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Sunday, December 09, 2018

Treze anos postando e continuando...

Dia 3 de dezembro de 2005 foi o dia em que voltei a postar depois que o anterior tinha ido pro limbo dos blogs (a hospedagem sumiu, meu blog foi junto e tinha tanta coisa que eu achei que nunca mais iria manter a mesma forma). E foi uma postagem tão curta que nunca iria imaginar que hoje já passei de 1300 posts, incluindo uns bem inúteis que tenho vontade de deletar, como enquetes e posts do tipo telegrama, que só faltava eu usar os códigos de telegramas de verdade de tão curtos que eram.

Saturday, December 08, 2018

Here Today

And if I said
I really knew you well
What would your answer be?
If you were here today
Here today.

Well knowing you
You'd probably laugh and say
That we were worlds apart
If you were here today
Here today.

But as for me
I still remember how it was before
And I am holding back the tears no more
I love you.

What about the time we met?
Well I suppose that you could say that
We were playing hard to get
Didn't understand a thing
But we could always sing.

What about the night we cried?
Because there wasn't any reason left
to keep it all inside
Never understood a word
But you were always there with a smile.

And if I say I really loved you
And was glad you came along
Then you were here today
For you were in my song
Here today.


"Here Today", letra e música de Paul McCartney (via The Paul McCartney Project)

Quem é fã (ou talvez nem tanto assim) dos Beatles, sabe que dia 8 de dezembro, lembra do dia em que John Lennon deixou este plano, em 1980 (outro dia que eu deveria ter feito alguma postagem, era no dia 29 de novembro, quando foi George Harrison, em 2001). Talvez por ter sido de uma forma abrupta (pra não dizer cruel) e que até hoje muitos lembram.

Em 1982, no álbum "Tug of War", Paul McCartney - amigo e parceiro compositor - compôs uma música em memória de Lennon. Por mais que por anos ambos chegaram a trocar "gentilezas", a amizade ainda permanecia. Tanto que, um dos motivos de Lennon ter saído do seu hiato de cinco anos, foi McCartney ter lançado "Coming Up" (1980) que indiretamente o incentivou a voltar a compôr e cantar.

"Here Today" é uma música que Paul interpreta até hoje em suas turnês, e em uma de suas entrevistas, confessou que muitas vezes teve que se segurar pra não chorar. Porque a letra era como se fosse um diálogo com John, das coisas que ele queria falar e não teve tempo para isso. E boa parte da letra remete às lembranças que os dois tiveram nos tempos em que eram membros dos Beatles.

"Se eu dissesse que eu te conheci muito bem, o que você diria se você estivesse agora?", a frase que abre a música seria como se fosse um diálogo com John, se ele não tivesse partido. Porque entre os dois, talvez tivesse muito a conversar, seja como amigos, rivais, colegas.

"Mas para mim, ainda continuo lembrando como se fosse ontem.", apesar das brigas, Paul admite que ele e John eram melhores amigos. "E eu não consigo mais segurar as lágrimas", na verdade, a música é uma das composições mais emotivas que Paul já escreveu, ao ponto de fazê-lo chorar.

"I love you". Segundo Paul "era a parte mais difícil de dizer. Parte de mim dizia 'espera, vai dizer isso?', e no fim acabei colocando. Porque era verdade."

"E sobre o dia que nos encontramos?". O famoso dia em que Paul conheceu John numa festa de igreja, em 6 de julho de 1957. Na época, Paul tinha acabado de completar 15 anos e John tinha 16.

"E sobre a noite que choramos? Porque não tinha motivo de deixar isso guardado.", Paul explicou essa frase em uma entrevista para The Guardian, em 2004 - foi durante a turnê norte-americana em 1964, em que eles tiveram que ficar alguns dias no hotel devido a uma tempestade. E numa dessas noites, acabaram caindo no choro, lembrando o quanto eles eram maravilhosos e se amavam mesmo sem precisar falar nada.


Fontes: The Paul McCartney Project, the genius.

Imagem: David Bailey Photographs.




Sunday, December 02, 2018

[J-Dorama] Relação entre Sempai - Kouhai da JE em Doramas (Parte 8)

Voltando a saga dos sempais e kouhais da JE em doramas, porque, como cansei de dizer: normalmente, dorama que traz um membro da JE, quase sempre traz um outro de brinde, para dar aquele "algo mais" na trama. Ou só pra servir de escada. Ou até se destacando mais que o ator principal. Essas coisas acontecem.

Lembrando que no momento estou mencionando os renzoku doramas (aqueles de 10 a 12 capítulos), porque se colocar os tampatsu no meio, a saga nunca vai terminar...

(Nota da autora: a última vez que postei um capítulo da série, foi em maio.)

Masahiro Matsuoka


Friday, November 23, 2018

Por que não começar agora?



Quando entramos em julho ou agosto, ou quando faltam poucos meses pra dezembro, muita gente que eu conheço entra naquele pânico - caraleos, não fiz nada até agora e se eu quiser começar algo, só ano que vem. Confesso que eu também fui dessas, mas com o tempo eu comecei a ver que, se que quiser começar alguma coisa, ou continuar onde eu havia parado, não importa que época estamos, mas não dá mais pra procrastinar.

Saturday, November 17, 2018

Quando seu ídolo vira desenho animado (Parte 3)



Abordei o assunto aqui e aqui. Era sobre mangas que viravam anime/filme/dorama. E também sobre artistas do j-pop que fizeram a música-tema de algum anime e acabaram fazendo uma pontinha.

Na verdade, fiquei de fazer uma outra postagem sobre artistas que viravam desenho animado, ou que eu fizesse de alguns de maior relevância, mas fui deixando e...

Wednesday, November 14, 2018

[TAG: Cine-Pipoca] "Gekijohan Code Blue - Doctor Heli Kinkyuu Kyuumei" (2018)


ATENÇÃO!!! RISCO DE SAIR ALGUM SPOILER SEM QUERER!
Caso não quiser saber o enredo do filme, pare por aqui, vai fazer algo de útil, como ir ao cinema e ver o filme que até este presente momento ainda está em cartaz nos cinemas.

Sunday, November 11, 2018

Dia do Baixo



11.11 Pocky Day


Eu havia comentado sobre o Pocky Day em três postagens (relembre um pouco aqui,  aqui e também aqui), e não sei dizer bem, ou se eu não reparei e passei batido até então, de uns tempos pra cá, ao menos no Twitter, quase nem vejo essa data.

Sunday, November 04, 2018

Dias de Vários Nadas a Fazer



Sabe aqueles dias em que você volta pra casa e depois que faz o que tem que fazer (no meu caso, ver a correspondência, comer algo que namorido fez, lavar a louça, tomar banho e tentar ler algum livro ou mangá ou qualquer coisa), acaba despencando numa preguiça dos infernos, e tudo o que você estava planejando na sua mente durante o trabalho, fica pro dia seguinte? Inclusive até assistir meus doramas favoritos, meus programas de entretenimento pra distrair, meus trocentos (tá, exagerei) DVDs esperando para serem assistidos.

Pois é, eu não sei o porquê de alguns tempos pra cá acontece isso quase duas ou três vezes por semana. Ou mais. Ainda se fosse SO na segunda-feira... E olha que meu trabalho nem pesado é (talvez por eu ficar muito tempo em pé quase no mesmo lugar), então nem era pra eu estar nesse estado lastimável. Sim, bem nesses termos, porque, para quem um bom tempinho atrás eu vivia aqui e ali, até pra atualizar o Empório eu era bem mais ativa, hoje... pfff! Nem Twitter e nem Instagram ajudam (FB nem falo nada, porque é o último lugar que entro).

Para ter uma idéia - até pra entrar no PC eu demoro. E nem é porque estou usando o notebook do namorido (porque o meu nem pra assistir meus DVDs tá servindo mais), mas eu tenho a leve (???) impressão de que falta algo na minha vida. Claro que trabalhar todo mundo precisa, pois preciso pagar minhas contas, ajudar a botar comida na mesa, juntar uns trocados para me divertir, porque não estou a fim de um karoshi (aka morrer de tanto trabalhar e nem ter aproveitado um terço da vida). Mas onde foi parar boa parte do meu ânimo que eu tinha? E o primeiro que vier com a conversa que a velhice chegou, vai levar uma tijolada no meio das idéias e nem venha reclamar de que eu sou revoltada.

Quando fui transferida de cidade desta última vez, minha qualidade de vida social caiu vertiginosamente ao ponto de eu chegar em casa e ir direto pra cama. Isso deveu-se muito ao fato de eu ter trabalhado um ano em período noturno, quase nem ter assistido aos doramas e animes da temporada, e quando ia aos eventos e shows, era ir e voltar quase no mesmo dia, ou seja, nem encontrar osazmigo eu estava prestando. O que acaba fisicamente e seu relógio biológico vai pras cucuias. Quando mudei de setor, melhorou um pouco - o fato de eu ter voltado ao turno diurno, melhorou 80% do meu desempenho, voltei a fazer as coisas que eu gostava, enfim. Mas sempre fico naquelas de tentar mudar algo na minha vida e sempre acontece alguma coisa que acabo adiando. O que para mim é o fim da picada. TODO ano é a mesma premissa - criar vergonha na cara e procurar algo pra melhorar. Até tento em partes, mas fico nos 50% que consigo e o resto encosto. Assim não dá!!!

Mudar de emprego ajudaria? Pra dizer a verdade, depende muito. E olha que tentei e muito, mas receber não na cara em todas elas, desmonta qualquer um. Idade nem era o empecilho, mas eu teria que melhorar era meu currículo, mais conhecido como atualizar sua vida.

O que falta para melhorar tudo isso então? Teria que depender de mim mesma, de eu levantar o corpo todo dessa modorrice e botar a mão na massa. Um dos obstáculos para mim sempre foi o maldito, famigerado, chamado tempo. Ou seja, conciliar horário e dia livre para fazer algum curso, alguma atividade, que seja. E a maioria das atividades que eu quero fazer é num horário e dia ingratos - dia de semana e no horário que estou trabalhando. E se eu ainda estivesse trabalhando no horário noturno, que horas eu iria dormir? Aí quando você encontra tudo do jeito que você gosta, o custo financeiro é superior ao que você tem guardado. Mas continuo procurando ao mesmo tempo que algumas coisas eu consigo aprender on line, como curso de japonês (sigo as páginas Meguro Language Center e Valiant College, que dão dicas de todos os níveis para o JLPT e vida cotidiana) e culinária (como Dailymade e CookPad, ambos em japonês).

Tempo você não tem. Você FAZ. Juro que não sei se agradeço ou mato quem me falou isso. Se bem que a maioria das vezes eu arranjo um tempinho para fazer alguma coisa. Mas outras vezes, bem que tentava, mas precisava mesmo de tempo suficientemente longo para realizar.

Se você não tentar, nunca vai conseguir. Isso eu vejo no meu trabalho também. Deixei de ser muito aquela pessoa que pensava "eu não vou conseguir" sem nunca ter tentado. Eu tento fazer, se der errado, peloamordeDeus, me expliquem como fazer de forma certa. Foi de alguns erros (que davam para serem consertados, ainda bem) que eu consigo fazer outros trabalhos também. Mesma coisa quando vou para algum lugar que nunca fui. OK, hoje temos o Google Maps™ para "salvar" a gente na hora do aperto. Mas ainda vou muito no modo tradicional, ou seja, no aleatório mesmo, andando e procurando sem mapa. Cada lugar interessante que a gente acaba descobrindo numas "quebradas" nas ruas do Japão, que um dia terei que fazer uma postagem a respeito.

Até mesmo receitas culinárias, que muitas vezes até o tradicional bolo de cenoura a gente tem que adaptar às medidas daqui (por causa da maioria dos fornos que são de dimensões menores do que a gente estava acostumado no Brasil). Se o bolo solou, ficou seco demais e/ou afundou, vamos ver no que faltou, errou ou fez demais para fazer de novo e ver se deu certo...

Receber dicas de outros blogs ajuda? Vocês não imaginam o quanto!!! Através de alguns blogs que sigo, acompanho (e comento quando eu lembro, foi mal ae) e, claro, leio, eu conheci outros mais. Afinal, blog foi feito para passar informação (desde que tenham as fontes seguras e confiáveis de onde encontraram), dicas e ajuda para pessoas de alminhas semiperdidas no universo. E se a gente comenta e/ou recebe comentários (mesmo se for críticas), muitas vezes é para melhorar e procurar onde é que tá falhando para que fornecemos uma qualidade melhor para os leitores. Aprendi muito com isso. Crítica às vezes dói, a gente vai pro cantinho e chora, mas depois reflete que "é um sinal que tenho que melhorar nisso". Bem, pelo menos para mim está surtindo efeito.

Crítica muitas vezes não é para destruir, mas para você enxergar de outro lado também. Uma vez recebi um recado meio mal-educado de um leitor sobre um incidente no Twitter, que sem querer eu acabei abrindo um arquivo e acabou sendo repassado para outros, o chamado SPAM (que não é aquele enlatado famoso no Hawaii). Na hora fiquei chateada demais pela forma que a pessoa escreveu para mim, mas depois serviu-me como se fosse um alerta para que eu pudesse avisar os demais do perigo de abrir um site que você desconfia mas a curiosidade fala mais alto...

Outra ocasião e que nunca mais esqueci é sobre shows e concertos. Até uns quatro anos atrás eu postava no Twitter e no Empório (eu raramente usava o FB e nem Instagram tinha conta) que eu havia sido sorteada para concerto de tal artista. Uma semana antes, eu havia feito uma postagem sobre ter conseguido o ingresso, recebi um comentário do tipo "nunca conte com o ovo antes da galinha o botar", o que poderia ser entendido para muitos (inclui eu nesse "muitos") como inveja (ou recalque, tanto faz) da pessoa. O que aconteceu? Concerto cancelado (quem me conhece muito bem, sabe de quem e onde estou falando). Foi a partir daí que eu evito de comentar que consegui ingresso para tal show antes do mesmo acontecer. Sou mais comentar depois que o evento aconteceu, e se eu tirei alguma foto na entrada do local do evento, o pessoal só verá depois de dois dias (ou mais se depender da boa vontade da autora aqui). Pode acontecer de eu comentar a respeito antes, que vai ter, esperando que dê tudo certo.

O que aprendi e aprendo com as críticas? Que eu tenho que refletir os diversos pontos de vista de muita gente. E eu mesma tirar minhas conclusões. Meu Empório anda parado? O que eu posso melhorar nisso? O que falta e o que tem de excesso? Pegando dicas aqui e ali, lendo outros blogs, lendo comentários de blogs de outras pessoas, depoimentos, etc., eu tento dar uma pequena melhorada. Mas se a pessoa que comentou escreve que é pra você fechar o blog, encerrar sua carreira, como fica? Se a pessoa não gostou, paciência, basta a pessoa deixar de me seguir. Nem precisa falar que vai me dar unfollow no FB ou Twitter, basta clicar no botão e acabou. Falta nem faz, eu acho.

Nunca é tarde para começar ou continuar. Pra falar a verdade, para mim não funciona "começar no primeiro dia do ano" ou "começo numa segunda-feira". Se for para começar ou continuar, que seja na hora que dá aquele estalo na mente, deixa a preguiça de lado e vambora.

Apesar do título ser um pouco nada a ver com o texto, às vezes a luz acende do nada nas idéias e vamos aproveitar para colocar em prática.

Blogs que muitas vezes me inspiram nas horas em que parece que não sai nada produtivo em sua vida, e elas não estão ganhando nada pra divulgar, somente o carinho e apoio de vocês:

https://www.subindonolustre.com/ (Tô sentido sua falta na blogsfera, Karupin, quando tiver uns minutinhos, me indica uns BL mangá pra eu ler.)

http://www.sernaiotto.com/ (Muitas dicas de blogs e blogueiras achei aí.)

http://desancorando.com.br/ (Descobri graças às duas blogueiras acima. Obrigada!!)

Foto: da autora, durante o Fuji Matsuri em Tsushima (Aichi).

Saturday, November 03, 2018

Dia das Bruxas, Halloween e A Grande Abóbora

Linus: Amanhã à noite estarei sentado aqui, nesta sincera plantação de abóboras e eu verei a Grande Abóbora! Ele virá voando pelo ar e eu estarei aqui para vê-lo!

Tuesday, October 30, 2018

Freshen Up Japan Tour 2018!!!



Sim, ele voltou a botar o pé na estrada e parece que isso vai longe.

Em meados de junho (eu acho), repentinamente o Instagram do Paul começou a ter desenhos estranhos, misteriosos, e teve uns de imaginação pra lá de fértil achando que ele estaria numa seita aleatória. Foi quando no seu aniversário ele anunciou o álbum "Egypt Station" e logo no dia seguinte surgiram as músicas "Come On to Me", "I Don't Know" e "Fuh You". E, em julho anunciou a turnê "Freshen Up", iniciando dia 17 de setembro no Canadá.

Na real, eu estava esperando que ele anunciasse turnê no Japão só no ano que vem (isso se tivesse), pois outubro em diante, os Domes ficam disputadíssimos (quem mora muito tempo no Japão e fica ligado em eventos sabe muito bem do que estou querendo dizer), e foi um milagre ter conseguido dois dias no Tokyo Dome e um, pela primeira vez, em Nagoya Dome. O chato foi ter marcado em dia de semana, mas pra dar como esgotado, sinal que o pessoal que gosta vai de qualquer jeito.

Mesmo estando com 76 anos e em boa forma (tanto musicalmente como fisicamente), Paul ainda sabe o que faz e pelo jeito aposentadoria ainda não existe em seu dicionário.

Imagem: site oficial da turnê Freshen Up Tour 2018.

Monday, October 29, 2018

[Mangá Time] Itoshi no Muco ~ Lovely Muuuuuuuuco!



Pelo menos um dos lados bons do Twitter (uma das poucas redes sociais que eu ainda tenho paciência e interajo mais), é ter conhecido tanto virtualmente como pessoalmente muita gente boa. Mesmo com algumas diferenças aqui e ali, a gente se dá muito bem.

Saturday, October 27, 2018

Quando tudo em excesso...

Quase dez anos atrás eu havia feito uma postagem aqui sobre os efeitos de quem vai num yakiniku tabehoudai ou qualquer restaurante onde paga-se tanto e pode comer o que quiser (ou puder, tanto faz) num tempo limitado. Há quem diga que, ir num lugar desses, "nem dá pra conversar direito com esse tempo mixuruca". Mas se coloca sem limite de tempo, o local vai à falência rapidinho. Na real: duas horas dá pra comer bem, dar um tempinho e ainda bater um papo.

Mas muitas vezes, isso nunca se aplica no meu caso e namorido. Não teve uma vez que fomos comer em yakiniku tabehoudai que voltamos pra casa não querendo ver mais comida pela frente.

Sempre assim: a gente começa numa boa, pegando tudo o que a gente quer comer, afinal, tempo contado, acabamos por pegar tudo de uma vez só...


Depois de se empanturrar com tanta carne, salada e variedades de comida (como takoyaki, yakisoba, batata frita, frango frito, etc.), nada melhor que comer uma salada de frutas, especialmente laranjas e abacaxis, pois dizem que são frutas ideais para fazer a digestão (por que teriam propriedades cítricas ou fibras?). Para mim, o que melhora minha digestão depois de comer uma quantidade nada tolerável de carne, são lichias...


Depois das frutas, partindo pro segundo tempo, que seria a sobremesa.

Mas fruta não é sobremesa!

E daí? Tem sempre espacinho no estômago para um bolinho, um sorvete...


Só que nessa altura do campeonato, tá tão empanturrado com tanta comida que, até pra comer a cereja do bolo, fica difícil de engolir.

E depois dessa orgia gastronômica, completando com um café (porque tudo tem que ter café na vida), hora de voltar pra casa, porque pagar a gente faz isso na entrada (sim, a maioria dos estabelecimentos de comida estilo buffet, ou viking ou tabehoudai faz o cliente pagar na entrada). Aí é que começam os sintomas do pós-glutonice...

Tipo, estômago pesado, barriga cheia ao ponto de que, se fizer algum movimento brusco, corre o risco de estourar.


Aí fica rolando de um lado pro outro na cama pra ver se a dor passa, ou faz a digestão, ou qualquer coisa, até nem deixar os outros dormirem com o barulho, de tanto que está passando mal.


Isso são as consequências de quem vai num lugar desses e volta pra casa. Depois você jura que não quer mais ver comida pela frente, que só volta pra lá numa outra encarnação e outras coisas mais, mas isso é só quando você está na fase de convalescência.


Porque daqui a uma semana você já estará indo novamente num lugar desses e o ciclo continua.

Estabelecimentos que são do estilo tabehoudai ou viking ou buffet (no Japão, e não tô ganhando pra divulgar):

- Yakiniku: a rede Manpuku Taro ou Stamina Taro;

- Bolos e doces: a rede Sweets Paradise:

- Outros restaurantes: normalmente em hotéis possuem um sistema de buffet.

Para ficar mais fácil, no gugol, procure em tabehoudai (食べ放題) ou solicite indicação de quem foi, aí ficará a critério de vocês.

Imagens: GifMagazine

Saturday, October 20, 2018

[Discoteca Básica do Empório] Vários - "Natsume Yuujinchou Shudaikashuu"


Um dos poucos animes a possuir temas de abertura e encerramento que não são estilo vocaloid ou de dubladoras de voz (deveras irritante) de adolescente, é "Natsume Yuujinchou" ("O Livro de Amigos de Natsume", em tradução livre).