Wednesday, September 21, 2016

Tuesday, September 20, 2016

Eight Days A Week



Setembro, para muitos fãs do quarteto de Liverpool, está sendo um mês especial: além do grupo completar 54 anos do lançamento de seu primeiro single, foi o lançamento da versão remasterizada do álbum ao vivo "The Beatles at the Hollywood Bowl", que foi lançada em vinil em 1977 e permaneceu inédito em DVD até o dia 9 de setembro de 2016, quando resolveram relançar em versão remixada e remasterizada para coincidir com o lançamento do documentário dirigido por Ron Howard - "The Beatles: Eight Days a Week - The Touring Years".

Quem me conhece há MUITO tempo, sabe que sou fã do quarteto, tenho a coleção em vinil, livros, essas coisas. Mas como meu acervo está na minha outra residência, eu bem que tentei fazer a coleção em CD, mas quem disse que consigo...

De uns bons tempos para cá estou tentando fazer a série Beatles e Japão, mas a tarefa não é fácil, porque no j-pop, referências não faltam desde os anos 60, então sintam o drama, por isso que vai ser bem aos poucos mesmo.

Sobre o álbum relançado neste mês: gravado nos shows dos dias 23 de agosto de 1964 e 29-30 de agosto de 1965 no lendário Hollywood Bowl. Quem ouviu na época que saiu em vinil, dava pra sentir o quanto era difícil para os Beatles conseguirem tocar e cantar para um público que gritava (por isso que, quando eles fizeram os shows no Budokan, ficaram impressionados com a platéia que quase não gritava).

Agora sobre o documentário: o diretor Ron Howard, com a colaboração de Paul McCartney e Ringo Starr, e de Yoko Ono e Olivia Harrison, dirigiu e produziu o filme, que compreende desde os primórdios das apresentações no Cavern Club de Liverpool, terminando com o show em Candlestick Park em 1966.

Além das performances em si, traz também 30 minutos do show no Shea Stadium em 1965 (o primeiro show que fizeram em um estádio de baseball para 50 mil pessoas, um recorde na época), que desde 1966 não era exibido.

Bem, o filme entrou em cartaz na Inglaterra e Estados Unidos nos dias 15 e 16 de setembro respectivamente. No Japão, será no dia 22. Mas também daria para assistir pelo site HULU, e seria o primeiro documentário a ser adquirido pela empresa, fazendo parte do acervo de documentários.

Pelo menos na semana passada, quando fui na Tower Records de Nagoya, o álbum "The Beatles at the Hollywood Bowl" estava em primeiro lugar nos mais vendidos da semana (na categoria música estrangeira), provando que, mesmo o grupo ter acabado em 1970, eles continuam em evidência.

Monday, September 19, 2016

Arigatou ~ 25 Anos




Dia 9 de setembro, um dos grupos mais famosos do Japão (e no final das contas todo o mundo ficou conhecendo devido à bomba que caiu nos jornais em agosto), completou 25 anos de carreira. Se a gente for falar dos 25 anos de carreira do quinteto SMAP, vai levar muito tempo, então, vamos lembrar de coisas boas.

Wednesday, September 07, 2016

[J-Dorama] Relação entre sempai - kouhai da JE nos doramas (Parte 3)

Vamos que a fila anda, a vida continua.

Dando ainda sequência da relação amistosa e saudável entre os sempais e kouhais na JE no caso de doramas...

Masahiro Nakai (SMAP)






Sunday, August 28, 2016

Yokohama Arena, nove anos depois... (Arashi - Japonism Tour Arena, 9 de Agosto de 2016)



Uma vez fiz uma postagem do Yokohama Arena (aka YokoAri. Por ter esse apelido, a mascote é uma formiga, porque "ari" em japonês...). Só que tinha um porém: desde março de 2007 que sequer fui a um show ou evento naquele lugar. Embora eu tivesse morado a uns 30 minutos (de carro) do lugar, não significava que eu estava sempre batendo ponto em tudo o que era show e evento no YokoAri - primeiro que não era fácil conseguir ingresso antecipado devido ao sistema de sorteio; segundo, quando um dos meus artistas favoritos fez shows lá, esqueci a data de solicitar ingresso e acabei indo em outro lugar.

Nesses nove anos, aconteceu de tudo comigo, que nem preciso contar a história, pois quem me conhece, sabe. E o máximo que consegui em Yokohama, foi o Natsu no Daisougyousai no Nissan Stadium, a um quilômetro do Arena.

Depois de umas e tantas traulitadas na cuca, eu passei a comentar que vou a um show ou evento DEPOIS que eu já fui e estou sã e salva no novo cafofo do lar. Normalmente acabo comentando meses depois que eu fui numa conversa aleatória, como por exemplo, o Japonism Tour 2015 do Arashi que fui no Nagoya Dome em novembro do ano passado (tirando as meninas com quem eu fui, acho que só fui comentar que assisti o show algumas semanas depois).

Voltando ao Yokohama Arena.



Ultimamente, a maioria dos artistas que eu gosto, raramente estão fazendo no YokoAri, porque o lugar tem capacidade para 17 mil pessoas (incluindo a parte central), ou seja, artista que não tem tantos membros de fã clube oficial, consegue fazer o show numa boa (por exemplo, artistas da JE que têm menos de 10 anos de debut ainda fazem a tour em arenas, encerrando no YokoAri, como, por exemplo, o grupo Hey! Say! JUMP, cuja tour anual só fazem em lugares menores). Quando em meados de janeiro, não estou me lembrando agora, recebi a notícia que o Arashi ia estender a tour Japonism para lugares menores (melhor dizendo, em cidades onde faz MUITO tempo que o grupo não fazia show, porque desde que começaram a fazer o Five-Dome Tour, ficou muito difícil estenderem para outras cidades), eu não sabia se ficava feliz, se ficava triste ou se chorava. Porque se já pra conseguir ingresso para qualquer um dos dias em qualquer Dome - na altura do campeonato eu aceitava até ser sorteada pra Hokkaido ou Fukuoka - , vai imaginando nos Arena.

O Japonism Tour Arena começou em abril e terminou em agosto deste ano (fizeram em Fukui, Hiroshima, Shizuoka, Kagoshima, Nagano e Yokohama). O que gerou a maior discussão calorosa nas redes sociais foi o fato que, para se inscrever para obter os ingressos, era somente cadastro via celular, limitado a dois ingressos por membro, sendo que o segundo ingresso teria que ser para alguém TAMBEM membro do FC e... enviar foto para fins de identificação facial.

Nem melhor me estender, senão vou fugir mais ainda do texto.

Quando recebi o e-mail de que eu havia sido sorteada, eu não sabia mesmo se eu ficava feliz ou chorava mesmo. Aquele pavor da identificação facial: já passei em cada situação quando eu ia prestar o JLPT, que o fiscal ficava olhando para a foto que a gente envia na inscrição e para você ao vivo, e como em quatro meses meu corte de cabelo muda, aí a pessoa fica na dúvida se é você mesmo... *chora*

Quando chegou o dia, que foi numa terça-feira, nessas alturas do campeonato, eu já tinha a noção do que como tinham sido os shows anteriores, via twitter. Tá, a um certo ponto cheguei a perguntar pra Saori (que é como eu, tem o Sakurai como ichiban) como tinha sido o show em Kagoshima, um dos lugares que teve o menor público porque o lugar em si já não comportava tanta gente como se pensa (5 mil, imaginem!!! Para um grupo que costuma fazer em lugares que comportam até 60 mil pessoas...).

No mesmo dia, a Akemi (que mora em Kanto) também tinha sido sortada depois de CINCO anos sem conseguir ir a um show deles. E olha que ela tem mais tempo de membro de FC que eu. Só que eu havia conseguido arena e ela center. (N. da A.: fomos descobrir o que era center e arena no site do YokoAri: diferente dos domes, que arena era perto do palco e stand era arquibancada, no YokoAri, arena é arquibancada e center é perto do palco)

Deu-me aquela sensação de voltar em 2007, quando fui no YokoAri no final da turnê "WE'RE BROS. 2007 ~ 17 Nen mono" do Masaharu Fukuyama. Embora eu tivesse ficado as cinco horas em pé, na área chamada "tatime" (fica no terceiro piso, literalmente em pé mesmo), estar dentro do YokoAri era lindo. Mesmo depois da reforma que durou quase meio ano.

Visão do palco onde eu estava e foi na pressa porque sabem...

Como eu havia mencionado, embora o YokoAri em quesito de arenas no Japão tenha a maior capacidade do que até o Saitama Super Arena, o lugar interno parecia menor. Por um lado era bom porque dava pra ver tudo sem precisar de binóculo (peguei lugar bom) e os telões ajudaram. Claro que ficar no center seria bem melhor, porque quando o moving stage passou no center, minha amiga disse que deu pra ver tudo, se bobear até as pintas do rosto do Jun (ia falar das marcas das espinhas, mas deixa quieto ou eu apanho da Tathy).

O show em si: quem tinha ido no Japonism Tour em qualquer dos Domes, obviamente sentiu falta de algumas músicas e performances mas vamos combinar o seguinte: levem em consideração o tamanho do lugar e ainda eles fizeram dois shows num dia só. E por eles terem ficado tão próximos do público, senti que as apresentações foram bem mais elaboradas, e misturaram um pouco de tudo - mantiveram os solos originais do Satoshi Ohno e do Kazunari Ninomiya (somente a parte da dança), do Sho Sakurai foi somente a parte do tambor e do Masaki Aiba em que ele ficou suspenso na corda no meio do center (durante a música "Bolero"). Jun Matsumoto atacando como DJ (o solo dele no Dome Tour foi uma demonstração do que ele aprendeu no quadro dele no programa Arashi ni Shiyagare, o "This is MJ" em que ele pulava de um lugar para outro, como nos filmes de ação).

Falando em solos, eles fizeram um flashback dos solos das turnês anteriores - Ohno com "Rain", Nino com "Himitsu" (com direito aos backdancers com fantasias de bichinhos, como foi no original), Jun com "Shake It" (não, infelizmente ele não pagou peitinho como nos anteriores), Sho com "T.A.B.O.O." (sem aquela roupa vermelha, snif), e Aiba com "Disco Star", com direito aos quatro seguindo na infame mas hilária coreografia com direito a tombos de vergonha alheia (leia-se Nino).

Incluiu também as músicas que lançaram este ano, como "I seek", "Daylight" e "Fukkatsu Love" - esta última uma das performances mais bonitas que vi, com direito a background de luminosos a la Broadway.

Durante a música "Mikkazuki", a roupa branca com luzes, que deixou a coreografia bem mais densa - que eram as cores de cada membro.

Outra novidade era a nova música - "Power of Paradise" - que foi usada como tema dos Jogos Olímpicos transmitido pela Nihon Television (e só vai sair em single físico dia 14 de setembro).

Outro lado bom dos shows em Arena, é que dá pra ver bem melhor, a acústica ajuda e se levar sorte, ganha até um high five do seu artista - se eu estivesse a uns dois ou três fileiras abaixo, eu estaria bem ao lado do Ohno, porque na hora da performance do Aiba no aerial tissue, ele ficou bem em uma das entradas onde tinha uma plataforma individual (o Sakurai ficou do outro lado *chora*).

Apesar do show ter sido curto (duas horas e vinte minutos), valeu muito a pena. Mesmo eu estando na arquibancada, aproveitei muito bem (e esqueci dos problemas que me cercam).

Ah sim, obviamente na estação de Shin-Yokohama, onde é o acesso para o Yokohama Arena, a publicidade ganha espaço. Melhor dizendo, um bom ponto de referência para marcar encontro com a pessoa nesses casos...



Hitachi Appliances aproveitando o espaço e o momento para divulgar seus novos produtos e seus garotos-propaganda.

Pelo menos dois pontos eu e a Akemi notamos nesse dia:

- Apesar do horário que chegamos (por volta das 11 da manhã) e coincidia com a venda dos concert goods, desta vez não pegamos fila como a gente costuma pegar quando são os shows nos Domes, que muitas vezes a gente tem que chegar quase de madrugada, passar horas esperando e correndo o risco até do item acabar antes da gente comprar. Foi a compra mais rápida que tive em toda a minha vida: questão de dois minutos já tínhamos comprado o que queríamos. Uma explicação até justificável: teve a pré-venda um dia antes e quem foi no Kyocera Dome e no Tokyo Dome nos eventos Waku Waku Gakkou, também estavam vendendo os goods do Arena (menos o penlight).

- A identificação facial era simples, mas pecou no quesito revistar bolsas como fazem nos outros shows. Não houve revista de bolsa e, vai que acontece alguma coisa e aí?

Felizmente não houveram incidentes nem problemas, todo mundo se divertiu e voltamos para nossos lares felizes e esperando para a turnê que vai acontecer no final do ano. E torcer para conseguir esse dito ingresso de forma justa, né.

Fotos: todos da autora, via celular, desconsiderem a falta de foco.

Saturday, August 27, 2016

[J-Dorama] Relação entre sempai - kouhai da JE nos doramas (Parte 2)

Para quem não lembra da parte 1, com o Noriyuki Higashiyama, dê uma passada aqui.

Continuando a saga que, quando algum membro da JE atua em dorama, vem aquela velha pergunta: quem será o kouhai que vai ajudar? Porque, como já comentei ad nauseaum: a crença de que, se dois ou mais membros da JE atuam, é garantia de audiência lá em cima (hoje eu tenho minhas dúvidas depois de "Galileo","Kaiseifu no Mita", os taiga dorama da NHK...)

Vamos lá que a vida continua...

Takuya Kimura (SMAP)


Adivinhem quem é esse menino perdido que está ao lado do Kimura.

Até mais ou menos em 2010 ou 2011, dorama que tivesse o Kimura no elenco, era batata: audiência ia nas alturas e todas as emissoras queriam ele. Doramas como "Asunaro Hakusho", "Long Vacation", "Love Generation", "Beautiful Life"  continuam sendo os mais lembrados do público em geral, assim como "Good Luck!", "Engine", "Pride" e "HERO", em que ele conseguia ser piloto de avião, piloto de carros, jogador de hóquei e promotor acima de qualquer suspeita, ao mesmo tempo conquistar a mocinha e enfrentar as dificuldades (não exatamente nessa ordem).

Lembrando que Kimura era chamado "o rei do getsukyu" porque a maioria dos doramas que protagonizavam eram da emissora Fuji Television, no horário nobre da segunda-feira.

Pode ser impressão minha, mas depois de "Moon Lovers ~ Tsuki no Koibito", parece que Kimura errou a mão, salvo alguns posteriores como "Mr. BRAIN", "PRICELESS", "I'm Home" e a segunda temporada de "HERO", em 2014.

Uma das características nos doramas que Kimura atuava: era MUITO difícil algum kouhai da JE atuar junto (participação em um capítulo não estou contando. Diz a lenda que Kimura com os kouhais era osso duro de roer) e era raro ter a música do grupo como tema de encerramento/abertura (tópico que abordarei em breve). E quando tinha algum kouhai atuando, dependendo do papel, acabava se sobressaindo mais que o protagonista...

Jiro Kanzaki (Kimura) e as crianças do orfanato Kaze no Oka. Algumas tornaram-se conhecidas posteriormente.

Engine (Fuji Television, 18 de abril a 27 de junho de 2005): Com Takuya Kimura, Koyuki, Masato Sakai, Yuki Matsushita, Juri Ueno, Erika Toda, Kaho, Reiko Takashima, Takuzou Kakuno, Yoshio Harada, Daiki Arioka, Yuto Nakajima.

Jiro Kanzaki (Kimura) era segundo piloto de F3000 na Europa. Devido a um acidente que provocou no piloto principal da mesma equipe, acaba perdendo o emprego. Como era considerado muito velho para ser piloto na Europa, acaba voltando ao Japão para tentar voltar à sua antiga equipe, o que também não o aceita de volta. Jiro retorna à casa de seu padrasto e descobre que ele transformou a casa em um orfanato.

Embora deteste crianças, ele acaba as conquistando porque Jiro também foi uma criança órfã. Para poder ficar morando na casa, aceita ser motorista do orfanato ao mesmo tempo que tenta voltar às pistas de corrida.

Trivia:

- Pelo menos cinco crianças do orfanato "Kaze no Oka" tornaram-se bem conhecidas do público: Juri Ueno, Erika Toda, Kaho, Daiki Arioka e Yuto Nakajima. 

- O dorama, que foi getsukyu da Fuji Television, teve a média de 22,6%.

- Por ter os direitos da transmissão da F1, a Fuji Television chegou a inserir alguns trechos das corridas no dorama. 

- Na época, Kimura fazia uma série de comerciais para a Toyota. E era óbvio que os veículos utilizados nas filmagens era da marca (inclui o microonibus que dirige para levar e trazer as crianças da escola).

- O dorama utilizou duas músicas - "Angel", da banda Aerosmith (a favorita de Kimura) e "I Can See Clearly Now" de Jimmy Cliff.

- No último capítulo, o sempai Masahiko "Matchy" Kondo faz uma participação especial. Kondo chegou a dar um tempo em sua carreira musical para se dedicar ao automobilismo e, quando a Fuji Television transmite a prova da F1 no Japão, torna-se comentarista.

Kouhai(s) da JE: Para quem chegou agora, na época que participaram no dorama (em 2005), Daiki Arioka e Yuto Nakajima ainda eram de um grupo dentro do Johnny's Jr., o JJ Express. Só em 2007 passaram a integrar no Hey! Say! JUMP. 

Muito bem antes disso, Arioka chegou a atuar no tokusatsu "Gaoranger" e no curta-metragem "Fastener" (da série JAM FILMS), que está no PV do Mr. Children (procurem no YT que encontra o show ao vivo da banda). Até então era mais coadjuvante em vários doramas e especiais, até que ganhou destaque na quarta geração da série "Shonen Kindaichi no Jikenbo" (interpretou o colega de Kindaichi, Ryuji Saki) e como Nuru Narikawa, detetive e ajudante do escritório e cafeteria Sandglass no dorama "Okitegami Kyoko no Bibouroku" (2015). Em 2017, estará atuando no filme "Kodomo tsukai", como jornalista investigando caso de crianças desaparecidas.

Nakajima, logo após o término de "Engine", atuou no drama especial do 24 Hour Television - "Chiisana Untenshi Saigo no Yume". Embora tivesse atuação quase frequente, incluindo a co-atiuação com Masato Sakai em "Hanzawa Naoki", e ter protagonizado seu primeiro filme - "Pink and Gray", foi somente na temporada de verão de 2016 que conseguiu ser protagonista em um dorama em horário nobre pela Fuji Television ("HOPE"). 

Em janeiro de 2017, Nakajima protagonizara seu segundo filme - "Bokura no gohan wa asu de matteru"



Daiki Arioka e Yuto Nakajima: eram respectivamente Tooru Sonobe e Shuhei Kusama, as crianças do lar "Kaze no Oka". E faziam parte do mesmo grupo - o JJ Express. Depois, fizeram parte do Hey! Say! Seven, que teve curta duração, para depois fazerem parte do grupo Hey! Say! JUMP. 

Além de terem atuado juntos em "Engine", Arioka e Nakajima estiveram em "Sensei wa erai!!" (primavera de 2008) e "Scrap Teacher" (inverno de 2008).




Acreditem se quiserem: 

- Arioka é dois anos mais velho que Nakajima (esqueçam o quesito estatura, porque, bem, nem precisamos dizer nada, basta dar uma olhada nas revistas como Myojo e duet quando o grupo aparece.. Mas que fica difícil acreditar que Arioka tem 25 anos e Yuto 23, isso fica).
- Fizeram o colegial na mesma escola, a famosa Horikoshi High School. Em anos diferentes, claro (Nakajima formou-se no mesmo ano que Ryosuke Yamada e Yuri Chinen).
- Nakajima é considerado o rei dos hobbies, porque faz de tudo um pouco e ainda consegue fazer bem: pratica equitação, toca bateria, fotografa...
- Além de ser o DJ do grupo, Arioka é MC do programa "Hirunandesu!", às terças-feiras, junto com Hikaru Yaotome. Desde 2015, mantém uma coluna na revista mensal "with" com Kei Inoo.






PRICELESS ~  Aru wake needarou, nanmon ~ (Fuji Television, 22 de outubro a 24 de dezembro de 2012): Com Takuya Kimura, Kiichi Nakai, Karina, Naohito Fujiki, Taisuke Fujigaya.

Fumio Kindaichi (Kimura) era um gerente de marketing de uma empresa e se dava muito bem com seus colegas. Um belo dia, acaba sendo acusado de espionagem industrial e acaba sendo demitido. Além de sem emprego e sem dinheiro, acaba ficando sem casa.

Acaba conhecendo duas crianças (Oshiro Maeda e Kanau Tanaka) que ensinam como sobreviver nas ruas, e conseguir os 500 ienes diários para pagar o albergue mantido por Ichirin Marioka (Mari Natsuki). A partir daí, Fumio começa a ter uma outra visão que o dinheiro pode proporcionar.

Trivia:

- Foi o primeiro dorama que Kimura protagonizou que logo no primeiro capítulo não passou a audiência de 20%, esperado pela emissora (no mesmo horário, a TV Asahi estava passando o dorama "Doctor X").

- A cena onde corre os créditos finais, foi filmado no COSTCO Warehouse em Kawasaki (Kanagawa). 

- Haruna Kojima (AKB48) aparece em 4 capítulos, como Moe Tomizawa, artista idol.

- Oshiro Maeda, junto com seu irmão mais velho Kouki, faz a dupla humorística Maedamaeda. Um de seus trabalhos mais recentes foi no filme "Chokosoku Sankikotai" (2014).

- A música de encerramento do dorama foi "Jumpin' Jack Flash" da banda Rolling Stones.

Kouhai(s) da JE: Taisuke Fujigaya é um dos membros do septeto Kis-My-Ft2 (por seis anos os membros eram tidos como um grupo dentro dos Juniores, até que conseguiram debutar, em 2011). Dos sete, Fujigaya é o mais prolífico em doramas e filmes.. Depois são Hiromitsu Kitayama e Yuta Tamamori (os três são considerados "a comissão de frente do grupo", porque se destacam mais).




Antes de "PRICELESS", atuou em doramas como "Ikemen Desu ne!" (o primeiro que atuou como protagonista, com Yuta Tamamori e Hikaru Yaotome), "Misaki Number One" (antes do grupo debutar), "Ritsu no Musuko" (era um dos coadjuvantes; o protagonista era Ryosuke Yamada) e"Beginners" (junto com Hiromitsu Kitayama). Co-atuou em "Nobunaga Concerto" (tanto no dorama como no filme) e recentemente no live version do mangá "MARS: Tada, Kimi o aishiteru", cujo filme saiu recentemente, em junho.

Fujigaya já ganhou dois anos seguidos o prêmio "Best Jeanist" (2014 e 2015), pelo voto popular. Se ganhar a edição deste ano, na nova regra do prêmio, entrará no seleto grupo "Eternal Jeanist" (e não pode mais concorrer, assim como aconteceram com seus "sempais": Takuya Kimura, Tsuyoshi Kusanagi, Kazuya Kamenashi e Masaki Aiba)



Fontes: DramaWiki, J-Wave, The Doramas, blog udn, girlschannel. 

Monday, August 22, 2016

Dekamori Haikaropa [Itadaki High Jump - 4 de Novembro de 2015]

De alguns bons anos para cá, em alguns programas de TV japonesa, mencionavam muito de pessoas que conseguiam comer grande quantidade de comida. Quantidade o suficiente para alimentar uma família de 10 pessoas, mais ou menos.

Lembro de um dorama que passou em 2000, chamava-se "Food Fight", onde um simples funcionário de uma empresa participava de um campeonato de quem consegue comer mais em um certo tempo. Se bem que campeonatos de quem come mais, existe desde o século passado.

Aí, apareceu uma garota que conseguia comer muito. Quando digo muito, é o que mencionei no primeiro parágrafo: se descuidar, ela comeria o prato dela, o seu e do vizinho. E aquele tipo de pessoa que muita gente tem raiva: come, come, come e a danada não engordava. 

Natsuko Sone, mais conhecida como "Gal" Sone, apareceu em um programa de TV em meados de 2006, como competidora de quem consegue comer muito. A fama dela cresceu tanto que, em 2007 o verbete "Oogui" (glutão/glutona) ficou no top ten pela empresa U-can, no dicionário de verbetes e frases do momento.

E também o famoso Takeru Kobayashi, que quase todo ano ganhava o campeonato de comer cachorro-quente, promovido pela rede Nathan's. Além da youtuber Yuka Kinoshita, que é como a Gal Sone: come pra caramba e não engorda. Por favor, passe-me o segredo, porque eu só de pensar já engordo.

Achei que essa história de comer muito e ainda pedir sobremesa porque não está satisfeito, tinha diminuido (mesmo nos programas de variedades, o máximo era buffet restaurant...), até um belo dia eu pegar pra assistir alguns vídeos do programa Itadaki High Jump (vide aqui e inclusive mencionei alguns episódios sobre o assunto)...

A produção chama alguns membros do grupo (podem ser em dupla, trio e quarteto) para realizar uma determinada tarefa solicitada pelos telespectadores. Obviamente ninguém sabe do que se trata até quando as cobaias, digo, os membros recebem o quadro devidamente coberto contendo o que irão fazer...

As felizes cobaias, ops, membros escolhidos para realizar a tarefa do dia: Daiki Arioka, Yuri Chinen, Ryosuke Yamada e Hikaru Yaotome, chegando às nove da matina em Shibuya...
No programa do dia 4 de Novembro de 2015, no estúdio, somente Ryosuke Yamada, Yuri Chinen, Daiki Arioka e Hikaru Yaotome sabiam o que haviam realizado - tanto que o restante achou que era muita gente pra fazer a tarefa (porque normalmente vão em duplas ou em trio). Os quatro disseram que faltou é gente devido a missão que tiveram que cumprir...


Tem que estar cheio de motivação para começar o dia sem saber O QUE vai fazer....
"Apetite de Outono! Dentre muitos lugares que servem DekaMori [grande quantidade de comida], diga qual é a que possui HaiKaropa [Alto Indice Calórico]"

HaiKaropa ou "High Calorie Performance" é o quanto você consegue sentir-se satisfeito e empanturrado com o quanto você come um item com maior índice calórico por iene. Daí os telespectadores que enviaram a enquete via site do programa, queriam saber qual o melhor lugar e qual o prato que tem maior indíce calórico por iene para que possa ir sem pestanejar.

A condição para que os quatro realizem essa missão é encarar alguma iguaria com grande quantidade e altamente calórica sem deixar sobrar nada (seria falta de educação deixar sobrar comida). E seriam os quatro a cumprir a tarefa (para alívio de Arioka, pois da última vez que encarou comida a vontade, teve que fazer sozinho).

Tentarei descrever o que cada restaurante possui de peculiaridades, pois obviamente ainda não cheguei a ir (porque eu precisaria chamar pelo menos 10 pessoas pra encarar toda aquela quantidade de comida), e deixarei as observações pro final. Antes disso, esclarecendo:


  1. A tarefa que Arioka, Chinen, Yamada e Yaotome realizaram, foi enquete dos telespectadores que enviaram no site do programa. Não significa que é uma pessoa sozinha que vai comer tudo isso de comida, o que dá pra entender é que a pessoa quer saber qual o lugar que serve grande quantidade de comida a um preço razoável, ou seja, se sai mais em conta ir em mais gente e dividir o prato (todo mundo sabe que compensa dividir um prato em mais gente, né?).
  2. Tudo foi feito com antecedência. Alguns estabelecimentos não funcionam logo de manhã ou no horário de almoço. Eles abriram em horário especial somente para a gravação. Caso quiser ir no local, consulte antes. Por exemplo, izakaya só funciona depois das cinco horas da tarde e aconselha-se fazer reserva devido ao tamanho do lugar X quantidade de pessoas que frequentam no horário.
  3. Nem os próprios membros sabiam do valor calórico da comida. No programa (dividido em duas partes), todos teriam que adivinhar qual o prato mais calórico por iene. Valendo um prêmio muito valioso quem acertar. (em japonês: 高価賞品プレセント, ou "kouka shouhin puresento").
  4. Uma dica do programa para os membros saberem mais ou menos quantas calorias o prato possui. Baseando na quantia de uma tigela de arroz branco de 150 gramas, que equivale a 250kcal.
  5. A regra do programa para o dekamori haikaropa era comer sem deixar sobrar (seria muita da falta de educação desperdiçar comida). Caso não conseguirem, das duas uma: ou eles comeriam tudo mesmo que levasse o dia todo; ou apelariam para um food-fighter.
  6. Para requisitar a ajuda de um food-fighter, os quatro teriam que participar de um jogo conforme escolhessem no quadro (devidamente tapado). O quanto eles conseguissem cumprir o jogo, era o tempo que dariam para o food-fighter ajudar a terminar de comer. ATENCAO!!! EM HIPOTESE ALGUMA TENTE FAZER ESSES JOGOS EM CASA!!!! Foi feito somente para o programa e sob supervisão de gente responsável.


Só mesmo aqui no Japão para comer um prato de macarronada logo de manhã (será que os costumes mudaram tanto assim?), porque logo que explicaram o motivo dos telespectadores pedirem para resolver o caso do haikaropa, os quatro já foram para o primeiro restaurante.

SPAGHETTI NO PANCHO (Shibuya, Tóquio):

Localizado no Center Gai, em Shibuya (dá uns 3 minutos andando da estação), uma das filiais da rede Spaghetti no Pancho fica em uma das ruas próximas ao famoso prédio Shibuya 109. Como o nome do lugar diz, é servido somente espaguete, especialmente a napolitana. Os complementos variam - desde o tradicional, com salsicha, frutos do mar, carne moída, bacon, queijo, curry e até tudo o que tem direito.

Os valores vão de 690 ienes (o napolitan simples) a 1240 ienes (o napolitan zembunose). Só que no site não informa se pedir tamanho médio ou grande, o valor muda (o que seria normal), mas se acessar o site, às vezes eles colocam promoções (o Meat Sauce Napolitan chega a custar 390 ienes).

No que os quatro pensavam que iriam servir macarronada em quantidade suficiente para eles, a surpresa veio quando chegou a comida:


Não parece, mas o Napolitan Seijin Mori Zembunose (com tudo o que tem direito: espaguete a napolitana - salsicha, pimentão e molho de tomate - com queijo flambado, hamburguer, um tira grossa de bacon e ovo frito em cima) pesa quase DOIS QUILOS E MEIO e serve tranquilo para... DEZ PESSOAS!!!

No caso do programa, cada um acabou comendo o equivalente para duas pessoas e sobrava. Ou seja, 600 gramas de espaguete para cada um. Teriam que estar de estômago vazio para conseguir encarar logo pela manhã.

Conseguiram limpar o prato, apesar da quantidade enorme de macarronada, cheio de molho e complementos, mais uma tira grossa de bacon, hamburguer caseiro e ovo frito (de gema mole, o famoso "medama"), apesar de estarem quase passando mal. E olha que estavam comendo bem devagar.


(Nota: o Napolitan Seijin Mori Zembunose, custa 2200 ienes e possui 8000 calorias, o que daria 3,6 caloria/iene. O que fez ter esse índice, foi devido ao hamburger e bacon incluso.)

TAISHU SAKABA CHIBACHAN KASHIWA (Kashiwa, Chiba-ken)

A segunda etapa, era karaage, ou frango frito, estilo japonês que muita gente (inclusive esta que vos escreve) gosta. E um dos lugares que muita gente resolve apreciar essa iguaria, é num izakaya (bar estilo japonês).

Normalmente, os izakaya daqui, abrem depois das 5 da tarde para receber os salarymen e office ladies na maioria, que voltam do trabalho, mas antes de ir embora, param nesses estabelecimentos para tomar algumas cervejinhas e comer alguns petiscos... O estabelecimento Chibachan, que fica a um minuto da estação Kashiwa (na cidade do mesmo nome, província de Chiba) abriu excepcionalmente na hora do almoço para a gravação do programa, e serviu um dos pratos principais da casa: Wakatori no karaage oobakamori.


Enquanto eles conversavam a respeito de que tipo de dekamori haikaropa seria servido num izakaya, notem a expressão de Yaotome...


Imagine uma barca cheia de frango frito colocada na sua frente. Com quantidade suficiente para dez pessoas. Supondo que cada pessoa coma sete pedaços, tudo é relativo.

A iguaria consumiu cerca de 2,5kg de frango para fazer karaage, o que deu equivalente a 69 pedaços de carne em forma de petisco. Além de ter deixado o frango marinado em molho de soja, saquê, e vinagre de arroz, depois de frito, coloca-se um molho que é segredo do estabelecimento.

"Taishu Sakaba" significa "estabelecimento barato", ou seja, comida mais em conta. Tanto que os quatro se surpreenderam com o valor do Oobakamori": imaginaram comer 69 pedaços de frango frito por 1280 ienes? (Já fui em lugares onde uma porção com cinco pedaços custava 400 ienes)

Pelo que entendi no site da gurunabi (o estabelecimento não tem homepage própria ainda), as porções e bebidas são servidas em 3 tamanhos: normal, baka e oobaka. Do tipo: só mesmo doido de pedra pra pedir o que tem mais quantidade (apesar que, se chamar o grupo todo, talvez fique faltando) ou porque a quantidade é exagerada mesmo.

Também existe a opção de escolher o "baka set course", ou seja, muitos pratos são servidos do tamanho "baka" e o valor não sai caro: 3000 ienes por pessoa e são sete itens (inclui o karaage) mais o course de bebidas (por duas horas).

(Claro que pode perguntar se pode ser um para duas ou mais pessoas.... Por isso pede-se reserva antecipada.)

Pra ajudar, na hora de pedir bebidas (porque comer no seco é difícil), todos pediram Cola (a produção não permite que menores não consumam álcool e... não, pera....). A surpresa foi o tamanho "baka" (equivalente a um litro), tudo porque o atendente achou que eles pediram esse tamanho, mas Arioka se referia era ao diretor (Kenji Kuroda, aka "KeKeKe").

Ou seja, tem que tomar cuidado na hora de falar baka nesse estabelecimento, ou vão achar que está pedindo esse tamanho/quantidade de comida/bebida/whatever.

(Nota: o Oobakamori Wakatori Karaage possui cerca de 7000kcl, ou seja, cada pedaço tinha 100kcl. Como custava 1382 ienes, saiu 5,1kcal por iene. Até o momento, está sendo o prato mais calórico do programa.)

Curiosidades no programa:

- Curiosamente, chamaram dois membros do subgrupo Hey! Say! 7 (formado pelos membros mais novos, coincidência que nasceram no mesmo ano) - Ryosuke Yamada e Yuri Chinen. E dois do Hey! Say! BEST (formado pelos membros mais velhos) - Hikaru Yaotome e Daiki Arioka.

- Arioka e Yaotome são MCs de terça-feira no programa diário da NTV "Hirunandesu!!", inclusive o primeiro costuma visitar vários lugares que envolva comida e dá um de gourmet reporter, comentando sobre o que comeu e o lugar que frequentou. Tanto que no programa até mencionou o fato, tendo o tema do programa "Hirunandesu!!" tocando no fundo. (Prova que na TV japonesa, não tem essa de uma emissora proibir de mencionar a outra)

- Para quem não sabia, eles fazem um trocadilho com o famoso bordão do comediante Atsukiri Jason "Why Japanese People" quando comentam da fatia de bacon ("Atsukiri Bacon" e logo respondem "Why Japanese Omise").

- Kenji Kuroda, o diretor do programa que sempre acompanha nas locações ganhou o apelido de "Kekeke" por causa da risada que faz toda vez que sai algum fora por parte do grupo. O que deixa Yamada irritado (isso vem desde o episódio das pontes suspensas que tiveram que acordar de madrugada).



- Lá pelas tantas no episódio do karaage, os quatro começaram a mencionar a ausência de um certo membro do grupo que poderia estar junto com eles pra ajudar a comer todo esse frango...

Yaotome: "Por que o Keito [Okamoto] não está aqui hoje?"
Yamada: "Ele me disse: 'Yamachan, estou com quatro dias de folga, que eu faço?!' EU E' QUE SEI???"
Yaotome: "VENHA PRA CA, ENTAO!!!"

(*para quem não sabe, Okamoto é o glutão do grupo. Aí explicado o motivo de que, no início do programa o Hikaru ter comentado que gostaria que Keito estivesse com eles.)

- Por não aguentarem de tanto comer, tiveram que apelar para um food-fighter, pessoa que come muito em pouco tempo e chega a participar de concursos do tipo. Mas para chamar essa ajuda, os quatro teriam que participar de um jogo que teria que escolher o item no quadro. O que eles conseguirem cumprir, será o tempo que será dado para o food-fighter tentar acabar com o restante da comida.

- Takuya Yamamoto, que já participou de concursos de food-fight inclusive a nivel internacional, atualmente trabalha como chef em um izakaya em Hamamatsu (Shizuoka) chamado "Osakana ni koishite".

- Uma das provas que os quatro tiveram que fazer para ganhar tempo pro food-fighter Yamamoto, era pular corda em cima de um tapete massageador para os pés. Sim, isso mesmo. A cada seis saltos, equivaleria a um minuto. Para dar 10 minutos, teriam que pular 60 vezes, ou seja, 15 saltos cada um. E quem disse que eles conseguiram?

Arioka e o quadro contendo os quatro jogos que teriam que escolher para ganhar minutos pro food-fighter ajudar a comer o resto do karaage. Escolheram o número 3, que era pular corda em cima de um tapete massageador para os pés. Quem iria primeiro, decidiram apelar pelo meio mais eficaz que, quem conhece os grupos da JE, sabe qual é.

Na primeira parte, conseguiram 5m40s, mas não foi tempo suficiente para Yamamoto conseguir comer tudo. E os quatro também não estavam aguentando mais ver tanta comida. Apelaram de novo conseguir pelo menos 10 minutos, que era o tempo suficiente para o food-fighter conseguir comer na folga. E, pelo visto quem conseguiu salvar o grupo, foi Chinen (na ordem, ele foi o último a pular corda, e como ele tem muita habilidade pra coisa mesmo...).

Todo mundo empanturrado, mesmo com a ajuda de um food-fighter no final, descobrem que a saga do Dekamori Haicaropa ainda não tinha terminado. "Que sentido tem em fazer isso???"

Só que havia um pequeno porém: depois que eles terminaram de gravar, os quatro ainda foram encarar mais comida. No estúdio, todos acharam que eram somente dois pratos, tanto que já tinham até escolhido, até que Yamada interrompeu e disse que "ainda tem mais". E que ficou para a segunda parte do programa na semana seguinte.

- Fontes: wikipedia, U-Can, Fuji Television.

- Imagens: via YT janino.


Saturday, August 20, 2016

Eu e as Olimpíadas



Sendo muito sincera: eu estou acompanhando os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro por osmose, ou seja, nas redes sociais e quando assisto ao noticiário. Primeiro, o horário que me ajuda muito (durmo de dia e trabalho à noite, e a transmissão ao vivo, vara a madrugada, então já entenderam o drama, né?).

Daí que eu pra torcer em alguma modalidade, eu sou daquelas que vai pra fora da tangente. Eu costumo torcer para esportes que deveriam ser valorizados, como ginástica artística, esgrima e até hóquei. Tal minha surpresa que teve até rúgbi (a bem atualizada: eu não sabia que tinha time de rúgbi no Brasil, fiquei sabendo porque uma conhecida minha me contou). Se eu torço pra esportes coletivos? Voleibol e olhe lá.

Ao mesmo tempo que eu evito entrar nas redes sociais para não ler o que não se deve, eu acabo entrando para me atualizar devido ao motivo que mencionei no primeiro parágrafo. E têm horas que dá vontade de fechar o programa e ir fazer algo que preste, como ler um livro, assistir um dorama atrasado... Isso porque pra acompanhar os atletas brasileiros, eu tenho que usar as redes sociais (não, não tenho TV a cabo), porque, quem me conhece, sabe que eu assisto somente programação japonesa e, obviamente, vão falar dos atletas japoneses, quando não muito de quem se destacar mais (eu já disse que eu não tenho TV a cabo?).

Numa dessas, eu lembrei de um texto no finado blog Garotas que Dizem Ni!, e felizmente eu tenho o livro dos melhores textos, o "E' Impossível Ler um Só" que tinha a postagem da Clarissa Passos (a Clara McFly no blog) sobre as Olimpíadas (acho que foi nas Olimpíadas de Atenas, em 2004), o texto se chamava "Esporte de Macho". Apesar que muita coisa mudou nos últimos anos, eu tenho que dar o braço a torcer que esporte de macho mesmo é ginástica artística.

"Quer saber? Esporte de macho, mas macho mesmo, é a ginástica olímpica. Precisa ter colhão para aguentar um treinamento dolorido, até ser capaz de se dobrar toda; dar saltos mortais em cima de uma barrinha de dois dedos e, especialmente, escolher essa carreira num país que não dá a mínima para tal modalidade. Parabéns às nossas ginastas. Isso sim é que é esporte de macho - no bom sentido, claro."

Tem muita gente que me pergunta até hoje pra quem eu torço no caso de jogos da Copa do Mundo e nas Olimpíadas. Por eu ter nascido no Brasil, valorizo muito os atletas brasileiros, especialmente nos esportes que muita gente não conhece. Já nos coletivos, sou mais o voleibol (futebol eu não tenho interesse, até na Copa do Mundo eu meio que passava batido porque nunca conseguia acompanhar. Uma das minhas frustrações é eu não ter conseguido até hoje ir assistir a um Mundial de Voleibol que acontece anualmente em Tóquio.). Mesmo assim, devemos incentivar nossos atletas após os jogos, porque eles participam de outros campeonatos espalhados pelo mundo (e ninguém nota).

Ah sim. Quando o Japão disputa algum campeonato, meus dois lados nipônicos gritam mais forte. O duro é quando tem Brasil X Japão, aí acabo torcendo meio a meio (e confesso que muitas vezes, especialmente no futebol, torci contra).

Seja como for, duas semanas de eventos esportivos deu pra ter de tudo um pouco, para deixar o evento inesquecível. Em todos os sentidos da palavra, eu quero dizer.




Procuram-se: esses dois newscasters e um fotógrafo perdidos na cidade olímpica. Fora outros que estão brincando de "Onde Está Wally?" no meio do público. E com direito a "boa noitiiiii" logo de cara.

Fotos: screencaps via twitter.

Tuesday, July 26, 2016

Versão 4.6 ou Como aos poucos passei a tolerar e aceitar algumas coisas

Hoje, dia 26 de julho, além de ser dia das avós, a que vos escreve entrou na versão 4.6 da vida.




Daí se você faz parte de fã clube de seu artista favorito, ganha uma mensagem de aniversário. Sim, eu sei que é pra todo mundo, mas, pelo menos a gente tem o direito de ter momentos de plena alegria, por favor.

Como eu havia mencionado algumas postagens atrás, com o tempo eu passei a tolerar e até aceitar algumas coisas. Mas existem outras que não tolero de jeito nenhum (especialmente no assunto de DV, mas não vamos prolongar isso).

Uns bons anos atrás, eu era pior que "maria vai com as outras", fandonmente falando. Quando você faz parte de um fandom, dependendo de quem, ou você concorda ou você cai fora (ou você é mandado embora), e foi numa época em que eu estava na pior fase da minha vida. Sabe aquelas que se ninguém gostava e você acabava não gostando mesmo a contragosto? E nem poderia argumentar? Pois é...

Com o tempo e muitas traulitadas na cabeça depois, comecei a ver as coisas com outros olhos. De nada adiantava mesmo eu ficar de birra com algo e sem saber o que e como era. E eu teria que ter opinião própria, não porque fulana não gosta que você vai acabar não gostando (sendo que você adorou, mas pra não contrariar...)

O ponto mais crítico era no assunto de... música, dorama e filmes. Discordou, pronto: só falta sair no foice. Uns cinco, seis anos atrás eu era assim mesmo. Hoje, estou fazendo um pouco a egípcia e deixando pra lá. Vamos ser felizes da forma que cada um escolheu. E nem adianta criticar o gosto do outro, porque depois vem a resposta: "você também não gostaria que falassem mal do seu ídolo, certo?" Por mais que eu torça o nariz, há gente que goste. Da mesma forma que tem gente que torce o nariz para os meus. Então...

Ultimamente me andei pegando cantando "Koisuru Fortune Cookie". Só falta a coreografia.

Com o tempo a gente vai amadurecendo e começar a pensar melhor nos seus conceitos. Na verdade, a gente tem que ser feliz com que realmente gosta. Opinião alheia depende muito da situação, mas em matéria do combo música-dorama-filme, aí a coisa pega. E feio.

Chega um momento em que a gente tolera e deixa passar. Porque não vale mesmo a pena ficar irritada com o que os outros gostam. No começo incomodava? Pois é, acontece. Da mesma forma que terceiros podem não gostar do que eu gosto, mas se ninguém critica, por qual motivo eu deveria? Foi dessa forma que diminui minhas reclamações no Twitter, parei de atacar quem gosta ou não de tal coisa (porque ninguém é obrigado a gostar ou não das mesmas coisas que eu - se gosta, tudo bem. Se não gosta, acha ruim, critica, fazer o quê...)

A gente precisa evoluir, e saber aceitar e tolerar já é um avanço. Atualmente, não ligo mais para quem critica meus ídolos, minha comida, meu modo de viver. Da mesma forma que deixo as pessoas fazerem o que quiserem da vida delas, de cuidar da vida, já basta eu cuidar da minha.

Reconheço que errei e muito na minha vida. Mas foram através dos erros que procurei melhorar. Seja no trabalho, na vida, em tudo. Nunca é tarde pra correr atrás do que você procura, nunca diga que está velho(a) para fazer isso ou aquilo. Todo mundo fala para mim eu cuidar da saúde, porque sem ela, como irei trabalhar, ganhar dinheiros para poder fazer as coisas que gosto (cinema, shows, eventos)? Pois é...

Enfim, aproveitemos a vida, fazer o que gostamos e esquecer os problemas.

Fotos: printscreen direto do meu celular quando recebi os videos de aniversário do BROS. e Johnny's web e AKB Official Video no YT.



Tuesday, July 05, 2016

Beatles e Japão

Madrugada do dia 29 de junho de 1966 - Os Beatles chegam no Aeroporto Internacional de Haneda.

No final de junho e inicio de julho de 1966, os Beatles fizeram uma série de apresentações no Budokan, Tóquio. Na época, deu muito no que falar. Primeiro, já estavam meio que "queimados" perante fãs e imprensa por causa da declaração de John Lennon envolvendo as palavras Beatles e Jesus Cristo. Segundo, porque eles iam fazer show no Budokan, onde foram realizados os campeonatos de judô nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964 e, o pessoal da extrema direita do país (leiam-se aqueles nacionalistas radicais) já estavam injuriados. Mesmo assim, fizeram, apesar da intensa vigilância (eles nem tiveram como pôr o nariz pra fora do hotel tamanha a vigilância que estavam para que não acontecesse nada) e cheio de seguranças.

Muita gente na época não sabia, mas 1966 era o ano em que os Beatles encerrariam as apresentações ao vivo, nos palcos e se concentrariam mais em estúdio - porque suas músicas tornaram-se difíceis de serem executadas ao vivo (naquela época). E também estavam cansados de tocar para público que mais gritava do que ouvia. Os Beatles perceberam a diferença de suas apresentações quando fizeram a turnê nipônica: quem ver os vídeos do show no Budokan, percebe-se que o público ficava mais ouvindo que gritando. E aplaudia no final de cada música.

Apresentação no famoso Nippon Budokan. Transmitido ao vivo pela TV e percebe-se a diferença do público que veio assistir e ouvir (principalmente isso) o quarteto.


Depois dessas apresentações, no Japão apareceram muitos grupos querendo parecer com os Beatles, desde o visual até tocar como eles. O que rendeu muita dor de cabeça para a sociedade local, inclusive algumas emissoras recusaram receber alguns grupos por causa do cabelo comprido e até tiveram shows que houveram incidentes. Nos anos 60, assim como nos Estados Unidos e na Europa surgiram muitos grupos de pop-rock, no Japão a coisa não foi diferente.

Um tempo atrás, fui atrás de alguns livros sobre o boom dos group sounds (ou GS), como era chamado o estilo musical dos anos 60 no Japão. Era grupo que não acabava mais, mas alguns continuam sendo lembrados até hoje, como The Tigers, The Blue Comets, The Spiders, The Wild Ones, por exemplo. Ou cantores como, por exemplo, Yuya Uchida (que escreve artigos para a Rolling Stone japonesa, no melhor estilo rock and roll). A maioria lançou um ou dois singles e depois que o fenômeno diminuiu, caiu no esquecimento (o chamado one hit wonder).

Muitos podem negar, torcer o nariz, mas é inegável que os Beatles impulsionou e inovou o pop japonês nos anos 60. Apesar que, no início dos anos 60, artistas como Takeshi Takeuchi e Yuzo Kayama já interpretavam músicas com uma "pegada" no rock - eles ficaram conhecidos como "os precursores do electric guitar" (ou "ereki"), já que eles tocavam guitarra elétrica em suas apresentações. Mas foi depois de 1966 é que o país ganhou uma diversidade de bandas.

O fotógrafo oficial do grupo entre 1965 a 1966, Robert Whitaker, acompanhou os Beatles até o término das excursões. No Tokyo Hilton Hotel (hoje Capitol Tokyu Hotel). O cantor-ator-guitarrista Yuzo Kayama foi um dos poucos artistas japoneses a visitar o grupo no hotel.

Antes dos Beatles fazerem shows no Japão, eles já eram conhecidos no arquipélago. Uma das maiores revistas especializadas em música pop, "Music Life", já dava destaque para os artistas norte-americanos e europeus. Quando o quarteto de Liverpool foi para os Estados Unidos em 1964, a revista mencionou o fenômeno Beatlemania. A editora-chefe da revista, Rumiko Hoshika foi quem conseguiu intermediar a vinda do quarteto ao Japão, tanto que ela foi para a Inglaterra diversas vezes (inclusive têm fotos dela com a banda nos estúdios) e esteve com o grupo durante a passagem deles no país.

Só que, com receio que nacionalistas radicais pudessem fazer algo de mal com a banda, tiveram que reforçar a segurança. Imaginem se acontece algo pior, além de complicar pelo lado diplomático, têm os fãs....

Daí por conta disso, muita gente começou a associar Beatles e Japão pelo lado ruim. Se mencionar sobre os cinco dias no Budokan, falam que foi ruim. E a coisa descamba quando o Paul foi pego na alfândega com a erva que passarinho não fuma.

Mas, ainda bem que, mesmo com esses altos e baixos, os álbuns dos Beatles e carreira solo são bem vendidos aqui no Japão, inclusive uma prateleira inteira é reservada para eles na maioria das livrarias e tem loja que vende goods on line (tinha a loja física, mas fechou e abre quando tiver algum evento especial). Sem falar que muito artista aqui diz ser influenciado pelos Beatles, inclusive aqueles que nem eram nascidos quando Lennon morreu.

Eu fiquei surpresa quando fui no Tokyo Dome, em novembro de 2013, no show do Paul: a maioria dos fãs eram na casa dos 30, e conheceram o grupo por causa dos pais, ou por curiosidade - ou seja, cada um tem sua história de como conheceu o grupo. E pensam que não ia lotar o Tokyo Dome? Quase 60 mil pessoas (foi possível porque o palco era no fundo e sobrou espaço na arena).

Em 2006, para comemorar os 40 anos da vinda do quarteto no Japão, foi lançado um livro de fotos, inclusive muitas delas raras, com tiragem limitada e numerada de 10 mil exemplares (na época, eu havia encomendado na loja Get Back, quando ela existia fisicamente). Agora, para os 50 anos, que acontece neste ano, houve um evento no Budokan (não tive condições de tempo - nos dois sentidos da palavra), revistas especializadas em música, na loja de departamentos PARCO abriram uma área para a loja Get Back fazer a venda de produtos e a confecção Graniph lançou uma série de camisetas com a estampa do grupo (essa empresa já fazia, apenas renovaram o estoque).

Na verdade, um tempo atrás, pensei em fazer no Empório uma pequena série sobre o quanto os Beatles influenciaram no j-pop.

Inspiração Beatles e Group Sounds na capa e PV do single do Kanjani Eito "Yellow Pansy Street": os paletós sem lapela circa 1963, as cores vivas que as bandas GS usavam e o baixo Rickenbacker modelo semelhante que McCartney usou por volta de 1967 (no PV quem toca é Ryuhei Maruyama)


Mas por que Japão??? Como eu havia mencionado antes, uma boa parte dos livros que andei lendo sobre a turnê japonesa de 1966, era um parágrafo e ainda falando (muito) mal. Mas não me entendam errado a respeito da minha intenção de fazer uma série: não é porque sou descendente de japoneses, moro quase duas décadas no arquipélago e fã do quarteto (com direito a três shows do Paul) que vou ficar defendendo. Que a turnê foi cansativa e estressante, isso todo mundo sabe. Mas o impacto que causou nos jovens daqui...

Bem, espero eu conseguir fazer a série, em postagens aleatórias e nada cronológicas. Do tipo: achou algo bem interessante, estarei fazendo postagem (com as devidas fontes, claro).


Imagens: Music Life archives; Reuters, Robert Whitaker, Kanjani Eito matome naver site.

Monday, July 04, 2016

Quando a gente quer se desligar

Muitas vezes eu me desligo do mundo real e acabo me distraindo com outras coisas, se possível, úteis e que me tragam um bem danado e me dêem energias para encarar a realidade, depois. Estranho? Para mim, não.

Ultimamente, nas redes sociais, eu só leio desgraça em cima de desgraça e, quando leio alguma notícia boa, SEMPRE tem alguém pra estragar tudo. Isso quando a intolerância toma conta do espaço.

Qualquer coisa, muita gente cai matando, fica de mimimi. Nem paro pra ler: fecho a janela e vou cuidar da vida. No que eu penso "hoje vou ler as notícias para não ficar tão desatualizada", às vezes desanimo no primeiro comentário que leio, só resta fechar a página e passar pra próxima, pra ver se as coisas melhoram. Ou descamba de vez.

Duas personalidades fofas na 5a. Edição do Waku Waku Gakkou em 2016

Confesso: tem dias que passo longe de notícias na web, especialmente de redes sociais. Eu entendo que cada um tem opinião formada, mas no calor da discussão, se fosse frente a frente, metade da população seria dizimada. E não seria exagero, não, porque, ultimamente, muita gente se irrita por qualquer coisa. Se na internet, sai tanta agressão verbal, partir pra física quando se encontrar, seria um pulo.

Procuro ao máximo possível nem comentar sobre o que passa para os colegas de trabalho, porque até o fato de ir ao cinema já gera comentários pessimisstas e de gosto duvidoso, quem dirá se comentar sobre a situação atual do mundo.

Mesmo nas redes sociais, se a gente posta foto de um DVD que a gente comprou (com grande custo), de uma paisagem de um lugar que você foi, pago com o suor do seu trabalho, SEMPRE mas SEMPRE vai ter um fulano criticando. Antes fosse criticar o enquadramento da foto...

Numa dessas e tantas que têm dias mesmo que eu fico longe das redes sociais. Já não bastasse passar raiva no trabalho, quando chego em casa, eu quero alguma coisa boa (tirando comida), como assistir algum programa que tenha ao menos 50% de notícia boa, ou acessar as redes sociais e pessoas compartilhando assuntos úteis para a vida.

Se não, faço maratona de doramas atrasados. Ué, não tem gente que faz maratona de séries? Então... (Numa dessas, acabei revendo "Yorozu Uranai Dokoro Onmyoya e Yokoso" e de quebra ainda fiz resenha...)

Trago a pessoa amada em cinco dias, mas com essa quantia que você pode me pagar, consigo trazer em vinte dias.

Quando participei de uma blogagem coletiva no ano passado, mencionei que assuntos que evito colocar no blog são política e religião, porque não são assuntos que o blog é voltado, além de que são assuntos saturadíssimos. Como eu disse: se for pra brigar, que a gente discuta sobre o assunto de biscoito e bolacha. (Pra mim, biscoito é recheado e bolacha é sem recheio e geralmente salgado, mas tem bolacha maria e biscoito de polvilho, aí seria outra história....)

Por isso que eu costumo postar mais assuntos leves, como doramas e filmes que assisti, músicas, promotion videos, fotos de lugares onde fui, comida, receitas....  E quem vê minha página do FB, raramente compartilho algum assunto polêmico, exceto se for caso muito extremo mesmo. Do resto, coisas fofas e engraçadas (agora sei porque o número de seguidores diminuiu ), e às vezes assuntos deste Empório.

Outra coisa que aprendi também depois de muito levar toco, é não comentar que consegui realizar algo na vida ou os planos deram certo. Se possível, eu comento depois que o evento já passou, que o plano já terminou, etc. Porque da última vez, foi uma decepção tão enorme que, agora eu entendo quando me disseram que  "a sua felicidade causa a inveja da outra pessoa".

Enfim, se por acaso eu ficar sem aparecer nas redes sociais, tenho dois motivos: um, devido ao meu trabalho, eu só consigo entrar nas redes sociais aos finais de semana ou logo pela manhã. E segundo, quando estou saturada de tanta falta de empatia nesse mundo, resolvo ir assistir doramas ou ler meus mangas ou revistas. Ou revisar os estudos do japonês que está em situação semi-estática.

Cuteness overloading porque a gente precisa mais de amor nesse mundo.

Porque realmente, não vale mais a pena a gente ficar se estressando lendo coisa ruim, ainda mais quando MUITA gente fica postando a mesma coisa ou similiar nas redes sociais. Fecha a página e vamos fazer algo de útil né.

Imagens: weibo (via twitter), prmc.jp, matome-naver.com