Monday, May 18, 2015

Compartilhando Novidades


Recentemente, li um artigo do blog "Mulher Vitrola" (que eu leio ocasionalmente, dica da Lominha) sobre o motivo porque a autora não frequenta eventos blogueiros.

Recomendo a leitura: "A busca desenfreada do sucesso (e porque eu não vou mais a eventos blogueiros".

A última vez que eu participei de um evento do gênero foi há exatamente quatro anos atrás, quando os twitteiros brasileiros (e alguns japoneses) que moram aqui resolveram fazer um encontro a fim de nos conhecermos melhor pessoalmente (até então, a maioria era tudo virtual). Eu tinha ido a um anteriormente, em Tóquio, antes do terremoto de Tohoku, mas foi na semana do ano Novo, então, nem deu pra encontrar tanta gente como esperávamos.

Mas o encontro feito na cidade de Komaki (Aichi), reuniu a grande maioria dos twitteiros (e alguns blogueiros) e até hoje não esqueço do dia. Naquela época, para comunicar com o restante do pessoal que morava aqui quando ocorreu o terremoto em 2011, foi na base do Twitter (sim, a gente usava - e usa até hoje - naquela época), porque telefonar era inviável, mas a internet funcionava, apesar de ter ficado muito lento, mas funcionava. E foi através do Twitter que muita gente que morava quilômetros e quilômetros distante do epicentro, que puderam saber o que havia acontecido e, o mais importante, respirarem aliviados por estarem bem.

Depois disso, não lembro mais se teve algum outro encontro, porque se teve, infelizmente nem pude comparecer. Na verdade, uma boa parte dos brasileiros que moram aqui não possuem blog, e quem possui, bem... fica difícil eu descrever que tipo de assunto eles tratam, porque é um pouco de tudo (viagens, modo de vida, cosplay, dicas de beleza, cinema, diversão, receitas culinárias, curiosidades, etc.).

Eu entendo o real motivo de não ter esses eventos: muita gente mora muito longe, e quem mora na região, possui outros compromissos e nem sempre o dia de folga coincide com o de todo mundo. Mas se a gente resolve fazer, obviamente temos que fazer a divulgação nos principais meios de comunicação e sabemos que vai ter gente reclamando de que seria perda de tempo em fazer esse tipo de evento. Na verdade, quando fizemos, foi um encontro num restaurante, sem patrocínio algum. E quem bloga, só pensa em transmitir o que a gente acha de interessante e mais nada. Até onde sei, os brasileiros que aqui residem nem visam ganhar dinheiro com blogs. Somos daquela filosofia "vi, gostei, bora fazer resenha". Pelo menos os blogs que costumo seguir seguem dessa forma.

A maioria que bloga aqui visa apenas transmitir o que tem de interessante aqui, desde a visita de um lugar pitoresco até como participar de um evento de cosplay. Até fazemos resenha de um produto de beleza que pode prometer milagres, de um chocolate diferente, mas sem fins de ganhar $$$ como eu já cansei de falar.

Tenho este Empório há quase dez anos, e se eu quiser ganhar alguns trocados com isso, tem a alternativa de usar o AdSense e olhe lá, mas alguém me pagar pra fazer resenha de algum produto ou qualquer coisa que seja, aí, não. Eu posto conforme o momento. Ou daqueles dias em que "vi, gostei e vamos mostrar pros leitores". Eu sei que ultimamente estou em dívida com muita postagem, mas vamos combinar que, a gente aqui também trabalha direto e temos nossos afazeres, por isso que nossas postagens nunca serão diárias.

(Claro que eu admiro gente que posta tutoriais, gente que posta quase que diariamente e, principalmente, gente que posta resenhas sem fins lucrativos.)

Teve uma época que eu postava muito mais, aquelas que eu via algo novo e interessante, ia pesquisar e logo estava postando. Mas, depois de alguns problemas pessoais, eu passei a postar muito pouco, ao ponto de eu parar pra pensar se estava postando por postar ou postando porque eu gostava. Mas também já recebi cada indireta (em comentários em outros blogs) de que eu estaria sendo paga para postar sobre doramas e filmes que eu assistia, o que me deixou irritada, nervosa e desanimada tudo ao mesmo tempo.

Mas com o tempo, a gente faz a egípcia e segue em frente, porque gente que faz esse tipo de comentário, nem merece um pingo de atenção. E', eu sei.

Enfim, quando li o post do blog da Mulher Vitrola, eu parei para pensar sobre esses eventos. Mas não cabe o nosso caso, entre o pessoal que bloga aqui. O nosso intuito seria postar o que para muita gente seria novidade. Não era pra isso que os blogs servem? Informar, divulgar e compartilhar?

Não sei vocês, mas ainda sou daquelas que vejo algo de novo/interessante/legal e quero mostrar pra todo mundo. (Mesmo que custe algumas críticas destrutivas em comentários alheios, mas a gente fica triste na hora, se acalma, tira a poeira e não vamos desanimar, porque gente assim quer ódio pra cultivar o coraçãozinho, se é que tem coraçãozinho, né?)




Wednesday, May 13, 2015

Maio



Fazem dezessete anos que vim parar aqui e dezessete anos que passo o segundo domingo de maio longe de minha mãe. Eu bem que ultimamente tento retornar para um mês de merecidas férias, mas sempre acontece algum imprevisto que me impede de fazer isso.

Seja como for, eu não lembro de minha mãe somente em dias especiais, mas todos os dias - embora eu telefone para ela uma vez por mês por questões de algo chamado... economia!!! Explicando: quando cheguei aqui no Japão, em 1998, na época, ligação internacional era caro pra caramba. Então, eu telefonava pra minha família uma vez por mês e quando não muito, duas, no caso de extrema urgência. Se eu telefonasse mais de duas vezes no mês, era fatal a pergunta: "Aconteceu alguma coisa???"

Apesar dessa distância geográfica, eu sempre lembro da minha mãe como se ela estivesse ao meu lado. Qualquer coisa que eu vejo, faço e até falo, lembro dela. Desde os panos de prato feitos de saco de farinha alvejada com barradinho de crochê (e o primeiro que falar que é coisa brega, vai levar uma chibatada com esse pano, viu?), até certas superstições (ou hábitos, que seja), como não comer frango na véspera do ano Novo.

Mas se meus pais estivessem morando aqui (não necessariamente no mesmo teto), além das conversas cotidianas, as broncas seriam as mesmas. Aquelas broncas típicas de mãe, sabem? E talvez com algum upgrade. Ah, sim. A hora do almoço, o pão de ló (que até hoje eu nunca acertei fazer igual), a farofa de abobrinha e a torta de sardinha com tomate.

A macarronada de domingo, fazer compras no supermercado e ficar pesquisando o melhor preço (nem preciso dizer de quem eu peguei esse hábito), assistir filme (minha mãe nunca foi chegada em novela), regar as plantas, os afazeres domésticos.

Eu sei que às vezes as mães exageram (um pouco), mas se tem algo que minha mãe sempre deu apoio foi na escolha de nossas decisões quando entramos na fase adulta. Embora a gente sempre teve aqueles altos e baixos na vida e as broncas merecidas. Na hora a gente acha ruim, mas depois a gente cai na realidade e "ela estava certa".

Hoje, mais do que nunca, eu valorizo muito mais o que minha mãe fez (e ainda faz) por mim e pelos meus irmãos. Embora a gente já tenha passado da casa dos "enta" (exceto meu irmão mais novo, que ainda está entrando nos "inta"), tudo o que ela nos ensinou, continua sendo válido. E toda vez que converso com ela, nem ligo se fico uma a duas horas no telefone conversando (e ela: "Vai sair caro essa ligação"), mas só de saber que estão todos bem e com saúde, eu agradeço por esse dia.

E uma das coisas que aprendi com ela é que, temos que agradecer pelo dia que passou, sinal que estamos vivos, por mais que o trabalho seja ingrato, que o dia nem foi tão bom assim, mas o fato de poder dormir e acordar para mais um dia, seria o suficiente.

E saúde também - sem saúde, sem vida.


Feliz dia das mães, 24 horas por dia, sete dias na semana, 365 dias no ano.

Imagem: do FB na timeline da minha amiga Cintia "Lina Style".

Monday, May 11, 2015

Pretty (Wo)men...?!

Uns dias atrás tanto no site The Doramas como no FB, eu havia me deparado com essa foto...

Septeto novo na parada, as Canjani Eito!!! (Esquerda pra direita) Kurako, Yasuko, Nishikiko, Subako e Yokoko. (Atrás): Maruko e Murako. (foto cr: kanjani LJ)

Thursday, May 07, 2015

Instagrando por aí... ~ Especial Sakura

Eu sei que era para ter postado no máximo em abril, mas foi um mês tão corrido que, quando eu tinha meu dia de folga, eu tinha outras coisas pra fazer. Enfim, quando chega a primavera, as flores se abrem depois de um longo inverno.

Sunday, May 03, 2015

"Out There Japan Tour 2015" ~ Tokyo Dome, 27 de Abril de 2015

(Mais conhecido como "The Revenge Tour")

Ainda estava me recuperando do baque que eu e mais de 200 mil fãs tivemos no dia 17 de maio de 2014, quando no final de janeiro, recebo no LINE a notícia...

Wednesday, April 29, 2015

Cada Ingresso conta uma História...

Acho que nos últimos dez anos fui em muitos concertos do que eu não fui quando eu era uma estudante universitária semiperdida no campus.



Desde 2006, fui em 10 concertos e dois eventos (live viewing não coloquei aqui porque foi no cinema). Eram para ser onze, mas infelizmente um foi cancelado. Como consegui essa proeza (ou doideira, como queiram), vou contar pra vocês, mas aviso que o post vai ser looooooongo....

Wednesday, April 15, 2015

Thursday, April 02, 2015

Fã Clube

Toda vez que eu tentava ir no show/evento do Masaharu Fukuyama, tinha gente que me perguntava se eu era membro do fã clube dele. E quando eu respondia que ainda não, ninguém acreditava...

MAS COMO???

Tuesday, March 31, 2015

Redes Emanharadas

Não está sendo fácil entrar em qualquer rede social e fechar a janelinha com um misto de raiva, decepção, tristeza e vontade de espancar o primeiro pela frente (o que nem valeria a pena). 

Sempre tive a idéia de entrar em rede social ou blog x, y ou z e me entreter, ter algum informação legal, espairecer a cabeça depois de um dia (ou uma semana, tanto faz) de um trabalho penoso. Bem, isso há alguns anos atrás, porque de uns tempos para cá, de dez artigos que eu tento ler, pelo menos metade deles são de ódio, de protesto, de raiva, de chorar (literalmente, mas vai da interpretação de cada um)...

Eu não sei o que acontece na mente desse pessoal, porque qualquer coisinha que comenta, pra começar uma Terceira Guerra Mundial basta apertar um botão. Num tópico qualquer que seja, obviamente vai ter uma parcela de gente que vai discordar e vai ter outra parcela que vai concordar. Ainda se o argumento fosse válido... Mas nãão... só falta sair na facada mesmo. Sabe do tipo as batalhas na história do Rurouni Kenshin? 

Daí se a gente fala que essas pessoas estão exagerando, vêm dizer que somos um porre. Da mesma forma que elas não concordam com isso, a gente também tem o direito de não concordar com o ponto de vista delas. E quando isso acontece, começam os discursos cheio de "moral" e que somos obrigados a concordar com elas. 

Existem pessoas que realmente a gente nem pode discutir, que seria uma perda de tempo. Nem comento mais nada nas redes sociais sobre muitos assuntos porque não existe mais aquela discussão saudável dos tempos em que existia o Fórum das Garotas Que Dizem Ni ou o Fórum Beatles Brasil, que a gente discutia, zoava mas todo mundo ficava na paz e amor. Um ou outro era um porre mesmo, mas a gente relevava. Mas hoje, nem dá mais pra fazer isso. Se esses dois fóruns ainda estivessem ativos, eu nem saberia dizer se iríamos continuar ser os mesmos.

Porque seríamos chamados de reacionários, elite, retrógrados, preconceituosos... 

Porque realmente, nem sei mais o que acontece com as pessoas, a tolerância esvaiu-se como fumaça.

E eu pergunto: vocês compram esmalte pela cor ou pelo nome?






Monday, March 30, 2015

[Promotion Video] "Sakura iro maukoro" ~ Mika Nakashima (2005)

"Sakura Iro Maukoro", single de fevereiro de 2005 da cantora Mika Nakashima, é tida como uma das mais bonitas baladas, especialmente em se tratando do tema "Sakura Songs".

A letra é sobre o amor da primavera que, tal como as pétalas das cerejeiras, dançam no ar. Mas o que também chamou a atenção na época (e até hoje) foi o promotion video.

Durante a música, é contada uma história de amor de duas crianças, que tinha como fundo uma cerejeira, que foi testemunha de todas as passagens da vida delas até a adolescência, quando o casal acaba se separando devido a mudança da menina para outra cidade, deixando o rapaz solitário e sua única lembrança é a árvore.



O piano que está na capa do single é o mesmo que Mika toca durante o promotion video. O cenário onde se passa a história das duas crianças com a cerejeira, estava em cima desse mesmo piano.


A animação, feita com bonecos, e filmado quadro a quadro, dá um tom mais nostálgico na música.


O single foi lançado no dia 2 de fevereiro de 2005 (e sua versão analógica no dia 16), ficou em quinto lugar na Oricon. Embora tivessem várias músicas com o tema das cerejeiras, dizem que foi a partir desta música que deu maior ênfase ao "Sakura Songs", devido a música trazer o vídeo que representou melhor "a passagem das quatro estações do ano contando uma história de amor".

A música está no álbum de estúdio "MUSIC", lançado em março do mesmo ano e nas coletâneas "BEST" e "TEARS". Ganhou versões de cantores como Ryoko Moriyama e Hideaki Tokunaga (vide álbum "VOCALIST 6", série em que Tokunaga interpreta músicas em que somente mulheres cantaram).

Em 2013, foi usada a versão "natural" para o comercial da Kanpo Senmei.

Nota da autora: infelizmente não consegui encontrar o PV inteiro, portanto somente duas cenas que encontrei na net. Talvez encontrem no site PV Sites mas não são vídeos do YT. E também queria encontrar os dados de quem fez o vídeo, mas nem o Commercial Photo, revista que traz sobre CMs, PVs e anúncios, encontrei. Se alguém encontrar, por favor, informem-me.

Sunday, March 29, 2015

J-Pop e Anime

Assim como muitos comerciais aqui no Japão usam músicas de artistas conhecidíssimos da j-pop como música de fundo (uma forma de divulgar o artista também, atire a primeira lata de bebida quem nunca comprou um single do artista só porque ouviu no comercial e gostou. Recomendo conferir o blog do fmass, o CM's Japan, que ele traz as novidades), no mundo anime a coisa não muda muito.

Monday, March 16, 2015

Coisas Aleatórias

Sério. Até hoje sempre associo biscoito aquele que é doce e recheado e bolacha, aquele de água e sal ou cream cracker. Se colocam essa questão pra qualquer um, vira discussão, na certa. De qualquer forma, vou comer do mesmo jeito.

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Uma vez postei sobre "Por que você não assiste/assistiu j-dorama?", que foi o meu ponto de vista sobre os motivos de não ter assistido ou não vai assistir - desde "não gostei do enredo" até "odeio tal ator/atriz". Passado alguns anos, percebi tardiamente que muito me deixei levar na opinião alheia. Moral da história: assiste se quiser, mas se não quiser, fica no seu canto e deixe quem gosta assistir.

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Twitter foi a rede social que mais me ajudou no dia 11 de março de 2011 quando fiquei impossibilitada de usar o telefone. Felizmente, a internet funcionava (mesmo com uma certa demora no envio/recebimento de dados), mas era o que dava para ficarmos atualizados no que realmente tinha acontecido naquele dia. O que o Twitter e outras redes sociais ajudaram a unir e conhecer as pessoas (conheci muita gente legal desde então), hoje tenho a impressão de que está ajudando a dispersar.

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Por mais que as opiniões alheias sobre um assunto que eu gosto ferem em mim, aprendi a tolerar. Afinal, ninguém tem a mesma opinião que a sua e vice-versa. Da mesma forma que minhas opiniões possam desagradar outras pessoas também.

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A gente costuma reclamar de falta de tempo pra isso ou aquilo. Acabo lembrando de uma coisa que um ex-colega dos tempos de faculdade disse "Tempo a gente não tem, a gente arranja". No que eu consigo algum tempo livre, sempre aparece algo inesperado.

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Perdoem-me, mas comeback pra mim é o que a banda japonesa Southern All Stars fez: quase 10 anos sem lançar álbum inédito, final de março sai um novinho. Isso porque nos dois anos anteriores, lançaram dois singles e voltaram aos concertos depois de cinco anos de ausência (ok, em 2011 eles se reuniram para o projeto do Team Amuse na música/promotion video "Let's Try Again"). E o melhor: não perderam fãs e ganharam novos.

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Nunca é tarde para aprender algo novo. Inclusive gostar de matcha.

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Existem assuntos muito óbvios que nem postei recentemente, como o Dia Internacional da Mulher e 11 de março, 4 anos depois. Porque sei que vai dar no que falar, e mesmo porque muita gente postou sobre o mesmo assunto. E li cada comentário que eu fiquei horrorizada.

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Março e Abril, temos os conhecidos festivais - o Honen Matsuri no templo Tagata, na cidade Komaki (Aichi) e o Kanamara Matsuri em Kawasaki (Kanagawa), respectivamente. Ambos o mesmo tema: fertilidade, saúde e vida longa. Se acessarem as páginas a respeito, vão entender. E se eu for neste ano, em Kawasaki (geralmente no primeiro domingo de abril), foto vai ter, mas se vou postar aqui, posso correr sério risco de ter este Empório fechado mesmo justificando que se trata de uma manifestação cultural e secular.

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Alguns animes por mais estranho que sejam, no fundo trazem uma lição para a vida. Um que comecei a assistir por culpa da curiosidade do filme que vai sair, é "Ansatsu Kyoshitsu" ("Assassination Classroom" em inglês ou "Classe do Assassinato", tradução livre). Uma criatura  enorme de cor amarela, que mais parece um polvo, além de ter transformado uma lua em quarto minguante (ou crescente, como está na tradução), resolve dar aulas para uma classe discriminada pela própria instituição de ensino. Ao mesmo tempo que os alunos tentam matar o professor, este dá várias lições para a vida (do tipo: professor não somente ensina mas também educa).

Dá até pena de matar uma criatura tão doce como esta.


Imagem: site ZKai, escola preparatória no Japão. O personagem Koro-sensei, do manga "Ansatsu Kyoshitsu" tornou-se professor-propaganda devido a sua popularidade (mesmo ele sendo o alvo dos seus próprios alunos, que ao mesmo tempo querem matá-lo, aprendem muitas lições com o professor).

Monday, March 09, 2015

Caligrafia

De alguns dias para cá, no Instagram, postaram fotos de uma frase escrita à mão e com a tag  #aletradaspessoas. Lembrei de um tema de uma postagem coletiva que consistia em fazer uma postagem escrita à mão e postar no blog (devidamente escaneada, claro), o que achei interessante, mas eu fazer que era bom... (meu scanner foi desta pra melhor e até hoje estou procurando um que preencha boa parte dos meus requisitos, o que vai demorar um pouquinho)

Faz muito, mas muito tempo que não escrevo tanto o quanto eu deveria, e quando eu faço, ou é pra fazer alguma tradução ou quando pego para estudar língua japonesa (sim, eu tenho que anotar tudo o que eu tento aprender, porque olha...), e minha caligrafia sai que é uma maravilha, que depois eu tenho que tentar decifrar o que eu escrevi.

Uma das coisas que eu costumava fazer e hoje quase nem faço mais é escrever cartas. Eu chegava a escrever cartas de duas a três folhas (frente e verso), hoje se é um telegrama é muito.

Talvez essa postagem coletiva no Instagram tenha algum propósito: o da gente voltar a ter o hábito de escrever, não digitalmente, mas usando lápis ou caneta e papel para expressarmos o que sentimos, o que queremos ou até fazer listinha de supermercado.


Foto: Da autora, via Instagram

Saturday, March 07, 2015

Algumas Curiosidades dos Membros do Johnny's Jimusho...



Já que o povo AMA pegar no pé dos membros dessa agência mais famosa (em todos os adjetivos possíveis) do Japão, dizendo que eles não têm nada no cérebro, então vamos lá.