Thursday, July 20, 2017

Cine Pipoca de Maio



Reconheço que ultimamente estou indo muito ao cinema, e até a primeira metade deste ano já fui cinco vezes. Comparando com os anos anteriores, que teve época que nem passava perto... O que me fazem ir ao cinema são os fatores enredo que me prende e elenco que vale a pena. Se fosse assim, estaria indo todo dia, porque, querendo ou não tem muito filme interessante, mesmo os japoneses (que muita gente por aí diz que não assiste porque não faz sentido, mas gosto nunca se discutiu, então cada um se diverte como quiser).

Mas também já assisti cada filme que nem deu vontade de rever quando saiu em DVD. Dependendo do filme, confesso, chego a comprar o DVD para rever quando der na telha (ultimamente está sendo quando der mesmo), e olha que este ano tem filme que vai valer a pena o ingresso e a pipoca.




Peach Girl (2017): Direção de Koji Shintoku. Baseado no mangá de Miwa Ueda (Kadokawa). Com Mizuki Yamamoto, Kei Inoo, Mackenyu, Mei Nagano, Yuika Motokariya, Kensei Minami, Takeshi Masu.

Resumo: Momo Adachi (Mizuki Yamamoto) é uma estudante do colegial que devido a sua pele extremamente bronzeada e cabelo descolorido (por fazer parte do clube de natação desde o ginasial, queima-se muito fácil e o cloro danificou seus cabelos), é erroneamente chamada de "garota fácil que dá em cima de todos os caras do colégio", mas na verdade é muito tímida mas esquentada. E' apaixonada pelo colega de classe Kazuya "Toji" Tojigamori (Mackenyu), mas não tem coragem de declarar seus sentimentos por ele. Mas devido a um rumor (que tinha um pouco de verdade) de que tinha beijado o rapaz mais popular da escola, Kairi Okayasu (Kei Inoo), Momo tem que enfrentar as colegas ciumentas, além de descobrir que sua melhor amiga Sae Kashiwagi (Mei Nagano) também estava apaixonada por Toji. Por fim, Momo descobre que Kairi realmente gostava dela e queria fazê-la feliz.

Observações: Pra quem procura um filme leve pra distrair, pode assistir sem problemas (desconsidere o fato da idade dos dois atores principais que até faculdade já tinham concluído faz tempo e que a Momo deveria ser um pouco mais sexy), porque talvez esse seja o propósito do filme: um enredo até batido demais (triângulo amoroso entre colegiais), mas traz humor (a cena do love hotel onde Kairi aparece disfarçado de Sae é impagável) e cenas fofas (Kairi e Momo em Enoshima). E a música ajuda - a conhecidíssima de Carly Rae Jaspen "Call Me Maybe", música da YUKI - "Dramatic" (foi tema de abertura do anime "Hachimitsu and Clover") e a música do trio Ikimonogakari, "Kimi ga iru" (essa música já foi utilizada no dorama "Hotaru no Hikari 2").

-*-*-*-*-*-*-


Guardiões da Galáxia 2 (2017). Direção James Gunn. Baseado nos quadrinhos "Guardians of the Galaxy" (Marvel Comics). Com Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper, Michael Rooker, Karen Gilliam, Pom Klementieff, Elizabeth Debicki, Chris Sullivan, Sean Gunn, Sylvester Stallone, Kurt Russell.

Resumo: Peter Quill (Pratt), Gamora (Saldana), Drax (Bautista), Groot (voz de Vin Diesel) e Rocket (Cooper) tinham sido recrutados para serem os Guardiões da Galáxia. Após terem sua nave destruída por drones enviados por Ayesha, a líder da raça Sovereign (Debicki), Quill, Gamora e Drax acompanham a pessoa que os salvou dos drones, Ego (Russell), que diz ser pai de Peter. Enquanto isso, Rocket e Groot tentam consertar a nave e vigiar a meia-irmã de Gamora, Nebula (Gilliam). Peter acaba descobrindo a real intenção de seu pai e tenta eliminá-lo, nem que custe a vida da pessoa que realmente o criou, Yondu (Rooker).

Observações: O ideal seria assistir o primeiro filme para poder entender como o grupo foi recrutado, mas dá pra assistir o segundo sem problemas. O ponto forte do enredo é o humor - começa que o grupo é formado por um meio humano meio celestial, uma alienígena verde, um grandalhão impulsivo, um guaximim humano e um toco de árvore que só fala uma frase (não tem nem como levar a sério); como logo no começo, enquanto tentam destruir um alienígena, Groot fica tentando acompanhar a música; a discussão de quem vai disparar os mísseis enquanto tentam escapar dos drones; até Pac-Man entra nessa história.. Destoa (muito) dos filmes tradicionais da Marvel. Além da trilha sonora recheada com hits dos anos 70, aconselhamos a ficar até terminar os créditos, porque dá pistas de que vem um terceiro filme por aí.

-*-*-*-*-*-*-


Kodomo Tsukai (2017). Direção: Takashi Shimizu. Roteiro de Takashi Shimizu e Burajiri An Yamada. Com Hideaki Takizawa, Daiki Arioka, Mugi Kadowaki, Naomi Nishida, Hiroyuki Onoue, Ken Yoshizawa, Haruto Nakano.

Resumo: Um jornalista local, Shunya Ezaki (Arioka) tenta investigar o caso de pessoas que morreram de forma misteriosa. Ao conversar com Yuri Nakagawa (Momoko Tanabe), fica conhecendo a lenda urbana de "Tommy", ou "Kodomo Tsukai" (Takizawa), que seria uma entidade que cuida de crianças que sofrem maus-tratos dos adultos. Quando a criança retorna, três dias depois o adulto é encontrado morto. Dizem que, se o adulto que cometeu maus-tratos ouve a criança cantarolar uma música, o "Kodomo otsukai", acaba morrendo em três dias. Nesse mesmo tempo, a namorada de Ezaki, Naomi Harada (Kadowaki) prometeu cuidar de um de seus alunos, Ren (Nakano), quando misteriosamente a mãe não comparece à escola para buscá-lo. Quando descobre que a mãe faleceu, Naomi se vê obrigada a entregar Ren para o Conselho Tutelar, quebrando a promessa feita. Shunya e Naomi acabam por descobrir a verdade sobre a lenda urbana de "Tommy" e precisam correr contra o tempo, pois Naomi tem apenas três dias de vida, quando Ren aparece cantarolando a música.

Observações: Avisando pra quem é fã de Takizawa e Arioka mas não suporta filme de horror: o filme dá aquele nó na garganta e aqueles momentos que você fica tenso. O diretor Takashi Shimizu é mundialmente conhecido por seus filmes do gênero, tanto que um dos mais famosos foi a série"Ju-on", que teve remake norte-americano (no Brasil, ficou conhecido como "O Grito"). Embora as filmagens tenham sido realizadas no ano passado, a idéia tinha sido concebida em 2015 (um dos motivos das filmagens somente terem sido concretizadas no ano seguinte, era a agenda de Takizawa, pois estava com dorama e teatro em andamento). A história lembra em partes, o conto do "O Flautista de Hamelin". E, bem, Tackey está irreconhecível devido ao personagem, e até que enfim deram um papel de adulto para Arioka, porque até então vivem dando papel pra ele interpretar personagens de estudante de ginasial, sendo que ele tá com 26 anos, mas nem a altura ajuda *apanha*

Fotos: tumblr (a que abre o post) e Google 

Tuesday, June 20, 2017

Aquisições Recentes (Maio)

Costumo separar alguns trocados do meu salário (obtido arduamente depois de aguentar gente reclamona, perrengues, noites em claro, dormindo mal, etc.) para comprar algumas coisinhas para mim (leia-se revistas, mangas, CDs/DVDs, roupas, sapatos, whatever...). Mas procuro ver primeiro se realmente estou precisando ou se realmente vou usar (no caso de roupas e sapatos, se bem que até revistas e mangas estou parando pra pensar se compro ou não). E olha que recentemente fiz uma limpeza no meu guarda-roupa e o que tive de roupa que tive que desfazer...

Sapatos: Tive que desfazer de uns três pares por motivos de que já deu no que tinha que dar, e como eu mencionei uma vez, tenho o peito do pé alto e gordo, não é qualquer sapato que me serve, e pra piorar tenho dois calos que me incomodam pacas (mesmo tirando). E quando o sapato me serve, fica bem e não aperta, eu tenho que pagar o preço que tem, porque pra achar outro...

Como eu uso tênis diariamente para ir trabalhar e sair pra bater perna, nada melhor que um par apropriado para isso. Confesso que eu gosto muito dos modelos do New Balance, mas gostei do modelo Internationalist da NIKE. Além de confortável, é leve (no quesito peso). Outro modelo que adoro, mas tive que dar um tempo (por causa das dores que causavam), é o tradicional Converse All Star. Finalmente achei o modelo de cor branca (até então era a cor crua), que começou a ser vendido em meados de 2011, por causa do álbum "Popcorn" do Arashi, em que eles usavam esse modelo (de cano alto) e branco....

No mês retrasado eu havia comprado um sapato preto na earth music and ecology, mas tive que repassar adiante, acreditem, usei uma vez e quase morri de dores. E engraçado que no dia que experimentei e dei uma andada na loja, estava confortável, vai entender. Aí fui na loja que faz parceria com a mencionada, a Oriental Traffic, tinha um sapato cujo material era bem macio (tipo couro) e maleável. Experimentei e andei um bom tempinho na loja, percebi que não apertou nada, nem doeu, acabei levando. Ok, a cor seria um dourado mas não chama a atenção.



Roupas: Acabei de fazer uma bela "limpa" no guarda-roupa e nos gaveteiros e o que eu tive de roupa pra ser desfeita, dava até medo. Isso porque segui mais ou menos a dica da Lominha sobre como desfazer de roupas sem ter peso na consciência... Quando digo mais ou menos, eu caio no problema de camisetas (sejam elas de manga comprida ou curta) - tenho cerca de CINQUENTA peças e detalhe: uso sempre, porque não sou de usar a mesma camiseta por dois dias seguidos. E parecem novinhas porque conservo hehehe. Eu só desfaço delas quando acabam furando por desgaste.

Outro problema que eu tenho desde que me conheço: calças. Não é qualquer modelo que me serve e quando serve e fica bom, o preço dói na alma. Mas dependendo do que for, eu acabo comprando, porque se esperar pro ano que vem, ou coincidir meu salário com dia de liquidação com descontos maravilhosos...

Uma das marcas que gosto e sei que a maioria de suas roupas possuem caimento perfeito para mim, é a earth music and ecology (acho que eu falei isso antes). Cores bem neutras, ou de tons pastéis ou outonais, se souber combinar, não saem de moda. Por isso evito comprar modelos atuais, porque sei lá quando vão voltar. Mas eu nunca comprei calças nessa loja, por causa da modelagem (tenho quadril largo e coxas grossas, ainda mais que engordei). Mas desta vez resolvi arriscar e experimentei uma bem basicona, corte reto, o maior número que tinha disponível (aka tamanho large). Milagrosamente deu tudo certo, só tenho que me policiar pra não exagerar na comida...

Daí você experimenta uma camisa que gostou do modelito e acaba levando junto. Detalhe: ambas as peças já estavam com desconto, e como levei duas peças, ganhei mais desconto ainda. Resumindo; as duas peças custaram o preço original da calça (que sem desconto custava 4900 ienes).



CDs e DVDs: Um perigo quando a data do lançamento coincide com o do pagamento e meu bolso chora nessas horas. Pior ainda: compro e fica na estante esperando a sua vez de ser assistido, porque falta-me tempo suficiente para sentar na frente da TV e assistir. CD ainda é fácil, porque enquanto tento postar alguma coisa, fazer os afazeres de casa, eu ouço as músicas do CD, mas DVD...

(Nota mental: comprar logo uma TV e HDD recorder o mais rápido possível)

Muita gente poderia pensar - "mas você já não foi no show???". Dependendo, sim, mas a gente quer ter o DVD para rever quando quiser, de repente tem alguma cena que a gente perdeu (por causa do lugar onde sentou), algum bônus extra, quer rever mais vezes, chorar, se não cortaram o MC...

No caso da turnê "Arashi Live Tour 2016~2017 Are You Happy?", obviamente foi gravado no Tokyo Dome (eu fui no de Nagoya), e provavelmente deve ter uma (ou muita) coisa diferente do que ao vivo. Mas vida de fangirl é uma desgraça: não fica contente ter a versão regular - tem que ter a versão limitada também, porque este sim, tem muitos bônus, como o DVD da turnê "Japonism Arena" em 2016 que muita gente implorou, porque a turnê de 2015 se estendeu para as arenas (cuja capacidade são menores que os Domes) e teve muita diferença (fui nas duas turnês - em Nagoya Dome em 2015 e no Yokohama Arena, em 2016). E' que eu ainda não assisti, mas também não sei que dia foi gravado no YokoAri, mas se na música "Bolero" a câmera focalizou o Satoshi Ohno, eu estava na arquibancada bem atrás dele. *vai sonhando*

Mas a JE faz tudo pra lucrar, porque na edição regular, saiu o documentário da turnê (o chamado "backstage"), aí a gente tenta fazer um esforcinho e compra os dois, embora o DVD principal seja igual em ambas as edições.

(O que não acontece nos DVDs live do Masaharu, que a edição regular é só o show em si, enquanto a limitada trazia alguns ótimos bônus, como na turnê "HUMAN" que tinha o extra gravado em Hong Kong e Taiwan).

Daí você acaba encontrando os DVDs e CDs de um outro grupo que você gosta (e um dos motivos de eu ter levado um montão de unfollows, mas e daí?), e tenta achar por um precinho bem camarada, antes que supervalorize. No caso do Hey! Say! JUMP, dependendo do item, sai caro mesmo (especialmente itens da época de 2007~2011), mas felizmente até mesmo single limitado (que vem DVD do PV da música), encontrei quase de graça. O mesmo não acontecia com o DVD Live "JUMPing CARnival", de 2015: o limitado, que vem um DVD extra e o booklet com fotos do show, nunca que baixava o preço na loja de segunda mão (aka Mandarake), tive que esperar uns bons meses para conseguir pelo preço original da época que foi lançado. Um dos motivos de eu querer esse DVD Live, era porque eu tinha visto em partes no fandom. Tirando a meia vergonha alheia (mas que ficou fofo) em "Pet Shop Love Motion", o show em si foi bem mais agitado e menos rebuscado - o figurino era simples mas bonito. Diferente da turnê seguinte ("DEAR.", 2016), que pra mim salvavam (os figurinos) em "Masquerade", "Speed it up", "Konya Anata o Kudokimasu", "Chiku Taku" e "Mr. Flawless". (Gomen, Massu, gosto de você, mas parte dos figurinos que você fez o design, por favor...) OK, se tratando da JE, a gente espera de tudo.



Material de Papelaria: Acho que eu era bem mais, mas ultimamente até que estou me contendo em comprar canetas de todas as cores - compro aquelas de refil e fico feliz, melhor do que eu ter 484288389 canetas diferentes e no fim a tinta secar e jogar fora.

Como eu sempre estou estudando (porque quero sair logo dessa vida de ter que ficar consertando pecinhas e ouvindo comentário de gente ignorante), eu anoto tudo e passo a limpo, tudo bonitinho. Pior que isso vem desde o primário. Claro que procuro não deixar o texto poluído com tanta cor, mas item importante a gente escreve com uma cor diferente para dar maior destaque.

As canetas que geralmente eu uso, são das marcas Zebra (da linha Sarasa, que são mais macias de escrever, e da Prefill, cujas cargas são fáceis de encontrar) e da PILOT (linha Hi-TEC C Coleto, que agora encontram os refis aos montes).

A respeito de lapiseiras, ainda mantenho a minha antiga dos tempos de faculdade (sem marca definida) e a Kurotoga. Pensei em usar grafite colorido para destacar nas anotações, mas na época que eu tinha comprado, sumiram do mercado e nem usei mais. Mas agora surgiram de novo...

Outra coisa que comecei a comprar são as masking tape ou washi tape, que são fitas adesivas feitas de papel encerado mas fáceis de cortar até sem tesoura. Não lembro quando foi que começou essa onda de fitas de tudo o que é padronagem, mas confesso que demorei para saber como se usa. Praticamente, uso em tudo, inclui aí minha agenda, que, quando não escrevo nada, acabo escrevendo alguma coisa e decorando com as fitas.

Aí comecei a seguir algumas no Instagram, e olha, tem que ter muita criatividade para fazer tal coisa, algo que eu preciso voltar a ter urgente.



Reconhecendo que na verdade preciso dar um tempo nessas compras e me concentrar em comprar um PC ou notebook novo, porque o atual anda aos trancos e barrancos e mais dia, menos dia, ele vai me deixar na mão...


Fotos: todas da autora.

Sunday, June 11, 2017

Fatos Aleatórios da Vida que segue



Todo dia eu agradeço pelo dia que passou e pelo dia que chega. Agradeço pelo fato de eu ter saúde e condição para trabalhar e fazer as coisas que eu gosto. Agradeço por eu ter tido a oportunidade de estar aqui no Exterior e não reclamar de tudo, porque tem muita gente que gostaria de estar no meu lugar e não pode/não consegue por uma série de fatores.



Até hoje existem pessoas que se espantam ou fazem troça de mim pelo fato de eu sempre agradecer antes e depois de comer. Qualquer coisa, seja um docinho até um banquete completo. Meus pais sempre me ensinaram a agradecer pela refeição, porque até hoje eles falam o quanto sofreram na pós-guerra.



Faço a egípcia quando tiram sarro dos meu obentobako que trago minha comida diariamente - eles são pequenos, com desenhos fofos, e quem me conhece, eu quase não como tanto assim (como o suficiente para me saciar, jogar fora é mottainai). Já teve gente que chegou a dizer que "se você estivesse no Brasil, eles iam rir da sua cara".



Mesmo estando quase duas décadas aqui, eu me empenho em estudar a língua japonesa quase todo dia, seja em casa, seja fazendo aulas em entidades do governo. Motivo: eu quero mudar de vida, apenas isso.


Um dos motivos de eu querer mudar de vida (por isso estou estudando), é me livrar de gente que vive reclamando de tudo no ambiente de trabalho. Eu sei que nada é perfeito, mas a vida já é difícil, pra que aumentar a dificuldade mais ainda?


Muitas vezes tive vontade de dizer para as pessoas que vivem reclamando do estilo de vida daqui, "pega suas coisas e volta de onde veio", mas conto até vinte, respiro fundo e deixo quieto, porque não vale a pena discutir com gente tacanha.


Tenho um defeito deveras grave que é discordar de muitas coisas que as pessoas falam. Dependendo do que for, mas eu já perdi muita amizade dessa forma. Mas tem gente que não dá pra ficar concordando com tudo a contragosto e deixá-la com ar cínico de que "sou a última bolacha do pacote".


Tem gente que acha que ser educado é a mesma coisa que ser idiota. Se a gente é mal educada, acham ruim. Se a gente pede com educação, acham ruim do mesmo jeito, então como ficamos?



Apesar de tudo que enfrento no meu cotidiano, tento seguir meu caminho, trabalhando, estudando, lendo, me distraindo da forma que eu posso, porque a pior coisa, pelo menos para mim, é você ficar na modorra sem fazer nada e depois chegar a conclusão que perdeu anos de sua vida sem ter feito nada.

Fotos: Todas da autora.

Saturday, June 03, 2017

Chegamos na metade do ano

Quando entra o mês de junho, eu sempre digo: o tempo voou e daqui a pouco o ano acaba, e no final penso se fiz muita coisa nesse tempo todo ou eu fiz tudo por osmose, porque até semana passada ainda era ano Novo...

Janeiro

Passei a virada do ano num lugar que detesto (numa danceteria) e passei o restante do feriado prolongado de cama, graças a 38 graus de febre e cabeça estourando de tanta dor. Nota mental: inventar algum evento aleatório na virada do ano para não passar nervoso depois, como Johnny's Countdown ou Fuyu no Daikanshasai. Trabalhei nos dois últimos sábados, garanti ingresso pro show do Paul McCartney em abril, fui pra Kyoto visitar a Mina depois de muito tempo, conheci Fujimi Inari, o centro financeiro e o Museu do Mangá. Nevou o suficiente pra ficar em casa

Fevereiro

Mudei o corte de cabelo, atendente supersimpática. Family Damashi em Tóquio. Masaharu completando 48 anos. Mais dois sábados de trabalho e restando domingo pra dormir, fazer algo aleatório, que seja.

Março

Dois eventos de doujinshi no mesmo mês, pegar encomenda de CD, encomenda de calendário, mais dois sábados quase morrendo de trabalhar. Renovação de passaporte que me levou quase o dia todo, mas recomendo o pequeno restaurante de comida brasileira que fica em frente ao Consulado em Nagoya que vale o iene investido. Dia de ir ao cinema no dia que foi em um evento pra aproveitar o tempo livre, "Karera ga Honki de Amutoki wa," que eu amei.

Abril

Novamente retocar a cor das madeixas. Inicio do curso de Língua Japonesa. A Páscoa veio e eu perdida nas datas. Dois sábados de trabalho e eu querendo matar alguém. Entrada de renovação de visto de permanência. Show do Sir Paul McCartney no Tokyo Dome!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Maio

Cinco dias de merecidas folgas. Mais uma inscrição de FC. Ida em Outlet pra encontrar azamiga e gastar o que não pode. Waku Waku Gakkou. Arena Tour. DVD de tour. Dia de ir ao cinema no dia de estréia porque comprou antecipado, "Peach Girl", filme bem shoujo daqueles bem bobinhos mas cheio de amor pra dar e esquecer os problemas. Osaka e evento Family Damashi. Novamente cinema, a convite da amiga pra assistir "Guardiões da Galáxia 2". Nunca ri tanto na minha vida. Passeio em Nagoya com os colegas de curso e quase morrendo de sono a semana toda no trabalho. Não, não trabalhei nos sábados, mas ainda quero dar uns tapas em algumas pessoas pra ver se tomam tento na vida.

Agora entramos em junho, mês do namorido, do Paul, do gamer addict e do hakumai lover. E eu pensando como realmente o ano voou e nem percebi. Agora, manter o ritmo, planejar o que fazer daqui pra frente e tentar mudar aqui e ali, porque ficar na modorra não dá mesmo.

Sunday, May 21, 2017

Aquisições Recentes... Parte 2!!

Quando junta dia de pagamento e folga prolongada, muitas vezes o resultado é desastroso. Mas eu bem que tento segurar e controlar a tentação.

Livros: Faz um bom tempo que não compro livro pra ler. Aliás, faz MUITO tempo que não leio livros, fico nos mangás, e já viu, né? Recentemente, abriu uma parte nova ao lado da estação de Nagoya, o Towers Gate, e nela uma livraria a perder de vista, porque tem tudo (ou quase, vai), a Sanseido Books. Como estou na fase em que tenho que me dedicar aos estudos se eu quiser mudar de vida, além de eu ter comprado um livro de formas gramaticais em japonês, adquiri dois livros em inglês (preciso prestar o TOEIC de novo) - "Confissões" de Kanae Minato (que depois virou filme) e "Uma Equação de Verão" (tradução literal) de Keigo Higashino (virou filme também, da série "Meitantei Galileo"). Embora eu tivesse assistido ambos os filmes, ler a versão original nunca fez mal. Mas já aviso: livros traduzidos para o inglês sai caro...


Condimentos e outras coisas mais: Quando morava em Kisarazu, de vez em quando eu ia no Mitsui Outlet que ficava a 30 minutos de ônibus, e comprava algumas coisinhas na loja Kuzefuku, especialmente molhos a base de maionese para usar com carnes e saladas. Mas depois vim parar em Inazawa e nem lembrei de procurar. Aproveitei o feriado de Golden Week para bater perna, encontrar com azamiga e ver o que tem de bom. Encontrei a loja St. Cousair, que aliás, é o nome comercial da rede Kuzefuku!!! Reconheci por causa do formato das conservas.

Os produtos são naturais, e bem condimentados. Comprei molho pra yakiniku, maionese com ervas e molho de cebola e mostarda, e um pote de nozes e frutas secas para comer com cereal (tentativa fail de ser saudável).


LUSH: Volta e meia adquiro produtos desta marca, que são produtos aprovados pelos veganos e não fazem teste em animais. Os meus favoritos são o xampu em barra para tentar eliminar caspa (que nessa época do ano resolve aparecer *chora*), o spray para não ressecar a pele do rosto (o "Breath of Fresh Air") e a máscara facial e esfoliante Mask of Magnaminty, um dos mais procurados. O produto deixa com minha pele mais macia e sensação de frescor. Só tenho que tomar cuidado para não comer, porque o produto é feito com feijão azuki moído com menta...

Se estiver em dúvida sobre qual produto usar, as atendentes fazem um teste em sua pele para sentir a textura.


Fotos: todas da autora.

Saturday, May 20, 2017

Quando você lê o mangá por causa do filme/anime (ou vice versa)

Confesso: muitos dos mangas que tenho/li foi devido a um filme/anime/whatever que saiu, assisti e fiquei curiosa em saber como é o manga (porque muitos filmes/animes são baseados nos mangas, podem chamar de falta de criatividade dos roteiristas, mas muita gente quer saber como seria um live action disso, há controvérsias...).

Monday, May 15, 2017

[Ponto de Vista] A Necessidade de Kouhais em Qualquer Coisa. Ou não.

ATENCAO!!! O TEXTO A SEGUIR E' O QUE A AUTORA PENSA, NAO INFLUENCIANDO OS DEMAIS E NEM SENDO INFLUENCIADA. APENAS A OPINIAO DA PROPRIA. 


Antecipadamente, peço desculpas aos leitores caso o texto ofenda ou gere raiva, mas não é minha intenção. Só quero que pensam e reflitam, porque isso não se aplica somente aos fãs da JE, mas de qualquer agência de talentos. 


Vamos lá que acho que o texto vai ser longo... Meio que um desabafo, sabem? Melhor, não sabem.

Sunday, May 07, 2017

[Cine Pipoca] "Close-Knit" ("Karera ga Honki de Amu toki wa,") (2016)



Tomo é uma menina de onze anos que é neglicenciada pela mãe Hiromi. A menina acaba indo morar com o tio Makio, que divide a residência com Rinko, que trabalha em um asilo. Apesar de uma vida nada convencional (Rinko é transgênero), Tomo sente o que é viver em família, tendo alguém que realmente se importa com ela.

Sunday, April 30, 2017

Sobre o 24 Hour Television...




Nota da autora: Se tem um assunto que eu lembro na hora e depois vou deixando até que, quando eu lembro já é tarde demais, é sobre o programa anual 24 Hour Television que é transmitido em tempo real no último final de semana de agosto.

Já havia comentado um pouco sobre o evento uns anos atrás, mas depois fiquei procrastinando e quando dei por conta, já teve muita gente fazendo o mesmo, então achei melhor deixar pra gente que manja dos paranauês e tem mais tempo disponível que eu.

Daí no início deste mês, o FB me fez o favor de relembrar de antiguidades e numa dessas foi o anúncio do 24 Hour Television de 2015, daí que me caiu a ficha - é mesmo: estamos em abril e ainda nem comentaram nada sobre o programa. Foi quando no dia 15 de abril, durante o programa "Arashi ni Shiyagare", que foi um especial de 3 horas, que fizeram o esperado anúncio (como nesse dia eu tive que ir trabalhar, fiquei sabendo no Twitter graças as amigas Michelle e Andrezza, que não dormem no ponto e ficam com um olho na telinha e outro no celular).




Sim, ninguém está delirando - os main personalities do 24 Hour Television de 2017, a 40a. edição, serão os três newcasters da NTV (na foto, da esquerda pra direita) Keiichiro Koyama, Sho Sakurai e Kazuya Kamenashi. 

Daí teve gente menos avisada (ou menos atualizada, tanto faz) que surtou nas redes sociais achando absurdo colocarem os três rapazes da JE de grupos diferentes (vide legenda na foto), ou pior: "MAS DESDE QUANDO O KEICHAN E A TARTARUGA, aka Kamenashi, SAO APRESENTADORES DE TELEJORNAL BLABLABLA...????" *aquelas pessoas que só acham que o Sakurai era o único da JE que apresenta telejornal* 

Vamos lá: 

- Pra quem não sabe, Keiichiro Koyama desde 2010 era membro ocasional do telejornal vespertino da NTV, o "news every" (aparecia uma vez por semana), mas desde 2014, ele passou a ser membro regular e quase diário do programa (só às sextas que não). Outro detalhe que, além do telejornal, apresenta junto com o grupo NEWS o programa "Shonen Club Premium" (semanal) e o "News no Futari" com o colega Shigeaki Kato. Sozinho, apresenta o programa de entrevistas "Chikara Uta". Além de ter se formado em História e Geografia, com especialização em História Oriental, na Meiji University. Talvez para muita gente no Brasil que lembra do Keichan, ele foi aquele que quase se perdeu no meio da Amazônia para instalar uma antena parabólica (a pedido de um programa de TV).

- Kazuya Kamenashi praticava baseball desde criança, e se não tivesse entrado na JE, teria se profissionalizado e provavelmente estaria no exterior, pois recebeu convite para jogar - se não me engano, no México. Apesar disso, ainda mantém o hábito e sempre que pode, participa nos jogos em times japoneses e nos eventos da agência. Apresenta semanalmente o programa esportivo "Going! Sports and News", na emissora NTV, desde 2010. Recentemente, esteve no Brasil na abertura dos Jogos Olímpicos. 

(Agora, sobre o Sakurai, a gente dispensa comentários porque muita gente já sabe muito dele, então seria chover no molhado.)

Como eu havia mencionado no Twitter horas antes de saber quem seria o main personality do ano: "Seja quem for o main personality no 24 Hour TV de 2017, que façam um ótimo trabalho e vamos apoiar, porque se trata de evento de caridade". O que eu quis dizer com isso? E' que desde faz algum tempo, dependendo quem for o main personality, ou ficam exaltadas demais ou descem o pau rapidinho. Só que esquecem o REAL motivo do programa. E vai tentar explicar...




Desde que eu comecei a assistir o programa, na verdade eu conseguia só assistir o primeiro dia (na época, eu trabalhava aos domingos e folgava aos sábados), ao menos eu conseguia pegar uma boa parte, que era o dorama especial baseado em fato real. Mais recentemente consigo assistir os dois dias, que além do dorama e participação ao vivo nos programas da emissora, tem a parte da viagem aleatória, ajudando pessoas especiais, etc., o que vale a pena. Só que infelizmente algumas pessoas não pensam dessa forma - querem saber quem vai ser o main personality e se for do agrado, apoiam, se não, destratam até dizer chega.

Seja como for, quem for - que o programa 24 Hour Television continue mantendo o que sempre foi o objetivo: ajudar os menos favorecidos e fazer um mundo melhor. 

(Em breve, espero fazer algumas postagens sobre o evento, curiosidades e outras coisas mais.)


Monday, April 17, 2017

Aquisições Recentes

... ou mais conhecido como "a hora da futilidade inútil".

Têm horas que eu tento não ser compulsiva e sair comprando tudo o que eu vejo, porque preciso economizar no que posso e ainda bem que, quando recebo o suado dinheiro no final do mês, depois que pago as contas e abasteço a despensa, o que sobra, parte vai pro piggy bank e parte pros meus gastos particulares. Se bem que de um bom tempinho pra cá, o que eu compro, geralmente estava com 90% de desconto, leve dois e pague um e ganhe desconto, e por aí vai.

Dependendo do produto, já cheguei a pagar o preço original...

Quem me acompanha no Instagram ou no Twitter, já devem ter visto alguns estragos que andei fazendo, mas tenho consciência do que estou fazendo. Muitos dos itens são úteis, mas alguns, bem...

Sunday, April 09, 2017

Desligue a mente, relaxe e deixe fluir...



O que muitas vezes eu tento fazer nos meus dias de folga é descansar. Em todos os sentidos.

Porque não é fácil levar uma vida de segunda a sexta, oito a dez horas de trabalho diário, em pé, aguentando toda a sorte do que pode acontecer durante o dia todo. Aí você quer tentar se distrair nas redes sociais, mas a vontade de fechar a janelinha do site é imediata, de tanta gente destilando ódio e raiva na timeline. Assim desanima até os mais otimistas de plantão.

Minha amiga Mina havia dito uma vez: "Mente vazia, oficina do diabo", um ditado popular que significa "não tem o que fazer, só pensa e fala bobagem". Pior que convivo com gente assim (no trabalho e nas redes sociais).

Quando eu falo em descansar, subliminarmente digo "quero me desligar do trabalho", ou seja, se tenho meus dias de folga, eu tiro para organizar minhas coisas, ler algum livro, testar receita nova, limpar a casa, assistir meus programas favoritos (algo que está sendo raro com esse meu horário de trabalho maluco), ir ao cinema, ir bater perna por aí, andar de bicicleta, ir numa cafeteria descolada, marcar encontro com azamiga, fazer algum curso por hobby ou pra aprender algo de útil, enfim. Ok, dormir pra relaxar também conta, mas infelizmente eu tenho hora certa.

Sobre eventos, filmes e similares, eu tenho que ficar mais atenta nas programações da região, ainda mais que a gente consegue encontrar quase tudo via internet, algo que eu deveria usar muito mais, já que facilita e como facilita...

O que me decepciona em muitas pessoas é que elas reclamam muito e nada fazem. Certo, eu também reclamo, mas existem pessoas piores. Não conseguem aproveitar as oportunidades que aparecem, não procuram saber da existência de muitas coisas e ficam chorando pelos cantos. O mais chato é que acaba sobrando pra gente que nada tem a ver com os problemas dos outros. Por isso que procuro no máximo não ficar reclamando demais pra não aborrecer as outras pessoas.

Muita gente no trabalho deve achar (ou tem certeza mesmo) que eu sou antissocial pra caramba, porque quase não interajo, quase nem converso (na verdade, o trabalho que eu faço, nem posso), e mesmo fora do trabalho meu círculo de amizade se restringe no trabalho mesmo. Diferente do tempo que eu trabalhava em outros lugares. Será que posso culpar meu signo e meu tipo sanguíneo?

Mas não sou hikkomori (gente que se tranca em casa em seu mundinho particular, nem sai nem pra comprar leite na esquina), se eu não saio como eu deveria, tenho três motivos - ou grana muito curta, ou estou cansada demais ou caindo o maior toró. Aí eu aproveito para ler, para assistir meus DVDs, para estudar. Bem, e voltar a fazer trabalhos manuais, algo que eu fazia muitos anos atrás e hoje estou parada... *vergonha*

Talvez por eu ter vindo sozinha aqui, morado um ano e tanto numa cidade no meio do nada com pouquissimos compatriotas, eu tive que me virar na língua japonesa depois de eu ter passado mal com um ramen feito de pimenta vermelha e eu achando que fosse de tomate por pura ignorância ao ler um menu inteiramente em japonês e em kanji. E talvez por isso eu ainda consigo ir pra cima e pra baixo sem tanta dificuldade como no início. Mas isso varia de pessoa pra pessoa, nem posso condenar aquelas que nem têm ânimo em querer conhecer (mas que essas pessoas não fiquem reclamando e achando ruim daquelas que conseguem se virar nos trinta).

O jeito é a gente ignorar certas coisas na vida, porque nada vai acrescentar, e tocar a vida sem prejudicar as outras.

Imagem: via tumblr @azul3104 do CM da Kirin Ichiban shibori em 2016 (ainda acho que o Ninomiya está coçando o gato do que fazendo carinho nele).

O título é a primeira frase da música dos Beatles, "Tomorrow Never Knows".

Monday, March 27, 2017

Quando o dia rende (e muito)



Quem me conhece, sabe que quase todo mês estou indo nos eventos no Big Sight Tokyo ou no Tokyo Ryuutsu Center, locais onde realizam eventos estilo Comic Market da vida (os chamados "eventos de doujinshi"), e mesmo morando a seis horas de distância, continuo indo. Mesmo tendo que encarar seis ou sete horas tentando dormir numa posição só em uma viagem noturna de ônibus (shinkansen só em último caso mesmo), eu ainda resisto. E outra: aproveito para ir em outros lugares também.

Friday, March 24, 2017

Seis anos



Onze de março de 2011, duas e quarenta e seis da tarde.

Para muitos, ainda será uma data que dificilmente será esquecida (bem como desde o terremoto de Kanto, de 1923, cuja data tornou-se "oficialmente" sendo o dia nacional de prevenção contra desastres naturais), porque foi algo que mudou a vida de muita gente (tanto aqui como no mundo).

Muitas vezes eu lembro do ocorrido e agradeço por ainda estar aqui. E orar para aqueles que pereceram ou desapareceram. Orar para agradecer pelo dia de hoje, perdoar pelos erros cometidos e seguir a vida.

Sequelas ainda existem, mas lições são tomadas para que evitemos cair no mesmo erro.

Quando assisto às reportagens que relembram a data, uma parcela de pessoas vai pensar que "mas ainda ficam cutucando na ferida?", mas outra parcela prefere ver o lado positivo da vida - como nascimento de novas vidas, formatura, e recomeço.



Nos dias 9 e 10 de março deste ano, o programa matutino da Fuji Television, "Mezamashi Terebi" (nota: um dos primeiros programas que assisti aqui no Japão logo que eu cheguei), fizeram um especial em duas partes com dois newcasters. No dia 9, Kei Inoo (que participa nas quintas-feiras), apresentou a matéria em Miyagi. No dia 10, a apresentadora Yumi Nagashima, esteve em Fukushima.

A matéria era sobre as crianças que nasceram no mesmo dia em que aconteceu o terremoto, em questões de horas antes ou depois. E como elas estão hoje. No dia em que a reportagem foi ao ar, as crianças que nasceram em 2011 estariam ingressando no primeiro ano escolar no mês de abril.

Apesar desse infortúnio que pereceram milhares de vidas, outras perdidas, as pessoas ainda têm esperança de um dia melhor, e aos poucos estão refazendo a vida, tentando reconstruir o que perderam.

Sobre a história de pessoas que presenciaram o terremoto e maremoto na região de Tohoku, é de emocionar, e as imagens recentes da cidade de Ishinomaki partem o coração de qualquer um, mas ao ver crianças que nasceram depois da tragédia, e pensando no futuro (e sorrindo), a gente acaba vendo que nem tudo é tristeza nessa vida.

Fotos: via twitter por @jump_peta

Se ninguém tirou do YT, ainda deve ter o video do programa Mezamashi News do dia 9 de março de 2017 (user Rika JUMP), que tem a parte completa de Miyagi.








Thursday, March 16, 2017

[J-Dorama] Relação entre sempai - kouhai da JE em Doramas (Parte 6)

A saga continua, e se ir nesse ritmo vou terminar nas Olimpíadas de Tóquio.

Como eu costumo dizer, nos doramas da temporada, se alguém da JE atua, a probabilidade de ter um membro co-atuando é grande. São raros os doramas que não precisam de mais um para dar audiência, ops, para fazer parte da trama. No máximo num capítulo aleatório como convidado especial.

Muita gente pensa que tendo mais um na trama, ou a audiência aumenta ou o kouhai ganha mais experiência (seja boa ou ruim, mas tudo será válido pro futuro)...

Shingo Katori