maioria - se não todos - são adaptações feitas de livros quando a história foi adaptada para filme, para divulgar o mesmo e facilitar aqueles que tem dificuldade de ler (meu caso, embora eu tenha uns quatro ou cinco novels mas eu preciso é estudar muito mais), já que ao menos o manga facilita ao menos no quesito kanji com o uso de furigana.

Daí vai ter meio mundo jogando na cara - "ah, mas ler estimula a imaginação, e manga perde essa magia blablabla" -, mas entendam o lado de quem prefere o manga, que é o meu caso - eu não tenho N1 em proeficiência em língua japonesa, não sei todos os 5000 kanji e seus significados e se eu for ler uma novel, vou levar anos para terminar que eu sei e nem é falta de vontade de aprender, não. Manga facilita mais para ler e até para entender muitos termos. Para terem uma idéia, "Houtei Yuugi", livro que deu origem a filme (que a autora aqui assistiu cinco vezes no cinema, tem o DVD, assistiu no prime e, nada contente tem o livro e a versão manga), a versão manga tem quatro volumes terminados, mas tem tanto termo jurídico que, muitas vezes tive que recorrer a dicionário on line para entender mesmo tendo assistido n vezes o filme.

Vamos à lista dos mangas de volume único (ou no máximo dois a três) que só tenho porque quase todos são adaptações de livros que viraram filme. Se ficar muito extensa - o que percebi vai ser MUITO extensa, vai ter continuação, senão vai cansar o pessoal aqui, porque só de volume único, tenho dezesseis volumes e só kamisama sabe se vai aumentar.

Alguns deles eu havia comentado como é que eu soube da existência deles, na época em que fiquei quarenta dias em casa por causa da pandemia.

One-shots ou Volume Único

- Watashi no Sukina Hito (CLAMP): Quem pegar para ler hoje em dia, vai soar datadíssimo demais, mas lembrem-se que o manga foi publicado em 1995. São doze short-stories de romance onde as mulheres são protagonistas, que foram publicadas na revista YOUNG ROSÉ entre 1993 a 1995, ilustradas por Mick Nekoi (hoje ela assina como Tsubaki Nekoi) e os comentários por Nanase Ohkawa. As histórias foram baseadas nas conversas que as autoras tiveram com colegas e outras mulheres. O estilo do traço da CLAMP não nega - quem leu as obras das meninas dos anos 90, o traço lembra bem a época de Tokyo Babylon, 20th Century Onegai, X e Rayearth. Quanto as histórias, são leves e bem melosinhos, mostrando o lado frágil das mulheres, seus sonhos, medos e superações, mas para se desligar do mundo, para mim vale a leitura. No final de cada história, o comentário feito por Nanase Ohkawa. No exterior, foi publicado como "The One I Love".

- Spica (Chica Umino): Da mesma autora de mangas como "Hachimitsu to Clover" e "Sangatsu no Lion", no início de carreira, Umino publicou diversas short stories em várias revistas entre 2000 a 2004 e compiladas no único volume em 2011 pela editora Hakusensha (do Hana to Yume, Gekkan LaLa, LaLa DX). São seis histórias que são de diversos gêneros - colegial (em "Spica" onde uma estudante que pratica balé, sente-se insegura em participar de um concurso), slice of life, fantasia (as histórias "Midori no Koinu" e "Hana no Yurikago" são ambientadas em algum lugar da Europa no início do século 20, além de serem duas histórias interligadas) e até um BL discreto ("Yuhi Candy", que ela publicou em uma revista BL em 2000). Quem tiver o "Hachimitsu to Clover", em alguns volumes, Umino também inseriu outras short stories de temas diferentes ao manga principal, além das notas adicionais da autora quando lançou a coletânea.

- Ao no Honoo (Yusuke Kishi/Rie Arai): Baseado no livro do mesmo nome de Yusuke Kishi escrito em 1999, a versão manga foi publicado em 2003, no mesmo dia que o filme foi lançado. A história foi publicada em janeiro de 2003 na revista Asuka Comics DX (creio eu que foi de uma vez só, e o mais surreal é que, quando eu lia o manga "X" da CLAMP que também era serializada na mesma revista, eu havia parado de comprar a revista quando comprei o 18o. volume tankobon em 2002 e também na época mudei de cidade e emprego), quem assistiu o filme, tem algumas diferenças, mas foi o filme que Kazunari Ninomiya levou para o teste para atuar no filme "Cartas de Iwo Jima". Sobre o manga, eu adquiri muitos anos depois, quando eu ainda morava em Yokohama, e foi numa de minhas constantes idas nas livrarias Book-Off da região, pois quando soube que o livro de Yusuke Kishi tinha a versão manga, não encontrava nas livrarias que eu frequentava, mas achei na Book-Off de Higashi-Totsuka, em Yokohama. Lembro que tinha uma fã do Ninomiya que gostou do filme e, como eu encontrei outro exemplar do manga, dei de presente para ela (só não sei se ela tem o manga até hoje, porque os tempos passam e os gostos pessoais também mudam...). Aviso que o teor é pesado e olhe que até hoje não assisti o filme (por falta de vergonha na cara mesmo).

- Kokuhaku (Kanae Minato/Marumi Kimura): Baseado no livro do mesmo nome de Kanae Minato lançado em 2008 e adaptado para filme em 2010, a versão manga saiu uma semana depois do lançamento do filme, mas foi publicado em quatro partes na revista JOUR Sutekina Shufutachi da editora Futabasha (a mesma que publicou o livro). Quem leu o livro e assistiu o filme, o manga também não difere muita coisa. O manga eu consegui adquirir graças a Book-Off, porque nas livrarias já tinha esgotado, e on line saía muito mais caro a taxa de envio do que o manga em si. Na real, eu fiz tudo misturado - eu assisti o filme (assim que saiu em DVD), comprei o livro (traduzido em inglês) e só depois foi o manga que eu havia descoberto sua existência numa das minhas idas na Book-Off (não lembro onde foi). E quem leu o livro e assistiu o filme, o buraco é mais fundo do que uma caixinha de leite "contaminada".

- Hotarubi no Mori e (Yuki Midorikawa): É uma coletânea de histórias que foram publicadas nas revistas LaLa e LaLaDX entre 2002 e 2003, antes da autora publicar sua série mais famosa, Natsume Yujincho. Sairam duas versões - em 2003 e 2011. A de 2011, chamada de "aizoban", traz uma história dentro do enredo de Hotarubi no Mori. Por causa disso, além de eu ter adquirido o tankobon de 2003, acabei adquirindo a versão aizoban, por causa das histórias que não estavam em 2003. Quem acompanha as obras de Midorikawa desde "Akaku Saku no Koe", de 1998, percebe que o estilo das histórias dela são focadas um pouco no sobrenatural e fantasia, facilmente percebido em Natsume Yujincho (que traz o sobrenatural com slice of life). Editora Hakusensha, por favor, convença a Midorikawa-sensei e publique logo uma coletânea decente de todas as short-stories da Midorikawa, porque tem algumas delas que nem como apêndice dos mangas do Natsume sairam ainda, sem contar que os primeiros mangas da autora são difíceis de encontrar até nas lojas de segunda mão!!

- Platina Data (Keigo Higashino/Renji Asai): Sim, adquiri a versão manga por causa do filme "Platina Data" que saiu em 2013. Keigo Higashino escreveu em forma seriada na revista Papirus entre 2006 a 2010 e reunidos em único volume em 2010. Envolvendo suspense, mistério e DNA, ganhou adaptação para filme em 2013. A versão manga, para divulgar o filme e a reimpressão do livro, foi publicada na revista SPICA, da editora Gentosha, a mesma que publicou o livro de Higashino. E ainda foi um dos poucos mangas que comprei na mesma época que o filme saiu. Não me perguntem se tem diferença entre livro, mangá e filme porque ainda não encontrei o livro traduzido em inglês e até hoje não consegui assistir o filme porque justo na semana que saiu em DVD e eu ia alugar para assistir, uma sem-noção postou um baita spoiler que, não bastava a foto, teve que comentar junto. Tá, eu sei que era mais fácil fechar logo a janela sem antes mandar uma mensagem de esporro para a indivídua, mas nem deu tempo pra fazer nada. 

- 100-kai Nakugoto (Kou Nakamura/Ai Mizutani): A versão manga, publicada pela revista Cheese!, em 2013, foi adaptada do livro de Kou Nakamura, para divulgar o filme. O livro de Nakamura foi publicado em 2007 e fez muito sucesso entre os jovens, pois se tratava de um romance onde um deles partia, plot muito comum entre leitoras. Mas quando um dos vocalistas do grupo Gospellers, Yoichi Kitayama leu o livro e comentou que chorou muito, logo o livro ficou entre os mais vendidos entre os homens mais jovens, especialmente os salaryman. A versão filme, é diferente a do livro, mas foi pedido autorização para Nakamura se poderia fazer modificações, embora os produtores tivessem gostado da obra original. Eu tenho o livro (em formato pocket book) que consegui na Book-Off, mas o manga consegui on line através de um projeto que recicla livros e mangas usados em bom estado, quando não conseguem restaurar. Só que, de tanta mudança que andei fazendo, não lembro onde guardei o cartão da entidade. Se lendo o manga já me fez chorar, imagine quando fui assistir o filme com atraso...


- Kamisama no Karute (Sosuke Natsukawa/Noriko Goto/Natsumi Honda): Embora eu tivesse comentado sobre o manga na postagem sobre seinen, eu havia mencionado a versão que foi publicado na revista Cheese! em 2014, para divulgar a segunda temporada do filme do mesmo nome. A versão do manga ilustrado por Natsumi Honda é a versão do filme (embora no livro mencione que Ichito e Haruna tem uma filha, não informa se foi no segundo ou terceiro livro que Haruna estava grávida). Mas como o filme já tem mais de 10 anos, a série do livro terminou, pequeno spoiler deste manga que foi publicado em uma revista shoujo - realmente é a versão do segundo filme, em que Haruna está esperando um filho, Ichito recebe a proposta de trabalhar em um hospital maior, além da presença de seu antigo colega de faculdade (detalhe que a cena do café também está na versão manga seinen), e a partida de um amigo muito querido dos dois, e desafiando os regulamentos internos do hospital. Nota da autora: só assisti a versão filme (os dois) e até hoje não assisti a versão dorama com Sota Fukushi e Nana Seino, em 2021.

- Debikuro-kun no Koi to Mahou (Koh Nakamura/Nozomi Mino): Versão manga do livro do mesmo nome de Koh Nakamura (o mesmo autor de "100-kai Nakugoto", que mencionei um pouco acima), para promover o filme "MIRACLE Debikuro-kun no Koi to Mahou" que saiu em novembro de 2014. Quem leu o livro, o manga e assistiu o filme, comentaram que as versões eram diferentes. O manga é do ponto de vista de Anna, amiga de Hikaru, o protagonista. Já o livro é do ponto de vista de Hikaru. Não consegui ler o livro de Nakamura, por motivos de que, como já venho comentando, eu ainda sofro para ler novels porque existem muitos termos e vocabulários que ainda estou estudando, e muitas vezes eu tenho que ler com um dicionário ao lado, quando não muito apelar para o aplicativo que, se desenhar o kanji na tela, aparece o significado. Detalhe que acho que não mencionei - até hoje não adquiri um dicionário eletrônico, aqueles que cabe na bolsa, porque procuro para usar em trabalho também (ainda estou tentando voltar ao trabalho em algum escritório, sei lá), embora muita gente aconselhou eu trocar de aparelho celular. Acho que a segunda opção é bem mais útil, sabem. 

- Blue Something and other stories (Fumiko Tanikawa): Coletânea de quatro histórias publicadas na revista Cocohana e uma pela revista Ribbon, de Fumiko Tanikawa. São romances e slice of life, no ponto de vista das mulheres, assuntos como casamento, separação e nova vida. Pior que até hoje não lembro se eu que comprei no aleatório porque eu precisava de ler mais shoujo manga ou ganhei ou veio de brinde em alguma compra de livros... Confesso que esse gênero é muito difícil de eu ler, não tanto pelos temas nem pelas autoras, mas é de mim mesma, que não sei qual procurar direito. E ainda eu acabo caindo no seinen, porque gosto muito de slice of life, e temas que são abordados, por exemplo, na revista Cocohana, não consigo acompanhar. Sim, é questão de eu criar hábito para conhecer melhor mangakas que abordam temas femininos mais adultas.

- Bokura no Gohan wa Ashita de Matteru (Maiko Seo/Ryoko Itodani): Baseado no livro do mesmo nome de Maiko Seo - depois que descobri que ela também é autora de "Yoake no Subete" (que foi filme do mesmo nome) -, publicado em 2012 pela Gentosha, ganhou versão filme em 2017. Até hoje não assisti a versão filme, mas os dois atores que fizeram os papéis principais - Yuto Nakajima e Yuko Araki -, acabaram casando-se na vida real oito anos depois. A história de dois colegas de escola que depois resolvem ter uma vida em comum quando adultos, tem reviravoltas, temas como construção de família, traumas superados e caminhos separados, podem soar clichê em qualquer shoujo manga, mas quando começa a ganhar empatia pelos personagens e descobrir o motivo de eles serem o que eram no passado e aos poucos superando essas dificuldades, é torcer para um final feliz.


- Shoujo (Kanae Minato/Keiko Iwashita): Baseado no livro do mesmo nome de Kanae Minato, já tinha a versão manga ilustrado por Iwashita em 2010, mas por causa do filme do mesmo nome em 2016 (com Tsubasa Honda e Mizuki Yamamoto nos papéis principais), teve uma nova reimpressão. É o ponto de vista de duas jovens estudantes do colegial em que, nas férias de verão, uma sem contar a outra, trabalham em um hospital e casa de repouso e possuem reações diferentes sobre vida e morte. "Shoujo" é o segundo trabalho de Minato depois de "Kokuhaku". Quem conhece o trabalho da mangaka Keiko Iwashita, ela foi a autora do shoujo "Living no Matsunaga-san" que muita leitora fora do Japão criticou pesadamente e teve versão dorama (o final foi diferente que a do manga que tinha terminado três anos antes da transmissão do dorama). Iwashita começou a carreira de mangaka quando foi premiada como artista revelação de 2007 na revista Gekkan the Dessert, da Kodansha, e desde então, ela publica a grande maioria de suas histórias na revista que a revelou.


- Muchuusa, Kimi ni (Yama Wayama): São oito histórias curtas que tem alguma vaga conexão entre elas, sobre os alunos de uma escola onde estudam rapazes. Algumas histórias são focadas em Hayashi, um aluno com alguns hábitos excêntricos mas que nem liga para o que os outros pensam. Outras, em Nikaido, um aluno que faz de tudo que ninguém note nele. O manga foi publicado em forma de doujinshi, e quando a autora assinou com a Kadokawa, republicou na revista Monthly Comic BEAM com acréscimo de mais quatro histórias. A história ganhou versão dorama com seis episódios (com Ryusei Onishi e Fumiya Takahashi) e anime (com as vozes de Kenshi Ono e Nobuhiko Okamoto). Eu acabei descobrindo a existência do manga por causa de um episódio do programa semanal "SakuSakuHimuHimu - Oshi no Furu Yoru", onde Daisuke Sakuma (segundo otaku-mor da STARTO, porque o primeiro é o Toshiya Miyata) e Yuki Himura (da dupla Bananaman) comentaram sobre um manga de Yama Wayama - "Onna no Sono no Hoshi" - e o sucesso do filme "Karaoke e Ikou", que é one volume da autora, e mencionaram "Muchuusa, Kimi ni" que deu trabalho para encontrar e até hoje não assisti o dorama e o anime por mais curto que seja!!!

- A Robot in the Garden (Deborah Install/Nami Fujio): A versão manga é do livro original da escritora britânica Deborah Install. Quem assistiu ao filme "TANG", existem várias diferenças no enredo. É a história de um rapaz fracassado que encontra um robô perdido e desmemoriado nos fundos de sua casa e resolve consertar, mesmo tendo que viajar para muito longe. É a partir dessa viagem com o robô que o rapaz passa a repensar no seu casamento e na sua vida. No livro, a esposa do protagonista sai de casa porque não aceitava que o marido consertasse o robô chegando ao ponto de ele ter que viajar para os Estados Unidos só para achar as peças. No filme, o protagonista é despejado da casa pela esposa por não cumprir suas obrigações, como procurar um emprego e largar de ser pessimista. A série de Deborah Install continuou, mas só encontrei a tradução em japonês (a versão original eu não procurei ainda na Kinokuniya de Shinjuku).

- My Broken Mariko (Waka Hirako): A história foi serializada on line pela Bridge Comics on Line da Kadokawa e posteriormente publicada em tankobon volume único com mais uma história extra. Sobre o manga, eu soube por causa da versão filme que saiu no outono de 2022 (com Mei Nagano e Nao nos papéis principais, mas perguntem se eu assisti o filme depois que li o manga). Aviso que o conteúdo é bem pesado, quem for muito sensível a temas recorrentes de maus tratos pra ladeira abaixo, melhor evitar ler o manga e assistir ao filme... Eu só não assisti até hoje justamente por causa do teor mesmo, pois quando vi o trailer que passou nos cinemas, já fiquei com o estômago embrulhado, e olha que já assisti filme com teor semelhante ou pior (e não por causa das atrizes, que uma teve vários problemas particulares que não é do meu interesse, meu interesse são os trabalhos que ela já fez até então, e outra eu gosto muito dela atuando também).

- Ienai Himitsu (Yone Kurachi): O manga foi baseado diretamente no filme do mesmo nome que saiu em junho de 2024. A história foi publicada na revista Dessert (Kodansha) e o manga tankobon foi lançado em maio de 2024. O filme de 2024 é a versão do filme "The Secret That Cannot Be Told" de 2007. Mais detalhes sobre o filme, fiz uma postagem no ano passado. Eu só adquiri o manga por eu ter gostado muito do enredo quando assisti o filme - sim, eu adquiri o manga depois, quando achei em uma das minhas várias idas na livraria que eu gostava de ir e muito quando morei de novo em Kisarazu.

Percebe-se que a maioria foi adaptação de livro ou filme, mas muitas vezes eu consigo ler em forma de manga mesmo, por mais que muita gente condene a quadrinização de livros propriamente ditos porque desestimula a imaginação, como eu disse, nesse caso eu entendo mais lendo o manga do que novel, mesmo tendo muitos termos que ainda não aprendi (e nunca é tarde para isso, dicionário serve pra quê, né. E não, não uso tradutor automático porque nunca traduz certo).

Fontes e imagens: Kodansha (Shoujo e Ienai Himitsu), Kadokawa (Watashi no Sukinahito, Ao no Honoo, My Broken Mariko e Muchuusa, Kimi ni), Hakusensha (Spica e Hotarubi no Mori e), Futabasha (Kokuhaku), Gentosha (Platina Data, Bokura no Gohan wa Ashita o Matteru), Shogakukan (100 Kai Nakugoto, Kamisama no Karute, Debikuro-kun no Koi to Mahou, A Robot in the Garden), Shueisha (Blue Something).

Imagem que abre o post - da autora.


Comments